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Gênesis 19:26-29


A desobediente esposa de Ló

V-26.
Os anjos tinham tirado os quatro da cidade condenada e lhes tinham dado instruções explícitas quanto ao que deviam fazer e o que deviam evitar, se queriam salvar suas vidas.

Um dos anjos ordenou que, ao fugir de Sodoma, eles não olhassem para trás - eles tinham que correr para o seu refúgio, olhando sempre para o caminho em frente.

Não era suficiente meramente escapar da cidade; era necessário continuar cumprindo com as instruções.

Mas, a mulher de Ló, não resistiu à curiosidade de olhar para trás: decerto seu coração estava em Sodoma, onde ela havia vivido confortavelmente como esposa de um homem rico e de boa posição na sociedade, e ela ainda estava incrédula quanto ao que o anjo lhes havia dito (para ela ele seria um homem, estrangeiro ainda por cima!): ela não queria sair de Sodoma, e saiu à força.

O castigo foi imediato: ela converteu-se numa estátua de sal!

Ela é usada como exemplo pelo Senhor Jesus daqueles que querem preservar a sua vida neste mundo, ao invés de morrer para este mundo para ganhar a vida eterna (Lucas 17:32-33).

Seu coração endurecido serve de exemplo para os que querem ser salvos, e parecem não ter renunciado ao mundo enquanto seu coração está, todavia nele.

Os anjos a tinham forçado a deixar a cidade, mas não podiam salvá-la contra sua vontade.
Ela era naturalmente uma pessoa irreligiosa, provavelmente oriunda de Canaã.

Ela escolheu morrer antes de deixar Sodoma. Lamentamos sua sorte; más aprendemos uma lição de seu exemplo.

Não se pode dizer quanto tempo permaneceu em forma visível a estátua de sal que continha seu corpo.

E por falar em sal, alguns lugares do mar Morto apresentam formações de rochas de sal.

V-27,28.
No dia seguinte Abraão, ansioso de conhecer o resultado de sua intercessão do dia anterior se levantou de madrugada e foi até o lugar onde havia falado com Deus, o SENHOR.

Que contraste!

Enquanto Ló estava fugindo da destruição e perdia tudo o que possuía, Abraão observava do seu lugar de comunhão com Deus.

Aqui fica evidente a vantagem de ser espiritualmente consagrado.

O salvo só tem a perder quando se embaraça com este mundo.

Podemos notar também aqui, o poder da oração intercessora.

Grande foi seu desengano quando olhou na direção de Sodoma, de Gomorra e de todo o vale e viu que da terra subia fumaça, como se fosse a fumaça de uma grande fornalha.

V-29.
E assim Deus destruiu todas as cidades do vale.

Mas Deus se lembrou da intercessão de Abraão e fez com que Ló escapasse da destruição das cidades onde havia morado.

Este versículo declara que o livramento de Ló estava ligado ao relacionamento entre Deus e Abraão.

Em Cristo;
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Gênesis 19:24,25

A destruição de Sodoma e Gomorra

V-24,25
Foi só Ló chegar a Zoar, assim que o sol saiu, para começar a destruição de Sodoma e Gomorra.
De repente, lá do céu, o SENHOR Deus fez chover fogo e enxofre.

O castigo anunciado pelos anjos veio súbita e inesperadamente para os habitantes de lá.

Ainda que só se mencione aqui a Sodoma e a Gomorra, é claro que também foram destruídas as outras cidades do vale, como, Adma e Zeboim.

Momentaneamente foi preservada a pequena localidade de Bela, ou Zoar, e isso só por pouco tempo.

O Vale de Sidim como era conhecida esta região, era descrito como um lugar paradisíaco.

Ocupava uma área que hoje está submersa pelas suas águas salgadas do mar morto.

Naquela região ainda são encontrados depósitos de enxofre e asfalto, ou betume, substâncias que dão gases altamente combustíveis.

Mesmo hoje, esta área é um lugar quente e miserável, coberta de escavações de betume.
Os restos de Sodoma e Gomorra parecem estar sob o fundo raso do Mar Morto. Toda a área parece ser amaldiçoada por Deus.

Superfície do mar morto

O Mar Morto é um grande lago represado entre colinas na parte mais baixa do vale do Rio Jordão, na tensa fronteira entre Israel e a Jordânia, no Oriente Médio.

Biologicamente suas águas são estéreis, nada cresce, sobrevive, nem sequer germina no piscinão salgado feito uma salmoura e de onde exala um permanente fedor de ovo podre, fruto da altíssima concentração de enxofre, potássio, bromo, fosfato, magnésio e sódio, entre outros minerais, devido ao grande acúmulo destes elementos o mar morreu.

Mar Morto é como uma caldeira em permanente ebulição. Sua água é quente e grossa.

A lama que encontra-se no fundo do Mar Morto é a mesma que foi utilizada pelos egípcios para embalsamar os seus mortos e que faz a festa da indústria de cosméticos.

