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Números 31:1-14 - A ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!


A  ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!

Números 31:1-14

Moabe e Midiã eram países aliados, prova disso é que no capítulo em que Balaque manda chamar Balaão, vimos que antes de fazê-lo ele se consultou com os líderes midianitas, e que a caravana que foi buscar o profeta era formada por membros de ambos os povos.

Esses haviam se afastado do território ao sul de Canaã, onde vivera Jetro, o sogro de Moisés, e aliando-se aos moabitas, caído em idolatria com eles.

Moisés estava triste num canto, pensando em sua morte próxima, quando Deus veio falar com ele.

_ Moisés!

_ Sim meu senhor!

_ Você vai ordenar ao povo de Israel que se vingue do mal que os midianitas fizeram.

Os Midianitas, por sugestão de Balaão, tinham induzido a Israel a cometer um grave pecado, o que a sua vez trouxe uma praga de Deus sobre seu povo.

_ Tudo bem meu Senhor, darei a ordem!

O SENHOR deu a Moisés, como uma das suas últimas incumbências oficiais antes de morrer e passar para o além.

A ofensa dos Midianitas tinha ocorrido enquanto Moisés era chefe; agora ele foi comissionado por Deus para castigar aos ofensores antes de deixar sua autoridade.

_ É, isso. Depois da guerra, você será reunido aos seus antepassados.

Conformado com seu destino, Moisés tratou de traçar os planos para a batalha.

Convocou os líderes do povo e determinou que cada uma das tribos mandasse mil soldados para lutar.

_ Atenção soldados Israelitas... Armem alguns dos homens para irem à guerra contra os midianitas e executarem a vingança do Senhor contra eles.

_ Quantos homens devemos mandar para esta batalha, senhor?

_ Enviem à batalha mil homens de cada tribo de Israel.

Então Moisés mandou para Midiã esses doze mil homens sob o comando de Finéias, o mesmo filho de Eleazar que matara o hebreu com a midianita em sua tenda.

Para a batalha foram levados também os objetos sagrados e as trombetas para os sinais.

As forças israelitas cruzaram a fronteira e entraram em território Midianita, onde lutaram.

Os israelitas mataram todos os homens midianitas, inclusive os reis Evi, Requém, Zur, Hur e Reba. Ah, e vejam só, mataram também Balaão que ainda se encontrava por lá.

Bom, além de matarem todos os homens, os israelitas levaram as mulheres e as crianças como prisioneiras, saquearam o gado e tocaram fogo nas casas e acampamentos midianitas.

Era um costume antigo matar aos homens, mas não às mulheres nem aos meninos.

Em certos casos posteriores, veremos que Deus indicará que se matasse só aos homens; em outros casos, deveriam matar toda a população.

Voltaram vitoriosos para a planície de Moabe onde o povo de Israel estava acampado, levando os prisioneiros e o despojo de guerra para apresentarem a Moisés e Eleazar.

Deus lhes deu uma vitória perfeita, pois nenhum dos combatentes israelitas perdeu a vida, mas eles falharam por não eliminar completamente aquele povo idólatra.

O líder e o sumo-sacerdote estavam reunidos com os líderes do povo quando viram o exército se aproximando e foram ao seu encontro.

Tratava-se de uma comissão de recepção para dar as boas vindas aos vencedores e fazer os arranjos que fossem necessários para a purificação, separação ou destruição das coisas impuras.

Vendo as mulheres midianitas no meio do exército, Moisés ficou revoltadissimo, especialmente porque mulheres Midianitas inaceitáveis tinham sido trazidas como cativas, o que incluía precisamente às que tinham sido a causa da praga que tinha varrido o acampamento.

_ O que significa isso? O que vocês acham que estão fazendo?

_ ...???

Continua no ano que vem...

Em Cristo!

A seguir: A destruição completa dos Midianitas.
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Números 28,29 e 30 - A repetição de diversas leis e rituais

A repetição de diversas leis e rituais

Números 28,29 e 30

Estudamos na última postagem que Deus anunciou a Moisés que ele morreria sem entrar em Canaã e que Josué seria seu substituto.

Para não esgotar a paciência de vocês e nem a minha, resolvi fazer um resumo de três capítulos que são basicamente uma repetição de passagens que já estudamos.

Nestes capítulos Deus passa a revisar várias leis, para garantir que tudo seria feito conforme as regras mesmo depois da morte de Moisés.

Deus falou das ofertas diárias, dos sábados, da Festa da Lua Nova, da Páscoa, da Festa da Colheita, do Ano Novo, do Dia do Perdão, da Festa das Barracas e das leis para regular promessas e juramentos feitos pelos israelitas, tudo isso em extenuantes detalhes.

É basicamente isso aí, mas não desanime, pois na próxima postagem tem peleja contra os midianitas.

Em Cristo!

A seguir: A  ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!
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Números 27:12-23 - Josué, o novo líder do povo


Josué, o novo líder do povo

Números 27:12-23

Depois do caso das filhas de Zelofeade, disse o SENHOR a Moisés:

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Suba ao monte de Abarim...

_ E o que faremos lá?

_ Quero que você veja a terra que tenho dado aos filhos de Israel.

Do alto deste monte, Moisés teria um panorama pleno da terra de Canaán estendida a seus pés.

Moisés já sabia que não devia entrar na terra prometida, e o privilégio de ver Canaã foi uma resposta a sua oração.

_ E depois de ver toda a extensão desta terra, você será recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão.

_ Mas porque meu Senhor?

_ Porque no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos (estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim).

Deus manteve sua decisão e não ia mesmo deixar que Moisés pisasse em Canaã.

Mas permitiria que ele pelo menos olhasse para a Terra Prometida, antes de morrer...

_ Entendi... Meu SENHOR?

_ Sim...

_ Peço-lhe que escolha um líder para o povo em meu lugar, como um pastor, que saia antes deles, que entre antes deles, que os liderasse para fora e os traga para dentro, para que não sejam como ovelhas que não têm pastor.

A grandeza de Moisés como dirigente se vê no fato de que se esqueceu de si mesmo e começou a traçar planos para o povo de Deus.

_ Eu já escolhi...

_ E quem será?

_ Você vai chamar a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele.

O Senhor escolheu Josué, que já vinha há algum tempo sendo preparado para o cargo, tinha experiência e passou por todos os perrengues que Moisés passou no deserto.

_ Depois, você deve apresentá-lo ao sacerdote Eleazar e perante toda a congregação, e dar a ele as tuas ordens na presença deles.

A cerimônia devia ser tão pública como fosse possível, para que não tivesse dúvida nem incerteza quanto à autoridade de Josué.

_ Ele diariamente deverá apresentar-se ao sacerdote Eleazar, que lhe dará diretrizes perante o Senhor.

Em alguns aspectos, é evidente que a autoridade de Josué era menor do que a de Moisés.

Moisés recebia conselho diretamente de Deus, mas Josué devia ir ao sumo sacerdote como a um mediador entre ele e Deus.

Deus não conversaria com Josué como falava com Moisés, face a face!

Moisés fez como o Senhor lhe ordenou.

Chamou Josué e o apresentou ao sacerdote Eleazar e a toda a comunidade.

Impôs as mãos sobre ele e o comissionou.

Tudo conforme o Senhor tinha dito por meio de Moisés.

Moisés estava ansioso de que Josué tivesse abundantemente a mesma sabedoria e direção que tinham sido suas.

Em Cristo!

A seguir: A repetição de diversas leis e rituais

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Números 27:1-11 - As filhas de Zelofeade

As filhas de Zelofeade

Números 27:1-11

Zelofeade era um israelita da tribo de Manassés que morreu no deserto deixando cinco filhas cada uma delas com seus lindos nomes: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

Como seu pai não havia deixado um filho homem como herdeiro, as cinco pobres irmãs foram solicitar a Moisés o direito à herança do pai.

Elas foram até Moisés, que se reunia com Eleazar, o sacerdote, os príncipes e toda a congregação, à porta da tenda da congregação, local onde ele e os líderes costumeiramente se reuniam para a administração dos assuntos públicos.

_ O próximo?

_ Temos aqui cinco moças que se dizem órfãs de seu pai.

_ Mandem entrar...

Elas se aproximaram...

_ Então... O que ouve?

_ Bom, seu Moisés, nosso pai morreu no deserto e desde então estamos sozinhas nesse mundo...

_ Hum... Por acaso, seu pai não estava entre os que se rebelaram contra o SENHOR no grupo de Coré?

_ Não! Nosso pai não estava no grupo de Coré, ele morreu no seu próprio pecado, pela lei comum de mortalidade a que os homens, pelo pecado, estão sujeitos.

_ Entendi... Seu pai teve algum filho homem?

_ Infelizmente não. É por isso que estamos aqui. Nós descobrimos que somente as famílias que possuem homens, foram escritas inscritas no recenseamento.

_ Hum...

_ E por não haver nenhum em nossa casa, nossa família ficou fora.

Assim, elas solicitaram um pedaço de terra como herança.

Mas a decisão do tribunal foi considerada inadequada para resolver o assunto.

Já que Moisés não queria tomar a decisão sozinho, levou o assunto a Deus, que havia ordenado que fizesse isso em várias ocasiões.

Moisés falou com Deus, que decidiu que o que elas pediam era justo e que dali por diante as filhas teriam direito à herança dos pais.

