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Gênesis 25:25-28

Esaú x Jacó

V-25.
Para uma época sem as tecnologias que temos hoje, o parto não era nada fácil, pior ainda se os bebês ao nascer resolvessem dificultar o trabalho.

E foi o que aconteceu, os dois pirralhinhos pareciam disputar o prêmio de ser o primogênito.

Quem nasceu primeiro, foi um bebê ruivo e muito peludo, por isso o chamaram de Esaú, que significa cabeludo, mais tarde recebendo o apelido de Edom, vermelho, cor-da-terra (o mesmo que Adão).

O crescimento excessivo do cabelo de Esaú, conhecido na medicina como hipertricose, já era notável quando nasceu, e posteriormente chegou a ser o rasgo mais resultante de sua aparência física.

Quem disse na postagem anterior que a notícia tinha a ver com Esaú, acertou.

V-26.
O segundo nasceu agarrando o calcanhar de Esaú com uma das mãos, e por isso lhe deram o nome de Jacó.

O nome pessoal Jacó, que significa "se agarrar ao calcanhar" ou "enganar", foi muito apropriado.

Não só fazia lembrar o incidente de seu nascimento, também profeticamente assinalava seu caráter e destino.

Jacó ainda vai nos dar muito trabalho, más é um dos personagens mais legais da bíblia.

Isaque tinha sessenta anos quando Rebeca teve os gêmeos.

V-27,28.
À medida que cresciam os dois rapazes, fazia-se evidente uma grande diferença de caráter.

Esaú gostava de viver no campo e se tornou um bom caçador, foi um esportista que viveu como um príncipe.

O jovem vivia para os prazeres materiais e desfrutava da preferência de seu pai por causa de sua caça.

Já em contra partida, os deveres e as responsabilidades de uma calma vida familiar, tão monótona e irritante para Esaú, eram naturais para Jacó, um homem simples, que provavelmente ficava envolvido com o serviço duro de casa e ambicionava as bênçãos do SENHOR.

Ao passo que Esaú nunca superou as aflições físicas e emocionais da adolescência, Jacó desenvolveu a estabilidade de caráter e o juízo que viriam com a maturidade bem mais tarde.

A cega parcialidade de Isaque por seu primogênito, sem levar em conta as qualidades de caráter de seu filho para a direção da família, produziu divisão no lar.

Como resultado, agravos, desventuras e injustiças caracterizaram as relações entre os irmãos e sua posteridade durante séculos.
Isaque erroneamente não disfassava sua preferência pelo filho peludo e caçador.

A preferência de Isaque por Esaú parece ter-se baseado, em parte ao menos, por sua loucura por carnes de caça.

É impressionante como o patriarca permitiu que seu amor e seu sentido de justiça e piedade fossem controlados por seu apetite.

"Sua experiência negativa é um grande alerta para nós".

Como desgraça pouca é bobagem, Rebeca por sua vez, comprou a briga do filho mais moço, dando preferência a ele, pois gostava de seu geito manso e caseiro, chegando ao ponto de mais tarde usar de artifícios para promovê-lo.

Com tantas diferenças, era de se esperar que o conflito entre os irmãos atingisse um ponto insuportável.

E atingiu mesmo, mas isso fica para a próxima postagem.

Em Cristo;

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. “O favoritismo é destrutivo em uma família. Ainda que tivéssemos uma proximidade especial com um de nossos filhos, nunca deveríamos permitir que isso ferisse ou magoassem os outros”.

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  2. É triste notar que as crianças a quem são devotadas o favoritismo, muitas delas são mimadas e arruinadas.

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