Turistas tomando o famoso banho de lama do mar morto

No Mar Morto seu corpo não seria capaz de afundar, devido ao alto índice de cloreto de magnésio, cloreto de sódio e cloreto de cálcio.

Turistas flutuando no mar morto.

O sal existente no Mar Morto não se dissolve na água, conseqüentemente, não há nenhum organismo vivo.

O relato da destruição, porém, não para aí porque, infelizmente, a incredulidade continuou a perturbar seriamente a família de Ló, como veremos na próxima postagem.

Em Cristo
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Gênesis 19:17-23


Ló finalmente foge de Sodoma.

V-17
Tendo obtido a prova da perversidade dos sodomitas, os anjos logo se identificaram a Ló como emissários da parte do SENHOR para destruir aquele lugar, e mandaram que ele e sua família se apressassem em fugir para o monte, fora da planície.

Ló procurou convencer os noivos de suas filhas a irem também, mas eles acharam isso ridículo.

Ao amanhecer, os anjos forçaram Ló, sua esposa e suas duas filhas a saírem, porém relutaram, talvez porque ali se encontrava seu tesouro.
O SENHOR assim se mostrou misericordioso para com ele, superando sua demora em obedecer.

Então um dos anjos disse a Ló:
_ Agora corra e salve a sua vida rapaz! Más não olhe nem para trás, muito menos pare neste vale. Fuja para a montanha o mais rápido possível; se não, você vai morrer.

Se os tivessem concedido há Ló o tempo que ele queria, ele e sua esposa teriam encontrado dificuldades cada vez maiores para saírem com a fortuna acumulada durante toda uma vida.

Correria até o risco de tomarem a decisão de ficar. Sua única segurança residia numa ruptura completa e imediata com aquelas coisas que amarravam seu coração a Sodoma.

Assim acontece conosco hoje dia.

V-18-21
Mas Ló respondeu:
_ Senhor, não me obrigue a fazer isso, por favor!

Ao invés de cooperar alegremente com o plano de Deus para a preservação de sua vida, Ló abusou da grande misericórdia de Deus.

_ O senhor me fez um grande favor e teve pena de mim, salvando a minha vida. Mas a montanha fica muito longe daqui, e a destruição vai me alcançar e acabar comigo antes que eu chegue lá.

Referindo-se à suposta impossibilidade de escapar para às montanhas, Ló rogou pedindo permissão para refugiar-se na pequena cidade vizinha de Bela, chamada depois Zoar, "pequena", neste relato.

_ Está vendo aquela cidadezinha ali? Ela fica perto. Deixe que eu fuja para lá a fim de salvar a minha vida. Veja que é uma cidade bem pequena.

Todavia, Ló não estava disposto em deixar à comodidade e o luxo da vida que levava, para uma mudança que lhe parecia começar a partir de então.

Então o anjo disse:
_ Está bem; concordo. Eu não destruirei aquela cidade.

V-22,23
_ Agora vá depressa, pois eu não poderei fazer nada enquanto você não chegar lá.

Finalmente Ló saiu de Sodoma.

Eu fico perplexo com a estupidez e a lentidão de Ló. Ainda pensando em conforto físico, ele desejou ir para uma pequena cidade em vez de ir para as montanhas.

Ele nunca parou para considerar que Deus sabia o que era melhor?

A paciência de Deus é bem evidente neste caso.

O Senhor concordou com o pedido de Ló e poupou a cidade pequena por causa dele.

Talvez nós devêssemos refletir mais a respeito da paciência de Deus para conosco.

Em Cristo;
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Gênesis 19:9-15


Os anjos revelam sua intenção em Sodoma.

9.
A sua tentativa de salvar os hóspedes acabou falhando. A multidão ficou irritada e por fim decidiu abusar de Ló também.

_ Saia da nossa frente!

E diziam uns aos outros:
_ Esse homem é estrangeiro e quer mandar em nós!

Depois, virando-se para Ló, disseram:
_ Pois agora vamos fazer com você pior ainda do que íamos fazer com os seus hóspedes. Os homens de Sodoma se atiraram contra Ló e chegaram perto da porta para arrombá-la.

Mas os anjos em uma ação rápida pegaram Ló, e o puxaram para dentro da casa, e fecharam a porta.

11.
Em seguida os anjos fizeram que os homens, tanto os moços como os velhos, que estavam do lado de fora, ficassem cegos; e assim não conseguiram encontrar a porta.

A cegueira da multidão parece ter sido acompanhada de uma confusão mental. Neste momento Ló deve ter reconhecido a natureza sobrenatural de seus visitantes.

Deus permitiu que Ló fizesse um esforço para mudar os ímpios desígnios dos sodomitas a fim de que pudesse ficar impressionado com o grau de seu depravação.

