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As razões de Jacó para desejar ser enterrado em Canaã

As razões de Jacó para desejar ser enterrado em Canaã

Tendo atingido a idade de 147 anos, ele estava assustado com a probabilidade de morrer no Egito, ele pensava que ia ficar lá só até que a seca passasse, porém o sucesso de José em adquirir toda a terra para o Faraó o faria pensar que sua família, estando confortavelmente instalada no Egito, nunca mais desejaria voltar para Canaã.

O desejo de ser enterrado com seus pais na terra de Canaã foi uma prova da fé de Jacó na promessa feita por Deus a eles, que aparece muitas vezes na Bíblia.

A esperança do Velho Testamento era uma esperança terrena.

Poe exemplo; Abraão acreditava que seria ressuscitado naquela terra, e quis ser enterrado nela. Isaque também. E agora Jacó.

A esperança deles não era de serem elevados nos ares para encontrarem seu Senhor como nos os cristãos acreditamos, mas de entrarem no reino de Cristo que se estabeleceria neste mundo.

E isso ainda vai acontecer, e a grande esperança de Israel será cumprida, e essa gente será ressuscitada para participar deste reino; ele começará no milênio, um período de experiência, quando os que nele nascerem serão provados, e em seguida virá o reino eterno, pelos séculos dos séculos.

É por isso que Jacó não quis ser enterrado no Egito: se ele não tivesse fé ou esperança na promessa de Deus, que diferença faria onde fosse enterrado?

Para os crentes de hoje, o lugar do nosso enterro não significa nada: onde quer que nossos restos mortais estejam, serão ressuscitados e transformados, juntando-se aos nossos espíritos vivos que terão estado com Cristo (se morrermos antes de sua vinda).

Os mortos em Cristo e os vivos em Cristo, onde quer que estejam, encontrarão o Senhor nos ares.

Nossa esperança é uma esperança celestial.

Em Cristo;
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Gênesis 47:27-31 - Jacó exige um juramento de José


Jacó exige um juramento de José

Gênesis 47:27-31

V:27
Enquanto Israel e seus filhos habitaram na terra de Gósen, eles não tiveram que comprar mantimento, e puderam ficar com toda a sua propriedade intacta, sem pagar imposto.

Suas famílias aumentaram e eventualmente se tomaram um grande povo.

V: 28
O tempo passou...

Dezessete anos depois de sua chegada ao Egito, Jacó já estava com 147 anos, não era mais nenhum rapagão pujante.

Caiu de cama, muito adoentado, e percebeu que estava chegando a hora de passar desta para melhor.

Pensando nisso, chamou José;

V:29,30
E o fez jurar solenemente à moda daquele tempo;

_ Escute aqui José, se lhe posso pedir um favor, peço que ponha a mão por baixo da minha coxa e jure que será fiel e honesto comigo nisto que vou pedir:

Colocar a mão sob a coxa (quadril) de alguém era um dos métodos de confirmar um juramento, assim como fez o mordomo de Abraão ao jurar que obteria para Isaque uma esposa dentre a parentela de Abraão (já estudamos este hábito estranho em Gên 24:2, 9).

José respondeu;
_ Sim meu Pai!

_ É o seguinte; não quero que me sepultes no Egito.

_ Hã?

_ Quando eu morrer quero que você tire o meu corpo do Egito e me coloque na sepultura dos meus antepassados, a fim de que eu descanse com eles.

_ Tudo bem meu pai, eu farei o que o senhor está pedindo.

V:31
_ Então jure!

José jurou, e aí Jacó tranquilizado, se inclinou sobre a cabeceira da cama e orou.

Você sabe por que Jacó insistiu tanto para que José o sepultasse em Canaã e não no Egito?

Assunto para próxima postagem!
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Gênesis 47:11-26 - José do Egito: A decadência dos egípcios.


José do Egito: A decadência dos egípcios.

Gênesis 47:11-26

V:11,12
Tendo agora obtido a sanção de Faraó, José oficialmente passou a escritura (ou seu equivalente naquele tempo) da terra de Gósem, ou de Ramessés como foi chamada mais tarde, para seu pai e seus irmãos, e os sustentou a todos eles com pão, evitando que tivessem de comprar mantimento.

Os caminhos de Deus às vezes nos parecem estranho, embora Ele faça com que tudo coopere para o nosso bem. Aqui Jacó aprendeu que a provação sofrida pela perda de José foi um meio pelo qual eles foram salvos da fome.

V:13
Não havia alimento em lugar nenhum, e a fome aumentava cada vez mais.

Os moradores do Egito e de Canaã ficaram fracos de tanto passar fome, só estes dois povos são mencionados porque são os dois por que passaram Israel e seus descendentes, sem dúvida outros países da África e da Ásia Menor também foram afetados.

O cereal dos sete anos de fartura estava armazenado no Egito, e era vendido pelo seu governador, José.

