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Êxodo 33:12,13



O meu filho e o Kinder Ovo.

V:12
A insistência de Moisés diante de Deus, às vezes me lembra a insistência do meu filho ao se aproveitar do grau de intimidade que tem comigo a fim de conseguir certos benefícios.

A oração em seguida feita por Moisés mostra o grau de intimidade que havia entre ele e o SENHOR, coisa de pai e filho.

Com simplicidade e poucas palavras, como de uma criança, ele se agarra na estima com que era tido pelo SENHOR, fazendo desta oração uma das mais simples e belas da Bíblia;

_ Olá meu Senhor!

_ Oi meu filho, Moisés!

_ Meu SENHOR, me diz uma coisa.

_ Fale.

_ O Senhor me mandou guiar este povo para aquela terra, porém até agora o Senhor não me disse quem é que irá comigo.

_ Hum...

Moisés queria saber que tipo de Anjo o Senhor designaria para dirigi-los pelo deserto.

Na verdade ele desejava saber se Deus iria acompanhá-los.

Deus com certeza já sabia aonde Moisés queria chegar com este papo, mas nosso Pai celestial se derrete quando um filho se achega até ele com autenticidade.

Moisés é claro, se aproveitando desta intimidade, como uma criança mimada continuou;

_ Eu estava aqui pensando e lembrei que certa vez o Senhor também disse que me conhecia bem e que estava muito contente comigo, o Senhor lembra-se disso?

_ Lembro.

A amizade e a convivência com Deus dão aos homens intimidade, porque na verdadeira amizade o medo, não existe.

Moisés acreditou que seguramente o Senhor lhe responderia a estas perguntas, já que tinha "achado graça" diante seus olhos.

V: 13
Deus nem respondeu as indagações anteriores e ela já disparou outra pergunta;

_ Meu Senhor, me fale também dos teus planos! Preciso saber! Isso é importante para que eu possa te servir e continuar a te agradar.

_ Hum...

_ Sabe de uma coisa? Eu estava aqui pensando... O Senhor lembra que escolheu esta nação para ser tua, certo?

Eu acho que Deus educou muito mal este garoto, quer dizer, este velhinho.

O Senhor o deixou muito mimado.

Pois é, intimidade demais dá nisso!

E como Moisés viaja nesta onda!

Parece até meu filho me pedindo um Kinder Ovo!

Eu fico aqui pensando com meus botões... Como um produto de aspecto tão inocente, exerce tanto fascínio sobre uma criança.

Pois é o que acontece com meu filho. Ele sabe que eu o amo e sabe que tenho o poder ( R$ 3,50) para atendê-lo.

Sua estratégia?

A mesma de Moisés, desfrutar da intimidade!

Ele chega de mansinho, vem puxando conversa, vem com seus argumentos sem se dar conta de que eu já sei onde ele quer chegar, vem sem medo,  pelo contrário vem com muita segurança, simplesmente por saber que eu o amo!

É uma covardia...

Isso porque ele nem imagina o quanto eu me derreto quando ele se aproveita dessa relação.

No caso de Moisés, você sabe onde ele quer chegar, certo?

Ele desejava que Deus retornasse a nação e se lembrasse de que eles eram o Seu povo.

Será que Deus vai ceder, diante de um Moisés tão mimado?

Veremos na próxima postagem!

Há! Com relação ao meu filho... Eu disse a ele que por enquanto, chega de Kinder Ovo!

Vamos ver até quando vou resistir...

Em Cristo!
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Êxodo 33:7-11


A tenda da adoração.

V:7
Enquanto Deus decidia o que fazer com o futuro dos israelitas, permitiu que eles continuassem por mais um tempo ali, enquanto eram preparados espiritualmente para o resto da viagem.

Como o povo precisava da supervisão de Moisés, sobretudo nesses momentos, ele não podia sempre subir ao monte Sinai a fim de se encontrar com Deus.

Então Moisés armou uma Tenda especialmente consagrada a certa distância fora do acampamento.

Era um lugar provisório para adoração, distante do acampamento do povo, usado por ele antes de ser construído o Tabernáculo conforme as instruções detalhadas que o SENHOR lhe deu no Sinai.

O sistema estabelecido pela lei que Moisés recebeu no monte Sinai requeria que se construísse um santuário para que o Senhor habitasse no meio do povo.

Devido às circunstâncias, porém, o Senhor não iria mais habitar no meio deles e a tenda do encontro teve de ser colocada fora do acampamento, onde Moisés receberia a orientação de Deus.

Ela era chamada de Tenda da Presença de Deus, e quem quisesse consultar o SENHOR ia até lá.

V:8
Quando Moisés saiu para ir à Tenda, o povo com muito temor ficou na porta das suas barracas olhando Moisés até que ele entrasse.

Estavam ansiosos para saber se Deus receberia a seu representante e lhes concederia um sinal de restauração e proteção divina.