Quando seus esforços extremos resultaram inúteis, atuaram os visitantes celestiais para protegê-lo de dano a ele, como também a eles mesmos.

12.
Então os visitantes disseram a Ló:
_ Tem mais gente sua aqui?

_ Tem! Meus filhos, minhas filhas, genros e outros parentes!

_ Então pegue todos eles e os tire daqui imediatamente, pois nós vamos destruir este lugar. O SENHOR Deus tem ouvido as terríveis acusações que há contra essa gente e por isso nos mandou para destruirmos Sodoma.

Neste momento Ló ficou sabendo da missão dos anjo.

14.
Então Ló saiu e foi falar com os homens que iam casar com as suas filhas.
Ele disse:

_ Arrumem-se depressa e saiam daqui porque o SENHOR vai destruir a cidade!

Mas eles pensaram que Ló estivesse brincando.

15.
Já era madrugada e Ló ainda não tinha partrido e os anjos insistiram, dizendo:
_ Arrume-se depressa, pegue a sua mulher e as suas duas filhas e saia daqui, para que vocês não morram quando a cidade for destruída.

16.
E, como ele estava demorando, os anjos pegaram pela mão Ló, a sua mulher e as suas filhas e os levaram para fora da cidade, pois o SENHOR teve compaixão de Ló.

Ló e sua esposa creram, mas estava difícil abandonar todas suas posses, também estavam indecisos quanto ao que deviam levar ao fugir.

Veja como é a debilidade da natureza humana, que mesmo um bom homem pode cegar-se com o mundo ao ponto de não poder apartar-se dele.
Em Cristo;
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Gênesis 19:1-8


A cidade das trevas

A hospitalidade de Ló
Estava anoitecendo quando os dois anjos que tinham deixado a Abraão chegaram a Sodoma.

Ló estava sentado perto do portão de entrada da cidade. Nas cidades antigas, a porta era o lugar de negócios e ao mesmo tempo de decisões políticas. O fato de Ló se assentar na porta da cidade nos leva a crer que ele era algum tipo de oficial em Sodoma.

Quando viu os anjos, levantou-se e foi recebê-los.

Reconhecendo que os homens eram forasteiros, Ló, a semelhança de seu tio Abraão, imediatamente lhes ofereceu hospitalidade em sua própria casa.

V-2.
Ao recebê-los, disse:
_ Senhores, estou aqui para servi-los; por favor, aceitem o meu convite e venham se hospedar na minha casa. Os senhores podem lavar os pés e passar a noite ali. Depois se levantarão bem cedo e continuarão a sua viagem.

Eles disseram:
_ Não; nós só vamos passar a noite na praça.

Os anjos tinham aceitado imediatamente o oferecimento de Abraão, mas pareciam não dispostos a aceitar o de Ló.

Antigos registros revelam que os viajantes com freqüência passavam noites ao ar livre.

Se não tivesse sido pela condição moral dos homens de Sodoma, provavelmente não seria perigoso para eles dormir na praça, já que Sodoma era de clima semitropical.

V-3.
Mas Ló insistiu tanto, que eles aceitaram.

Sabendo que Ló era um homem justo, mas não estando dispostos a revelar nesse momento sua identidade, os anjos consentiram em receber albergue sob seu teto hospitaleiro.

Ló mandou preparar um bom jantar e assar pães sem fermento. E os visitantes jantaram.

O homossexualismo em Sodoma

A cena que se segue é de nausear, mas nos dá uma ilustração do abismo moral que circundava Ló.

Quando Ló primeiro foi para lá, ele estava impressionado com as ricas pastagens da planície; sua riqueza abafou sua percepção da imoralidade que ali prevalecia, e ele continuou ali com sua família chegando ao ponto de aprovar um futuro casamento de suas filhas com homens do lugar.

V-4.
Mas, antes que eles fossem dormir todos os homens de Sodoma, tanto os moços como os velhos, cercaram a casa.

V-5,6.
Eles chamaram Ló e perguntaram:

_Onde estão os homens que entraram na sua casa esta noite?

Então a impiedade dos homens de Sodoma ficou claramente demonstrada agora.
_ Traga-os aqui fora para nós, pois queremos ter relações com eles.

Tinha-se espalhado rapidamente a notícia da chegada dos dois forasteiros. Os homens da cidade se amontoaram em torno da casa de Ló, pretendendo violar o direito oriental de hospitalidade a fim de satisfazer seus desejos carnais.

De acordo com a evidência arqueológica, homossexualidade, prevalecia entre os Cananeus.

A ênfase de Moisés de que tanto velhos como jovens estavam à porta da casa de Ló mostra claramente quão justificado estava Deus ao destruir essas cidades.

Ló saiu da casa fechando cuidadosamente a porta, para impedir que entrasse a multidão, e procurou fervorosamente persuadir aos seus concidadãos de seu mau propósito.

V-7,8.
E disse:
_ Por favor, meus amigos, não cometam esse crime!