V:14
Agora imaginem: como a terra não produzia nada, os caras não tinham como ganhar dinheiro. E sendo obrigados a comprar comida de um lugar só, foi rapidinho pro dinheiro acabar.

V:15
E quando acabou todo o dinheiro do Egito e de Canaã, os egípcios foram falar com José.

_ Seu José! Nosso dinheiro já era e a fome continua. O senhor vai deixar a gente morrer de fome?

V:16
José respondeu:
_ Se vocês não têm mais dinheiro, tragam o seu gado, que eu trocarei por mantimentos.

V:17
Os egípcios levaram a José cavalos, ovelhas, cabras, bois e jumentos, e em troca ele lhes deu mantimentos durante todo aquele ano.

V:18,19
Então todos traziam seus animais e trocavam por comida. Foi assim durante um ano, até se acabarem os animais também. E lá foram eles de novo falar com José.

_ Senhor, não podemos esconder o fato de que o nosso dinheiro acabou e que os nossos animais agora são seus. Não temos mais nada para entregar a não ser os nossos corpos e as nossas terras.
Não deixe a gente morrer. Compre a nós e as nossas terras em troca.

V:20-22
José então concordou em trocar mantimento por propriedades rurais. Com isso, toda a terra do Egito eventualmente passou a ser propriedade do Faraó, e o povo seu escravo, com exceção das terras dos sacerdotes, pois estes recebiam seu alimento, de graça, do Faraó.

V:23,24
Enquanto a fome fosse extinta, José planejou um sistema para restaurar a agricultura.
Prevendo o término da seca, José forneceu sementes para o povo, e permitiu que continuassem a ocupar o que antes havia sido sua propriedade, mediante o pagamento de um aluguel (ou imposto);

_ Agora vocês e as suas terras são do rei, pois eu os comprei para ele. Más vou lhes dá uma oportunidade, peguem aqui sementes para semearem nos campos. Do que colherem, deem a quinta parte ao rei (20%); usem as outras quatro partes para semear e para alimentar vocês, os seus filhos e as pessoas que moram com vocês.

V:25
Eles responderam:
_ O senhor salvou a nossa vida e tem sido bom para nós. Seremos escravos do rei e pagaremos os impostos devido.

Este plano demonstra que José não tratava injustamente o povo.

O governo fornecia a semente e cobrava vinte por cento da produção como imposto.

Se você pensa que isto é injusto, tente calcular o quanto pagamos de taxas e impostos neste país.
Lembre-se também que somente podemos possuir um pedaço de terra se pagarmos os devidos impostos por ela.

V: 26
Esta cobrança continuou pelo menos até o tempo em que este livro foi escrito por Moisés, quatro séculos mais tarde.

A lei era a seguinte: em todo o Egito a quinta parte das colheitas pertenceria ao rei. Só as terras dos sacerdotes não ficaram para o rei.

Com isso, José conseguiu fazer do Faraó, além de soberano do Egito, proprietário de todas as terras do país.

Bom, essa historinha aí foi só um interlúdio.

Ainda vamos estudar um pouco mais da família de José, como por exemplo, um insistente juramento que Jacó exigiu dele.

Mas isso só no próximo capítulo.

Em Cristo;

A seguir, Jacó exige um juramento de José 

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Gênesis 47:1-10 - José do Egito: Jacó abençoa ao Faraó


José do Egito: Jacó abençoa ao Faraó

Gênesis 47:1-10

Ainda que os propósitos de Deus se desdobrem de forma lenta, eles nunca deixam de ser executados.

Veremos neste capítulo, Israel entrando no Egito e quatrocentos anos mais tarde, eles sairiam de lá de acordo com a promessa divina, [Gênesis 15:13-14].
Quantas vezes o povo de Deus, em meio as provações, se esquecem de que fazem parte de um plano muito mais abrangente.

V:1,2
Depois de ver que sua família estava bem instalada na terra de Gósem, José voltou ao palácio de governo levando consigo cinco dos seus irmãos, e obteve uma audiência com Faraó para apresentá-los.

_ O meu pai e os meus irmãos vieram da terra de Canaã e estão na região de Gósem com as suas ovelhas e cabras, o seu gado e tudo o que têm.

Com esta informação, o Faraó poderia deduzir que não precisavam de ajuda material ou financeira, facilitando ainda mais a sua aceitação.

José havia sido sábio, instalando sua família primeiro antes de apresentá-los a Faraó: já que estavam ali, era mais provável que Faraó lhes desse aquela terra, que continha as melhores pastagens do Egito.

Os egípcios, que detestavam os pastores de rebanho, não se incomodariam muito, pois não iriam morar em suas cidades.

V:3,4
O rei perguntou:
_ Qual é o trabalho de vocês?

Eles responderam:
_ Senhor, nós somos criadores de ovelhas, como foram os nossos antepassados. Viemos morar neste país porque na terra de Canaã não há pastos para os animais, e a fome lá está terrível. Por favor, deixe que a gente fique morando na região de Gosém.