V:9
Depois que ele entrou, uma coluna de nuvem desceu e parou na porta da Tenda e da nuvem e o SENHOR falou com Moisés.

Este sinal, já conhecido pelo povo, era uma provável evidência de que Deus seguiria sendo seu guia e protetor.

V:10
Logo que o povo viu a coluna de nuvem na porta da Tenda, todos se ajoelhavam.

V:11
Lá na tenda, o SENHOR Deus falou com Moisés face a face por um bom tempo, como alguém que conversa com um amigo.

Moisés desfrutava de um relacionamento intimo com Deus, fruto de uma convivência constante.

Diferente de outros profetas que ouviram a voz de Deus, Moisés viu a constante manifestação da glória do Senhor.

Que privilégio!

Enquanto isso o povo continuava apreensivo, aguardando por boas notícias.

Depois da conversa Moisés voltou para o acampamento.

Porém Josué, filho de Num, o moço que era o auxiliar de Moisés, ficou na Tenda.

Ele estava sendo preparado para liderar o povo quarenta anos mais tarde!

Guarde este nome, estudaremos muito a respeito deste moço mais adiante.

Você ficou curioso em saber sobre o que Deus falou para Moisés desta vez!

Será que Moisés insistiu novamente em interceder pelos israelitas?

Será que Deus voltará atrás em sua decisão?

Vamos ver isso na próxima postagem.

Em Cristo!
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Êxodo 33:4-6

O arrependimento dos Israelitas

V:4
Os israelitas começaram a se dar conta do que significaria para eles estar separados do Senhor, e quando receberam essa notícia, começaram a chorar e a lamentar muito.

Em clima de luto, deixaram até de usar suas jóias e adornos.

O arrependimento é condição indispensável para conseguir a restauração e o favor divino, pois não há salvação sem ele.

V:5,6

Então o SENHOR mandou que Moisés dissesse a eles:

_ Diga a eles que são um povinho teimoso, por isso não quero mais ir junto com eles.

_ Mas Senhor como atravessaremos todo este deserto sem tua proteção?

_ Moisés, mesmo que fosse por apenas um momento junto com este povo, eu os destruiria completamente, pois são muito desobedientes.
_ ...

_ Agora diga a eles que tirem as suas jóias, e eu vou resolver o que fazer com eles.

Estes atavios, geralmente amuletos usados no pescoço (como ainda se usa muito hoje), eram de origem pagã e não podiam ser admitidos dentro do povo de Deus.

Além disso, ainda estava fresquinha a história do bezerro feito com estes enfeites.

Assim, depois que os israelitas saíram do monte Sinai, não usaram mais jóias.

Será que por causa deste aparente arrependimento, Deus lhes dará uma nova chance não os abandonando completamente?

Assunto para próxima postagem

Em Cristo;
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Êxodo 33:1-3


Más notícias

V:1-3
Vimos no capítulo anterior que Moisés permaneceu em comunhão com Deus enquanto Israel estava alienado.

Depois de Moisés ter expurgado os elementos mais desenfreados dentre o povo, e ter confessado o pecado do povo ao SENHOR, pedindo que os perdoasse, o SENHOR os pôs à prova:

_ Saiam deste lugar, você e o povo, e vão para a terra que eu jurei dar a Abraão, a Isaque, a Jacó e aos seus descendentes.

_ Sairemos o mais breve possível Senhor!

_ Vocês irão para uma terra boa e rica.

_ Em fim uma boa notícia para o povo, meu Senhor!

_ É, só que desta vez eu não vou com vocês.

_ Como?

_ Eu mandarei um anjo para guiar vocês até Canaã.

Deus prometeu Sua ajuda a Israel, mas não a Sua presença.

A promessa aos seus patriarcas seria, assim, cumprida, pois eles receberiam a terra, e poderiam continuar crescendo para ser uma grande nação por conta própria, como qualquer outra nação do mundo, mas deixariam de ser o povo exclusivo de Deus.

Israel tinha quebrado a aliança.

O pecado sempre leva Deus a se recolher do Seu povo.

_ Mas por que meu Senhor?

_ Porque este é um povo teimoso, e eu os poderia destruir no caminho.

Seria como que um divórcio.

O motivo era que o povo era de dura cerviz, e correria o risco de ser consumido por causa da sua desobediência se o SENHOR continuasse com ele.

Estas eram más notícias para o povo.

Eles prantearam e lamentarem muito, ouve grande tristeza em todo o acampamento.

Os israelitas começaram a se dar conta do que significaria para eles o estar separados do Senhor.

Sabiam que só sobreviveram até então por causa da mão protetora do Senhor.

Veio a suas mentes os milagres sobrenaturais no Egito, no mar vermelho, as águas no deserto, o maná, as codornas...

Um "anjo" não prometia ser a segurança que somente Deus poderia dar a eles.

E agora?

Qual será o futuro deste povo, sem a presença do todo poderoso?

Será que o repentino arrependimento deste deles fará Deus voltar atrás em seu julgamento?