Vendo que não tinha palavras que pudessem mudar seu propósito, fez uma proposta extrema para salvar a seus visitantes da desonra.

_ Prestem atenção! Tenho duas filhas que ainda são virgens. Vou trazê-las aqui fora para vocês. Façam com elas o que quiserem. Porém não façam nada com esses homens, pois são meus hóspedes, e eu tenho o dever de protegê-los.

O fato de Ló oferecer as suas duas filhas é chocante e repugnante, e ao mesmo tempo mostra como a mulher era tratada naquela época.

Sua crença no solene dever da hospitalidade, tão excelsamente considerado entre as nações orientais, explica, ainda que não justifique sua decisão.

O vil pecado de sodomia recebeu este nome baseado nas ações destes homens.

O nome sodomita tem sido tradicionalmente usado para os que agora são chamados homossexuais, cujas práticas, condenadas pela Bíblia como perversas e pecaminosas, são agora aceitas legalmente nos países de cultura "cristã".

O versículo 4 deixa claro que a cidade estava saturada com este estilo de vida homossexual e quando viram gente diferente na cidade, ficaram loucos.

Quanto mais a sociedade progride no mal, mais este pecado se torna natural.

Agora o nosso país, como Sodoma, abertamente declara seu amor a este pecado. As palavras de Ezequiel 16:49-50 parecem cada vez melhor descrever a nossa nação.

A tentativa de Ló de oferecer as suas filhas de nada adiantou. Na próxima postagem, o desfecho deste polêmico acontecimento.

Em Cristo;
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Gênesis 18:28-33


Abraão intercede por Sodoma

V-28-33.
Veremos nesta postagem que Abraão continua apresentando a defesa de Sodoma com impressionante habilidade e tato oriental.

Seu primeiro cálculo hipotético do número de sodomitas piedosos foi, a propósito, o suficientemente para provocar uma resposta favorável.

No entanto, compreendendo que esse número provavelmente era muito alto para uma cidade perdida como aquela, outra vez mostrou extraordinária inteligência e diplomacia.

O que nos impressiona é ver o Deus todo Poderoso dar ouvidos desta forma a Abraão, mesmo sabendo onde ele queria chegar.

Parecia um pai brincando com seu filho.

E é isso que Deus quer que façamos. Que gastemos tempo com ele.

Animado pelas contínuas respostas bondosas de Deus, gradualmente se fez mais audaz, diminuindo o número de pessoas justas que, em sua opinião, seriam suficientes para salvar a cidade.

_ Veja bem Senhor; Pode acontecer que haja apenas quarenta e cinco pessoas direitas e não cinquenta.

_ Destruirás mesmo assim a cidade por causa de uma diferença de cinco pessoas?

Deus respondeu:
_ Está bem Abraão, se eu achar quarenta e cinco, não destruirei a cidade.

Abraão continuou:
_ Más... E se houver somente quarenta bons?

Deus respondeu.
_ Por amor a esses quarenta, não destruirei a cidade.

Abraão já preocupado com tanta insistência, disse com reverencia:
_ Não fiques zangado comigo Senhor, por eu continuar a falar, más apenas me diga o seguinte...
_ E se houver só trinta?

Com infinita paciência Deus respondeu:
_ Se houver trinta, eu perdoarei a cidade.

Abraão não estava pedindo o perdão incondicional da cidade, senão só sua preservação sob certas condições.

Com coragem propícia dos orientais, Abraão tornou a insistir:
_ Estou sendo atrevido né? Mas me perdoa Senhor.
_ Suponhamos que tenha somente... Vinte, vinte?

Como se estivesse brincando com uma criancinha, o Senhor responde;
_ Por amor a esses vinte, não destruirei a cidade.

Finalmente Abraão disse:
_ Olha, não fiques zangado Senhor, pois esta é a última vez que vou falar.
_ E se houver só dez, só dezinho?

Deus respondeu;
_ Por causa desses dez, não destruirei a cidade.

Seria apressado especular quanto ao que teria acontecido se Abraão tivesse continuado e tivesse reduzido o número a menos de dez.

Más provavelmente, Abraão pensou que era seguro deixar o número assim.

E a misericórdia divina aceitou a interseção de Abraão sem exigências.

Quando o SENHOR Deus acabou de falar com Abraão, ele foi embora, e Abraão voltou para casa satisfeito pelo momento de extrema comunhão com Deus.

Em Cristo;
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Gênesis 18:23-27


Abraão aproveita-se da intimidade com Deus.

V-23,24

Abraão chegou um pouco mais perto e recorreu à bondosa misericórdia de Deus.

_ Será que vais destruir os bons junto com os maus?

Esta preocupação pessoal por seus próximos é uma das características sublimes do caráter de Abraão.

_ Talvez haja cinqüenta pessoas direitas na cidade. Nesse caso, vais destruir a cidade? Será que não a perdoarias por amor aos cinqüenta bons?

