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Gênesis 45:8-24 - José manda trazer toda a sua família para o Egito.


José manda trazer toda a sua família para o Egito.

Gênesis 45:8-24


Cerca de um ano se passou desde que os irmãos de José tinham chegado pela primeira vez no Egito, mas esse atraso não se deveu a qualquer apatia ou indiferença em José mas simplesmente por esperar pacientemente até que seus irmãos tinham evidenciado uma mudança de coração e mente (arrependimento). 

V-8
José era um homem de atitudes espirituais. E podemos ver isso em suas afirmações.

_ Portanto, não foram vocês que me mandaram para cá, mas foi Deus. Ele me pôs como o mais alto ministro do rei. Eu tomo conta do palácio dele e sou o governador de todo o Egito.
José estava consciente da obra e do plano gracioso de Deus para a vida dele.

V- 9-11
_ Agora voltem depressa para casa e digam ao meu pai que o seu filho José manda lhe dizer o seguinte:
“Deus me fez governador de todo o Egito, venha me ver logo; não demore. O senhor morará na região de Gosém e assim ficarão perto de mim senhor, os seus filhos, os seus netos, as suas ovelhas, as suas cabras, o seu gado e tudo o que é seu. A fome ainda vai durar mais cinco anos, e em Gosém eu darei mantimentos ao senhor, à sua família e aos seus animais. Assim não lhes faltará nada. ”

A terra de Gosém era a parte oriental do delta do rio Nilo, uma área fértil com um vale central de uns 64 quilômetros de extensão.

O Egito era um lugar onde Israel poderia ser preservado como nação enquanto crescia e era salvo da fome.

Aqui, ao que parece em Gosém sua família seria capaz de apascentar as suas ovelhas, estar relativamente perto dele, e ainda assim permanecer um pouco distante da população urbana do Egito, que não gostava de Hebreus.

v- 12
Ainda que José já tivesse falado durante vários minutos, seus irmãos pareciam não estar acreditando no que viam e ouviam;

_ Ei, o que está havendo? Prestem atenção! Todos vocês e Benjamim, o meu irmão, será que podem ver que sou eu mesmo, José, quem está falando?

V-13
_ Contem ao meu pai como sou poderoso aqui no Egito, contem tudo o que têm visto. Vão depressa e tragam o meu pai para cá.

V- 14,15
Os irmãos de José continuaram pasmados e mudos, depois desta revelação espantosa de José, somente começando a falar depois que ele, tendo inicialmente demonstrado sua especial afeição por Benjamim com um abraço e muito choro, também abraçou e beijou a todos os demais.

V-16
A notícia então se espalhou: o alvoroço e barulho fora tal, que o Faraó mandou verificar a causa e então lhe contaram que os irmãos de José estavam no Egito.

Mas a cereja no topo do bolo foi a confirmação da hospitalidade de José por ninguém menos que o próprio Faraó.

Tanto o Faraó como os seus oficiais se agradaram da notícia, pois José era evidentemente muito bem querido por seu excelente caráter, integridade e piedade, e eles simpatizavam com o júbilo que ele havia expressado tão alto.

Provavelmente esperavam que o resto da sua família fosse boa como ele, ignorando o que haviam feito anteriormente.

V- 17-20
José era um administrador e uma planejador muito capaz, como já vimos (capítulo 41). 
Embora isso não seja dito, José certamente tinha planejado e falado com o Faraó sobre seus irmãos, antes que ele lhes pedisse para vir para o Egito e prometer-lhes a terra de Gosén.

Não foi por acaso, então, que o faraó confirmou a oferta de José, ampliando a oferta.

O Faraó, como José, mandou que fossem buscar seu pai e suas famílias e viessem para ele, pois lhes daria o melhor da terra do Egito e fartura de alimentos.

Deu-lhes também carros para trazer as crianças e mulheres, a última palavra em veículos daquela época, e lhes disse para não se preocuparem com suas possessões, pois receberiam abundância de tudo quando chegassem.

Ele foi generoso com eles por causa de José.

V- 21-24
Antes da sua partida para Canaã, José deu aos seus irmãos disposições para a sua viagem, como ordenado pelo Faraó, bem como algumas instruções de última hora.

Para a viagem de volta para casa, eles receberam tudo o que necessitavam e um pouco mais.

Acreditamos que em parte isto foi feito para convencer Jacó que a história que seus filhos contariam era verídica.

José despediu seus irmãos com abundância de suprimentos, vestes festivais para cada um (cinco para Benjamim além de trezentas moedas de prata) e a advertência de não brigarem pelo caminho!

Ao acho engraçada esta passagem da Escritura. 

José conhecia bem seus irmãos. Imagino que brigas era uma parte do relatório ruim que ele dava ao seu pai há muitos anos quando os vigiava (37: 2). 

Sendo filhos de quatro mães, essa rivalidade não seria incomum. 

Provavelmente a única coisa que eles tinham a mesma opinião era acabar com José. 

José tinha boas razões para supor que seus irmãos poderiam brigar na viagem de volta. 

Pouco antes disso, em Gênesis 42: 21-22 José tinha ouvido uma conversa que não achava que ele podia entender:

Em seguida, eles disseram uns aos outros: "Em verdade, somos culpados acerca de nosso irmão, pois vimos a angústia da sua alma, quando ele implorou a nós, mas nós não quis ouvir;Por conseguinte, esta angústia, que virá sobre nós "Respondeu-lhes Rúben, dizendo:" Eu não te disse, 'Não pequeis contra o menino.'; e você não quis me ouvir? Agora vem o acerto de contas para seu sangue "(Gênesis 42: 21-22).
Apesar de terem sido perdoados, eles teriam de enfrentar uma grande tentação de tentar avaliar a medida precisa de culpa de cada pessoa. 

A bola poderia ser passada, e uma discussão acalorada, sem dúvida aconteceria. 

Tudo isso era inútil uma vez que todos haviam sido perdoados. 

Não há duvidas de que este conselho de José era necessário.

Talvez eles temessem expor os seus antigos erros e começassem a brigar entre si, tentando jogar a culpa um no outro diante de seu pai antes que ele descobrisse os fatos acerca de José.

Sua viagem seria mais feliz se eles se concentraram sobre graça e não culpa.

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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