Moisés se atreverá em interceder pelo povo novamente?

Não perca, na próxima postagem!

Em Cristo!
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Êxodo 32:31,32

Moisés intercede novamente pelos judeus.

V:31,32
Depois disso, Moisés voltou para o lugar onde o SENHOR estava e disse:

_ Pois é Senhor, este povo cometeu um pecado terrível não é mesmo? Fizeram um deus de ouro e o adoraram, que coisa né?

_ ...

_ Por favor, meu Senhor, perdoa o pecado deles!

_ ...

_ Porém, se não quiseres perdoar, então tira o meu nome do teu livro (o livro da vida), onde escreveste os nomes dos que são teus.

Tão grande era o amor que Moisés sentia por seus irmãos desviados, que se não pudesse impedir sua destruição, estava disposto a levar sua culpa, nesta vida e na vindoura, a fim de conseguir seu perdão.

Moisés realizou muitas ações nobres, mas esta foi a mais nobre de todas.

Ele foi um símbolo do Bom Pastor, que pôs sua vida por suas ovelhas.

V:33
Então o SENHOR disse a Moisés:

_ De maneira alguma Moisés, desta vez não atenderei seu pedido! Eu riscarei do meu livro todos os que pecaram contra mim.

Cada um deve ser responsável pelo seu próprio erro e colher as suas conseqüências.

Moisés tentou, mas só existe uma expiação vicária aceitável segundo a Palavra de Deus, e essa é a expiação de Jesus Cristo, o qual ao não ter pecado, pode ser castigado pelos pecados dos outros.

V:34,35
_ Agora volte ao trabalho e leve o povo para o lugar que eu mandei. Vou enviar um Anjo para guiar você na direção correta.

_ Obrigado Senhor!

_ E a respeito do povo, não vou matá-los, mas vou ter que castigá-los como conseqüência do pecado que cometeram.

Então surgiu no acampamento dos israelitas uma doença, para os fazer lembrar sobre perigo de ceder ao pecado.

Em Cristo!
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Êxodo 32:30


O amor e misericórdia pelas ovelhas perdidas

V:30
No dia seguinte finalmente o povo se deu conta da besteira que haviam cometido e ficaram demasiadamente preocupados, pensando que todos os culpados seriam mortos.

Mas o amor e a misericórdia de Moisés para com seu povo o levaram a interceder novamente diante o Senhor em seu favor.

_ Prestem atenção! Vocês cometeram um pecado horrível, não é verdade? Porém agora, eu vou ter que subir outra vez no monte para falar com o SENHOR.

_ Por favor, Moisés tenha piedade deste teu povo, rogue ao Senhor Deus que nos perdoe!

_ Vou tentar, talvez eu consiga que ele perdoe o pecado de vocês. Agora tenham paciência e não façam nenhuma besteira.

Há aqui uma profunda lição que os ministros do Evangelho deveriam examinar bem.

Embora seja verdade que, como pastores do rebanho, devem amar a seus membros e atraí-los para o Senhor, também devem apontar ao seu povo suas transgressões.

Ao mesmo tempo, devem rogar fervorosamente a Deus pedindo o perdão do pecado mediante a misericórdia de Cristo.

Em Cristo!
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Êxodo 32:29

Os levitas

V:29
Após os Filhos de Israel terem deixado o Egito e atravessado o Mar Vermelho, Deus mandou Moisés subir no Monte Sinai para receber dEle os Dez mandamentos e o padrão do Tabernáculo.

Enquanto Moisés estava fora, vimos que um grave problema de idolatria ocorreu entre os filhos de Israel, que permaneciam ao pé do Monte Sinai.

A tribo de Levi (que Moisés e Aarão pertenciam) mostrou nesta ocasião que estava definitivamente do lado de Deus.

Como recompensa, os Levitas foram consagrados como sacerdotes para o serviço de Deus.

Receberam também uma bênção especial, a honra de serem escolhidos para servir no santuário, responsáveis em "fazer o trabalho na tenda da congregação", o Tabernáculo.

Portanto, os levitas não eram apenas músicos, mas todos aqueles designados para servir na casa do Senhor.

Mais tarde o serviço dos Levitas seria organizado em quatro grupos: superintendentes, oficiais e juízes, porteiros e músicos.

O trabalho do levitas é muito importante e cada vez mais, deve ser ensinado, tirando a falsa idéia de que apenas os músicos são levitas.

Em Cristo!
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Êxodo 32:28 - parte II


Porque Deus mandou matar?

Depois de muito pesquisar, descobri que há ainda muitas dúvidas e poucas respostas em relação a atitude de Deus diante de um caso como este.

Pesquisei tanto que cheguei há ficar por alguns dias sem postar, tentando achar uma resposta que fosse convincente.