V:5,6
O rei disse a José:
_ Agora que o seu pai e os seus irmãos vieram ficar com você, a terra do Egito está às ordens deles. Dê a eles a região de Gosém, que é a melhor do país, para que fiquem morando lá. E, se na sua opinião houver entre eles homens capazes, ponha-os como chefes dos que cuidam do meu gado.

José não tinha interesse de que seus irmãos trabalhassem para o Faraó. Ele desejava que o povo de Israel ficasse separado dos Egípcios.

V:7
Em vista deste bom resultado, José também apresentou seu pai e seu primeiro ato foi abençoar Faraó (rogando as bênçãos de Deus sobre ele).

Veja que Jacó não deu ao Faraó as saudações reais que se dirigiam aos reis, tais como: "Rei, viva para sempre".

Consciente de sua própria dignidade como profeta de Deus, Jacó pronunciou sobre o monarca uma bênção celestial.

O Faraó era o homem mais poderoso na terra, entretanto, não podemos ler esta passagem sem ficarmos impressionados pelo fato dele ter encontrado um homem superior a ele.

Jacó agiu como homem que não se envergonhava da sua fé, e desta forma demonstrou sua gratidão ao que Faraó havia concedido a ele e à sua família.

V:8
Então o faraó perguntou:
_ Qual é a sua idade?

V:9
Jacó respondeu:
_ Já estou com cento e trinta anos de idade e sempre tenho andado de um lado para outro. A minha vida tem passado rapidamente, e muitos anos foram difíceis. E eu não tenho conseguido viver tanto quanto os meus antepassados.

A avaliação que fez Jacó dos anos que ele tinha vivido era acertada se comparada sua vida com a de seus pais.

Abraão tinha atingido os 175 anos e Isaque os 180. Nenhum deles tinha tido uma vida tão incerta, tão cheia de angústia e perigos, de tribulações e aflição como Jacó.

Não devemos pensar que Jacó estava expressando ingratidão ou tendo uma atitude negativa para com a vida.

Por duas vezes ele usou a palavra peregrinação, dando a entender que a sua real e futura esperança é de ordem espiritual.

Nós, como Cristãos, também devemos reconhecer que até que cheguemos ao céu, teremos que passar por muitas tribulações, e que somos peregrinos neste mundo cheio de pecado.

V:10
Jacó deu a sua bênção ao rei e em seguida foi embora.
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Gênesis 46: 29-34 - José do Egito: O encontro

José do Egito: O encontro

Gênesis 46: 29-34

V-29.
Não dá para imaginar o quanto eles tinham ansiado por este momento, aliás, este encontro emocionante será mais fácil de imaginar do que de descrever.

E quando se encontraram José o abraçou e chorou abraçado com ele por muito tempo.

O grande amor recíproco, repousando na alegria de seus corações, derramou-se em lágrimas que não puderam já ser retidas.

Foram lágrimas de alegria que surgiram após muitas lágrimas de amargura que foram derramadas durante sua longa separação.

V- 30
Então Jacó disse:
_ Já posso morrer, agora que já vi você e sei que você está vivo!

V- 31,32
Depois José disse aos irmãos e à família do pai:

_ Eu vou falar com o rei do Egito e vou lhe dar a notícia de que os meus irmãos e os parentes do meu pai, que moravam em Canaã, vieram para ficar comigo.

Vocês se lembram que o Faraó havia dito que deixassem tudo para trás que ele lhes daria tudo que precisassem?

Pois é, ao contar-lhe que haviam trazido todos os seus bens (e eram muitos) José faria o Faraó ver que não eram pobres refugiados que ficariam dependentes do seu sustento: só precisavam de pastagens, pois eram pastores e boiadeiros.

Más José tinha mais um recadinho para dar aos seus irmãos;
_ Prestem atenção; Vou dizer ao rei que vocês são criadores de ovelhas e cabras e cuidam de gado. Direi que trouxeram as suas ovelhas, o gado e tudo o que têm.

V- 33,34
_ E quando o rei lhes perguntar qual é a profissão de vocês, digam que a vida inteira vocês têm sido criadores de ovelhas, como foram os seus antepassados. Assim, vocês poderão ficar morando na região de Gosém, pois os egípcios detestam os pastores de ovelhas.

Se realmente este Faraó era descendente de nômades semitas, como muitos pensam, ele teria simpatia para com a família de Jacó.

Os egípcios, porém, abominavam os pastores de rebanho, e ficariam muito contentes em vê-los longe de suas cidades, em uma área afastada como a terra de Gósem.

Por isso José disse a seus irmãos que, quando Faraó falasse com eles, que deixassem bem claro que sempre foram homens de gado, como seus antecessores.

Na realidade, José estava mais interessado na pureza espiritual do que na grandeza material dos seus irmãos.