Abraão não só ficou preocupado pela sorte de Ló, más também experimentou um profundo sentimento de compaixão para os habitantes de Sodoma, com muitos dos quais tinha um contato pessoal em ocasião do resgate deles das mãos dos reis da Mesopotâmia.

V-25.
_ Não é possível que mates os bons junto com os maus, como se todos tivessem cometido os mesmos pecados. Não faças isso! Tu és o juiz do mundo inteiro e por isso estou certo que agirás com justiça.

Só Deus é o Juiz de todos os homens. Dirigindo-se com tais palavras a Deus, Abraão mostrou que reconhecia como Ser Supremo aquele a quem implorava justiça.

V-26.
O SENHOR Deus então respondeu
_ Olha Abraão, vamos fazer o seguinte; Se eu achar cinqüenta pessoas direitas em Sodoma, perdoarei a cidade inteira por causa delas.

Deus aceitou o argumento proposta por Abraão não como um ato de justiça más de misericórdia.
A justiça requeria a preservação dos justos, mas só a misericórdia podia livrar aos ímpios.

Provavelmente também a presença de um grupo de 50 pessoas justas daria esperança da conversão de outros.

V-27.
Abraão voltou a dizer:
_ Perdoa o meu atrevimento de continuar falando contigo, eu acho que já me passei, pois tu és o Senhor, e eu sou um simples mortal.

As palavras de Abraão revelam a profunda humildade de alma que sentia na presença de Deus.
Que momento maravilhoso na vida de um ser humano.

Quem não gostaria de ter uma experiência como esta?
Jesus Cristo em seu sacrifício na cruz nos possibilita ter a mesma experiência que teve Abraão.

O problema é que às vezes esquecemos que Deus é que quer ter este tipo de experiência conosco muito mais do que nós imaginamos.

Quando vamos até Deus, na esmagadora maioria das vezes é somente para pedir e pedir.

Quando é que chegaremos a Deus apenas com a intenção de desfrutar de sua maravilhosa presença?

Em Cristo;
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Gênesis 18:16-22


Deus revela um segredo a Abraão

Depois os visitantes se levantaram e foram para um lugar de onde podiam ver a cidade de Sodoma.

E Abraão os acompanhou para lhes mostrar o caminho.

De acordo com um antigo costume dos países orientais o anfitrião acompanhava a visita em seu caminho, e a distância que se percorria, indicava o grau de respeito e honra que o anfitrião deseja mostrar-lhes.

V-17.
Aí o SENHOR Deus disse a si mesmo:

_ Não vou esconder de Abraão o que pretendo fazer.

Abraão é chamado nas Escrituras o amigo de Deus.

Havia tanta comunhão entre Deus e Abraão que o Altíssimo considerou conveniente dar-lhe um conhecimento mais íntimo das obras que iria fazer.

V-18.
Referindo-se à primeira promessa que tinha feito a Abraão, teoricamente, pelo menos, todo aquele vasto território pertencia a Abraão, Deus explica por que é adequado e próprio informar-lhe quanto ao juízo que estava por cair sobre a cidade vizinha.

_ Os seus descendentes se tornarão uma nação grande e poderosa, e por meio dele eu abençoarei todas as nações da terra.

Se Deus, participante principal do pacto, tinha um plano que afetaria a uma parte deste território, Abraão, como sócio menor, tinha o direito de ser informado.

V-19.
Então, Deus faz um belo elogio sobre o ancião patriarca;

_ Eu o escolhi para que ele mande que os seus filhos e os seus descendentes obedeçam aos meus ensinamentos e façam o que é correto e justo. “Se eles obedecerem, farei por Abraão tudo o que prometi.”

Como Deus confiava em Abraão!

V- 20.
Então o SENHOR se virou a Abraão e lhe disse:

_ Há terríveis acusações contra Sodoma e Gomorra, e o pecado dos seus moradores é muito grave.

O pecado destes habitantes tinha chegado ao limite da paciência e tolerância de Deus.

Ainda que a conduta dos habitantes de Sodoma e Gomorra por muito tempo tinha sido má, Deus lhes deu um período de graça durante o qual ele não tinha ficado sem testemunhas.

A piedosa vida de Ló, por exemplo, lhes dava um exemplo de como deviam viver, mas isto não tinha exercido influência sobre eles.

A impiedade daquele povo era muito grave, e demandava o castigo do céu.

“Apesar do crescimento do evangelho, o mundo de nossos dias está chegando à mesma profundidade de mau”.

V-21.
Como no caso da edificação da torre de Babel, Deus levou em conta o conceito humano da justiça divina fazendo que Abraão visse com clareza que a decisão de destruir a Sodoma não era arbitrária, senão que estava baseada na necessidade.

_ Preciso descer até lá para ver se as acusações que tenho ouvido são verdadeiras ou não.