Repare que esta é uma passagem que também argumenta contra o pretenso "machismo" bíblico.

Deus considerou que as mulheres tinham o mesmo direito à herança do que os homens.

Em Cristo!

A seguir: Josué, o novo líder do povo
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Números 26 - A segunda contagem do povo

A segunda contagem do povo

Números 26

O capítulo 26 marca o início de uma nova seção do livro de Números.

O resto deste livro trata da preparação para a entrada da nova geração do povo de Israel na terra de Canaã, a oeste do rio Jordão.

Deus ordenou o censo da congregação dos israelitas de todos os homens da idade de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra.

O bicho ia pegar pro lado dos midianitas...

Foi o segundo censo desde que o povo saíra do Egito, tendo o primeiro sido feito quase quarenta anos antes, diante do monte Sinai, relatado no capítulo 1 de Números, lembram?

Houve uma diferença considerável no resultado, com grandes aumentos e diminuições nos números dos componentes de algumas tribos.

601.730 homens, contra 603.550 da primeira contagem.

No total geral houve uma diminuição de 1.820 homens.

Por que?

Porque Deus cumpriu sua promessa e deixou que morressem todos aqueles que murmuraram contra Ele e que tiveram medo dos povos de Canaã.

Com exceção de Josué e Calebe.

Como diz i ditado... Aqui se faz, aqui se paga!

E Moisés?

Bom, Moisés era levita, e os levitas eram contados separadamente por serem dedicados ao serviço religioso e por não possuírem terras.

Aliás, o número de levitas contados com mais de um mês de vida foi de 23 mil.

De posse dos dados fornecidos por Moisés e Eleazar, Deus decidiu que a localização do futuro território de cada tribo em Canaã fosse determinada por sorteio, enquanto o tamanho seria proporcional ao número de habitantes.

Este é basicamente o resumo deste capítulo, até a próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: As filhas de Zelofeade
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Números 25:17-18 - O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?

O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?

Números 25:17-18

Bem, dúvidas como esta já foram respondidas em outras oportunidades neste blog. Mas vamos tentar entender este caso...

Em um tempo como aquele, em que Deus separou uma nação exclusivamente para ele, era muito importante que esta nação fosse fiel.

E por isso, em muitos momentos foi necessário tomar medidas radicais para eliminar a idolatria que por diversas vezes se espalhava como praga pelo povo e salvar uma nação que pertencia exclusivamente a Deus.

Por mais estranho que nos possa parecer, naquele contexto, a iniciativa de Finéias foi necessária, pois a idolatria poderia significar o fim de Israel.

Nós já debatemos também aqui neste blog, que o povo de Israel recebeu de Deus uma lei que servia para governá-lo, tanto na vida espiritual, como nas questões civis.

Por isso, o “governo” castigava as pessoas que desobedeciam as leis religiosas.

Hoje, o governo ainda castiga malfeitores para manter ordem na sociedade (Romanos 13:1-4), mas a igreja não mata as pessoas que desobedecem as instruções religiosas que Deus nos deu!

Devemos ter o mesmo zelo de Finéias, mas não o mostramos da mesma maneira.

O ato de Finéias foi visto por Deus como providencial, mas não como um modelo a ser seguido, conforme aprendemos em toda a Bíblia...

Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus à ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor. (Rm 12:19).

A maior lição nesta passagem é com relação AO CULTO A DEUS E NOSSAS VIDAS ÍNTIMAS.

A pureza é o caminho para a preservação da paz e da harmonia com Deus.

E para concluir este capítulo...

Os Midianitas, como os israelitas, eram descendentes de Abraão, através de Midiã, o quarto filho de sua concubina e segunda esposa Quetura, enquanto os moabitas eram descendentes de Ló.

Moisés havia se casado com uma midianita, tendo vivido entre eles por quarenta anos.

Compreende-se, então, que os israelitas e particularmente Moisés teriam simpatia por eles, embora fossem idólatras.

E ainda nesse contexto, Deus chamou Moisés e disse;

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Eu quero que o povo de Israel se torne inimigo dos midianitas, afligindo-os e ferindo-os...

_ Mas porque meu Senhor?

_ Por causa da conivência de Israel com os midianitas, eles foram levados à idolatria, como no caso do engano de Cosbi ("Enganadora"), a filha de seu chefe que fora executada em flagrante.

_ Entendi...

_ Então vamos botar uma pedra sobre esse assunto que eu tenho uma tarefa pra você…

Em Cristo!

A seguir: A segunda contagem do povo
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Números 25:4-16 - Casal assassinado em pleno ato sexual


Casal assassinado em pleno ato sexual

Números 25:4-16

Vimos na postagem anterior que Deus ordenou a Moisés que matasse publicamente todos os líderes do movimento de adoração a Baal.

Imediatamente Moisés convocou os setenta juízes:

_ É o seguinte; Deus falou comigo e mandou matar os responsáveis por esta baderna...

_ Como é que é?

_ É isso mesmo! Eu quero que cada um de vocês executem os homens sob sua responsabilidade que sucumbiram à idolatria.

Esta ordem causou extrema tristeza entre o povo, é claro.

O remorso tomou conta dos israelitas, e todos eles se reuniram em frente ao Tabernáculo para chorarem e implorarem perdão a Deus, com Moisés à frente de todos.

E não é que com todo esse clima pesado um tal de Zinri, cidadão influente, chefe da tribo de Simeão, num descaramento intolerável e desprezo por Deus e por Moisés, teve a petulância de levar uma mulher midianita para dentro de sua tenda, para fazer sexo com ela, justamente no momento em que Moisés e os chefes das tribos ainda choravam a morte dos desobedientes?

Muito cara-de-pau, esse Zinri...

Muita gente viu e a notícia se espalhou rapidamente e todo mundo ficou em choque com a atitude deste homem.

Só que ninguém contava com a indignação de Finéias, filho do sacerdote Eleazar e neto do nosso saudoso Arão...

Quando Finéias ficou sabendo que Zinri e Cosbi (o nome da mulher midianita) estavam no maior love dentro da tenda, saiu da reunião e foi atrás dele armado de uma lança.

O cara entrou na barraca e vejam só que loucura... Traspassou ambos com uma lança... O texto sagrado diz que foram transpassados pelas suas partes genitais, o que sugere que foram apanhados em pleno ato sexual.

Segundo o texto, havia uma doença que vinha atacando os judeus desde que a idolatria tinha se espalhado pelo povo, e que só acabou quando Finéias matou Zinri e Cosbi.

Depois de tudo o que acontecera, Moisés um tanto quanto confuso, entrou no santuário para ter comunhão com Deus.

_ Senhor?

_ Fale Moisés!

_ O Senhor viu o que aconteceu no acampamento?

_ Sim!

_ O Senhor viu o ato sanguinário e brutal de Finéias?

_ Vi e aprovo a atitude de Finéias!

_ Aprova?

_ Sim! Inclusive você dirá a Finéias que a partir de hoje ele pode se considerar meu amigo. E eu prometo que ele e seus descendentes sempre serão sacerdotes.

Eu estava aqui pensando com meus botões...

O que levou Deus a aprovar um assassinato grotesco como esse, diante de Moisés e de todo o povo?

Bom, isso será assunto para a próxima postagem, até lá!

Em Cristo!

A seguir: O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?
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Números 25: 2,3 - A prostituição religiosa.

A prostituição religiosa.

Números 25: 2,3

Vimos na postagem anterior que as lindas mulheres moabitas, depois de muito freqüentarem as tendas dos israelitas, os convidaram para as festas em que eram feitos sacrifícios aos seus deuses.

Em Peor, região de Moabe, havia uma versão local de uma divindade, que era adorada conjuntamente por moabitas e midianitas.

Foi nessa localidade de Sitim, bem próximo de Jericó, que Israel rompeu a aliança com o seu Deus, pondo-se a cultuar a baal.

Sendo o deus da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra.

A coisa era feia mesmo...

Em suas cerimônias havia sacrifícios de vítimas humanas, orgias sexuais e os mais inimagináveis desregramentos e logicamente, louvores a baal.

Os israelitas com o tempo foram aceitando os convites e tomando parte nos seus banquetes e adorando os seus deuses.

Deus vendo tudo isso, ficou muito irado com o povo, é claro.

Chamou Moisés e soltou o verbo:

_ MOISÉS!

_ Sim meu Senhor...

_ REÚNA TODOS OS CHEFES DO POVO DE ISRAEL E OS ENFORQUE DIANTE DE MIM, AGORA, EM PLENA LUZ DO DIA!

_ Hught...

Continua...

Em Cristo!

A seguir: Casal assassinado em pleno ato sexual
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Números 25: 1 - Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas


Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas

Como vimos na postagem anterior, Balaão voltou pra Mesopotâmia, deixando o desesperado Balaque na mão.

Mas não totalmente, antes de ir embora o incircunciso deu um conselho a Balaque;

_ Majestade?

_ O que você quer?

_ Antes de ir embora, quero lhe dar um conselho...

_ E qual é o conselho?

_ Vossa Majestade deveria infiltrar o acampamento dos israelitas com lindas mulheres moabitas, para que se casem com israelitas e introduzam a idolatria para afastá-los do SENHOR que os protege.

