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Gênesis 42:27-38 - Os irmãos de José retornam a Canaã.


Os irmãos de José retornam a Canaã.

Gênesis 42:27-38

Por que José devolveu o dinheiro deles?

Será que ele pensou que eles precisariam de dinheiro em virtude da fome que assolava a terra?
É mais provável que ele queria aprofundar o interesse e preocupação deles.

Você vai notar no versículo 28, que este fato os leva a sentir que Deus estava trabalhando em suas vidas. Mais uma vez o arrependimento é o tema deste capítulo.

V-27,28
Quando chegaram ao lugar onde iam passar a noite, um deles abriu um saco para dar comida ao seu animal e viu que o seu dinheiro estava ali na boca do saco de mantimentos.

Ele disse aos irmãos:

_ Vejam só! O meu dinheiro está aqui no meu saco de mantimentos!

_ Você não os pagou?

_ Paguei! Eu acho que eles devolveram!

_ No Egito fomos acusados de espiões, será que vão nos acusar também de ladrões?

Todos ficaram muito assustados e, tremendo de medo, perguntavam uns aos outros:

_ Por que será que Deus está fazendo isso com a gente?

Tudo o que ocorreu, em conexão com viagem deles para o Egito, parecia despertar suas consciências de que Deus os estava julgando pelos pecados passados.

Qual a lição que podemos tirar daqui?

Nós nunca podemos cometer um pecado e achar que não vamos encará-lo novamente!

Se não houver arrependimento pelo pecado, somente podemos aguardar a culpa e o julgamento!

E em sua consternação e alarme acabaram se esquecendo de examinar o resto dos sacos.

V-29,30
Quando chegaram a Canaã, contaram a Jacó, o seu pai, tudo o que havia acontecido com eles:

_ Aquele homem, o governador do Egito, tratou a gente com brutalidade e nos acusou de termos ido ao seu país como espiões.

V-31,32
_ Aí nós respondemos que somos homens honestos, que não somos espiões, que temos família, falamos de José e de Benjamim que ficou aqui com o senhor.

V- 33-35
Cotaram também a Jacó o plano do governador de aprisionar um deles, de buscar a Benjamim, etc.

Então, quando despejaram os mantimentos, cada um achou na boca do saco um saquinho com o seu dinheiro.

Quando eles e o seu pai viram o dinheiro, ficaram aterrorizados.

V-36
Após escutar seu triste relato e ver o mau presságio do dinheiro devolvido, e compreendendo que estava prestes a perder um segundo filho, Jacó estourou num amargo lamento;

_ Vocês querem que eu perca todos os meus filhos? José não está com a gente, e Simeão também não está. Agora vocês querem levar Benjamim, e quem sofre com tudo isso sou eu?

37.
Aí Ruben disse ao pai:

_ Calma pai, deixe que eu tome conta de Benjamim; eu o trarei de volta para o senhor. Olha, se não trouxer, o senhor pode matar os meus dois filhos.

A oferta de Ruben representava um sacrifício supremo de sua parte, um oferecimento sincero, mas apressado.

Quem desejaria ver seu neto ser morto? Ruben era o primogênito, mas dá a aparência de ser um homem fraco de caráter e de pouca sabedoria.

Apesar de não ser o mais sábio dos filhos de Jacó, outra vez aparece como um homem de terno coração.

V-38
Mas Jacó recusou;

Tinha pouca confiança na capacidade deles para garantir o regresso a salvo de Benjamin;

_ O meu filho não vai com vocês, está decidido. José, o irmão dele, está morto, e só ficou Benjamim. Alguma coisa poderia acontecer com ele na viagem que vão fazer, e assim vocês matariam de tristeza este velho.

Jacó tinha lá as suas razões, pois estes filhos tinham lhe ocasionado muitas tristezas no passado.

Ruben por exemplo, tinha cometido um grave pecado, Simeão e Levi tinham assassinado à população de uma cidade, e a família de Judá era tão má que dois de seus filhos tinham morrido em sua juventude devido a sua impiedade.

Imaginem se ele soubesse que estes eram os responsáveis pelo sumiço de José?

Como podiam agora assumir a responsabilidade de levar a Benjamin até o Egito quando não existia a certeza de que voltaria a salvo?

Se tudo o que empreenderam na vida terminava em decepção ou desastre?

Eles estavam numa grande dificuldade, pois tinham só duas alternativas;

Conseguir a libertação de Simeão e salvá-lo de uma morte segura, ou ficar em Canaã e sofrer com a terrível fome.

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

Um comentário:

  1. Uma coisa aprendo com toda essa história: a gente nunca sabe o dia de amanhã e o que ele nos reserva. Por isso sempre devemos agir com cautela para não nos arrepender depois, porque com certeza as consequências dos nossos atos vão aparecer mais cedo ou mais tarde.

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