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Êxodo 20: 22-25


O altar do eu e o altar de Deus

V:22
Quando Moisés chegou ao topo do monte, Deus começou a lhe falar;

_ Moisés!

_ Sim meu Senhor!

_ Quero que você diga aos Israelitas que eles viram com seus próprios olhos que do céu Eu pronunciei os dez mandamentos...

Deus começa aqui a fazer uma ampliação detalhada dos princípios contidos nos Dez mandamentos.

V:23
Seguindo a ordem do Decálogo, as primeiras e mais importantes leis são as que têm a ver com o culto a Deus

_ Diga ao povo que não façam deuses de prata ou de ouro para adorá-los ao mesmo tempo em que eles adoram a mim.

É compreensível esta repetição da proibição do segundo mandamento devido à prevalecente idolatria daquele tempo.

Pois "Deus é Espírito" e para que não o adoremos mediante representações materiais, sempre permanecerá invisível.

V:24
_ Façam um altar de terra para mim e em cima dele ofereçam as suas ovelhas e os seus bois como sacrifícios que serão completamente queimados e como ofertas de paz. Eu separarei lugares para que neles vocês me adorem, e nesses lugares eu me encontrarei com vocês.

Perceba aqui que Deus deu preferência por altares de terra, pois os altares primorosos de pedras lavradas excitariam a idolatria, e muitas imagens poderiam ser esculpidas nestes altares e usadas como objetos de culto.

V:25
_ Se fizerem um altar de pedras para mim, não usem pedras cortadas com ferramentas. Pois na construção do meu altar não poderão ser usadas pedras cortadas com ferramentas.

Deus abre aqui uma exceção, apesar da preferência divina do versículo anterior.

Se povo tivesse que levantar um altar de pedra, Deus exigia que as pedras fossem deixadas em seu estado rústico e natural.

Movido pelo amor e em seu ardente desejo de que seu povo não se corrompesse pela idolatria, outra vez Deus proíbe o corte das pedras e os altares enfeitados com objetos que os induzissem à idolatria.

Isto sugere um pensamento adicional;

Que se tentarmos pôr algo de nosso interesse no culto como um motivo para sua aceitação, poderemos estar ofertando em vão.

A intromissão do eu, por mais bem intencionada que seja, é contaminação.

O altar é uma expressão da vontade de Deus e não da nossa.

O altar do eu não é o altar de Deus.

Os sacrifícios oferecidos nele podem satisfazer ao adorador, mas não podem ser agradáveis a Deus.

Não percamos a lição da experiência de Caim.

Em Cristo!

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

3 comentários:

  1. Aprendo com essa passagem que devemos fazer o que Deus manda e não o que achamos que devemos fazer. Tá aí mais uma vez a importância de obedecer ao Senhor. Que eu sempre possa fazer a vontade de Deus e não a minha. Amém!

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