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Gênesis 41:14-37 - José do Egito interpreta os sonhos do Faraó.


José do Egito interpreta os sonhos do Faraó.

Gênesis 41:14-37

V:14-20
José já estava com trinta anos e não esperava que a situação mudasse. Mas mudou, e muito.

Um dia José estava deitado em sua cela, descansando um pouco depois do almoço, quando ouviu uma barulheira no corredor.

Instantes depois o carcereiro estava na porta de sua cela, e com ele dois guardas do Faraó.

_ José! José! Levanta rapaz! O Faraó quer te ver!

_ O Faraó quer me ver? Que brincadeira é essa?

_ É verdade, José! Parece que ele teve uns sonhos estranhos aí, e nem os maiores sábios do Egito conseguem interpretar a coisa.

_ Estranho... E como é que ele ficou sabendo que eu interpreto sonhos?
A esta altura, José nem se lembrava mais do copeiro.

_ O copeiro se lembrou de você. Ele contou para o rei como você interpretou direitinho os sonhos aqui na prisão.

_ Maravilha! E quando o Faraó deseja que eu vá até ele?

_ Agora mesmo!

_ AGORA? Deixe-me então trocar de roupa, tomar um banho e fazer a barba, não quero me apresentar diante do rei desta forma.

Pinturas em paredes egípcias demonstram que os egípcios ao contrário dos Hebreus tinham o costume de se barbear e raspar a cabeça.

José que não era bobo queria estar bem apresentável diante do rei.

_ Está bem José, más não demore muito, o Faraó está insuportável por causa destes sonhos.

_ Tá bom, tá bom! Aguarde só mais um pouco...

No palácio, o Faraó já estava impaciente, andando de um lado para o outro.

_ Enfim, chegaram! Por que a demora? Eu não falei que era assunto urgente?

_ Falou, Faraó, falou sim. E fomos correndo buscar o hebreu na prisão e aqui está ele.

_ Hum… Então é você o hebreu interpretador de sonhos?

_ Às suas ordens, alteza.

_ Eu tive um sonho que ninguém conseguiu explicar. Ouvi dizer que você é capaz de explicar sonhos.

_ Bom, isso não depende de mim.

_ Como?

_ Depende de Deus, pois é Ele quem vai dar uma resposta para o bem do senhor, ó rei.

No tempo determinado por Deus, após anos de escravidão, José é colocado diante do Faraó. Ele é um crente maduro, estando acima da bajulação ou do engano de confiar em si próprio.

Ele dá todo o crédito e glória a Deus. Humildade e confiança no poder de Deus é uma marca que distingui seus servos.

_ Ok, ok, que seja, então vamos logo ao sonho.

_ Sou todo ouvidos ó majestade;

V:21-33
_ Preste atenção rapaz; meu sonho é muito esquisito. Eu estava em pé às margens do Nilo e vi subir do rio sete vacas gordas e saudáveis. Elas vieram e ficaram pastando entre os juncos. E então subiram do rio outras sete vacas. Mas estas eram magras e feias. Essas vacas horrendas e ossudas vieram e devoraram as sete vacas gordas. Engoliram de uma vez só. Mas depois de comer continuaram magras e horríveis do mesmo jeito. Acordei assustado, mas me dei conta que era só um sonho e voltei a dormir. E sonhei com um pé de trigo do qual brotavam sete espigas cheias e boas. Depois delas, brotaram sete espigas secas, mirradas e queimadas. E as espigas secas comeram as boas.

_ Hum…

_ Contei os sonhos aos incompetentes magos do Egito e não houve quem os interpretasse. E você, hebreu, o que me diz?

_ Alteza, isso é coisa muito séria! Os dois sonhos são uma coisa só, percebe? As sete vacas gordas e as sete espigas boas são sete anos, e as sete vacas magras e as sete espigas secas são outros sete anos. O Egito viverá sete anos de fartura. Vai ter comida pra todo mundo, uma festa. Mas depois desses sete anos teremos sete anos de fome, mas uma fome que nunca se viu na terra. Se o sonho foi duplicado, então é porque isso vai acontecer logo, os sete anos de fartura já estão começando.

_ Hum… Faz sentido, hebreu. Sete anos de fartura, sete anos de fome. Os próximos sete anos serão uma beleza, mas espero não estar por aqui quando vier a fome.

V: 34 - 37
_ Vossa Alteza me permite um comentário?

José tinha vivido suficiente tempo em Egito e tinha se relacionado o suficiente com os altos funcionários para conhecer bem as fórmulas de falar usuais na presença do rei.

_ Pode falar, o que é?

_ Eu se fosse Vossa Alteza nomearia alguém para ajudá-lo a administrar o Egito. Essa pessoa coordenaria a provisão de mantimentos durante os sete anos de fartura, armazenando parte das colheitas, para quando vierem os sete anos de fome. Para essa tarefa o senhor vai precisar de um homem de confiança, que tenha demonstrado capacidade de liderança e administração...

O conselho de José agradou ao rei e aos seus funcionários.

_ Sua ideia é muita boa, hebreu. Excelente, para falar a verdade. Você é um cara inteligente, vai longe. É José o seu nome, não?

_ Sim.

_ Muito bem, José, muito bem. Agora só preciso pensar. Quem é que eu vou nomear para esse cargo tão importante…

O Faraó pensou, pensou, e chegou a uma conclusão...

Que veremos só na próxima postagem.

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

Um comentário:

  1. A paz do Senhor!

    Gente, esse blog esta sendo muito abençoador. Esta servindo para eu tirar muitas duvidas!
    Deus tem abençoado muito vcs
    Abçs, fiquem com Deus

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