Pois bem, depois de estudar muito sobre o assunto, segue abaixo minha conclusão;

Sobre Deus dizer "não matarás" e depois ele mesmo mandar matar, é preciso entender que o mandamento "não matarás" no hebraico traz o significado de "não assassinarás", ou seja, não derramarás sangue inocente.

Quando Deus manda matar ou mata, ele está exercendo juízo sobre a desobediência.

Aquele povo havia contemplado milagres que nenhuma outra geração viu em toda a história da humanidade, a assim mesmo zombou de Deus.

Quando alguém mata em uma guerra, não está assassinando, está defendendo seu território, sua causa, sua cultura, sua nação.

Quando alguém vai para a cadeira elétrica, como pena por seu erro, de acordo com a lei do seu país, não foi assassinado e sim executado como uma pena condenatória.

Portanto, Deus estava apenas defendendo sua nação e o futuro dela, dos idólatras remanecentes do Egito.

Compreenderam?

Entendem agora?

Não????

Nem eu...

Vou tentar de novo!

Agora prestem atenção!

Esta não foi a primeira vez que Deus exerce seu juízo interrompendo a vida de pecadores.

Deus já havia demonstrado seu juízo sobre a desobediência ao tirar a vida de pessoas em outras épocas.

Lembram do dilúvio?

A terra estava demasiadamente corrompida perante a face do Senhor e foi destruída toda a criatura na terra.

Depois, veio Sodoma e Gomorra, lembram?

O motivo da destruição destas cidades foram as relações homossexuais de seus habitantes, sua perversidade, imoralidade e a desobediência ao Senhor.

E as nações que Israel destruiu?

Sobre isso nós ainda não estudamos, mas o Senhor em sua infinita misericórdia, primeiro deixou que os pecados deles chegassem até a medida de serem repulsivos, para depois mandar o juízo divino sobre eles, ceifando muitas vidas.

Agora prestem atenção...

Nós já aprendemos lá em gênesis que Abraão, Isaque e Jacó foram muito amados pelo Senhor, certo?

Pois é, mesmo sendo amados, Deus não deu a eles nem um pedaço sequer da terra dos Amorreus, lembram?

Sabem por quê?

Porque os pecados do Amorreus não tinham chegado à medida de serem repulsivos.

E foi por isso mesmo que o Senhor levou os filhos de Israel ao Egito, e mesmo que fossem escravizados lá, o Senhor não tirou dos Amorreus a sua terra e suas vidas, enquanto a medida das suas abominações, e de seus pecados não chegassem ao limite. (isso tá lá em Genesis. 15:13-16)

Portanto Deus mandou matar sim, e não assassinou, mas antes disso sempre deu a oportunidade do arrependimento e sempre esteve pronto para o perdão.

E nós, como uma criança que não entende, mas confia no seu pai, devemos fazer o mesmo em relação aos atos de Deus, pois muita coisa que Jesus fez pra nós também é incompreensível.

Diz a palavra de Deus em Isaias 55 que nossos pensamentos não são os do Senhor e que assim como o céu é muito mais alto que a terra assim é seus pensamentos mais altos que os nossos.

A palavra diz também que as coisas reveladas são para nós e nossos filhos, mas as coisas ocultas são para ele (Deuteronômio 29:29).

Mas não se preocupe...

Se você como eu ainda não entendeu, acredite que chegará o dia em que conheceremos Deus e seus desígnios, como ele nos conhece.

Em Cristo!
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Êxodo 32:28 - parte I

A penalidade dos idólatras

V: 28

A Tribo de Levi não se envolveu com o incidente do Bezerro de ouro.

Aliás, não foram todos os Hebreus que se envolveram.

A diferença dos Levitas diante dos outros Hebreus que também não se envolveram foi que os demais ficaram passivos.

Mas a tribo de Levi combateu os autores do Bezerro de Ouro!

Quando Moisés convocou quem tomaria vingança contra aquela idolatria, foram os Levitas que se apresentaram para caçar os Idolatras!

Os Levitas agiram de forma decisiva e naquele dia mataram cerca de três mil pessoas.

Esta execução sumaria demonstra a revolta de Deus pela profanação de seu culto.

Devemos crer e entender que o julgamento de Deus é sempre justo.

O que tem que ser observado não é o fato de três mil haverem morrido, mas a multidão que havia sido poupada.

O julgamento caiu sobre aqueles que publicamente decidiram recusar o arrependido e se permanecer em rebelião.

Naquele momento crucial na história dos hebreus a penalidade do pecado deveria ser vista por todos e a graça de Deus deveria ser admirada por aqueles que entendem o que realmente seu pecado merece.

Quantas vezes as igrejas são corrompidas por aqueles que menosprezam os pecados de suas famílias, amigos ou de si mesmos?

Naquela época, a arma contra o pecado em alguns casos era a penalidade de morte.

Hoje, nossas armas são espirituais.

Nos dias de hoje, o cristão que vive no pecado, não é penalizado com a morte, mas deixa de receber as bênçãos celestiais por estar longe da comunhão com o Pai.