V-22.
_ Então dois dos visitantes saíram, indo na direção de Sodoma; porém Abraão ficou ali com Deus, o SENHOR, a fim de conversarem um pouco mais.

Aproveitando a ocasião e preocupado com Ló e sua família que vivia em Sodoma, Abraão procura uma forma de livrar seu sobrinho da destruição que viria...

Em Cristo;
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Gênesis 18:10-15



A novela de Sara

Esta foi à primeira ocasião na qual Sara pessoalmente foi testemunha de uma das manifestações divinas concedidas ao seu esposo.

Parece que esta visita tinha o propósito de preparar Sara para a realidade suprema de sua vida: o nascimento de seu primeiro e único filho.

V-10,11.
Então um deles disse:

_ No ano que vem eu virei visitá-lo outra vez. E nessa época Sara, a sua mulher, terá um filho.

Sara estava atrás das cortinas da tenda, tal como era o costume das mulheres árabes daquela época e ainda hoje.

Já que era proibido falar livremente com homens mesmo se fossem hospedes, principalmente se fossem forasteiros, Sara bisbilhoteiramente escutava tudo .

Enquanto ela ouvia a conversa sem ser vista, ficou surpresa quando seu nome foi pronunciado pelos estrangeiros.

V-12.
Abraão já tinha achado engraçado da notícia de que iria ter um filho depois de velho, agora foi à vez de Sara também dar um riso meio sarcástico, quando ouviu a notícia.

Então ela riu consigo mesmo e pensou;

_ Como poderemos nos envolver sexualmente, agora que eu e meu marido estamos velhos? Será que ainda teremos prazer?

Parece que o problema da idade realmente havia afetado a vida sexual dos dois. Talvez isso explica o motivo da risada.

V-13
Neste momento o anonimato é totalmente colocado de lado pelo escritor, ao revelar que quem estava falando com Abraão era realmente Deus.

Então o SENHOR perguntou a Abraão:

_ Por que Sara riu?
_ Por que ela diz que está velha demais para ter um filho?

Como Abraão não sabia que Sara estava ouvindo não entendeu nada.

Invés de falar a Sara, Deus fez a pergunta a Abraão principalmente para corrigir a incredulidade de Sara e para fortalecer sua fé.

V-14.
_ Abraão, me diga uma coisa, será que para Deus há alguma coisa impossível?

_ Pois bem, como eu disse, no ano que vem virei visitá-lo outra vez. E nessa época Sara terá um filho.

V-15.
Estava tão enteressante a conversa para Sara que ela nem se deu conta de que já havia sido descoberta e quando se deu conta disso, produziu-se um momento de confusão do qual procurou escapar pela via da falsidade.

_ Eu, eu... não estava rindo - disse ela.

_ Não é verdade, você riu mesmo - Respondeu o SENHOR.

Numa maneira direta que lembra a forma em que se dirigiu aos primeiros culpados no Éden, Deus solene e inequivocamente declarou que a negativa dela era falsa.

O silêncio seguinte de Sara evidenciado neste versículo, mostra que a ficha caiu, e que apesar do clima meio sem graça digno de um capítulo da novela das oito, ela reconheceu sua falta.

Tendo descansado e recobrado as forças, os três visitantes celestiais já estavam prontos para continuar sua viagem, e concluir outra missão. A destruição de Sodoma...

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demônio virtual


Olá amigos blogueiros!

Desculpem-me pelos três dias sem postagem.

É que fui atacado por um desses demônios virtuais que chamamos de vírus, más que em minha opinião não passam de um modelo virtual, daquelas criaturas que a Bíblia bem nos alerta e que andam ao nosso derredor querendo nos contaminar.

Como no caso virtual, é só a gente dar um pequeno vacilo e eles nos atacam, nos oprimindo, nos deixando espiritualmente mais lentos, impotentes, nos enviando mensagens estranhas, apagando de nossa memória as promessas de Deus, etc e etc...

Pois é, vacilei e meu PC sofreu uma opressão virtual.

Porém só agora, resolví pedir ajuda, pois ví que minha máquina estava piorando a cada dia.

Hoje entrei rápidamente em contato com o Géferson, meu conselheiro em assuntos de informática, para me socorrer e intalar um novo antivirus e talvez formatar o pobre coitado.

Que sirva de exemplo também para a nossa vida espiritual.

Quando, perceber-mos que estamos sendo oprimido pelos vírus satãnicos, devemos urgentemente pedir ajuda.

Assim como eu demorei em tomar uma atitude, as vezes também cometemos o mesmo erro, e o inimigo de nossas almas vai tomando conta de nossas vidas com sua opressão.

Más dou graças a Deus, por ele ter instalado em nosso coração, no dia em que aceitamos a Cristo, um antivirus, que intercede por nós, que nos protege, nos dá consolo e poder. O Espírito Santo.