O maior perigo que o povo de Israel tinha que enfrentar não eram os exércitos dos povos que habitavam a terra prometida, mas sim a tentação constante de se contaminar com as religiões e costumes dos cananeus.

_ É... Você pode ter razão...

Eles estavam acampados em Sitim, que se localizava na fronteira da terra de Canaã, um campo verdejante, alinhado a partir de um bosque de árvores de acácia que se alinhavam ao lado oriental do Jordão.

Seguindo o conselho de Balaão, lindas mulheres moabitas começaram a pipocar no acampamento de Israel.
O resultado?

Orgias sexuais no acampamento...

Baal-Peor, ou Baal de Peor era o deus mais popular de todos os deuses dos povos daquela região, representado por um touro medonho, símbolo de força e de fertilidade, considerado o deus das chuvas e das colheitas.

Por ser tão popular, o nome Baal veio a ser freqüentemente usado de maneira genérica para todos os deuses da localidade.

Quando o inimigo de Deus não pode eliminar o testemunho dos eleitos através de um conflito direto, muitas vezes, tenta neutralizá-los contaminando os eleitos com o mundo.

Sitim era a sua última estação, dali até Canaã, era um tapa... Estavam tão próximos...

Este é apontado como um grande agravamento do pecado que cometeram quando Deus estava para colocá-los na posse de suas terras há muito esperado.

Depois de tanto entrar e sair das tendas dos Israelitas, as mulheres convenceram os hebreus a ir até Moabe para acompanhá-las em festas e orgias em homenagem a seus deuses, principalmente ao tal Baal-Peor.

Mas este é assunto para a próxima postagem...

Em Cristo!

A seguir: A prostituição religiosa. 
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Números 23: 14 - cap. 24 - Balaão volta pra casa

Balaão volta pra casa

Apesar nada ter dado certo até o momento, Balaque perseverou e levou Balaão para o alto da montanha de Peor, acreditando que desta vez teria mais sorte.

Novamente construíram sete altares e sacrificaram um novilho e carneiro em cada um, mas Balaão não foi procurar a palavra do SENHOR como das outras vezes, apesar de já não ter mais dúvidas de que deveria realmente abençoar a Israel.

Anteriormente Deus havia colocado uma palavra na boca de Balaão, mas desta vez o Espírito de Deus veio sobre ele.

Balaão entrou em uma espécie de transe e em seguida foi até Balaque e profetizou de olhos abertos, ou seja, com perfeita visão espiritual;

_ E então, Balaão, o que é que você tem para mim?

_ Eu tive uma visão...

_ Há é? Então me diga logo!

_ Eu vi todas as vitórias de Israel sobre os seus inimigos, sua prosperidade, seu domínio...

_ Há não! Novamente não!

_ Benditos serão os que abençoarem a Israel, e malditos os que os amaldiçoarem.

Balaque mal podia acreditar no que acabara de ouvir. Ficou vermelho de raiva e gesticulava contra Balaão.

_ BALAÃO, VOCÊ É DOIDO? PERDEU A NOÇÃO DO JUÍZO? JÁ É A TERCEIRA VEZ QUE EU TE PEÇO PARA AMALDIÇOAR ESTES MUQUIRANAS E VOCÊ SÓ LOUVA OS CARAS.

_ Não me leve a mal majestade, mas eu já havia advertido seus mensageiros que mesmo que vossa majestade me desse sua casa cheia de prata e ouro, eu somente poderia falar as palavras que me fossem dadas pelo SENHOR.

_ SUMA DA MINHA FRENTE, VÁ EMBORA!

Antes de ir embora, Balaão cai em outro transe, declarando de maneira ainda mais detalhada, sua profecia, predizendo a vinda do rei de Israel e a vitória sobre Moabe, Edom, Amaleque e os queneus, o cativeiro assírio de Israel e sua aflição por povos do Mediterrâneo.

Em seguida ele partiu de volta para sua terra, e Balaque voltou pelo seu caminho.

Nas profecias de Balaão, Deus dá testemunho a favor do Seu povo ao invés de dá-lo contra ele, como das outras vezes.

Em Cristo!

A seguir: Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas
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Números 23: 9-13 - Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.


Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.

Números 23: 9-13 

Oi...

Vamos relembrar?

Na última postagem, Balaque levou Balaão até um lugar de onde ele poderia ver uma parte dos israelitas, para que os amaldiçoasse.

Mas tudo deu errado e Balaão acabou fazendo uma profecia muito favorável aos hebreus.

Certo de que isso acontecera porque Balaão ficara intimidado diante da quantidade de israelitas, dessa vez Balaque o levou até o alto do monte Pisga, de onde poderia ver apenas uma pequena parte do acampamento, e pediu para que os amaldiçoasse.

Novamente fizeram sete altares e ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada um.

Pela segunda vez o SENHOR encontrou-se com Balaão e colocou a palavra na boca.

Transmitindo essa palavra, Balaão disse a Balaque;

_ É... Hrum... O SENHOR abençoou a Israel, portanto ele não pode ser amaldiçoado, pois o SENHOR cumpre as suas promessas. Pronto, falei...

_ O que?

_ É bem isso que eu disse. Deus não viu iniqüidade ou desventura naquele povo, os israelitas agem com o poder de Deus, não valendo encantamento ou adivinhação contra eles.

_ O Balaão! Assim já é demais né?

_ Eu não posso fazer nada, majestade...

_ Eu até acredito que você no momento não pode amaldiçoar essa praga de gente, mas abençoar já é demais!

_ Como eu já lhe disse, não posso fazer muita coisa.

Mas Balaque não desistiu, e num instinto de preservação falou a Balaão:

_ Tudo bem Balaão, não me leve a mal, mas me diga uma coisa, será que nós podemos tentar novamente?

O rei pensava que Deus poderia ser persuadido a mudar sua vontade.

A chegada de Balaão fez parecer a Balaque que o mesmo profeta pensava que isso era possível.

_ Bem, já que estamos aqui... Não custa tentar.

Aqui Balaão teve a oportunidade de cair fora, mas sua ambição o deteve, em função dos ganhos materiais.

_ Então vamos!

Em Cristo!

A seguir: Balaão volta pra casa
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Números 23: 7-8 - Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado

Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado

Números 23: 7-8

Ele voltou a Balaque e o encontrou ao lado de seu holocausto, e com ele todos os líderes de Moabe.

_ E então Balaão, falou com seu Deus?

_ Falei...

_ E aí?

Balão falou em estilo oracular de um profeta, afirmando (em resumo) que Israel não podia ser amaldiçoado, pois era uma nação separada de todas as demais e um povo tão grande que mesmo a quarta parte do que ele podia ver não se podia enumerar, e que ele desejava poder morrer partilhando das bênçãos de Israel.

Não era, de forma alguma, o que Balaque queria que ele dissesse, e Balaque não gostou.

_ O que? Tá maluco? Eu o chamei para amaldiçoar meus inimigos, mas você nada fez senão abençoá-los?

_ Olha seu Balaque, foi isso que Deus colocou em minha boca. A bênção divina foi pronunciada sobre a descendência de Jacó, e, portanto, qualquer prodígio alcançado por meus encantos, todas as habilidades mágicas, todo o poder humano, é totalmente impotente para contrariar o decreto de Deus.

_ Hum... Escute aqui...

_ Pois não?

_ Será que a gente não pode tentar de novo?

_ Não sei se vai adiantar, mas por mim, tudo bem.

_ Então vamos...

Em Cristo!

A seguir: Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.
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Números 23: 1-6 - Deus coloca palavras na boca do jumento Balaão

Deus coloca palavras na boca do jumento Balaão

Números 23: 1-6

Olá pessoal, sou eu...

Andei sumido, não?

Pois é, muito trabalho... Eu sei, eu sei, isso não é desculpa...

Muito bem, onde é que estávamos?

Ah, me deixa ver... Já sei! Balaque ofereceu sacrifícios a seus deuses e aquela coisa toda...

Pois bem. Na manhã seguinte, Balaque levou Balaão até um lugar chamado Bamote-Baal, de onde se podia ver parte do acampamento dos israelitas. Balaão olhou, coçou o queixo e disse:

_ Construa para mim aqui sete altares e prepare-me sete novilhos e sete carneiros.

Balaque tratou logo de dar as ordens, e em pouco tempo os altares estavam prontos, bem como os animais solicitados.

Então Balaque e Balaão ofereceram em sacrifício um novilho e um carneiro em cada altar.

Perceba que como rei pagão, Balaque realizou funções sacerdotais ajudando a Balaão...

A paródia de tudo isto não era evidente para o profeta, um perverso profeta de Deus que cooperava com um rei pagão oficiando num sacrifício a Baal, enquanto pensava ao mesmo tempo em que seu próprio Deus poderia ser acalmado com esse sacrifício.

Depois disso, Balaão disse a Balaque:

_ Fique aqui junto ao seu holocausto, enquanto eu me retiro.

_ Mas para que?

_ Talvez o Senhor venha ao meu encontro.

_ E isso é bom?

_ O que ele me revelar eu lhe contarei. Certo?

_ Certo!

E foi para um monte. E lá, chegando, O Senhor em sua paciencia infinita, foi ao encontro de Balaão;

_ Ó Meu Senhor, vistes o que eu fiz? Preparei sete altares, e em cada altar ofereci um novilho e um carneiro.