Aqueles que abertamente se rebelam contra Deus devem ser reprovados de forma amorosa e levados a confissão (Gálatas 6:1).

Em suas epístolas, o apóstolo Paulo nos lembra que a tolerância pelos cristãos que continuam a viver em pecado contamina toda a igreja (1 Coríntios 5:1-7).

Esse tipo de tolerância contribui para o declínio espiritual e moral das igrejas.

Eu sei, eu sei...

Ainda não respondi a grande questão da postagem anterior;

Porque Deus manda matar, se em um de seus mandamentos Ele diz “não matarás”?

Esta resposta merece uma postagem especial!

Vamos deixar para a próxima.

Em Cristo!
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Êxodo 32:25-27

Moisés acaba com a festa.

V:25
O ambiente no acampamento não era nada saudável.

O festival de Woodstock e o carnaval do Rio de janeiro poderiam ser considerados como festa infantil perto do espetáculo vil montado pelos israelitas.

Mesmo com a presença de Moisés, muitos ainda se recusavam a terminar com a rebelião.

A música que antes fora usada para adorar ao Senhor agora embalava as danças sensuais de um número cada vez maior de pessoas que sem nenhum recato moral se atirava nos braços uns dos outros.

Para qualquer lado que se olhasse poderia se presenciar corpos nus embreados em atos de orgia.

Um lugar santo, transformado em um inferno.

V:26
Não podendo deter este vil espetáculo, e crendo que devia recorrer a uma ação mais enérgica, Moisés se posiciona "na entrada do acampamento" e fala em voz alta:

_ Atenção! Atenção! Quem estiver do lado de Deus, o SENHOR, que chegue até aqui!

Apesar do barulho a da farra estabelecida, alguns que não concordavam com a rebelião, perceberam que Moisés estava falando e se encaminharam até ele.

Outros o ouviram e foram chamar os que temiam ao SENHOR.

Em poucos instantes um grande número de pessoas chamava a atenção por se posicionarem ao lado de Moisés.

Na guerra entre o bem e o mau não há neutralidade possível.

Ou estamos do lado de Deus ou do lado de Satanás.

Não há terreno intermediário.

O verdadeiro amor a Deus se manifesta em poder resistir à influência das multidões.

E foi exatamente o que fizeram os Levitas (que era a tribo de Moisés e Arão).

Os levitas eram os descendentes de Levi, terceiro filho de Jacó e Lia.

Eles não tinham participado do culto idolátrico.

V: 27
_ Muito bem levitas. Tenho uma tarefa muito importante para vocês, vinda do SENHOR.

_ Pode falar Moisés. Estamos prontos para atender nosso SENHOR!

_ Pois bem, O SENHOR, o Deus do povo de Israel, manda que cada um de vocês pegue a sua espada e vá pelo acampamento, de ponta a ponta, matando aqueles que persistirem nos ritos de orgia, vocês não devem levar em conta nem os laços de família nem de amizade.

E agora?

A situação realmente estava fora de controle, sabemos disso!

Más será que era necessário recorrer a uma ação radical para reprimir a rebelião?

E os levitas, vão dar cabo desta ordem, mesmo que para isso tenham que matar seus parentes e amigos?

Um lugar de festa se tornaria em um lugar de morte?

Um dos mandamentos do Senhor não diz “não matarás”?

Porque Deus manda matar então?

As respostas para estas e outras indagações você vai ver na próxima postagem!

Em Cristo!
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Êxodo 32:21-24

A Desculpa de Arão

V:21
Logo depois de ter destruído o ídolo, Moisés naturalmente se voltou para aquele que tinha ficado a cargo do povo e que, portanto, deveria ter resistido e detido esta apostasia.

_ O que é que esta gente lhe fez para que você a levasse a cometer esse pecado tão horrível, em Arão?

_ Er. Hum. Veja bem, Moisés.

_ Veja bem? Não me venha com rodeios, desembucha logo!

V:22
_ Calma, Moisés! Não fique com raiva do seu irmão aqui. Não tenho culpa disso aí. Você sabe como esse povo aí é mau.

Arão não tinha a mesma força de caráter de Moisés.

Aliás, poucas pessoas teriam a coragem de ficar contra uma multidão.

V:23
_ Aconteceu assim; Eles vieram pra cima de mim com um papinho que achavam que você tivesse morrido. E, cá entre nós, você ficou quarenta dias lá em cima sem dar um sinal de vida, acabamos pensando o pior. E então eles queriam outro deus, e não sei o quê, e não sei que mais e aí… E aí…

_ E aí…?

A defesa de Arão somente o fez parecer mais ridículo.

V:24
_ E foi aí que eu mandei que quem tivesse enfeites de ouro os tirasse e me desse. Joguei aqueles enfeites no fogo, e como num passe de mágica adivinhe...

_ ...?

_ Saiu este bezerro!

Cara de pau este Arão!