Em Cristo;
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Gênesis 18:1-9


Abraão e a impressionante sexta aparição de Deus - I.
V-1.
Há aproximadamente um ano antes do nascimento do filho prometido, lá no bosque sagrado de Manre, por volta do meio dia, Abraão estava sentado na entrada da sua barraca, provavelmente descansando do almoço.

V-2.
Quando olhou para cima, viu três homens, de pé vindo em sua direção.

Abraão não se tinha dado conta, todavia da identidade deles.

Apenas viu os três forasteiros cansados de viajar que procuravam repouso e alimento.

Correu a seu encontro com verdadeira cortesia oriental para oferecer-lhes as comodidades de sua casa, inclinando-se ante eles em harmonia, como de costume no Oriente.

Esta forma de saudar de nenhuma maneira indica que Abraão reconheceu a Deus como um dos três.

V-3.
Com típico encanto e hospitalidade oriental, Abraão convidou aos forasteiros há ficar o tempo suficiente para recuperar suas forças.

_ Senhores, se eu mereço a sua atenção, não pas sem pela minha humilde casa sem me fazerem uma visita.

Será que Abraão desconfiava que eles fossem anjos para oferecer tanta cortesia?

Se não desconfiava, pelo menos mostra aqui uma incrível hospitalidade para com os estranhos e viajantes.

A gastronomia de Abraão

V- 4,5.
_ Vou mandar trazer água para lavarem os pés, e depois os senhores descansarão aqui debaixo da árvore.

A primeira menção que fez Abraão de água para lavar os pés dos cansados viajantes é um fator necessário na hospitalidade em alguns países orientais até o dia de hoje.

_ Também vou trazer um pouco de comida, e assim terão forças para continuar a viagem. Os senhores me honraram com a sua visita; portanto, deixem que eu os sirva.

Eles responderam:

_ Está bem, nós aceitamos.

V-6-8.
Abraão correu para dentro da barraca e disse a Sara:

_ Mulher, depressa! Pegue uns dez quilos de farinha e faça pão.

Como um chefe beduíno da atualidade, Abraão ordenou a sua esposa que tomasse três medidas, de flor de farinha e que as cozinhasse. O cozimento foi feito sobre pedras quentes.

Em seguida ele correu até onde estava o gado, escolheu um bom bezerro novo e o entregou a um dos empregados, que o preparou para ser assado.

Depois de estar pronto o churrasco, Abraão pegou a coalhada (considerada como um manjar em muitos países orientais ainda hoje), o leite e a carne preparada e pôs tudo diante dos visitantes.

Ali, debaixo da árvore, ele mesmo serviu a comida e ficou olhando os três saborearem seu menu..
O cardápio apresentado constituiu numa comida generosa e sustentável.

Abraão lhes deu o melhor do que tinha.

V- 9.
Logo após terem apreciado a comida, fizeram uma pergunta que era absolutamente contra a cortesia oriental da época;

_ Onde está Sara?

Caramba, as visitas cometeram uma grande gafe!

Segundo os costumes da época, visitas estranhas a família, não deviam saber o nome de uma esposa nem usá-lo.

O fato de saberem o nome de Sara provavelmente sugeriu a Abraão que seus hóspedes eram mais do que homens e a pergunta mostrava que a visita tinha alguma coisa a ver com Sara.

O diálogo seguinte mostrará suas identidades e Abraão reconhecerá para quem ele foi tão hospitaleiro.

Em Cristo;
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Gênesis 17: 15-27


Deus muda mais um nome

15.
_ Depois Deus disse a Abraão:
_ De hoje em diante não chame mais a sua mulher de Sarai, mas de Sara.

Abraão deveria estar pensando... Porque a estas alturas de nossas idades, Deus mudou o nome de minha mulher?

Sara ficará grávida na velhice

V-16.
_ Te darei dela filho.

Bomba!!!
Após os muitos anos de espera, foram dadas a Abraão instruções definidas no sentido de que a descendência prometida seria o filho de Sara e não o filho de Agar.

O problema é que Abraão já estava se acostumando com a idéia de que Ismael seria o herdeiro.

V-17,18.
Abraão se ajoelhou, encostou o rosto no chão e começou a rir ao pensar assim:

_ O Senhor deve estar brincando; Por acaso um homem de cem anos pode ser pai? E será que Sara, com os seus noventa anos, poderá ter um filho?

_ Quem dera que Ismael fosse abençoado pelo Senhor como meu verdadeiro herdeiro! O que o senhor acha?

Desde o nascimento de Ismael, Abraão tinha à esperança de que este filho poderia ser o herdeiro prometido.

Não vendo a possibilidade de que Sara lhe desse um filho devido a sua idade avançada, Abraão intercedeu em favor de Ismael, o filho de seu próprio plano.

E também isto lhe pouparia a vergonha de renunciar publicamente a besteira que havia feito ao colocar a Ismael como herdeiro.

V-19.
Mas Deus respondeu:

_ O que eu disse foi que Sara, a sua mulher, lhe dará um filho.

