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Gênesis 9:5-17 - Uma nova aliança entre Deus e o Homem!


Uma nova aliança entre Deus e o Homem!

Gênesis 9:5-17

V-5,6.
Antes do dilúvio, a pena de morte não era permitida [Gênesis 3:14-15]. Deus reservou a Si mesmo o direito de julgar o homem que cometesse suicídio e o homicídio. Infelizmente o homem encheu a terra com uma violência incontrolável.

Após o dilúvio, Deus autorizou e de fato exigiu o exercício da pena de morte. A razão pela qual um assassinato exige tão séria penalidade é explicada pelo fato de que o homem foi criado à imagem de Deus.

O homem não pode dar a vida e, portanto não tem direito a tirá-la. Ninguém que esteja em posse de suas faculdades mentais e morais, e que, portanto seja responsável de seus atos, pode escapar do julgamento de Deus, nem mesmo o homem que volta sua mão contra si mesmo. Na ressurreição cada indivíduo aparecerá diante do tribunal de Deus para receber o que merece.

V-7-10.
Antes do dilúvio, não havia chuva sobre a terra . A primeira experiência do homem com a chuva foi durante o julgamento universal.
Imagine o medo daqueles que vieram da Arca, ou como se sentiam aqueles que mais tarde ouviram a respeito do dilúvio, quando começava a chover.

A fim de aliviar este temor, e como um sinal da promessa de Deus de não destruir mais a terra com água, foi feito um arco nas nuvens para servir como memorial deste pacto.

V-11.
Este assumia a forma de uma promessa divina. Algumas regiões poderiam ser devastadas e homens e animais varridos por centenas de milhares, mas nunca teria outra vez uma destruição universal da terra por um dilúvio.

V-12,13.
O arco-íris é uma espécie de penhor, concreto, visível, de que Deus fez essa promessa. Este é outro indício que, antes do dilúvio, não havia chovido e o arco-íris era agora uma novidade, vindo com as chuvas.

O arco Iris é produzido pela refração e a reflexão da luz do sol através das gotas de água em suspensão.

O Arco Iris

V-15-17.
O arco Iris, um fenômeno físico natural, é um símbolo adequado da promessa de Deus de não voltar a destruir a terra mediante um dilúvio.

Já que as condições climáticas seriam diferentes depois do dilúvio, e na maioria das partes do mundo as chuvas teriam a função de umedecer a terra, convinha que Deus utilizasse algum meio para aquietar os temores dos homens cada vez que começasse a chover.

Dessa maneira o arco Iris é para o crente a evidência de que a chuva trará bênção e não destruição universal.

João viu em visão um arco Iris que rodeia o trono de Deus (Apoc. 4: 3). O homem contempla o arco Iris para lembrar a promessa de Deus, mas Deus mesmo o contempla para lembrar e cumprir sua promessa.

Este pacto entre Deus e Noé pôs ponto final aos acontecimentos relacionados com a catástrofe maior do que esta terra jamais tenha experimentado.

Era hora, portanto de se realizar um novo começo. Já que tinham sobrevivido ao dilúvio só membros fiéis e obedientes, tinham razão para esperar que o futuro apresentasse um quadro mais feliz do que o passado.

Após terem sido salvos pela graça de Deus do máximo cataclismo imaginável, poderíamos esperar que os descendentes de Noé se beneficiassem em todos os séculos futuros com as lições aprendidas do dilúvio.

Em Cristo

A seguir: O pecado de Noé

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. Deus é de uma glória e magestade imensuravel mas no intanto se inclina para ouvir o homem. Penso que assim como Noé e os seus estavão cheios de espectativas sobre o que estava por vir Deus também estava esperançoso em ter um novo relacionamento com o homem.

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  2. E ainda tem uns doentes existenciais que incistem e dizer que Deus não existe.
    Pobres almas burras e cegas.

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