A fim de justificar ainda mais sua conduta, ele insinuou que tinha acontecido um milagre, que um poder sobrenatural tinha convertido o ouro na imagem de um bezerro.

O poder fascinador do pecado faz de homens que em outras circunstâncias raciocinariam sensatamente, percam o equilíbrio e a capacidade de raciocinar a realidade, achando que qualquer um possa acreditar em seus devaneios.

É importante informar a você leitor, que Moisés já havia intercedido por Arão para que Deus não o destruísse por causa de seu pecado.

Bom, de qualquer forma, seu argumento deixou Moisés enfurecido.

E para não descer o braço no irmão, saiu dali e foi para a entrada do acampamento, pois tinha uma importante decisão a tomar.

Sobre esta decisão estudaremos na próxima postagem.

Em Cristo!
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Êxodo 32:20


Moisés destrói o ídolo.

V:20
Depois de quebrar as tábas da lei, Moisés foi em direção ao bezerro de ouro que eles haviam feito, queimou-o no fogo (provavelmente tinha uma armação interna de madeira) e o moeu até virar pó e espalhou o pó na água do ribeiro que descia do monte.

A água descia e acumulava nos poços dando condições ao povo de viver no local. Foram encontrados diversos vestígios desses poços conforme a foto abaixo (ver "well").

_ Agora quando vocês tiverem sede, vão ter que beber da água contaminada pelo seu pecado.

Eles não tinham outra água, ao tomar os israelitas se arriscavam a beber partículas de ouro.

Deste modo o instrumento de seu pecado se transformou em instrumento de seu castigo.

Ao destruir completamente o bezerro de ouro, Moisés ensinou ao povo a total inutilidade e vaidade de um ídolo.

Se o bezerro não podia salvar a si mesmo, certamente não poderia salvar a seus adoradores.

Por hora, esse tinha sido o castigo para povo em geral, Moisés voltaria mais tarde para acertar as contas com alguns idólatras, mas antes ele precisava falar com uma pessoa...

Adivinha quem?

Esse mesmo!

Arão tinha muito o que explicar ao irmão...

Em Cristo!
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Êxodo 32:15-19


Moisés se depara com o triste quadro!

V:15,16
Pois bem, Moisés desceu do monte, carregando as duas placas de pedra com os mandamentos escritos nos dois lados de cada pedra.

O próprio Deus havia feito as placas e tinha gravado nelas os mandamentos.

V:17,18
Ao descer Moisés se encontrou com Josué, quem tinha permanecido onde Moisés o tinha deixado seis semanas antes.

Vejam só, eu nem me lembrava mais que Moisés tinha trazido Josué junto com ele.

_ Josué? Acorda Josué! Vamos descer.

_ Hum? Hã? Hein? Hein? Ah, oi, Seu Moisés. Terminou lá seu encontro com o SENHOR?

_ Terminei. E agora temos que descer rápido.

_ Mas pra que tanta pressa?

_ Te explico no caminho, vamos!

E lá foram Moisés e Josué descendo o monte.

Já chegando perto do pé do monte, dava para ouvir uma gritaria que vinha do acampamento.

_ Ih, Seu Moisés! Tá ouvindo o barulho lá embaixo? Parece que está acontecendo uma guerra.

Como soldado, Josué pensou que o som proveniente do acampamento fosse barulho de guerra, mas Moisés, prevenido por Deus de que algo andava mal, já suspeitava sobre a verdadeira natureza do ruído;

_ Não! Não parece nem barulho de vitória, nem um grito de derrota, o que estou ouvindo é gente cantando.

_ Hum!

Josué não entendeu nada.

V:19
Mas quando chegaram perto do acampamento, viram o povo dançando e cantando em volta do bezerro de ouro.

Eu já lhes disse que as cerimônias religiosas da maioria das nações da antigüidade incluíam danças como parte do culto, certo?

Pois então, entre os hebreus também havia danças, mas estas eram solenes e honradas.

Já entre os pagãos, e especialmente entre as nações orientais, tais danças tinham um caráter sem vergonha, terminando sempre em orgias desenfreadas.

As bailarinas egípcias eram profissionais do tipo mais degradado, e sua dança era sensual e indecente.

Este era o tipo de baile em que se tinham entregado os israelitas, o que explica a tremenda ira de Moisés.

Embora previamente avisado a respeito da rebelião de Israel, ele não estava preparado para ver tão grande infidelidade para com Deus.

E o que viu, o deixou muito revoltado.

Era idolatria da pior classe.

Não acreditando no que via, talvez para acordar de um pesadelo, Moisés deu um grito, jogou as preciosas tábuas violentamente no chão ao ponto de quebrá-las.

Ao fazer isso indicou que da mesma forma como eles tinham quebrado seu pacto com Deus, assim também Deus tinha quebrado seu pacto com eles.

Depois disso Moisés acelerou o passo na direção do bezerro.

O povo, assustado com a repentina aparição do líder que eles julgavam morto ou desertor, deu passagem a ele.

