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Gênesis 32:2-5

O bezerro de Ouro

V:2
Se o irmão de Moisés tivesse tido fé e firmeza de caráter, este triste incidente da história de Israel poderia ter sido evitado.

Durante sua permanência no Egito, os hebreus tinham se acostumado com as formas materiais da deidade.

Por isso era tão difícil para eles confiar num Deus invisível.

Alarmado pela loucura desenfreada do povo, e vendo em perigo sua própria segurança, Arão se rendeu diante as exigências da multidão ao invés de defender, com toda nobreza e valor, a honra de Deus.

_ Tudo bem, agora escutem todos! Vocês querem deuses? Então tirem os brincos de ouro que as suas mulheres, os seus filhos e as suas filhas estão usando e tragam para mim.

V:3
Então os israelitas tiraram das orelhas os brincos de ouro e os trouxeram a Arão.

V:4
Ele pegou os brincos, derreteu, derramou o ouro dentro em um molde e fez um bezerro de ouro.

O bezerro era algo natural aos israelitas, pois estavam acostumados ao culto ao deus Apis no Egito.

Também os cananeus representavam Baal (Senhor), ou Moloque, como um touro, símbolo para eles de força e fertilidade, em cujo culto eles praticavam atos de imoralidade sexual.

Então alguns disseram:
_Estes sim é o nosso deus, que nos tiraram do Egito!

A foto abaixo mostra o altar do bezerro de ouro feito por Arão (Êxodo 32.5) que foi reconhecido pelas autoridades árabes como um tesouro arqueológico, sendo vigiado por guardas.

Muitos desenhos (petroglífos) de vacas e touros no estilo egípcio foram encontrados no altar. Os árabes ficaram admirados com a descoberta pelo fato deste estilo não ter sido achado em qualquer outro lugar na Arábia Saudita. Aqui estão alguns deles:
Todo esse tesouro arqueológico foi encontrado conservado e praticamente intacto devido ao fato da região ser no meio do deserto, longe de oásis como o de Elim, ainda existente.

V:5
pois bem, então Arão construiu um altar diante do bezerro de ouro e anunciou ao povo:

_ Amanhã haverá uma festa em honra de Deus, o SENHOR que nos tirou do Egito.

Sentindo a aprovação popular, Arão se identificou ainda mais com esta apostasia declarando do que fariam "festa", vejam só.

Note neste versículo que a festa era para ser dedicada ao SENHOR (Jeová).

Israel não estava planejando abandonar Deus totalmente.

Eles simplesmente desejaram uma imagem visível dEle.

Arão deu um lamentável espetáculo quando vacilou tão rapidamente diante da multidão.

Os por sua vez, israelitas acharam natural fazer a estátua de um novilho, para representar o Deus que os havia levado até ali.

Mas, ao fazer isso, eles se esqueceram dos primeiros dois mandamentos do SENHOR.

Eles podiam ter boas intenções, podiam ser sinceros, podiam mesmo pensar que estavam cultuando a Deus, mas isso não desculpava a sua desobediência.

Mesmo se não fazemos ídolos, podemos ser culpados de procurar moldar nosso Deus à nossa imagem para ajustá-lo às nossas expectativas, desejos e circunstâncias.

Devemos sempre recorrer à sua Palavra para nos lembrar de como Ele realmente é, qual é a Sua vontade, como devemos nos aproximar dEle, com que espécie de sacrifícios Ele se agrada e de que forma Ele deve ser adorado.

Em Cristo;
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Êxodo 32:01


A demora de Moisés e a impaciência do povo.

V:1
Quarenta dias haviam se passado desde que Moisés subira ao monte pela última vez, e lá da planície ainda se podia ver claramente no cume da montanha a escura nuvem na qual tinha entrado Moisés, e um clarão podia-se ver de tempo em tempo, com os raios da presença divina.

E conforme o tempo ia passando, a desconfiança do povo ia aumentando, uns achavam que Moisés já tivesse morrido, talvez consumido pelo fogo devorador, outros achavam que tivesse voltado ao Egito.

O palco estava preparado para uma dolorosa manifestação de idolatria.