Ele usou o fato dos Egípcios detestarem o ofício de pastor como um meio de manter sua família separada.
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Gênesis 46: 6-28 - José do Egito: Jacó chega ao Egito

José do Egito: Jacó chega ao Egito

Gênesis 46: 6-28

Na postagem anterior vimos que Deus apareceu a Jacó , aprovando sua ida ao Egito, e informando-o que lá faria dele uma grande nação.

Em sua onisciência, Deus iria colocar Jacó e sua descendência em uma terra fértil, onde ficariam isolados por quatro séculos dos povos idólatras que os rodeavam, protegidos pelos Faraós egípcios.

Deus prometeu acompanhá-lo ao Egito, e a fazê-lo tornar a subir: promessa cumprida aos seus descendentes após os quatro séculos.


V:6,7
Fortalecido e animado pelas promessas divinas que outra vez lhe tinham sido asseguradas na visão noturna, Jacó seguiu para o Egito acompanhado por seus filhos e netos.

V:8-27.
Em seguida encontramos uma relação dos filhos e netos que vieram com ele. Apesar de ser um trecho de leitura monótona, ela é importante para os judeus porque indicam as origens de suas tribos, e também para nós porque encontramos a genealogia que nos leva a Jesus Cristo, e é seguida através do resto da Bíblia.

Se você quiser ler todos os nomes, veja em sua Bíblia, aqui farei apenas um breve resumo.

Temos neste trecho a relação de 70 descendentes de Jacó, compreendendo 12 filhos, 1 filha, 53 netos, 4 bisnetos, bem como de suas 10 noras, que não eram descendentes.

Este pequeno clã se tornou uma grande nação.
Quão grandes coisas Deus pode fazer através de algo aparentemente insignificante.

28,29
Como eles não conheciam a terra (e não tinham um mapa), para ter certeza de que estavam indo ao lugar certo, Jacó mandou Judá ir se informar com José sobre como chegar ali.

Afinal um grande rebanho de ovelhas, vacas, cabras e camelos não podia ficar errando pelo caminho!

Judá, tendo demonstrado notáveis qualidades para a liderança, em sua viagem prévia ao Egito, foi elegido naturalmente para representar ao ancião patriarca e assim anunciar sua chegada.

Depois de obter de José as instruções necessárias quanto ao lugar onde iam estabelecer eles, ele logo voltou para guiar a caravana a Gosém.

O fato de que Judá realizasse esta tarefa sugere que já tinha sido escolhido por Jacó como herdeiro da primogenitura.


Em fim chegaram, sem maiores problemas, à terra de Gósen que José lhes havia indicado.

Naquele tempo era uma planície muito fértil, a melhor parte da terra (capítulo 47:6,11), a leste do rio Nilo, onde o Faraó mantinha o seu gado.

José, eufórico, foi em seu carro magnífico encontrar-se com seu pai, este seria um encontro muito emocional entre eles.

Este encontro levaria ao ponto mais alto as vidas de ambos estes homens.

Em Cristo;

A seguir, José do Egito: O encontro
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Gênesis 46:1-5 - José do Egito: A dúvida de Jacó


José do Egito: A dúvida de Jacó

Gênesis 46:1-5

V- 1
Jacó agora temia deixar a terra de Canaã, a terra de seus pais, que Deus lhes havia prometido, e emigrar com toda a sua família para o Egito.

Tinha já cento e trinta anos de idade, era soberano na sua terra, e ir para o Egito significava ir para uma terra desconhecida, governada por um poderoso Faraó.

No entanto esta parecia ser a decisão certa, e ele partiu para lá, levando consigo tudo o que possuía.

Ao se aproximar da fronteira de Canaã Jacó começa a questionar a si mesmo.

Ele estaria fazendo a coisa certa ao deixar a terra de Canaã?

Ele sabia que dificilmente retornaria para lá durante a sua vida.

Ele deveria trocar a terra prometida pelo Egito?

Abraão não pecou quando fez isto?

Devemos sempre aprender a buscar a orientação e liderança de Deus em todas as circunstancias de nossa vida.

Continuando sua viagem, Jacó parou em Berseba, na fronteira meridional de Canaã, onde Abraão (cap. 21: 33) e Isaac (cap. 26: 25) tinham levantado altares a Deus.

Quando Jacó passou por esse lugar sagrado, possivelmente viu os restos do altar de seu pai, e então resolveu oferecer também sacrifícios ao Deus que o tinha tratado tão bondosamente no passado e que agora poderia lhe dar uma direção segura quanto a decisão que havia tomado.

V-2-4.
E naquela mesma noite Deus falou com ele numa visão: 

_ Jacó, Jacó!

_ Eu estou aqui Senhor.

_ Eu sou Deus, o Deus do seu pai. Não tenha medo de ir para o Egito, pois ali eu farei com que os seus descendentes se tornem uma grande nação. Eu irei para o Egito com você e trarei os seus descendentes de volta para esta terra. E, quando você morrer, José estará ao seu lado.

Como é maravilhoso saber quando estamos sob vontade de Deus e que como nos sentimos seguros quando sabemos que ele estará conosco em nossas decisões.

V- 5
Confortado e agora certo de que ele estava fazendo a vontade de Deus, Jacó prosseguiu em sua viagem, usando os carros que Faraó lhe enviara.
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Gênesis 45: 25-28 - José do Egito: Jacó descobre que seu filho está vivo!


José do Egito: Jacó descobre que seu filho está vivo!

Gênesis 45: 25-28

V- 25
Após fazerem mais uma vez a longa viagem (só que dessa vez no maior conforto), os filhos de Jacó chegaram a Canaã sem maiores problemas e foram logo falar com o velho.

V- 26
Então lhe disseram:
_ Pai, o senhor não vai acreditar. José está vivo! Ele é o governador de todo o Egito!

Jacó quase desmaiou e não podia acreditar .

O velho Jacó que já tinha 130 anos quase teve um ataque cardíaco quando ouviu a notícia.

A muito tempo atrás, quando seus filhos vieram com a notícia da suposta morte de José, Jacó acreditou facilmente na mentira.

Agora que vieram dizer a verdade, Jacó não lhes cria em absoluto.

V- 27
Ele não podia acreditar a princípio, mas quando ouviu seus filhos contarem o que José lhes havia revelado e lhe mostraram tudo o que José lhe havia mandado, inclusive os carros, ele teve que aceitar os fatos, e começou a mostrar algum entusiasmo.

V-28
A notícia revigorou o espírito do velho patriarca que nesta fase de sua vida já esperava a morte.

A possibilidade de se encontrar com o filho que acreditava estar morto, deu um vigor sobrenatural ao velho patriarca.

_ Já chega! O meu filho José ainda está vivo. Quero vê-lo antes de eu morrer.

Jacó não esperava viver muito mais (apesar de que viveu ainda mais 17 anos), e quis ainda ter a grande alegria de ver seu filho José mais uma vez antes de morrer.

Talvez ele pensasse em voltar para Canaã depois de sua visita ao Egito e de passada a fome.

Más não foi bem isso que aconteceu como veremos no próximo capítulo.

Em Cristo!

A seguir, 
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Gênesis 45:8-24 - José manda trazer toda a sua família para o Egito.


José manda trazer toda a sua família para o Egito.

Gênesis 45:8-24


Cerca de um ano se passou desde que os irmãos de José tinham chegado pela primeira vez no Egito, mas esse atraso não se deveu a qualquer apatia ou indiferença em José mas simplesmente por esperar pacientemente até que seus irmãos tinham evidenciado uma mudança de coração e mente (arrependimento). 

V-8
José era um homem de atitudes espirituais. E podemos ver isso em suas afirmações.

_ Portanto, não foram vocês que me mandaram para cá, mas foi Deus. Ele me pôs como o mais alto ministro do rei. Eu tomo conta do palácio dele e sou o governador de todo o Egito.
José estava consciente da obra e do plano gracioso de Deus para a vida dele.

V- 9-11
_ Agora voltem depressa para casa e digam ao meu pai que o seu filho José manda lhe dizer o seguinte:
“Deus me fez governador de todo o Egito, venha me ver logo; não demore. O senhor morará na região de Gosém e assim ficarão perto de mim senhor, os seus filhos, os seus netos, as suas ovelhas, as suas cabras, o seu gado e tudo o que é seu. A fome ainda vai durar mais cinco anos, e em Gosém eu darei mantimentos ao senhor, à sua família e aos seus animais. Assim não lhes faltará nada. ”

A terra de Gosém era a parte oriental do delta do rio Nilo, uma área fértil com um vale central de uns 64 quilômetros de extensão.

O Egito era um lugar onde Israel poderia ser preservado como nação enquanto crescia e era salvo da fome.

Aqui, ao que parece em Gosém sua família seria capaz de apascentar as suas ovelhas, estar relativamente perto dele, e ainda assim permanecer um pouco distante da população urbana do Egito, que não gostava de Hebreus.

v- 12
Ainda que José já tivesse falado durante vários minutos, seus irmãos pareciam não estar acreditando no que viam e ouviam;

_ Ei, o que está havendo? Prestem atenção! Todos vocês e Benjamim, o meu irmão, será que podem ver que sou eu mesmo, José, quem está falando?

V-13
_ Contem ao meu pai como sou poderoso aqui no Egito, contem tudo o que têm visto. Vão depressa e tragam o meu pai para cá.

V- 14,15
Os irmãos de José continuaram pasmados e mudos, depois desta revelação espantosa de José, somente começando a falar depois que ele, tendo inicialmente demonstrado sua especial afeição por Benjamim com um abraço e muito choro, também abraçou e beijou a todos os demais.

V-16
A notícia então se espalhou: o alvoroço e barulho fora tal, que o Faraó mandou verificar a causa e então lhe contaram que os irmãos de José estavam no Egito.

Mas a cereja no topo do bolo foi a confirmação da hospitalidade de José por ninguém menos que o próprio Faraó.

Tanto o Faraó como os seus oficiais se agradaram da notícia, pois José era evidentemente muito bem querido por seu excelente caráter, integridade e piedade, e eles simpatizavam com o júbilo que ele havia expressado tão alto.

Provavelmente esperavam que o resto da sua família fosse boa como ele, ignorando o que haviam feito anteriormente.

V- 17-20
José era um administrador e uma planejador muito capaz, como já vimos (capítulo 41). 
Embora isso não seja dito, José certamente tinha planejado e falado com o Faraó sobre seus irmãos, antes que ele lhes pedisse para vir para o Egito e prometer-lhes a terra de Gosén.

Não foi por acaso, então, que o faraó confirmou a oferta de José, ampliando a oferta.

O Faraó, como José, mandou que fossem buscar seu pai e suas famílias e viessem para ele, pois lhes daria o melhor da terra do Egito e fartura de alimentos.

Deu-lhes também carros para trazer as crianças e mulheres, a última palavra em veículos daquela época, e lhes disse para não se preocuparem com suas possessões, pois receberiam abundância de tudo quando chegassem.

Ele foi generoso com eles por causa de José.

V- 21-24
Antes da sua partida para Canaã, José deu aos seus irmãos disposições para a sua viagem, como ordenado pelo Faraó, bem como algumas instruções de última hora.

Para a viagem de volta para casa, eles receberam tudo o que necessitavam e um pouco mais.

Acreditamos que em parte isto foi feito para convencer Jacó que a história que seus filhos contariam era verídica.

José despediu seus irmãos com abundância de suprimentos, vestes festivais para cada um (cinco para Benjamim além de trezentas moedas de prata) e a advertência de não brigarem pelo caminho!

Ao acho engraçada esta passagem da Escritura. 

José conhecia bem seus irmãos. Imagino que brigas era uma parte do relatório ruim que ele dava ao seu pai há muitos anos quando os vigiava (37: 2). 

Sendo filhos de quatro mães, essa rivalidade não seria incomum. 

Provavelmente a única coisa que eles tinham a mesma opinião era acabar com José. 

José tinha boas razões para supor que seus irmãos poderiam brigar na viagem de volta. 

Pouco antes disso, em Gênesis 42: 21-22 José tinha ouvido uma conversa que não achava que ele podia entender:

Em seguida, eles disseram uns aos outros: "Em verdade, somos culpados acerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando ele implorou a nós, mas nós não quis ouvir;Por conseguinte, esta angústia, que virá sobre nós "Respondeu-lhes Rúben, dizendo:" Eu não te disse, 'Não pequeis contra o menino.'; e você não quis me ouvir? Agora vem o acerto de contas para seu sangue "(Gênesis 42: 21-22).
Apesar de terem sido perdoados, eles teriam de enfrentar uma grande tentação de tentar avaliar a medida precisa de culpa de cada pessoa. 

A bola poderia ser passada, e uma discussão acalorada, sem dúvida aconteceria. 

Tudo isso era inútil uma vez que todos haviam sido perdoados. 

Não há duvidas de que este conselho de José era necessário.

Talvez eles temessem expor os seus antigos erros e começassem a brigar entre si, tentando jogar a culpa um no outro diante de seu pai antes que ele descobrisse os fatos acerca de José.

Sua viagem seria mais feliz se eles se concentraram sobre graça e não culpa.
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Gênesis 45:1-7 - José do Egito: A revelação


José do Egito: A revelação

Gênesis 45:1-7


A explanação de Judá não pôde menos do que impressionar a José. 


Seu discurso tinha mostrado o mais terno afeto por seu velho pai e o mais sincero amor fraternal ao único filho que ficava de Raquel, e tinha dado ampla evidência da mudança de caráter em todos eles.

V-1
Este capítulo contém o clímax de uma das grandes histórias narradas pela Bíblia.

A explanação de Judá não pôde menos do que impressionar a José. Seu discurso tinha mostrado o mais terno afeto por seu velho pai e o mais sincero amor fraternal ao único filho que ficava de Raquel, e tinha dado ampla evidência da mudança de caráter em todos eles.

Reconhecendo isto, José não conseguiu mais controlar a sua emoção diante dos seus empregados, de modo que gritou: 

_ Saiam todos daqui!

É bom lembrar que José enquanto estava na presença de seus irmãos só falava na língua egípcia e quando se dirigia a eles usava um interprete.

Podemos imaginar como os irmãos de José devem ter ficado estupefatos, ouvindo o governador bradar em egípcio, a língua que não compreendiam, e ver que todos imediatamente saírem da sala.

José queria estar a sós com seus irmãos com a intenção de lhes revelar sua identidade. É provável que ele também não quisesse que seus servos soubessem o que os seus irmãos fizeram no passado

V-2
Depois que todos saíram, eles presenciaram o governador chorando, tão alto que não só os egípcios, mas também no palácio do Faraó dava para ouvi-lo, sem que ninguém soubesse a razão.