O que ele fez?

Bom, isso é assunto para a próxima postagem.

Em Cristo!
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Êxodo 32:10-14

A impressionante intercessão de Moisés!

V:10
_ Vou descer lá e acabar com a raça deles, não vai sobrar um! Mas você não se preocupe, Moisés: Vou começar tudo de novo com você, seus descendentes serão meu novo povo escolhido. Porque esse povo aí não deu certo.

Poderia ter sido uma grande tentação para Moisés, pois assim ele estaria livre deste povo rebelde, e colheria sozinho de todas as bênçãos da Promessa.

Mas, ao invés disso, ele nos dá um exemplo de uma das melhores orações intercessórias da Bíblia.

Nobremente esteve à altura da situação e provou sua leal consagração a Deus e à tarefa que o Senhor lhe tinha encomendado.

V:11
_ NÃOOO! Não faça isso Ó SENHOR. Por que ficaste assim tão irado com o teu povo?

Moisés sabiamente reafirma aqui que Israel é o povo de Deus, e não seu.

E emenda seu primeiro argumento na defesa do povo;

_ O Senhor lembra que teve tanto trabalho para tirar eles do Egito com grande poder e força?

Deus tinha feito tanto por eles que seguramente não deveria os deixar agora, tendo que reconhecer assim o fracasso de seu próprio plano.

Moisés usou isso como o primeiro argumento, afirmando que Deus não podia retroceder.

Moisés não podia defender o pecado de seu povo, mas podia interceder por ele para que fosse perdoado

V:12
Não satisfeito com a primeira defesa, coloca em pauta seu segundo argumento;

_ Além do mais senhor, os egípcios vão dizer que tiraste o teu povo do Egito para matá-lo nos montes e destruí-lo completamente. Não fiques assim irado; mude de idéia e não faças cair sobre o teu povo essa desgraça.

As nações vizinhas já sabiam da maravilhosa libertação dos hebreus no Egito e como resultado, tremiam só de pensar o que Deus poderia fazer em favor de Israel.

Portanto, se Israel fosse destruído, os pagãos se alegrariam e Deus seria desonrado.

Os egípcios diriam que ao invés de Deus levar seu povo ao deserto para sacrificar animais a ELE, tinha é levado eles ali para serem sacrificados.

V:13
Em seu terceiro de derradeiro argumento, Moisés faz uso de seu conhecimento da palavra de Deus para interceder pelo povo;

_ Lembra dos teus servos Abraão, Isaque e Jacó? Lembra do juramento que fizeste de lhes dar tantos descendentes quantas estrelas há no céu? Lembra também que prometeste que darias aos seus descendentes toda aquela terra para ser propriedade deles para sempre?

Moisés fez bom uso das promessas que Deus havia feito.

O que aconteceria com essas grandes promessas feitas aos patriarcas a respeito de Israel e a terra prometida se a nação fosse destruída?

Ser bem sucedido na oração requer conhecimento da palavra de Deus.

Há poder em relembrar Deus das Suas próprias promessas.

V:14
O Senhor se comoveu pela oração fervorosa e humilde de seu fiel servo.

Então o SENHOR Deus mudou de idéia e não fez cair sobre o seu povo à desgraça que havia prometido.

Deus não podia rejeitar o pedido de alguém que pensava mais em seu povo do que em sua própria exaltação e honra.

Que homem de caráter foi Moisés!

Que revelação maravilhosa do amor divino!

As palavras "Deus mudou de idéia ou se arrependeu" são uma débil tentativa de expressar a vontade divina na linguagem humana.

Na realidade, Deus não pode mudar de idéia, porque conhece "futuro desde o princípio".

No entanto, quando os pecadores abandonam o pecado e se voltam a ele, quando seus filhos lhe suplicam misericórdia e perdão, então Deus se "arrepende".

Muda da ira para misericórdia...

Do castigo para generoso perdão.

Em Cristo!
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Êxodo 32:8-9

Moisés fica sabendo que o povo caiu na folia.

V:7
Como vimos na postagem anterior, O SENHOR, embora estivesse com Moisés, era onisciente e sabia de tudo o que estava acontecendo.

Deus falou para Moisés descer do monte porque o bicho tava pegando lá embaixo.

_ Desça depressa porque o seu povo, o povo que você tirou do Egito, pecou e me rejeitou.

Perceba que neste momento Deus já não falava do povo de Israel como "meu povo".

Deus estava muito decepcionado, eles haviam quebrado o pacto feito com ELE, e se afastado de seu cuidado e direção.

Moisés por sua vez ficou muito surpreso, pois não sabia de nada do que estava ocorrendo lá abaixo.

_ O que aconteceu SENHOR?

V:8
_ Está acontecendo que eles já deixaram o caminho que eu mandei que seguissem.

O culto ou a festa que eles organizaram era muito parecida com o que hoje chamamos de Carnaval.

A festa por todos conhecida com a “Festa da Carne “ e tão esperada todo ano aqui no Brasil.