_ E já tenho até um nome para ele; Você o chamará de Isaque. Eu manterei a minha aliança com ele e com os seus descendentes, para sempre.

V-20.
_ Eu sei que você está preocupado com o futuro de Ismael; Fique tranqüilo, eu o abençoarei e lhe darei muitos filhos e muitos descendentes.

_ Ele será pai de doze príncipes, e eu farei com que os descendentes dele sejam uma grande nação.

V-21,22.
Más como se diz na gíria, Deus tranca o pé;

_ Mas a minha aliança é com Isaque, o seu filho.

_ Já tenho até uma data, Sara dará à luz nesta mesma época, no ano que vem.

Deus agora adiciona um limite de tempo à promessa de um filho.

Não podia ter mais lugar para a incerteza.

Após esperar quase 25 anos desde a primeira promessa, e tendo mostrado fé e dúvida no passado, Abraão descobre que o tempo de espera estava acabando.

Quando acabou de falar com Abraão, Deus subiu e o deixou boquiaberto.

Olha a faca!!!

Voltando ao tema da circuncisão...
V- 23-27.
Naquele mesmo dia Abraão fez como Deus havia mandado a respeito da circuncisão.

Ele correu atrás de Ismael e o circuncidou aos treze anos de idade e também todos os outros homens da sua casa passaram pela faca, incluindo os escravos nascidos na sua casa e os que tinham sido comprados de estrangeiros.

E inclusive ele próprio no mesmo dia aos noventa e nove anos de idade foi circuncidado.
Isto é que é obediência, o resto é conversa.

Em cristo;
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Gênesis 17:10-14

A circuncisão

V-10.
_ Abraão, preste atenção, pela aliança que estou fazendo com você e com os seus descendentes, todos os homens entre vocês deverão ser circuncidados.

A circuncisão é o ato cirúrgico mais antigo na história da humanidade.

Más o que é circuncisão?

A circuncisão é uma operação cirúrgica que consiste na remoção do prepúcio, prega cutânea que recobre a glande do pênis.

Más, porque Deus escolheu justo este sinal?

A circuncisão seria uma maneira de diferenciar o povo que servia e que cria em Deus, dos demais.

Como isto era feito?

A expressão hebraica que falava como deveria ser realizada a circuncisão, se traduzida para o português é exatamente assim:

Primeiro você puxa a pele, depois corta e em seguida, estanca, antes que morra.

A circuncisão deveria ser o sinal do pacto com o Israel literal, da mesma forma como o batismo o é com o Israel espiritual.

A circuncisão se relacionava com o nascimento físico; o Batismo se relaciona ao nascimento espiritual.

V-11.
_ A circuncisão servirá como sinal da aliança que há entre mim e vocês.

Os sinais externos podem ensinar verdades espirituais, transformando assim em instrumentos que irão nos ajudar a nunca se esquecer da graça de Deus, e também de nosso próprio dever e nossas responsabilidades.

V-12-14
_ Tenho ainda mais algumas instruções a respeito da circuncisão; De hoje em diante vocês circuncidarão todos os meninos oito dias depois de nascidos, e também os escravos que nascerem nas casas de vocês, e os que forem comprados de estrangeiros.

A circuncisão ao 8º dia de vida era o sinal de que o pai cria que a promessa de Deus era um pacto contínuo, de geração em geração, por isso era feito no órgão de procriação.

O 8º dia é o dia em que a vitamina "k", a vitamina da coagulação, tem o seu auge no homem, tem o pico mais alto no organismo humano.

Portanto era o momento mais propício na vida de uma pessoa, para se fazer uma cirurgia naquela época.

Seguir esta regra ajudava a evitar o perigo de uma grande hemorragia.

Mas o que me impressiona é que os judeus ancestrais desconheciam as vitaminas.

Vemos aqui mais uma vez a infinita sabedoria de nosso poderoso Deus.

A circuncisão era usualmente feita pelo chefe de família. Em tempos posteriores, usava-se uma pessoa treinada para esta operação.

E Deus continua suas instruções;

_ Quem não for circuncidado não poderá morar no meio de vocês, pois não respeitou a minha aliança.

Dá pra entender como só quem realmente queria servir a Deus verdadeiramente passaria por algo assim, não é?

Por isso é que Deus sabiamente instituiu isso a Abraão. O homem da fé.

Aí você perguntaria, mas depois os filhos seriam pequenos e seria mais fácil!

Mas ainda sim era difícil, pois imagine numa época sem noções de higiene que temos hoje o risco para todos.

E a Bíblia ainda fala que se os estrangeiros quisessem participar da páscoa judaica, teriam que fazer a circuncisão. É preciso ter fé não é?

E hoje?

Hoje somos circuncidados no nosso coração, a marca física deu lugar a marca espiritual, graças ao sangue de Cristo. Amem?

Em Cristo;