Enquanto isso, Moisés estava no monte recebendo de Deus as tábuas da lei e as instruções concernentes ao verdadeiro culto e o excelso e sagrado ofício do sumo sacerdote.

Os israelitas, temendo que seu dirigente, do qual tanto dependiam, os tivesse abandonado, foram falar com Arão, irmão e porta-voz de Moisés no Egito.

Ué, Arão não estava no monte com Moisés?

Não! Arão havia acompanhado Moisés por parte do caminho pela montanha, junto com seus filhos e setenta dos anciãos de Israel, contemplando de longe a manifestação da glória do SENHOR, depois regressou para o meio do povo, aguardando a volta de Moisés.

_ Arão, cadê o teu irmão, cara? O cara tira a gente do Egito e depois some? Sacanagem! Na boa, esse Deus invisível aí que ele tanto fala deve ser invenção. Precisamos de outros deuses que nos oriente e de outro líder para continuarmos nossa migração. E aí, que que você diz?

_ Não entendi?

_ É isso mesmo que você ouviu. Não sabemos o que aconteceu com Moisés, aquele homem que nos tirou do Egito. Portanto, faça para nós deuses que vão à nossa frente.

Enquanto tinham a Moisés com eles, para exortá-los e apoiá-los com seu exemplo, conseguiam manter uma vida espiritual mais elevada e andavam pela fé.

Mas quando não viram mais a Moisés, permitiram que triunfasse a "carne" sobre o "espírito".

A resposta de Arão irmão e porta-voz de Moisés?

Vocês não vão acreditar!

Mas só na próxima postagem.

Em Cristo!
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Êxodo 21 a 31


As leis de Israel

A postagem de hoje tem cara de sala de aula.

Como os capítulos 21 a 31 de Gênesis tratam apenas dos detalhes das leis dadas ao povo de Israel, vamos dar uma passada rápida nestes capítulos ok?

A Aliança que Deus estava firmando com o povo de Israel, continha três formas de lei:

1) A Lei Moral, que estudamos no capítulo anterior, cujos princípios básicos revelavam os deveres dos homens diante de Deus. Foi resumida nos dez mandamentos.

2) Lei Civil, que tratava da vida jurídica e social de Israel como nação. Era parecida com a dos outros povos e incluía a lei de olho por olho e dente por dente. Esta forma da lei deu aos Judeus os seus deveres civis como cidadãos do estado teocrático de Israel. Os detalhes você encontra em Êxodo do capítulo 21 até o capitulo 23.

3) E a Lei Cerimonial, que mostra o Judaísmo como um elaborado sistema de leis cerimoniais. Era baseada em sacrifício de animais que prefiguravam o sacrifício do messias. Quando o messias morreu em nosso lugar, naturalmente estas leis se tornaram caducas, caíram em desuso. Os detalhes desta lei você encontra em Êxodo capitulo 24 até o capitulo 31.

Bom pessoal por hoje é só, até a próxima postagem.

Em Cristo!
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Êxodo 20:26


A decência no culto

V:26
_ Não façam o meu altar com degraus; porque, se fizerem, a nudez de vocês vai aparecer ali diante das pessoas.

Não é suficiente que o culto a Deus seja feito com um motivo puro, ele deve ser realizado de uma maneira pura e reverente.

Ainda que esta ordem fosse dirigida especialmente contra as indecências carnais relacionadas com a idolatria, ilustra também uma preocupação com a displicência.

Deus requer decência e ordem em seu culto.

Quando vamos a uma igreja e, portanto vamos nos apresentar de modo muito especial diante de Deus, para prestar-Lhe nossas homenagens (nosso culto), é claro que não podemos estar vestidos de modo oposto aos princípios de moralidade por Ele estabelecidos.

Os cristãos deveriam saber determinar em que medida certas partes do corpo devem ser guardadas pelo traje e não expostas em razão do estímulo que exercem sobre a sensualidade.

Deus olha o caráter, mas também requer que o caráter corresponda com a conduta.

Portanto Deus espera por parte daqueles que freqüentam a sua igreja, uma compostura adequada, vestimentas apropriadas e a devida atitude nos cultos oferecidos a ele.

