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Gênesis 43:15-31 - José do Egito: O retorno dos irmãos ao Egito


José do Egito: O retorno dos irmãos ao Egito

Gênesis 43:15-31

V-15
Assim, os filhos de Jacó pegaram os presentes e o dinheiro em dobro e foram para o Egito, levando Benjamim.

Logo que chegaram, foram falar com José.

V-16.
Quando José viu que Benjamim estava com eles, disse ao funcionário administrador da sua casa:
_ Leve esses homens até a minha casa. Mate um animal e prepare um churrasco, pois eles vão almoçar comigo hoje, ao meio-dia.

Alguns escritos egípcios revelam que a carne bovina e a de ganso constituíam o principal alimento dos ricos no Egito e que se serviam consideráveis quantidades de carne nas comidas quando recebiam a visitantes.

O administrador cumpriu a ordem e levou os irmãos até a casa de José.

V-18.
Os irmãos de José entraram em pânico ao descobrir que iam ser levados à casa de José.

_ Trouxeram a gente para cá por causa do dinheiro que da outra vez foi colocado de volta nos sacos de mantimentos. Com certeza eles vão nos atacar, vão tomar de nós os nossos jumentos e obrigar a gente a trabalhar como escravos.

V-19,-22
Num esforço por evitar o que temiam, aproximaram-se ao mordomo na porta e lhe explicaram como tinham encontrado o dinheiro em seus sacos e que estavam preparados para devolvê-lo.

_ Por favor, senhor! Já viemos aqui uma vez para comprar mantimentos. Porém, quando chegamos ao lugar onde íamos passar a noite, abrimos os sacos de mantimentos, e na boca dos sacos cada um encontrou o seu dinheiro, sem faltar nada. Trouxemos esse dinheiro de volta e também temos mais dinheiro aqui para comprar mantimentos. Nós não sabemos quem colocou o dinheiro nos sacos de mantimentos.

V-23,24
Aí o administrador respondeu:

_ Fiquem tranqüilos, não tenham medo. O Deus de vocês e do seu pai deve ter posto o dinheiro nos sacos de mantimentos para vocês, pois eu recebi o dinheiro que pagaram.

O mordomo, aparentemente, conhecia o verdadeiro Deus, o Deus deles e de Jacó, provavelmente pelo testemunho de José.

Para tranqüilizá-los de seus temores, o administrador trouxe a Simeão e com verdadeira cortesia oriental os tratou como hospedes, dando-lhes água para lavar os pés e alimentos para seus animais de carga.

V-25,26
Os irmãos prepararam os presentes que iam entregar a José quando ele viesse, pois já sabiam que iam almoçar ali com ele.

Até que ao meio dia José chegou.

Este deve ter sido um momento dramático!

Quando José se apresentou diante deles, eles lhe entregaram os presentes que haviam trazido e se inclinaram até o chão, submissos, à sua frente.

V-27,28
Quando eles se endireitaram, José deve ter olhado firmemente para eles quando perguntou pelo seu pai.

_ E como vai o pai de vocês, aquele velho de quem me falaram? Ele ainda vive?

Eles responderam humildemente:
_ O seu humilde criado, o nosso pai, ainda está vivo e vai passando bem, magestade.

E novamente, abaixando a cabeça, se prostraram diante dele.

Sem se darem conta,estavam cumprindo os sonhos de José, aqueles sonhos que tinham incitado seu intenso ódio para com seu irmão.

V-29.
José afastou os olhos deles e, quando voltou a olhar, firmou a vista em seu irmão Benjamim fazendo como se o estivesse vendo pela primeira vez, perguntou;

_ É esse o irmão mais moço de vocês, de quem me falaram? Que Deus o abençoe, meu filho!

V-30,31.
Ao ver o seu irmão, José ficou tão emocionado, que teve vontade de chorar, e ainda não querendo revelar quem ele era aos seus irmãos, foi para o seu quarto e ali chorou.

Nesta cena vemos que o amor de José por sua família não havia esfriado.

Esta foi à segunda ocasião na qual José foi embargado pela emoção.

A primeira tinha sido quando seus irmãos falaram de sua crueldade para com ele.

Como já pudemos notar José não estava brincando de alguma maneira com os seus irmãos, e nem mesmo queria desnecessariamente impor medo neles. O seu amor era mesclado com sabedoria. Abraçar seus irmãos sem ter conhecimento do caráter deles seria um convite a futuros problemas.

Recuperando sua postura, lavou o rosto, voltou a reunir-se com seus irmãos e ordenou que servissem o almoço, pois ainda queria submetê-los a mais um teste.

Em Cristo;

A seguir, José do Egito: O teste da gula

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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