Balaão pretendia que os sacrifícios oferecidos a Deus o fizessem concordar com seus planos.

Da mesma forma como Deus, indo na contramão da natureza, colocou palavras na boca da jumenta, também pôs palavras na boca do jumento... Quero dizer, de Balaão, contrárias à teimosa vontade desse profeta.

_ Agora volta a Balaque e entregue a ele este mensagem.

E sobre as palavras que Deus colocou na boca de Balaão, é o que veremos na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado
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Números 22: 28-41 - A jumenta solta o verbo.

A jumenta solta o verbo.

Números 22: 28-41 

Então, enquanto Balaão ainda xingava o pobre animal, o Senhor abriu a boca da jumenta, e ela falou;

_ Escuta aí o Balaão... Que foi que eu lhe fiz, para você bater em mim por três vezes?

_ ???

_ Balaão, que te fiz eu para ser tratada de forma tão cruel? Levei três surras, sem contar os inúmeros insultos... O que você pretende com tal atitude?

_ Não quero saber! Você me fez de tolo! Quem dera eu tivesse uma espada na mão... eu a mataria agora mesmo!

Dificilmente um homem poderia estar mais cego, é incrível que ele não se surpreenda por estar dialogando com um animal.

O único outro exemplo registrado na Bíblia de um animal que falasse é o da serpente de Gênesis.

_ Afinal, não sou eu a sua jumenta? Aquela que você sempre montou até o dia de hoje?

_ Sim, e daí?

_ Por acaso tenho eu o costume de fazer isso com você?

_ Hum... Não...

Enquanto conversava com o animal, o Senhor abriu os olhos de Balaão...

Ele viu o anjo do Senhor parado no caminho, empunhando a sua espada.

No mesmo instante, balaão inclinou-se e prostrou o seu rosto em terra.

Então o anjo do Senhor lhe perguntou:

_ Por que você bateu três vezes em sua jumenta?

_ Bem... Hum...

_ Eu vim aqui para impedi-lo de prosseguir porque o seu caminho me desagrada.

_ Hught...

_ A jumenta me viu e se afastou de mim por três vezes. Se ela não se afastasse a esta altura eu certamente o teria matado, e somente a ela eu teria poupado.

_Olha... Eu confesso, pequei... Não percebi que um anjo do Senhor estava parado no caminho para me impedir de prosseguir.

_ Hum...

_ Agora, se o que estou fazendo te desagrada, eu até posso voltar...

Esta viagem tinha sido permitida devido à teimosia de Balaão e o desejo permanente em seu coração era o de continuar esta viagem.

Deus como sempre, usará as circunstancias, este episódio em particular, para mostrar seu grande poder.

_ Tudo bem, vá com os homens, mas fale apenas o que eu lhe disser.

Assim Balaão, feliz da vida, foi com os príncipes de Balaque.

Quando Balaque soube que Balaão estava chegando, foi ao seu encontro na cidade moabita da fronteira do Arnom, no limite do seu território.

_ Ô Balaão, até que em fim...

_ Aqui estou!.

_ Não mandei chamá-lo urgentemente?

_ É que...

_ Por que não veio logo?

_ É que...

_ Acaso não tenho condições de recompensá-lo?

_ De maneira alguma, eu acredito no potencial de sua riqueza. Porém, será que vossa magestade acha que eu tenho condições de dizer alguma coisa e isso acontecer?

_ Se não achasse não o chamaria até aqui.

_ Porém, vossa magestade precisa saber que eu só poderei dizer o que Deus puser em minha boca.

_ Que seja.

Os dois foram, com suas comitivas, a Quiriate-Huzote onde comeram uma boa refeição.

E na manhã seguinte...

_ Venha Balaão, vamos subir ao alto de um monte de onde poderemos ver um pouco do acampamento dos israelitas do outro lado da fronteira.

_ Mas porque que?

_ Por que a maldição será mais eficaz se você ver os israelitas enquanto os amaldiçoa.

Balaque até que planejou bem, mas as coisas não aconteceram de acordo com seus planos...

Como veremos no próximo capítulo.

Em Cristo!

A seguir: Deus coloca palavras na boca do jumento Balaão

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Números 22: 22-27 - A jumenta e o profeta teimoso.


A jumenta e o profeta teimoso.

Números 22: 22-27

A encantadora ingenuidade desta história esconde um brilho de composição literária e grande profundidade de reflexão teológica.

A narrativa é em um só tempo engraçada e terrivelmente séria.

A estupidez e teimosia dos personagens humanos são acentuadas pelo comportamento civilizado da pobre mula.

Conforme vimos no último capítulo, no fim das contas Deus autorizou a Balaão que fosse com os moabitas.

Balaão levantou-se pela manhã, pôs a sela sobre a sua jumenta e partiu a fim de alcançar os líderes de Moabe.

Mas como era de se esperar, o Senhor não deixaria barato sua insistencia.

Como assim?

No versículo 12 Deus deixou claro sua vontade a Balaão...

No versículo 20 o Senhor lhe permitiu que fosse. Esta foi uma instrução meramente permissiva, baseada não na vontade de Deus, mas na própria vontade de Balaão. Se o profeta tivesse desejado cumprir a vontade de Deus, as palavras registradas no versículo 12 teriam definido o assunto. Mas quando um homem é rebelde de coração, Deus pode permitir-lhe seguir seus desejos e sofrer as conseqüências.

Ele havia escolhido fazer o que ele próprio desejava, para o seu próprio proveito, amando o prêmio da injustiça.

É o que acontece com os falsos profetas (2 Pedro 2:15-16). Infelizmente muitos líderes cristãos hoje em dia, bem como entidades que se consideram evangélicas, também são motivados pela recompensa financeira sobre tudo.

Mas, continuando a história...

Balaão ia montado no lombo da jumenta e seus dois servos o acompanhavam.

Então um anjo empunhando uma espada, postou-se no meio do caminho.

Balaão não viu nada, claro, mas a pobre jumenta assustou-se e saiu da estrada, enfiando-se numa plantação.

Aqui se desvenda a sua cegueira espiritual e sua impotência. Ele não consegue ver o anjo do Senhor, embora sua mula consiga...

A saída da estrada causou um tranco que assustou Balaão. O profeta ficou revoltado:

_ Ô jumenta burra! Quem foi que mandou você sair da estrada? Quem foi?

O Senhor abriu somente os olhos da jumenta, como lhe abriria a boca dela pouco depois.

E deu várias bordoadas na pobre coitada que, abdicada como é da sua natureza, voltou para a estrada sem rezingar.

O anjo ficou em pé num ponto do caminho entre duas plantações de uvas, que tinha um muro de cada lado.

A jumenta, mais uma vez assustada pelo anjo, começou a andar rente ao muro para tentar desviar-se dele.

Balaão, sentindo a perna prensada contra o muro, assustou-se de novo, e ficou mais furioso ainda.

Desmontou da jumenta e começou a falar mal e bater na pobre coitada novamente;

_ Ô jumenta desgramada! Viu o que você fez? Agora vai apanhar!

Balaão montou de novo e prosseguiu viagem ainda resmungando contra a jumenta.

O anjo, por sua vez, havia se colocado numa parte estreita do caminho, por onde só passava mesmo a jumenta.

Ao ver o anjo pela terceira vez, a jumenta não sabendo mais o que fazer, desiste e deita-se no chão.

Este animal proverbial pela sua teimosia e passividade, demonstra ter mais percepção espiritual do que o super profeta da mesopotâmia a quem Balaque está preparado para contratar.

Balaque deveria é ter contratado a jumenta...

Balaão saiu do sério de vez, acreditando na teimosia da jumenta, começou a bater nela com a sua vara.

_ Ô jumenta miserável! Você é muito teimosa? Perdi a minha paciência de profeta contigo! Agora vai apanhar mais!

Então para o nosso assombro, de Balaão e da própria jumenta, ela fala...

Em Cristo!

A seguir: A jumenta solta o verbo.
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Números 22: 11- 21 - O Profeta Balaão


O Profeta Balaão

Números 22: 11- 21

Tendo recebido o pedido dos mensageiros de Balaque, ele esperou que o SENHOR o instruísse durante a noite sobre o que deveria dizer.

Deus veio a Balaão e lhe perguntou:

_ Quem são esses homens que estão com você?

_ São homens de Balaque, rei de Moabe.

_ O que eles querem?

_ Vieram mem pedir para ir com eles e interceder contra o povo de Israel.

_ Não vá com eles. Você não poderá amaldiçoar este povo, porque é povo abençoado.

Nenhum ser humano pode mudar a bênção de Deus e convertê-la numa maldição.

Na manhã seguinte Balaão comunicou sua decisão.

_ Bem, infelismente não poderei ir com vocês. Voltem para a sua terra, pois o Senhor não permitiu que eu os acompanhe.

Abatidos, os mensageiros voltaram para Moabe e avisaram a Balaque que Balaão não quisera ir.

_ O que? O homem não vem? Como assim, não vem?

_ Pois é, majestade. Não ele quis vir não.

_ Mas também, mandei uns zé-manés pra falar com o ele, claro que ele não se impressionou.

Então Balaque concluiu que Balaão precisava de um incentivo maior.

Mandou uma comitiva maior, de gente mais importante, com o mesmo pedido e oferecendo lhe dar tudo o que ele quisesse.