Pronto falei!

Em Cristo!
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Êxodo 20: 22-25


O altar do eu e o altar de Deus

V:22
Quando Moisés chegou ao topo do monte, Deus começou a lhe falar;

_ Moisés!

_ Sim meu Senhor!

_ Quero que você diga aos Israelitas que eles viram com seus próprios olhos que do céu Eu pronunciei os dez mandamentos...

Deus começa aqui a fazer uma ampliação detalhada dos princípios contidos nos Dez mandamentos.

V:23
Seguindo a ordem do Decálogo, as primeiras e mais importantes leis são as que têm a ver com o culto a Deus

_ Diga ao povo que não façam deuses de prata ou de ouro para adorá-los ao mesmo tempo em que eles adoram a mim.

É compreensível esta repetição da proibição do segundo mandamento devido à prevalecente idolatria daquele tempo.

Pois "Deus é Espírito" e para que não o adoremos mediante representações materiais, sempre permanecerá invisível.

V:24
_ Façam um altar de terra para mim e em cima dele ofereçam as suas ovelhas e os seus bois como sacrifícios que serão completamente queimados e como ofertas de paz. Eu separarei lugares para que neles vocês me adorem, e nesses lugares eu me encontrarei com vocês.

Perceba aqui que Deus deu preferência por altares de terra, pois os altares primorosos de pedras lavradas excitariam a idolatria, e muitas imagens poderiam ser esculpidas nestes altares e usadas como objetos de culto.

V:25
_ Se fizerem um altar de pedras para mim, não usem pedras cortadas com ferramentas. Pois na construção do meu altar não poderão ser usadas pedras cortadas com ferramentas.

Deus abre aqui uma exceção, apesar da preferência divina do versículo anterior.

Se povo tivesse que levantar um altar de pedra, Deus exigia que as pedras fossem deixadas em seu estado rústico e natural.

Movido pelo amor e em seu ardente desejo de que seu povo não se corrompesse pela idolatria, outra vez Deus proíbe o corte das pedras e os altares enfeitados com objetos que os induzissem à idolatria.

Isto sugere um pensamento adicional;

Que se tentarmos pôr algo de nosso interesse no culto como um motivo para sua aceitação, poderemos estar ofertando em vão.

A intromissão do eu, por mais bem intencionada que seja, é contaminação.

O altar é uma expressão da vontade de Deus e não da nossa.

O altar do eu não é o altar de Deus.

Os sacrifícios oferecidos nele podem satisfazer ao adorador, mas não podem ser agradáveis a Deus.

Não percamos a lição da experiência de Caim.

Em Cristo!
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Êxodo 20: 18-21


A necessidade de fugir ou estar na presença de Deus

V:18
Então Moisés desceu o monte para contar ao povo os mandamentos que havia recebido de Deus.

_ Ué, cadê o povo?

Os terrores do Sinai, os trovões, os relâmpagos, o som da trombeta, a montanha fumegante, a nuvem e a voz que falava dela encheram o povo de santo temor ao ponto de se manterem a uma distancia considerável.

A terrível e inspiradora cena do Monte Sinai foi uma proclamação da santidade de Deus.

V:19,20
_ Ô Moisés, se você falar, nós ouviremos; mas, não deixe Deus falar diretamente conosco, pois se isso acontecer, nós vamos morrer.

Moisés então aconselha o povo a não servir a Deus de maneira irreverente;

_ Não tenham medo, pois Deus só quer pôr vocês à prova. Deus não veio para destruí-los, mas para ensiná-los a maneira correta de servi-lo e reverenciá-lo.

V:21
Não demorou muito, os terrores do Sinai com seus os trovões, relâmpagos, som de trombeta e montanha fumegante, voltaram a aterrorizar a multidão.

Foi o suficiente para fazer o povo se refugiar novamente até as portas de suas tendas.

Moisés ao contrário deles, se alegrou ao perceber que teria de voltar a presença de Deus.

Em contraste com o medo de seus colegas israelitas, o servo do Senhor, com a ousada fé e consagração, foi atraído ao Senhor.

Ele estaria onde Deus estivesse.

Que faze maravilhosa a que viveu Moisés neste tempo, você não acha?

Você já viveu uma faze assim? De ter como prioridade de sua vida a busca incessante por Deus?

Muitas pessoas, devido a sua condição pecaminosa, são repelidas pela presença divina; outras, por seu coração reto, acham sua maior satisfação na comunhão com seu Criador.

Pessoas que vivem no pecado têm a tendência de ver a Deus como "vingador para castigar" e como um "fogo consumidor".

Estes com freqüência perdem de vista os atributos mais ternos de Deus e deixam de crer que Deus é seu Pai "misericordioso e piedoso".

E lá foi Moisés correndo para o monte outra vez, na direção das densas nuvens onde seu amado Deus estava.

Quando chegou lá, Deus começou a falar com sua criatura. E Deus Falou. Falou. Falou...

Falou tanto que não caberia nesta postagem.

Depois eu conto.

Em Cristo;
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Êxodo 20: 17


O Décimo mandamento

V:17
_ Não cobice a casa de outro homem. Não cobice a sua mulher, os seus escravos, o seu gado, os seus jumentos ou qualquer outra coisa que seja dele.

Não cobiçar não consiste em apenas desejar ter o que os outros têm, mas em invejá-los ao ponto de se ressentir por não ter o que eles têm.

Esta proibição é fundamental para a experiência humana porque alcança até os motivos invisíveis aos olhos humanos e que estão por detrás dos atos externos.

Este mandamento comprova que Deus vê o coração e se preocupa com aquele pensamento maldoso que fará brotar um ato externo igualmente maldoso.

Estabelece o princípio segundo o qual os mesmos pensamentos de nosso coração estão sob a incrível jurisdição da lei de Deus, e que somos tão responsáveis por eles como por nossas ações externas.

O mau pensamento acariciado promove um mau desejo, o qual há seu tempo dará a luz a uma má ação.

Um homem pode evitar adulterar devido às sanções sociais e civis que acarretam tais transgressões, mas, no entanto aos olhos de Deus pode ser tão culpado como se cometesse o fato.

Este mandamento básico revela a profunda verdade de que não somos os impotentes escravos de nossos desejos e nossas paixões naturais.

Dentro de nós há uma força, uma vontade, que, sob o controle de Cristo, pode dominar cada paixão e desejo ilegítimos

“Pois Deus está sempre agindo em vocês para que obedeçam à vontade dele, tanto no pensamento como nas ações”. (Fil. 2: 13).

Em Cristo!
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Êxodo 20: 16


O nono mandamento

V:16
_ Não levante falso testemunho contra ninguém.

Este mandamento pode ser quebrado pelos que se ficam em silêncio quando ouvem que um inocente é caluniado injustamente.

Pode ser quebrado por um encolhimento de ombros ou um arquear das sobrancelhas.

Pode ser quebrado por aqueles que encontram uma emoção maligna em fazer ressaltar os defeitos de conduta de outros, em julgar seus motivos e criticar seus esforços.

Qualquer que desfigura, de qualquer maneira, a verdade exata para obter uma vantagem pessoal ou por qualquer outro propósito, é culpado de levantar "falso testemunho".

Em Cristo!
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Êxodo 20:15


O Oitavo mandamento

V:15
_ Não furtarás.

Para que uma sociedade exista, este princípio deve ser respeitado, caso contrário não há segurança nem proteção.

Todo seria anarquia.

Este mandamento proíbe qualquer ato pelo qual obtenhamos, direta ou indiretamente, os bens dos outros, faltando com a honradez.

Especialmente nos dias de hoje, quando cada vez mais aparece duvidoso o conceito claro da moralidade, é bom lembrar que a adulteração, o encobrimento de defeitos, a apresentação maquiada da qualidade e o emprego de artifícios e medidas falsas são todos atos de roubo, tanto como os de um ladrão.

Os empregados roubam quando recebem uma "comissão" pelas costas de seus superiores, ou se apropriam do que não é deles, ou descuidam de fazer qualquer trabalho para o qual foram contratados, ou danam com sua negligência os bens do proprietário.

Os patrões roubam os empregadores quando retêm os benefícios que lhes prometeram, ou permitem que se atrase o pagamento de seus salários, ou os forçam a trabalhar fora de horário sem a devida remuneração, ou os privam de qualquer outra consideração que razoavelmente têm direito a esperar.

Cometem roubo também os que ocultam mercadorias de um inspetor de alfândega...

Aqueles quem falsificam suas declarações de impostos...

Aqueles que compram mercadorias incorrendo em dívidas que nunca podem ser pagas...

Roubam quem adquiri produtos piratas, não pagando assim os impostos devidos e contribuindo para o contrabando...

Roubam os que fazem o popular gato em linha telefônica, TV a cabo, internet, energia elétrica...

Com a exceção dos que estão imbuídos pelo espírito de honradez, dos que amam a justiça a equidade e o reto proceder, dos que têm como sua filosofia de vida, tratar os outros como gostaria que os outros os tratassem, de uma maneira ou outra, todos os demais roubam a seu "próximo".

Qualquer que retém do outro o que em justiça lhe pertence, ou se apodera do alheio para seu próprio uso, está roubando.

Pense nisso!

Em Cristo;
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Êxodo 20: 14


O sétimo mandamento

V:14
_ Não cometerás adultério.

Este é o terceiro mandamento que trata de nosso dever para com nosso "próximo".

Significa que devemos respeitar e honrar o vínculo sobre o qual se edifica a família, o da relação matrimonial, que para o cristão é tão preciosa como a própria vida.

O casamento faz do esposo e a esposa "uma só carne" (Gén. 2: 24).

Cobiçar a mulher ou o homem alheio é também uma forma de adultério.

A Bíblia diz em Mateus 5:27-28

“Ouvistes que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo que todo aquele que olhar para uma mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.

Portanto ser desleal a esta união sagrada, ou induzir o outro a sê-lo, é desprezar o que é sagrado.

Em Cristo!
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Estatística


Olá Blogueiros!

Vejam o número de visitantes e a origem das visitas, que nosso blog recebeu entre Maio deste ano até o dia de hoje.

Brasil 14.886

Portugal 379

Alemanha 212

Estados Unidos 179

Canadá 33

Japão 29

Espanha 21

Reino Unido 20

Nigéria 18

Ucrânia 16

Total 15.793

É motivo de alegria para todos nós, saber que esta simples ferramenta pode estar ajudando a propagar a palavra de Deus para tantas pessoas.

E no Mundo...

Taí uma maneira bacana de usar para o bem esta tal da internet...

Em Cristo!

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Êxodo 20:13


O Sexto mandamento.


V:13
_ Não matarás.

Qualquer entendimento correto de nossa relação com nosso próximo indicam que devemos respeitar e honrar sua vida, pois toda vida é sagrada.

A vida humana é sagrada; desde seu início é fruto da ação criadora de Deus e sempre mantém esta especial relação com o Criador, origem e término de nossa existência.

Só Deus é o senhor da vida desde o princípio até o fim; o ser humano não é mais do que administrador, e deve cuidar da própria vida e da de seus semelhantes.

Cada ser humano é criatura de Deus, de quem recebemos a vida, e só Ele é dono de nossa vida.

Este direito à vida é violado pelo homicídio e pelo aborto, que são crimes horrendos contra Deus e contra a humanidade.

Em Cristo:
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Êxodo 20:12


O quinto mandamento

V: 12
Os quatro primeiros mandamentos trataram de nossos deveres para com Deus, agora entraremos na segunda parte da lei, que tratará de nossos deveres para com nossos próximos.

_ Respeite o seu pai e a sua mãe, para que você viva muito tempo na terra que estou lhe dando.

O lar era considerado como um elo importante e necessário para a transmissão das instruções da aliança as gerações futuras.

Os pais estavam sendo honrados neste quinto mandamento por serem os representantes da autoridade de Deus na preservação de sua lei.

Se os pais não fossem respeitados, os mandamentos estariam em perigo.

