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Gênesis 32:1-7

Jacó envia mensageiros a Esaú

V-1,2.
Depois da despedida de seu tio Labão, Jacó seguiu outra vez para a terra da promessa e os anjos de Deus saíram a encontrá-lo.

A Bíblia não diz por que, nem o que lhe disseram. A palavra anjos, tanto no hebraico como no grego, significa mensageiros, neste caso, provenientes de Deus.

Eram provavelmente criaturas sobrenaturais, pois Jacó se impressionou tanto que achou que aquele era o acampamento de Deus, e chamou o lugar Maanaim (duas colônias de férias).

Um dos efeitos do encontro foi para confirmar a Jacó que Deus estava com ele.

V-4,5.
Jacó, como vocês já devem ter percebido, não era bobo: Não ia aparecer na frente de Esaú na maior cara-de-pau como se nada tivesse acontecido.

Muitos anos antes Jacó havia fugido de Canaã com medo de Esaú. E agora ele tem que voltar para sua terra.

Só que Jacó estava sendo torturado pelo medo de que Esaú estivesse ainda irritado com ele.

Sendo ele quem tinha cometido a falta, Jacó compreendia que o primeiro passo para a reconciliação devia ser dado por ele.

Então resolveu enviar mesangeiros ao irmão mais velho.

Ao chegarem lá disseram o seguinte:

_ Prezado e amabilíssimo senhor Esaú, temos uma mensagem do teu servo, Jacó.

Os mensageiros deviam fazer uma clara distinção entre "o senhor Esaú" e "seu miserável servo Jacó".

_ Seu servo Jacó diz o seguinte;

"Eu, Jacó, estou às suas ordens para servi-lo”.

A tarefa dos mensageiros era acalmar ira de Esaú, principalmente pondo ênfase na humildade de Jacó, enaltecendo sua culpa.

“Durante todo esse tempo morei com Labão. Tenho gado, jumentos, ovelhas, cabras, escravos e escravas”.

Ao fazer ressaltar que voltava com grande riqueza, Jacó estava mostrando com clareza a Esaú que não voltava com a intenção de participar da herança familiar.

“Estou mandando este recado ao senhor, esperando ser bem recebido."

Levando isto em conta, adicionou a sua mensagem uma expressão na esperança de que Esaú o perdoaria e o aceitaria em termos amistosos.

V-6.
Pois bem, não demorou muito e os mensageiros voltaram com a resposta:

_ Jacó, falamos com Esaú e ele diz que também está vindo te encontrar.

_ Ora, mas que beleza!

_ É... Só que com ele estarão vindo quatrocentos homens, todos com sangue nos zóio!

_ Glup!!!

Esta era uma evidência de que Esaú tinha se transformado num poderoso líder e guerreiro.

A razão de Esaú para ir ao encontro com Jacó levando esses homens armados, era em primeiro lugar; impressionar a Jacó com o devido respeito para seu poder superior; em segundo lugar, empregar a força se fosse necessário e em terceiro; a falta de confiança naquele que o enganou várias vezes.

Estava preparado, em outras palavras, para qualquer eventualidade.

Más a incerteza de Jacó quanto às intenções de seu irmão, e a ansiedade ocasionada pelo relatório dos mensageiros, o alarmaram ao extremo.

O que? Se Jacó ficou com medo?

Tremeu-se todinho!

Imaginem, se ele já temia o irmão, que era bem maior e mais agressivo que ele, imagine então o medo que sentiu ao saber que Esaú vinha com quatrocentos homens armados até os dentes!

Temendo o pior, Jacó então se preparou para um verdadeiro desastre.

O que ele fez então?

Veremos na próxima postagem.

Em Cristo;

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. pode pasar anos,mas quando chega a
    horra de nos encarar,nossos eros,
    ai obicho pega.
    não foi diferente para jacó.
    mas quando encaramos,com cinseridade,honestidade e verdades
    com o outro irmão. ai sim crecemos.
    e DEUS conhece o nosso coração.amem
    um abra.............çao.

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  2. Jacó nem bem saiu de uma provação e já está passando por outra. Assim também é a vida do Cristão. Enquanto estivermos neste mundo a nossa luta não termina. Cada dia requer novas manifestações de fé. Tais provas não são apenas para serem suportadas, mas valorizadas pelos seus benefícios espirituais [I Pedro 1:7].

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