Depois de alguns dias de caminhada, chegaram à casa de Balaão:

_ Balaão?

_ Quem são vocês?

_ Balaão, viemos da parte de Balaque, rei de…

_ Rei de Moabe, tô sabendo. Ele mandou outros sujeitos pra cá dia desses. Só que pelo que vocês estão vestindo e os carros que vieram, vejo que são importantes.

_ Er… Pois é, Balaão, é que Balaque quer muito que você venha nos ajudar, por isso mandou, os principais líderes de Moabe, para que falássemos com você.

_ Sei... Mas eu já não disse que não posso ir?

_ Disse, disse. E respeitamos sua decisão! Mas não custa nada negociar, não é mesmo?

_ Se você diz…

_ Pois Balaão, o rei manda dizer que vai te pagar quanto você quiser, desde que você faça o favor de nos acompanhar até Moabe e amaldiçoar os israelitas.

_ Mesmo que Balaque me desse o seu palácio cheio de prata e de ouro, eu não poderia fazer coisa alguma, grande ou pequena, que vá além da ordem de Deus.

_ Ferrou... Vamos voltar para nossa terra para sermos todos mortos?

_ Ê, rapaz, pra que tanto drama? Vamos fazer o seguinte... Fiquem também vocês aqui esta noite, e eu descobrirei o que mais o Senhor tem para dizer-me.

Ele já havia recebido uma mensagem bem clara do SENHOR na vez anterior, mas ele deve ter tido alguma esperança que o SENHOR diminuísse sua proibição, por isso pediu que os moabitas esperassem até a manhã seguinte para que ele soubesse o que o SENHOR lhe diria.

Sem botarem muita fé, mas também sem alternativa melhor, os líderes ficaram na casa de Balaão.

Naquela noite Deus veio a Balaão e lhe disse:

_ Visto que esses homens vieram chamá-lo, vá com eles, mas faça apenas o que eu lhe disser.

O SENHOR compreendeu o dilema que atormentava Balaão (ele queria ir com os Moabitas) e permitiu que fosse com eles, desde que ele falasse somente o que o SENHOR lhe dissesse.

Deus também muitas vezes nos permite fazer aquilo que queremos, mesmo quando não é o Seu desejo, mas tenhamos cuidado, porque teremos que arcar com as conseqüências!

No dia seguinte Balaão comunicou sua decisão aos Moabitas, que quase explodiram de felicidade.

Balaão se aprontou, preparou sua jumenta e partiu com eles.

Balaão e sua jumenta protagonizarão um dos momentos mais engraçados e intrigantes da Bíblia.

Mas isso fica para o próximo capítulo.

Em Cristo!

A seguir: A jumenta e o profeta teimoso.

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Números 22: 9-10 - O rei de Moabe manda chamar Balaão


O rei de Moabe manda chamar Balaão

Números 22: 9-10

_ Então, a quem chamaremos?

_ Contrataremos os serviços de um profeta chamado Balaão.

_ Hum... O famoso Balaão?

_ Esse mesmo.

_ Mas ele mora muito longe!

_ Sim. Na cidade de Petor, perto do Rio Eufrates, na Mesopotâmia.

Para vocês terem uma idéia do desespero de Balaque (e da fama de Balaão), o território de Moabe era um pedaço da atual Jordânia, perto da fronteira com Israel e com a Síria. Balaão morava onde hoje fica o Iraque, cerca de mil quilômetros a leste de onde morava Balaque.

_ Você não acha que devemos contratar os serviços de algum profeta aqui em Moabe?

_ Não! Vamos chamar alguém que nos garanta a vitória.

Balaque então, enviou mensageiros para chamar Balaão.

Depois de alguns dias de caminhada, chegaram à casa de Balaão:

_ Balaão?

_ Quem são vocês?

_ Viemos da parte de Balaque, rei de Moabe. Conhece?

_ Já ouvi falar...

_ Pois então... Ele manda dizer que um povo inteiro saiu do Egito e está espalhado por todo canto e agora foram morar perto da gente. Nosso rei está com muito medo deles.

_ Sei, ouvi falar desse povo aí. Hebreus, não é?

_ Isso mesmo!

_ Uma nação organizada, que 40 anos atrás saiu do Egito e humilhou o Faraó, certo?

_ Isso mesmo!

_ Mas o que vocês querem que eu faça, se mal lhes pergunto?

_ Venha agora lançar uma maldição contra eles, pois são forte demais para nós. Talvez então tenhamos condições de derrotá-los e de expulsá-los da terra.

_ Amaldiçoar, é?

_ É. Sabemos da sua fama, Balaão. Sabemos que quem você abençoa é abençoado, e quem você amaldiçoa é amaldiçoado.

_ Tudo bem, mas isso vai custar caro...

Balaão era um profeta venal típico, comercializando com o seu dom.

Este é o "caminho de Balaão" (2 Pedro 2:15) que caracteriza os falsos ensinadores.

O "erro de Balaão" (Judas 11) foi que ele não compreendia que o povo de Israel havia sido redimido pelo SENHOR, mas via apenas um povo como outro qualquer; os falsos ensinadores também erram quando não levam em conta que Deus é justo e justificador dos que crêem em Cristo (Romanos 3:26).

_ Não tem problema, pode dar seu preço!

_ Vamos fazer o seguinte: Passem a noite aqui, e eu lhes trarei a resposta que o Senhor me der. Aí eu falo com ele a respeito, talvez nem precise ir com vocês.

_ Tá bom então, Balaão.

Balaão conhecia o Deus verdadeiro, embora também recorresse a augúrios (v.7, cap. 24:1) e adivinhações (Josué 13:22).

Você deve achar estranho que Balaão invocasse a Deus, pois se tratava de um profeta pagão...

A realidade é que Balaão foi originalmente um verdadeiro profeta de Deus que perverteu seus dons devido a seu afã por obter ganhos materiais.

Como Balaão, existem hoje muitos profetas (pregador ou pastor simbolicamente) que são mercenários que só pensam em si e nas coisas que possam ganhar pelas obras que fazem.

Isto é chamado no Novo Testamento "o caminho de Balaão" (II Pd. 2:15).

Os mensageiros de Balaque ficaram por ali.

À noite, Deus veio a Balaão...

E o que aconteceu nesta noite, é o que veremos na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: O Profeta Balaão
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Números 22: 1-8 - Moabitas e Midianitas se unem contra Israel

Moabitas e Midianitas se unem contra Israel

Depois de conquistar a maior parte do território ao leste do Jordão, Israel acampou nas campinas de Moabe, para além do Jordão, perto de Jericó.

Estas eram as terras que os Moabitas haviam perdido para os cananeus, e os Israelitas haviam depois conquistado para si.

Os Moabitas continuavam a habitar o resto do seu território, ao sul.

Quando Balaque, rei de moabe, viu tudo o que Israel tinha feito aos Amorreus, e que eles estavam se aproximando, se borrou de medo do povo, porque era muita gente. Moabe teve pavor dos Israelitas.

Ele, é claro, já sabia da destruição causada por aquele povo no território dos Amorreus.

Moabitas e Midianitas eram inimigos tradicionais, mas estiveram dispostos a unir-se contra Israel.

E então os líderes dos dois povos se reuniram para decidirem o que fazer:

_ Nós estamos perdidos minha gente. PERDIDOS!

_ Não devemos nes desesperar...

_ Como não nos desesperar... Essa multidão devorará tudo o que há ao nosso redor, como o boi devora o capim do pasto.

_ Tudo bem, Balaque. Então o que é que você tem em mente?

_ Seguinte. Precisamos mais do que uma ajuda humana para enfrentar ao indiscutível poder de Israel.

_ Hum...

_ Eu tenho um plano para destruir a Israel, mas temo tentá-lo com nossas próprias forças.

_ E então, qual a saída?

_ Os amorreus eram mais fortes que nós e caíram na mão dessa gente. Imagina só o que eles vão fazer com a gente… Acho que o jeito é apelar pra um feitiço.

_ Feitiço?

_ Isso mesmo. Não podemos entrar em guerra contra eles porque são mais poderosos, e o jeito é apelar para uma solução "espiritual":

Balaque e seu povo acreditavam no poder dos feiticeiros e em seus encantamentos.

A necromancia, a magia negra, a posse demoníaca são parceiras inseparáveis da idolatria.

_ Então, a quem chamaremos?

_ Contrataremos os serviços de um profeta famoso...

E sobre este profeta, falaremos na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: O rei de Moabe manda chamar Balaão
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Números 21: 21-35 - Vitória sobre os reis de Moabe e Basã


Vitória sobre os reis de Moabe e Basã

Números 21: 21-35

No último capítulo vimos que, depois do episódio da serpente de bronze, os israelitas marcharam, marcharam, depois marcharam mais um pouco e chegaram ao monte Pisga, já no território de Moabe, número 14 no mapa.

Pois muito bem, de lá Moisés enviou uma mensagem a Seom, rei dos amorreus, com praticamente o mesmo conteúdo da mensagem que enviara ao rei de Edom, explicando quem eram os israelitas, de onde vinham, para onde iam, e pedindo autorização para cortar caminho pelas suas terras.

Os israelitas comprometiam-se a não tocarem nas plantações nem beberem da água dos poços.

Porém, o rei Seom, ao invés de usar de diplomacia, não só recusou passagem, mas reuniu todo o seu povo e foi ao encontro de Israel para combater contra ele.