Neste sentido, note que este mandamento vem acompanhado com uma grande promessa;

“Vida longa na terra”

Em função de uma criança não ter idade nem responsabilidade moral, os pais deverão ser para seus filhos como os representantes de Deus, e é lógico e adequado que a educação dos filhos deva ser uma importante prioridade em suas vidas.

Outro propósito deste mandamento é criar respeito por toda autoridade legítima.

Um respeito tal começa com o conceito que os filhos têm de seus pais.

Na mente da criança isto se converte na base para o respeito e a obediência que se devem aos que têm uma autoridade legítima sobre ele para toda a vida, particularmente na família, na igreja e no estado.

Está incluído no espírito deste mandamento o pensamento de que os que governam no lar e fora dele, devem se conduzir de tal maneira que sejam sempre dignos do respeito e da obediência de quem depende deles.

Em Cristo!
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Êxodo 20:8-11


O quarto mandamento

V: 8-11 —
_ Guardem o sábado, que é um dia santo. Façam todo o seu trabalho durante seis dias da semana, mas o sétimo dia da semana é o dia de descanso, dedicado a mim, o SENHOR, seu Deus. Não façam nenhum trabalho nesse dia, nem você, nem os seus filhos, nem as suas filhas, nem os seus escravos, nem as suas escravas, nem os seus animais, nem os estrangeiros. Em seis dias eu, o SENHOR, fiz o céu, a terra, o mar e tudo o que há neles, mas no sétimo dia descansei. Foi por isso que eu, o SENHOR, abençoei o sábado e o separei para ser um dia santo.

O sétimo dia, chamado sábado (palavra hebraica que significa descansar do trabalho), foi santificado por Deus para repouso e adoração, assim como Ele descansou no sétimo dia no trabalho da criação.

Vemos aqui, mais uma vez, o caráter misericordioso de Deus, exigindo o descanso semanal de todos, inclusive dos servos, dos animais, e dos forasteiros.

Tradicionalmente, a maioria dos cristãos tem dedicado o primeiro dia da semana para o seu repouso e adoração através da história.

Enquanto outros cristãos como os adventistas, primam em guardar o último dia da semana.

A observação de um dia de repouso e adoração neste mundo de constante atividade demonstrará a importância que Deus tem para nós, além de ser saudável para o corpo e o espírito.

Contudo, não devemos condenar aqueles que não o observam (Romanos 14:4).

O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado (Marcos 2:27).

É importante ressaltar que o mero descanso do trabalho físico não constitui na observância do sábado (descansar do trabalho).

O espírito da verdadeira observância do descanso semanal nos induzirá a aproveitar suas horas sagradas procurando compreender mais perfeitamente o caráter e a vontade de Deus.

Qualquer coisa que contribua a esses propósitos primordiais é apropriada para o espírito e a finalidade do dia dedicado ao Senhor.

Uma vez a cada semana temos o feliz privilégio de esquecer todo o que nos lembre este mundo de pecado, e nos "despertar" para coisas que nos levam a Deus.

O dia sagrado pode chegar a ser para nós um pequeno santuário no deserto deste mundo, onde por um tempo podemos estar livres de seus cuidados e podemos entrar, por assim dizer, nos deleites do céu.

Em Cristo!
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Êxodo 20:7


O terceiro mandamento

V: 7
Consagrar reverencia é o principal propósito do terceiro mandamento, que é uma conseqüência apropriada dos dois que o antecederam.

_ Não usem o meu nome sem o respeito que ele merece; pois eu sou o SENHOR, o Deus de vocês, e castigo aqueles que desrespeitam o meu nome.

Os que servem ao verdadeiro Deus, e lhe servem em espírito e em verdade, evitarão qualquer uso descuidado, irreverente ou desnecessário do nome santo de Deus.

O nome do SENHOR Deus é Santo, pois é através dele que Ele se identifica.

Falar o Seu nome de uma maneira frívola, ou como simples exclamação, é um costume generalizado entre os incrédulos, a tal ponto que mesmo nós podemos nos esquecer da seriedade dessa ofensa.

A maneira em que usamos Seu nome demonstra o respeito que temos para com Ele.