Eles não estavam entendendo nada, aquele homem duro e severo se transformou diante dos seus olhos.

V-3
Vamos colocar as sandálias desses irmãos por um momento.

Judá e seus irmãos aguardavam ansiosamente um veredito de José para os libertarem ou não.

Sem saber que José é ou o que ele pretendia fazer, os irmãos viram este poderoso líder mandar todos para fora da sala. 

Eles talvez pudesse ver as lágrimas escorrendo pelo rosto e o peito arfando pela emoção. 

Mas qual era a fonte dessa grande emoção? 


Era raiva, o que levaria a mais problemas para eles? 

Se eles pensaram que o pior havia passado, pelo menos em suas mentes, por agora o poderoso líder egípcio deixou escapar em sua própria língua algo que os congelaria;

_ Eu sou José!

Essa foi a pior notícia que jamais poderiam ter esperado para ouvir. 

Notícia que não trouxe-lhes nenhum alívio, mas apenas novas vias de ansiedade. 

Já era ruim o suficiente para estar diante de um poderoso governador egípcio que estava irritado com o roubo de um copo, mas ao perceber que ele era seu irmão, a quem tinham vendido para a escravidão, ai foi foi demais! 

Antes, eles pelo menos tinham uma esperança de que esse juiz seria imparcial e que a misericórdia poderia motivá-lo a aceitar os seus argumentos. 

Mas agora seu juiz deve certamente ser seu mais algoz inimigo, a quem eles tinham condenado injustamente. 

Como eles poderiam esperar melhor tratamento dele? 

Não me admira que eles ficaram paralisados.

É mais fácil imaginar do que descrever o efeito que fez este anúncio, pois até esse momento José era conhecido por seus irmãos como Zafnat-panea, um homem que lhes falava mediante um intérprete.

Agora este importante senhor de Egito começa a falar em seu próprio idioma?

A voz e o rosto de seu irmão por longo tempo perdido surgiram na mente deles e os encheram de assombro e apreensão.

_ O meu pai ainda está vivo?

_ ...

Esta nova virada nos acontecimentos os deixou mudos.

Medo e culpa foram escritos em seus rostos pálidos, e seu silêncio confirmou que este era realmente José. 

Eles não tinham mais nada a dizer, não havia mais apelos a misericórdia, não havia mais esperança para um perdão.

Cada palavra registrada nos primeiros 15 versículos do capítulo 45 é falada por José porque seus irmãos ficaram totalmente mudos. 


Não até que José tinha demonstrado que ele os havia perdoado somente depois, lá pelo versículo 15 é que falaram.

Estavam aterrorizados, não só pela grandeza de José más também pela lembrança de seus crimes contra ele.

Até então só tinham estado conscientes da retribuição divina por esse ato e não tinham temido um castigo humano já que seu crime não era conhecido por ninguém fora de seu pequeno círculo.

Mas agora estavam na presença daquele a quem tinham prejudicado tanto.

V-4
Já que não falavam nada, José continuou; 

_ Cheguem mais perto de mim, por favor.

Assustados, eles chegaram, e ele disse:

_ Eu sou o seu irmão José, aquele que vocês venderam a fim de ser trazido para o Egito.

Não é de se admirar que se tremessem de medo diante dele, eles provavelmente pensavam que agora tinha chegado o momento da vingança pelos seus atos.

Em nenhum lugar neste capítulo o pecado de seus irmãos é minimizado. 

Logo no princípio José identifica o tratamento que lhe dera como pecaminoso. 


O perdão, que você vê, não tem por objetivo minimizar o pecado, mas sim neutralizá-lo. 

V- 5 -7
Porém, José assegurou que não tinha a intenção de vingar-se deles.

_ Agora não fiquem tristes nem aborrecidos com vocês mesmos por terem me vendido a fim de ser trazido para cá.

Palavras de José estão cheias de esperança e encorajamento.

A vida de José nos ensina como perdoar aos outros e viver sem frustração e amargura.

José não pôde evitar é claro a alusão de seu crime anterior, mas isto foi feito com espírito de caridade e perdão;

_ Foi para salvar vidas que Deus me enviou na frente de vocês. Já houve dois anos de fome no mundo, e ainda haverá mais cinco anos em que ninguém vai preparar a terra, nem colher. Deus me enviou na frente de vocês a fim de que ele, de um modo maravilhoso, salvasse a vida de vocês aqui neste país e garantisse que teriam descendentes.

José assegura a estes homens que seu pecado não havia frustrado os propósitos de Deus. 

Seu propósito era destruir, mas de Deus era salvar. 


Os homens podem pecar pela tentativa de fazer o que é inaceitável para Deus, e, ao mesmo tempo que eles estão cumprindo o que Deus propôs.

Aqui claramente se reflete a excelsa forma de pensar de José.

Para ele era evidente a mão de Deus nesta estranha experiência de vida;

Deus primeiro o tinha feito, um filho favorito na casa de seu pai, num segundo momento permitiu que se tornasse um escravo, depois um preso, e finalmente um grande governante do Egito.