As semelhanças entre Seom, rei dos amorreus, e o rei anônimo de Edom acabam aqui...

Nós vimos que os edomitas eram considerados pelos israelitas como irmãos, uma vez que descendiam de dois irmãos, Esaú e Jacó, certo?

Vimos também que, por isso, quando o exército edomita veio atacar Israel, o povo apenas escolheu outro caminho e continuou sua jornada para não brigar com eles, certo?

Os amorreus, no entanto, eram descendentes de Ló, sobrinho do patriarca Abraão que teve filhos com as próprias filhas, dando origem aos moabitas e amorreus. Ou seja, parentes distantes e ainda frutos de incesto.

Assim sendo, os israelitas não tiveram a mínima preocupação em reagir ao ataque.

O SENHOR deu vitória absoluta ao povo de Israel, que tomou então posse da terra e das cidades dos amorreus, que estes haviam antes conquistado dos moabitas.

Assim eles conquistaram seu primeiro território, mais tarde ocupado pelas tribos de Rúben e Gade.

Os versículos 27 a 30 consistem em um poema daquele tempo celebrando a vitória.

Os israelitas tomaram todo esse território, inclusive a capital, Hesbom, e ficaram morando por ali.

Havia restado um grupo de amorreus em uma localidade chamada Jazer, dentro daquela área.

Depois de um reconhecimento que Moisés mandou fazer, os israelitas expulsaram os amorreus e tomaram as suas aldeias.

O povo tomou novamente o rumo do norte, e foram enfrentados por Ogue, o rei de Basã, cujo território ficava do outro lado do rio Jaboque.

Mesmo antes da batalha o SENHOR já havia dito a Moisés que havia entregue todo o povo e território de Basã em suas mãos.

E assim sucedeu...

Todo o povo pagão que ali habitava foi destruído, e Israel com isso adquiriu toda a região a leste do mar da Galiléia e do rio Jordão, até o monte Hermom.

É isso aí leitor, quando usamos a nossa fé, Deus nos dá vitória sobre os nossos problemas...

Primeiro, porém, precisamos confiar em Deus e depois tomar as decisões sabendo que o que estamos fazendo está no centro da vontade Dele.

Em Cristo!

A seguir: Moabitas e Midianitas se unem contra Israel
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Números 21: 10-20 - A rota dos israelitas depois do episódio das serpentes...

A rota dos israelitas depois do episódio das serpentes...

Eles saíram de Hor para Obote, depois para as ruínas de Abarim, no deserto, a leste de Moabe.

Dali foram para Zerede e depois para a margem norte do Rio Arnom, que fazia a fronteira entre Moabe e a terra dos amorreus.

Depois do Rio Arnom, foram beber num lugar chamado Beer.

Ali havia um poço, e finalmente puderam beber água à vontade.

Saindo de Beer foram para um lugar chamado Matana, depois Naaliel e Baamote e depois para o vale abaixo do monte Pisga, em Moabe.

Esses lugares com nomes estranhos deixaram esta postagem um pouco sem graça...

Mas é bom sabermos, porque deste vale os israelitas mandaram uma mensagem a Seom, rei dos amorreus.

E… Bom, o que aconteceu fica para a próximo postagem.

Em Cristo!

A seguir: Vitória sobre os reis de Moabe e Basã 

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Números 21: 8,9 - A serpente de bronze


A serpente de bronze

Números 21: 8,9

Moisés fez então uma serpente de bronze e a colocou num poste.

Quando alguém era mordido por uma serpente e olhava para a serpente de bronze, permanecia vivo.

Quem, porém, em sua incredulidade não olhasse para a serpente e confiasse em outros remédios, morreria.

Era, portanto, necessário que o que fosse mordido tivesse fé suficiente apenas para olhar para a serpente.

Mas pêra aí...

O leitor pode estar pensando...

Isso não é culto a uma imagem?

Não, isso não é culto a serpente, nem veneração e nem adoração, e evidentemente Deus jamais admitiria.

Prova disso foi que, posteriormente, indivíduos idólatras e supersticiosos entre os israelitas começaram a adorar a serpente de bronze, quando, nos dias do rei Ezequias, essa figura de bronze foi destruída, por haver-se tornado um objeto idólatra (II Rs 18.4).

Ezequias a chamou de Neustã (pedaço de bronze), dando a entender que a tal serpente era metal e nada mais.

E mais de 1500 anos depois, em seu famoso diálogo com Nicodemos (Evangelho de João, capítulo 3), Jesus Cristo diria que assim como a serpente levantada no deserto salvou a vida de milhares de pessoas picadas pelas cobras, era necessário que ele fosse levantado (crucificado) para salvar a humanidade do pecado.

O Senhor Jesus nos explicou que, da mesma forma, quem crê nEle não perecerá, mas terá a vida eterna.

É suficiente que o pecador convicto olhe para Cristo (Hebreus 12:2), pela fé, para ser salvo da perdição, não há outra condição.

Mas, quem procurar se salvar por outros meios, nunca o conseguirá.

A serpente de bronze é um símbolo do pecado julgado e condenado.

A serpente de bronze é uma figura de Cristo feito pecado por nós (João 3:14, 15; 2 Coríntios 5:21), levando nossa condenação.

Historicamente, o momento foi quando Cristo bradou "Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?" (Mateus 27:46).

Em Cristo!

A seguir: A rota dos israelitas depois do episódio das serpentes...
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Números 21: 4-7 - As serpentes ardentes.

As serpentes ardentes.

Números 21: 4-7

Depois da vitória em Horma, o povo de Israel continuou seu caminho tortuoso para evitar passar por Edom.

Vocês lembram nas postagens anteriores que foi necessário fazer uma alteração na rota inicial, diante da negativa do rei Edom, certo?

Pois bem, agora eles seguiram outro caminho, mas na direção que ligava o Monte Hor ao Mar Vermelho, dando as costas justamente à Terra prometida.

O povo começou a ficar cabreiro com isso...

Já fazia um tempão que tinham atravessado o Mar Vermelho, e agora iam ter que voltar para aquela direção?

Tinha mais um probleminha, o território pelo qual eles estavam viajando, o Arabá, é uma planície árida alastrada de pedras e areia e geralmente calorosa e seca.

E isso provocou muito desânimo no povo.

Aí vocês já devem saber o que aconteceu...

Começaram a reclamar, desfilando a mesma ladainha de sempre...

_ Por que vocês nos tiraram do Egito?

_ Para morrermos no deserto?

_ Não há pão!

_ Não há água!

_ E nós detestamos esta comida miserável!

Eles tinham comida em abundância, mas se rebelaram pela monotonia de sua dieta celestial.

Eles pensavam nos alimentos saborosos e variados do Egito que tanto falavam seus pais.

Mas esta foi a sétima e última vez, eles reclamaram contra Deus e contra Moisés...

Nossas reclamações frequentemente têm as mesmas causas.

Se pudermos corrigir estas ações e atitudes irrefletidas, deixaremos também de nos queixar quando achamos que as coisas não vão bem.

O SENHOR então fez uso de serpentes venenosas que habitavam esta região, para punir o povo pela sua incredulidade e rebeldia.

O deserto naquelas regiões tem uma variedade de serpentes, algumas das quais se escondem na areia e atacam sem aviso prévio.

A mordida trazia grande sofrimento e podia levar a uma morte lenta.

As serpentes foram chamadas de “ardentes” devido à inflamação violenta causada por sua mordida.

Na realidade, estas mortes aconteceram porque Deus retirou sua mão protetora sobre o povo.

Como a região por onde viajavam estava infestada de serpentes, escorpiões e muitas outras criaturas perigosas, portanto é de se admirar que essa gente conseguisse sobreviver em um deserto tão inóspito.

Por isso em cada dia aconteciam os milagres da proteção divina.

E é o que muitas vezes acontece conosco...

A mão protetora do Senhor repousa sobre nós e muitos milagres acontecem durante nossas vidas sem nunca reconhecermos.

Mas por causa da murmuração daquele povo, o Senhor repentinamente retirou sua proteção e permitiu que as serpentes atacassem.

Rapidamente, o povo se humilhou diante de Deus, sabendo que eram falsas suas acusações contra ele.

_ Ô seu Moisés, entendemos que pecamos quando falamos contra o Senhor e contra você.

_ Sei...

_ Ore pedindo ao Senhor que tire as serpentes do meio de nós!

Moisés foi até o Senhor e orou pelo povo.

Então o Senhor disse a Moisés:

_ Faça uma serpente e coloque-a no alto de um poste, quem for mordido e olhar para ela viverá.

Todos nós só podemos começar uma nova vida com Deus depois que reconhecemos que pecamos.

Cristo morreu pelos pecadores.

Quem não vier a Ele na categoria de pecador, não pode ser salvo por Ele.

Perceba que o povo não prometeu nada, apenas reconheceu o seu pecado, e confiou na misericórdia de Deus.

Também somos salvos apenas por reconhecermos o nosso pecado e confiarmos na graça de Deus revelada em Cristo.

Deus não requer uma promessa de nossa parte, apenas arrependimento.

Em Cristo!

A seguir: A serpente de bronze

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Empretec



Desculpem a minha ausência nesta semana, é que estou fazendo o EMPRETEC.

O EMPRETEC é um seminário que tem por objetivo desenvolver, nos participantes, características de comportamentos empreendedores.

O programa foi desenvolvido pela ONU - Organização das Nações Unidas visando o fortalecimento destas características empreendedoras.

Como o seminário está me ocupando uma semana inteira, praticamente das oito a meia noite, não tive tempo de estudar a palavra de Deus.

Mas domingo já estou de volta...

Orem por mim.

Em Cristo!
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Números 21: 1-3 - O ataque surpresa do rei Arade


O ataque surpresa do rei Arade

Números 21: 1-3 

Bom, Arão morreu, o povo ficou de luto por 30 dias.

Mas ninguém pode chorar para sempre, a vida continua...

A geração velha já estava quase que completamente morta, inclusive Aarão e em pouco tempo Moisés ia morrer.

Então, tendo terminado de vagar pelo deserto, Deus começou levar Israel na direção de Canaã novamente.

O povo de Israel seguiu um caminho tortuoso em direção ao oriente da terra de Canaã, rodeando pelo sul do mar Morto, e evitando passar pelas terras de Edom e a Filistia.

Seu caminho os levava por regiões desertas, e também por território ocupado por cananeus.

O primeiro dos cananeus foi o rei de Arade, que habitava no Neguebe, a sudoeste do Mar Morto.

Acontece que Arade, ficou sabendo que o povo de Israel se aproximava de suas terras.

A fama dos israelitas já era conhecida de toda a região, todos sabiam a história do povo que tinha saído do Egito e agora marchava na direção de Canaã.

Imagine os temores que devia despertar aquela multidão de cerca de três milhões de pessoas avançando em bloco pelo deserto.

Muitos até agora temeram aquela multidão, muitos ainda a temerão, e Arade não foi exceção...

Sorrateiramente, veio com seu exército e atacaram a retaguarda dos israelitas, levando alguns deles como prisioneiros.

Quando descobriram que foram atacados, a multidão enfureceu-se contra a situação.

Tinham perdido um de seus líderes recentemente, estavam a mais de quarenta anos vagueando pelo deserto, e agora são atacados covardemente por um povinho pagão?

Ah, não!

Então, Israel fez este voto ao Senhor:

"Se entregares este povo em nossas mãos, dedicaremos totalmente ao senhor as suas cidades".

O importante disto é que os despojos dessas cidades deviam ser separados para Deus e seu serviço.

Quando uma coisa era dedicada a Deus, não podia ser empregada para um uso secular.

O Senhor ouviu o pedido de Israel e lhes atendeu entregando-lhes os cananeus.

Israel os destruiu completamente, a eles e às suas cidades, de modo que o lugar foi chamado Hormá.

Em Cristo!

A seguir: As serpentes ardente.
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Números 20: 22 - 29 - A morte de Arão

A morte de Arão

Números 20: 22 - 29

Como vimos no último capítulo, o rei de Edom proibiu os israelitas de passarem pelo seu país, o que os obrigou a tomarem outro caminho.

Então sairam de Cades e foram para o monte Hor, que ficava na fronteira de Edom.

Mal assentaram acampamento, Deus chamou Arão e Moisés para o Tabernáculo.

_ Moisés?

_ Sim, meu Senhor!

_ Você vai subir ali no monte Hor com Arão e o filho dele, Eleazar.

_ Sim...

_ Lá em cima você vai tirar a roupa do seu irmão e irá vesti-la em Eleazar, que passará a ser o sumo-sacerdote.

_ E o que acontecerá com meu irmão, Arão?

_ Vocês vão descer e Arão vai morrer lá em cima.

Desta vez Moisés não suplicou a Deus que evitasse esta sentença, sabia que era resultado de suas desobediências e que logo chegaria sua vez...

Ele teria que levar seu próprio irmão para a morte...

E assim o fez, acompanhado de Eleazar, como o SENHOR lhe ordenara e subiram ao monte Hor perante os olhos de toda a congregação.

Assim o povo não podia levantar nenhuma dúvida quanto à legalidade da sucessão de Eleazar ao sagrado ofício depois da morte de seu pai.

Vocês podem imaginar a tristeza de ambos sabendo que desceriam do monte Hor sem o irmão e o pai, respectivamente?

E assim, quatro meses depois da morte de Miriã, o Sumo sacerdote Arão morreu no cume do monte Hor, aos 123 anos de idade.

Por causa da sua rebeldia, ele não viu a terra da promessa.

Também há muitos crentes, salvos por terem recebido a Cristo como seu Salvador, que nunca chegam a gozar dos frutos da sua salvação e da paz do Espírito em suas vidas.

Por causa da sua incredulidade não sabem o que é andar em comunhão com o Senhor Jesus.
Houve muita tristeza em Israel...

O povo chorou há Arão trinta dias.

Eles conheciam Arão e Arão os conhecia também...

Decerto haviam sido confortados por ele muitas vezes, quando traziam os seus sacrifícios, e ensinados por ele a respeito das coisas de Deus.

A morte de Arão marca o fim da perambulação do povo.

A partir daí Israel marcha ou para, não mais vagueia.

Passar pelo deserto, a caminho do Egito até a terra de Canaã, era uma disciplina necessária...

Em Cristo!

A seguir: O ataque surpresa do rei Arade
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Números 20:14-21 - Moisés tenta um atalho.

Moisés tenta um atalho.


Números 20:14-21

Moisés havia sido instruído pelo SENHOR a deixar o deserto e levar o povo para a fronteira oriental de Canaã, ao norte do mar Morto (Deuteronômio 2:2-7).

Mas do ponto onde se encontravam, havia um caminho real usado pelas caravanas, que atravessava a terra de Edom e ia até o lugar desejado, como vocês viram no mapa da postagem anterior.

Outro caminho era seguir para o norte, pela terra dos filisteus.

Mas logo depois da travessia do Mar Vermelho o povo evitou este caminho por causa da guerra, e ia continuar evitando-a.

Das três opções, Moisés teimosamente, escolheu a de Edom.

Só tinha um problema, como atravessar um país com uma multidão de seis milhões de pessoas sem ter problemas com a nação invadida?

O jeito era pedir autorização, já que Deus não os acompanharia em uma eventual guerra.

Edom era a terra onde Esaú, irmão de Jacó se estabeleceu, e os habitantes eram seus descendentes, portanto parentes distantes dos Israelitas, falando a mesma língua.

Sua capital era Bozra, da qual ainda existem ruínas.




RUINAS DE BOSRA, DE UMA POVOAÇÃO SEGUNDO A ARQUEOLOGIA, POR VOLTA DE 2.700 A 2.900 ANOS (900 A 700 A.C)

Vale destacar aqui a maneira conciliadora com que Moisés se aproximou de seu vizinho.

Humildemente, Moisés mandou um pedido na forma de carta diplomática, o que se enquadrava perfeitamente com as convenções redatoriais da época.

À Vossa Majestade, supremo Rei de Edom, protetor dos filhos de Esaú, assim diz teu irmão Israel...
Com certeza já ouviste falar do nosso povo que marcha pelo deserto e o trabalho que nos sobreveio.
Fomos escravos no Egito por séculos, e há coisa de um ano clamamos ao SENHOR, e ele ouviu a nossa voz, e mandou um anjo, e nos tirou do Egito; e eis que estamos em Cades, cidade na extremidade dos teus termos.
Nós somos todos descendentes de Jacó, que era irmão de Esaú, do qual vocês, edomitas, são descendentes.
Podemos nos considerar parentes, portanto.
Então eu queria pedir a Vossa Majestade que nos permita passar pelo seu país.
Estamos agora na terra de Cades e a caminho de Canaã.
O melhor caminho para nós seria pela Filistia, mas vossa majestade deve saber que existe uma guerra por lá.
Se autorizares nossa passagem, prometemos não comer o fruto da terra nem beber a água de seus poços.
Não sairemos da estrada principal.
É só uma passagem mesmo, mais nada.
Não queremos atrapalhar, só chegar mais rápido ao nosso destino.
Certo de que contarei com vossa a bondade e compreensão, aguardamos mui atenciosamente,
Moisés.

Enquanto os mensageiros anunciavam a mensagem, Moisés ficou roendo as unhas de ansiedade na espera da resposta.

Resposta que veio logo, assim que os mensageiros chegaram;

_ E então, qual a resposta?

_ Bem, hum...

_ Digam logo! Desembuchem!

_ O rei de Edom nos disse que não passaremos por sua terra, para que ele não saia com a espada ao nosso encontro.

Moisés ainda tentou argumentar.

_ Voltem lá e digam a ele que só queremos mesmo passar por Edom, sem sair da estrada principal, e que pagaremos pela água que porventura bebermos.

Algumas horas depois...

_ E então, o que ele respondeu?

_ Ele disse que ninguém passará por aquelas terras.

_ Eu não acredito, que sujeitinho difícil...

_ Difícil mesmo seu Moisés, ele também disse que reunirá seu exercito e virá ao nosso encontro... Melhor a gente sair daqui.

Os edomitas temiam os israelitas, não sabendo que o SENHOR havia proibido os israelitas de tocar neles (Deuteronômio 2:5).

Obediente a Deus, Moisés não se impôs, mas tomou outro caminho.

Parece que Moisés não estivera seguindo a nuvem do SENHOR, mas quisera abreviar a viagem atravessando o território de Edom.

Não deu certo.

Também nós às vezes procuramos tomar um atalho que nos parece melhor do que o caminho de obediência a Deus, pensando que o fim justifica os meios.

Igualmente não dá certo.

Em Cristo!

A seguir: A morte de Arão

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Retrospectiva - parte I


Do êxodo de Israel do Egito até a entrada em Canaã - parte I

Acompanhe pelo mapa um resumo de tudo o que aconteceu com o povo de Israel desde que sairam do Egito.

1. Ramessés: Israel foi tirada do Egito (Êx. 12; Núm. 33:5).

2. Sucote: Depois que os hebreus deixaram esse primeiro acampamento, o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, e de noite numa coluna de fogo (Êx. 13:20–22).

3. Pi-Hairote: Israel atravessou o Mar Vermelho (Êx. 14; Núm. 33:8).

4. Mara: O Senhor fez com que as águas de Mara se tornassem doces (Êx. 15:23–26).

5. Elim: Israel acampou ao lado de 12 fontes de água (Êx. 15:27).

6. Deserto de Sim: O Senhor enviou maná e codornizes para alimentar Israel (Êx. 16).

7. Refidim: Israel pelejou contra Amaleque (Êx. 17:8–16).

8. Monte Sinai: (Monte Horebe ou Jebel-Musa) O Senhor revelou os Dez Mandamentos (Êx. 19–20).

9. Deserto do Sinai: Israel construiu o tabernáculo (Êx. 25–30).

10. Acampamentos no Deserto: Setenta anciãos foram chamados para ajudar Moisés a governar o povo (Núm. 11:16–17).

11. Eziom-Geber: Israel atravessou as terras de Esaú e de Amom em paz (Deut. 2).

12. Cades-Barnéia: Moisés envia espiões para a terra prometida; Israel rebelou-se e foi impedido de entrar na terra; Cades serviu como o acampamento principal de Israel durante muitos anos (Núm. 13:1–3, 17–33; 14; 32:8; Deut. 2:14).

Foi o que estudamos até aqui.

E na próxima postagem...

13. Deserto Oriental: Israel evita um conflito com Edom e Moabe (Núm. 20:14–21; 22–24).

Em Cristo!
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Números 20: 10-13 - O pecado de Moisés

O pecado de Moisés

Números 20: 10-13

Quando conseguiram um silêncio razoável, Moisés pronunciou-se:

_ Atenção povo rebelde! Ouçam-me agora! Será que eu vou ter que tirar água dessa rocha para vocês calarem a boca? Hum?

_ ???

Dizendo isso, Moisés bateu duas vezes com a vara na rocha, e dela saiu água suficiente para dar de beber a todo o povo e aos animais.

Que maravilha, não?

É…

Mais ou menos.

Vocês lembram que na última postagem, comentei que estudamos lá em Êxodo 17:5,6 que muitos anos antes uma rocha havia sido ferida por Moisés para obter água?

E que para se manter o simbolismo, Deus cuidou para que a rocha não fosse ferida novamente, pois Cristo iria ser ferido, ou crucificado, uma única vez pelos nossos pecados?

Então, Moisés não somente prejudicou o simbolismo da rocha com a sua desobediência, mas exaltou-se a si próprio.

Assim mesmo, o SENHOR fez o milagre, e saíram muitas águas (fontes) da rocha.

Mas Moisés foi castigado por sua incredulidade (o mesmo pecado que o povo havia cometido 37 anos antes) com a proibição de entrar na terra prometida (o mesmo castigo que o povo sofreu).

Este pecado de Moisés desfigurou uma carreira exemplar.

Conclui-se aqui que Moisés e Arão pela morte seriam tirados de seu elevado cargo antes de que o povo entrasse na Terra Santa.

A morte de Miriã, seguida pela sentença capital pronunciada contra seus irmãos, faz desta uma das mais trágicas passagens de Números.

No entanto, estes versículos permanecem como demonstração da santidade de Deus e da pecaminosidade do homem.

Em Cristo!

A seguir: Moisés tenta um atalho.
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Números 20: 2-9 - Sem água em Cades


Sem água em Cades

Números 20: 2-9 

Bom, depois do relato da morte da irmã de Moisés e Arão, ficamos sabendo no texto bíblico, que não havia água ali onde o povo estava.

Então os israelitas começaram com o mesmo blábláblá de sempre:

Ah, que aqui não tem água, Ah, que vocês nos tiraram do Egito para que morrêssemos no deserto, Ah, que isso, Ah, que aquilo...

Foi sua sétima murmuração contra este servo de Deus, novamente em Cades.

A terra de Canaã, com fartura de tudo, estava próxima, mas eles ainda não haviam chegado.

É bom nos lembrarmos que não estamos aqui permanentemente...

Somos peregrinos neste mundo e um dia vamos sair daqui...

Portanto não percamos o nosso tempo em lamentações sobre as condições do meio em que momentaneamente vivemos...

Moisés e Arão, pobres coitados, foram até o Tabernáculo para perguntar a Deus o que deveriam fazer.

Novamente, como acontecia sempre que o povo contendia com Moisés, a glória do SENHOR apareceu, para resolver a situação.

_ Senhor, que bom que estás aqui... Estamos com problemas, o Senhor já deve estar sabendo do que se trata.

_ Sim Moisés, Eu sei.

_ E então o que devo fazer?

_ Você vai pegar a vara que está na frente da Arca, aquela que brotou...

_ Sei...

_ Então você e Arão vão reunir o povo em volta daquela rocha ali e na frente de todos vocês vão ordenar à rocha que dê água.

_ Hum...

_ A água sairá da rocha e esse povo murmurador vai calar a boca. Entendeu, Moisés?

_ Sim, entendi.

Hoje sabemos que a rocha era uma figura de Cristo, certo? (1 Coríntios 10:4).

Pois bem, vocês lembram que estudamos lá em Êxodo 17:5,6 que muitos anos antes uma rocha havia sido ferida por Moisés para obter água?

Então, para se manter o simbolismo, Deus cuidou para que a rocha não fosse ferida novamente, pois Cristo iria ser ferido, ou crucificado, uma única vez pelos nossos pecados (Hebreus 10:12).

A água abundante simboliza o derramamento do Espírito Santo, que satisfaz a sede espiritual e fortalece com Seu poder.

Moisés pegou a vara e foi, juntamente com Arão, reunir o povo.

É... Parece que mais uma vez, a fé e a obediência de Moisés vão livrar o povo do sufoco... Que maravilha, não?

Bom… Mais ou menos.

É que desta vez Moisés não foi tão obediente assim...

Mas vamos deixar este assunto para a próxima postagem.

Em Cristo!

A  seguir: O pecado de Moisés
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Números 20:1 - De volta a Cades Barnéia


De volta a Cades Barnéia

Números 20:1

Começa aqui a terceira e última parte de uma narrativa sobre a viagem que começou a ser contada em Êxodo, Levítico e Números.

A primeira narrou a jornada do mar morto até o monte Sinai...

A segunda cobre a jornada do Sinai até Cades...

A última resumirá as peregrinações de Cades até a Transjordânea.

A perambulação do povo de Israel através do deserto estava chegando ao fim, e este capítulo começa no primeiro mês do quadragésimo ano desde que havia saído do Egito, tendo eles vagueado pelo deserto e por fim voltado a Cades, de onde haviam partido trinta e sete anos antes.

O relato desses 38 anos estão todos contidos entre os capítulos 14 e 20 do livro de Números, o que não é muito.

Não foram anos de grandes bênçãos para o povo, e durante eles todos os israelitas de vinte anos ou mais que haviam saído do Egito morreram ou estavam para morrer até se completar esse ano, com exceção de Calebe e Josué, para se cumprir o castigo de Deus sobre a sua incredulidade (Números 14:28-30).

Então a Bíblia passa quase totalmente por cima dos eventos que aconteceram no deserto durante este período de tempo de 38 anos das jornadas de Israel no deserto.

Por quê?

Porque o tempo que o povo de Deus gasta no deserto espiritual por causa da sua infidelidade e incredulidade é tempo perdido, gastado por nada, sem valor, e que Deus nem considera como sendo importante.

Deus nos ajuda para não ficar no deserto espiritual perdendo tempo.

Também quando nos deixamos esmorecer pela incredulidade, e não agimos pela fé segundo a vontade de Deus, deixando de testemunhar de Cristo e de fazer uso dos nossos dons espirituais dentro e fora da igreja de Cristo, somos estéreis, e nada acontece de importância.

Não estamos prosseguindo para o alvo, mas vagueando sem destino.

Como já disse, o povo de Deus da velha geração estava morrendo no deserto por causa da sua incredulidade e infidelidade um por um exatamente como Deus tinha dito.

Que coisa triste, não?

Em seguida a morte de Miriã é relatada em sete palavras!

Não se fala em pranto, luto ou qualquer cerimônia especial...

Este registro serve como cumprimento da sentença divina de que ninguém da geração que saíra do Egito entraria em Canaã, e prenunciava aqui a sorte semelhante que caberia aos seus irmãos, Arão e Moisés.

Depois de todos esses anos, a nova geração estava se esquecendo que sua perambulação era o resultado do pecado dos seus pais, e começaram a por a culpa em Moisés.

Mas isso é assunto para a próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: Sem água em Cades