Perceba que o carnaval não é nada novo e sim um  GRANDE  CULTO  ANUAL  AO  DIABO que remonta a cerca de 3.500 anos de existência.
Percebam a identidade de tais cultos com o carnaval... eram regados a bebidas fortes e a embriaguês de seus adoradores se evidenciava nas orgias em ter homens e mulheres, mulheres e mulheres e homens e homens, muita música e ainda se evidenciava na inversão dos valores sociais e naturais, como a descaracterização do pobre que se travestia de rico, do rico que se travestia de pobre, da mulher que se travestia de homem e homem de mulher.

_ IMPOSSÍVEL MEU SENHOR!

O semblante de Moisés era de total decepção, pois fazia só umas poucas semanas desde que o povo havia se comprometido num solene pacto com Deus prometendo total obediência.

_ Pois é, eles fizeram um bezerro de ouro fundido, e o adoraram, e lhe ofereceram sacrifícios. Estão dizendo que estes são os deuses deles, os deuses que os tiraram do Egito.

Deus não escolheu o povo de Israel porque era um povo superior, maior, ou melhor do que qualquer outra nação...

Israel não era nada disso!

Deus o fez isso por causa da sua promessa a Abraão, a Isaque e a Jacó, de que da sua semente faria uma grande nação.

V: 9
_ Além do mais Moisés, Eu conheço este povo e sei que é muito teimoso e desobediente.

Deus estava dizendo que este povo era de dura cerviz, ou seja, desobediente, como um cavalo que não responde ao controle das rédeas.

Pobre Moisés, o tamanho de seu esforço e dedicação, parecia ser menor do que a teimosia do povo que ele liderava.

Mas na próxima postagem Deus fará uma proposta tentadora a Moisés:

Destruir completamente o povo de Israel e fazer uma grande nação a partir de Moisés.

Será que ele vai aceitar e em fim se ver livre deste povo rebelde?

Veremos na próxima postagem.

Em Cristo;
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Êxodo 32:6




O Culto divertido


V:6
Arão realmente perdeu o juízo.

Assumiu a posição de sacerdote, construiu um altar diante do bezerro de ouro e ainda convocou o povo para uma festa ao SENHOR para o dia seguinte, achando que tudo isso poderia agradar a Deus.
Assim como a adoração a Deus foi corrompida pela introdução de uma imagem para representá-lo, da mesma forma a cerimônia de adoração dos israelitas  conseqüentemente seria corrompida.
Quando os homens se afastam de Deus, perdem completamente o gosto pela verdadeira adoração espiritual.

E tal era o entusiasmo e o fervor do povo, que se levantaram bem cedo a fim de começar seu culto. 
É óbvio que o motivo não era vir ao SENHOR em reverência e humildade para oferecer sacrifícios pelos seus pecados e exaltar o Seu nome.
Mas então qual era o verdadeiro motivo?
Afinal eles madrugaram para oferecer holocaustos e ofertas pacíficas, não é verdade?
É... Mas parece que o que eles queriam na verdade era comer, beber e se divertir.
Então já dá para imaginar o que se passava na mente dos israelitas quando se dirigiam ao culto.
Aliás a palavra “divertir” em algumas versões “folgar” é a mesma palavra encontrada em Gênesis 26:8, e sugere atividade de ordem sexual, uma orgia como se praticava nos cultos pagãos.
Pois bem, logo após a celebração  o povo sentou-se para comer e beber, e depois de saciada a fome todos se levantaram para se divertirem.

O clima vulgar e de excessiva libertinagem a que o povo se entregou era típico das festas pagãs de fertilidade.
E a partir daí ninguém mais tinha controle sobre si, aconteceu um desenfreio carnal inimaginável para o local sagrado no qual estavam acampados.
Este episódio ilustra a luta constante que há na natureza humana entre a carne e o Espírito.
Desde o momento em que os israelitas saíram de Egito, experimentaram uma vida espiritual na dependência do Deus invisível e repousando sobre sua proteção.
Mas, foi só se afastarem de Deus e da influência e direção de Moisés, para prevalecer o pecado.
Se voltaram para a idolatria e com ela o “divertimento” tão intimamente ligado ao culto pagão.
Lamentavelmente é o divertimento que atrai muita gente para certas "igrejas" hoje em dia.

Tem gente procurando igreja como se estivesse procurando um clube social.

A falta de reverência é notória, e o alvo é apenas um; a satisfação pessoal.
Bom, enquanto rolava a festa no acampamento, Moisés sem saber de nada, continuava no monte Sinai, deleitando-se na mais pura e intima comunhão com o verdadeiro Deus invisível.
O SENHOR, porém, embora estivesse com Moisés, era onisciente e sabia de tudo o que estava acontecendo.
O que?

O que Deus achou de tudo isso?

Nem queira saber leitor, nem queira...

Mas aguarde a próxima postagem.
Em Cristo: