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Gênesis 2:16,17 - O livre arbítrio


O livre arbítrio


V-16 A ordem referida nestes versículos presume que o homem entendia a linguagem que falava Deus e a distinção entre "poderás" e "não poderás".

A ordem começa positivamente, concedendo permissão para comer livremente de todas as árvores do jardim, com a exceção de uma.

V-17 Era muito precisa a limitação desta liberdade. O homem não devia comer da árvore chamada "árvore da ciência do bem e do mau".

Já que não foi revelado, é inútil especular que tipo de fruto dava esta arvore.

A mesma presença desta árvore no jardim indicava que o homem era um ser moral livre.

Não se forçava o serviço do homem; podia obedecer ou desobedecer. O era quem devia decidir.

O fruto em si mesmo era inofensivo. Mas a ordem explícita de Deus de não comê-lo, colocava essa árvore como o objeto da prova da lealdade e obediência do homem.

A proibição estava acompanhada de um severo castigo da transgressão: a morte.

A morte de que fala o texto não é a morte física, embora por causa do pecado isso também um dia iria acontecer.

Deus fala da morte espiritual. Da mesma forma que a morte física causa a separação entre a alma e o corpo físico, a morte espiritual causa a separação entre o homem e Deus.

E é isso que aconteceria a Adão se fosse desobediente.



Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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