Para José, não importava as circunstanciais em que estivesse passando em sua vida, se boas ou ruins, o que importava é que Deus estava no controle delas.

O plano divino estava se desvendando e ele percebeu que, pela providência de Deus, ele agora estava na posição certa para conservar a família de seu pai.

Ela não teria sobrevivido se permanecesse na terra de Canaã.
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Gênesis 44:14-33 - José do Egito: O discurso de Judá


José do Egito: O discurso de Judá

Gênesis 44:14-33

V- 14
Precedidos por Judá, os filhos de Jacó chegam à casa de José, e todos se ajoelham diante dele pedindo misericórdia.

V- 15
Aí José, para desespero deles falou asperamente;
_ Por que foi que vocês fizeram isso? Vocês não sabiam que um homem como eu é capaz de adivinhar as coisas?

V-16
Judá, o líder desta segunda missão ao Egito, adiantou-se como porta-voz e disse;
_ Senhor, o que podemos falar ou responder? Como podemos provar que somos inocentes? Deus descobriu o nosso pecado. Aqui estamos e somos todos seus escravos, nós e aquele com quem estava o copo.

Judá não tratou de justificar-se nem de justificar os seus irmãos, más reconheceu plenamente sua culpabilidade.

Para os egípcios presentes, especialmente para o mordomo, as palavras de Judá significavam o reconhecimento da culpa deles, e isto sem dúvida assombrou aos egípcios já que sabiam que esses homens eram na realidade inocentes.

José deve ter sentido a angústia de suas almas ao compreender que criam que era merecido o castigo a que cedo receberiam.

V- 17
Em resposta ao oferecimento de Judá de que todos ficassem como escravos no Egito, José disse;
_ De jeito nenhum! Eu nunca faria uma coisa dessas! Só aquele que estava com o meu copo é que será meu escravo. Os outros podem voltar em paz para a casa do pai.

V-1 8-34
Os versículos restantes do capítulo nos mostram o impressionante discurso de Judá a favor de seu irmão Benjamin.

Com justiça este discurso é considerado como uma das obras primas da composição literária hebreia  um dos melhores exemplos de eloquência natural em todo o mundo.

Após ouvir a decisão, Judá, numa última tentativa se aproxima-se de José e diz:
_ Senhor, me dê licença para lhe falar com franqueza?

_ Pois não!

_ Não fique aborrecido comigo, pois o senhor é como se fosse o próprio rei. O senhor lembre que me perguntou: “Vocês têm pai ou outro irmão? - Nós respondemos assim: “Temos pai, já velho, e um irmão mais moço, que nasceu quando o nosso pai já estava velho. O irmão do rapazinho morreu. Agora ele é o único filho da sua mãe que está vivo, e o seu pai o ama muito. ”

Após lembrar-se de José, com termos corteses, mas definidos e que sua preocupação era a causa da presença de Benjamim no Egito, Judá procedeu a descrever com palavras apaixonadas e impressionantes sobre amor de seu pai pelo filho Benjamim;

_ Aí o senhor nos disse para trazer o rapazinho porque desejava vê-lo. Nós respondemos que ele não podia deixar o seu pai, pois, se deixasse, o seu pai morreria. Mas o senhor disse que, se ele não viesse, o senhor não nos receberia. Então, quando chegamos à nossa casa, contamos ao nosso pai tudo o que o senhor tinha dito. Depois ele nos mandou voltar para comprarmos mais mantimentos. Nós respondemos:

“Não podemos ir; não seremos recebidos por aquele homem se o nosso irmão mais moço não for com a gente. Nós só vamos se o nosso irmão mais moço for junto. ”

_ Então o nosso pai disse: “Vocês sabem que a minha mulher Raquel me deu dois filhos, um deles já me deixou; eu nunca mais o vi. Deve ter sido despedaçado por animais selvagens, e se agora vocês me tirarem este também, e alguma desgraça acontecer com ele, vocês matarão de tristeza este velho. ”

Com muita competência, Judá continuou;
_ Agora, senhor, se eu voltar para casa sem o rapaz, logo que o meu pai perceber isso, vai morrer. A vida dele está ligada com a vida do rapaz, e nós seríamos culpados de matar de tristeza o nosso pai, que está velho.

E de forma extraordinária ele concluiu;
_ E tem mais: eu garanti ao meu pai que seria responsável pelo rapaz. Eu disse assim: “Se eu não lhe trouxer o rapaz de volta, serei culpado diante do senhor pelo resto da minha vida. Por isso agora eu peço ao senhor que me deixe ficar aqui como seu escravo em lugar do rapaz. E permita que ele volte com os seus irmãos. Como posso voltar para casa se o rapaz não for comigo? Eu não quero ver essa desgraça cair sobre o meu pai.

Será que Judá foi bem sucedido em seus esforços para salvar Benjamim?

Em Cristo;

A seguir, José do Egito: A revelação