Se O respeitamos realmente, devemos invocar o Seu nome apenas em oração, louvor e adoração, ou em Seu serviço, e nunca levianamente exclamar ou desonrar o Seu nome.

Se nossos pensamentos se enfocam num plano espiritualmente elevado, nossas palavras também serão elevadas e serão ditadas pelo que é honrado e sincero.

Em Cristo;
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Êxodo 20: 4-6


O segundo mandamento

V:4
Como protesto contra o culto a muitos deuses, o primeiro mandamento ressaltou o fato de que há apenas um único Deus.

No segundo mandamento, Deus põe ênfase em sua natureza espiritual;

_ Não façam imagens de nenhuma coisa que há lá em cima no céu, ou aqui embaixo na terra, ou nas águas debaixo da terra.

Deus é espírito, portanto desaprova a idolatria e o materialismo.

Este mandamento condena a reverencia, a adoração ou semi-adorarão que as multidões de muitos países rendem às imagens e pinturas religiosas.

Na idolatria vemos que os ídolos são meramente o produto da habilidade humana e, portanto, inferiores ao homem e submetidos a ele.

Portanto o homem deve render o verdadeiro culto dirigindo seus pensamentos unicamente a Aquele que é maior do que ele mesmo.

Este mandamento não tem nada a ver com as representações artísticas, embora as imagens esculpidas no mundo antigo fossem de fato, obras de arte.

A proibição está mais relacionada ao uso das imagens e ao poder conferido a elas.

O mandamento também proíbe que se façam imagens de qualquer coisa que exista no céu, na terra e no mar.

Portanto o Senhor qualquer tipo de imagens, está bem claro.

Deus procura adoradores que o adorem em espírito e em verdade.

V:5
_ Não se ajoelhe diante de ídolos, nem os adore, pois eu, o SENHOR,
Deus continua atacando aqui a honra externa dada às imagens no mundo antigo.

As imagens não eram consideradas apenas como símbolos, mas como reais e verdadeiras encarnações de seus deuses.

Muitos acreditavam até que os deuses estabeleciam sua morada nessas imagens.

Contrariando os princípios bíblicos, nos dias de hoje, muitas pessoas veneram e cultuam os seres celestiais e, personagens humanos considerados santos e com capacidade de interceder junto a Deus, em favor dos homens.

Estes geralmente são representados através de imagens de esculturas, fotografias, figuras, etc
_ Sou o seu Deus e não tolero outros deuses.

Deus recusa dividir sua glória.

Deus não aceita um culto ou serviço ofertado por um coração dividido.

_ Eu castigarei aqueles que me aborrecem, até os seus bisnetos e trinetos.

Colocar nossa afeição em deuses falsos de qualquer classe, colocar nossa confiança em qualquer coisa que não seja o Senhor, é "aborrecê-lo".

Os que fazem isso, inevitavelmente provocam dificuldades e sofrimentos não só sobre eles mesmos, mas também sobre os que vêm depois deles.

O uso da vigorosa palavra "aborrece", tipicamente oriental, serve para expressar a mais profunda desaprovação.

Tudo o que um homem precisa fazer para se classificar entre os que "aborrecem" a Deus, é amar a Deus menos do que ama a outras pessoas ou coisas.

V:6
_ Porém sou bondoso com aqueles que me amam e obedecem aos meus mandamentos e abençôo os seus descendentes por milhares de gerações.

O verdadeiro amor a Deus se mostra mediante a obediência.

Deus não deseja que o obedeçamos como uma obrigação, mas porque escolhemos obedecê-lo.

Em Cristo!
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Êxodo 20: 2,3


O primeiro mandamento


V: 2
Moisés chegou ao topo do monte Sinai e Deus começou a falar o que ele deveria repetir para o povo lá embaixo:

_ Diga ao Meu povo, que eu, o SENHOR, sou o seu Deus. Eu os tirei do Egito, a terra onde vocês eram escravos.

V: 3
_ Portanto não adorem outros deuses diante de mim, mas adorem somente a mim.

Sendo o único Deus verdadeiro, o Senhor requer que só ele seja adorado.

Este conceito de um só Deus era estranho à crença e prática politeísta de outras nações da época.

Deus nos exorta para que o coloquemos a frente de todas as coisas, que o coloquemos em primeiro lugar em nossos relacionamentos e em nossas vidas.

Devemos a Deus uma lealdade de todo coração e uma consagração como a um Ser pessoal a quem temos o privilégio de conhecer, amar e em quem confiar e com quem podemos ter uma comunhão bendita.

É perigoso depender de algo que não seja Deus, como a riqueza, o conhecimento, a posição ou amigos.

Ao mesmo tempo é difícil lutar contra as seduções do mundo, e é muito fácil confiar no que é visível e temporal.

Entretanto não difícil violar o íntimo deste primeiro mandamento em nossa era materialista, pondo nossa fé e confiança em alguma conveniência ou comodidade terrena.

Os israelitas acabavam de sair do Egito, um país politeísta com uma grande variedade ídolos.

Cada deus representava algum aspecto da vida, e era comum render culto a vários deuses para obter o máximo de proteção.

Quando Moisés veio ao povo trazendo o nome do SENHOR dos seus antepassados, e o fez adorá-lo, não foi difícil - era apenas outro.

Como os israelitas, trazemos do mundo propriedades, dinheiro, trabalho, fama, prazeres, que podem ser ídolos se os amarmos e confiarmos neles para nossa segurança, tranqüilidade, e satisfação.

Ninguém pensa que está adorando essas coisas mas, pelo tempo que lhes dedicamos, podem se tornar como deuses que eventualmente controlam os nossos pensamentos, o nosso tempo, e a nossa energia.

O SENHOR precisa estar no centro da nossa vida, e devemos aprender a confiar só nele.

Em Cristo!
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Êxodo 20:1


A lei de Deus

V:1
O palco estava pronto para a proclamação da lei moral que dali para frente, permaneceria como a norma fundamental de conduta deste povo.

Deus iria proclamar sua santa lei em meio aos trovões e relâmpagos, cujos estrondos encontrariam eco nas formas verbais imperativas dos dez mandamentos.

Ninguém pode negar que este foi um dos acontecimentos transcendentais e decisivos da história da humanidade.

Também não podemos negar a necessidade vital que o homem têm de um código tal de conduta, devido a sua imperfeição moral e espiritual e sua tendência a fazer o que é mau.

Os terrores do Sinai tiveram o propósito de colocar vividamente diante do povo a pavorosa solenidade deste momento.

Os exigentes preceitos dos mandamentos fariam ressaltar a justiça de seu Autor e o rigor de sua petição.

Mas esta mesma lei seria também um anuncio da graça divina, pois o mesmo Deus que proclamou a lei é Aquele que tirou seu povo do Egito e o livrou do jugo de servidão.

É Aquele que deu as preciosas promessas a Abraão, Isaque e Jacó.

É aquele que morreu na cruz pelos nossos pecados.

Estudando estes exigentes mandamentos divinos poderemos entender nosso estado pecaminoso e a nossa real necessidade de Cristo.

Aqueles que se medem pelo padrão perfeito de Deus, podem ver o quanto caíram.

Tais pessoas compreendem a necessidade de receber a justiça perfeita, que lhes é atribuída pela fé em Cristo.

Muitos estudiosos da palavra do Senhor se referem à lei como a agulha que abre o caminho para a linha do evangelho.

Como um arado, ela quebra a justiça e o orgulho próprio do coração do homem, para que a semente do evangelho possa ser plantada.

Quando Jesus Cristo morreu na cruz, Ele estava sofrendo pelos pecados do Seu povo, pela nossa incapacidade de cumprir a lei divina.

Ele pagou a dívida daqueles que quebraram a lei.

Aqueles que crêem em Cristo estão livres da condenação da lei e permanecem justificados aos olhos de Deus.

Moisés chegou ao topo do monte Sinai e Deus começou a ditar a lei para Moisés, e ele deveria repetir para o povo lá embaixo:

O que Deus disse?

Ah, um negócio tão legal que merece uma postagem própria.

Fica pra depois.

Em Cristo!