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Levítico 7

Este capítulo é uma continuação das leis dadas por Deus, para regulamentar o direito dos sacerdotes, respeitando as ofertas pela culpa.

Em Cristo!

A seguir: A consagração de Arão e seus filhos


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Levítico 6:8-13 - O fogo Divino

O fogo Divino

Levítico 6:8-13

V: 8-12
O SENHOR Deus mandou que Moisés desse a Arão e aos seus filhos as seguintes leis a respeito das ofertas que são completamente queimadas:

_ A oferta que é completamente queimada precisará ficar no altar a noite toda, e durante esse tempo o fogo do altar deverá ficar aceso.

Nesta passagem Moisés recebeu instruções para entregar aos sacerdotes a respeito de suas funções oficiais, e os primeiros holocaustos.

O serviço diário consistia em queimar dois cordeiros, um pela manhã ao nascer do sol, o outro à noite, quando o dia começava a declinar.

Ambos seriam consumidos no altar por meio de um fogo lento, colocando os pedaços do sacrifício de tal maneira que alimentasse o fogo durante toda a noite.

A observância deste sacrifício diário sobre o altar de holocausto era uma expressão diária de arrependimento e fé nacional.

V:10,11
_ Depois que o fogo queimar todo o sacrifício, o sacerdote, vestido com calções de linho e uma túnica também de linho, deverá tirar as cinzas e as colocará ao lado do altar.

Deus exigia aqui que os sacerdotes usassem suas roupas de linho mesmo até tirar as cinzas.

Estas eram as mesmas roupas que usavam para oferecer os sacrifícios.

Isso porque todo trabalho dentro do santuário era sagrado e exigia santidade de vida.

Quando saíam do santuário para levar as cinzas a um lugar limpo, deveriam tirara as roupas de linho.
Porque isso já não era uma atividade sagrada, mas uma obra comum.

V: 12,13
_ Preste atenção Moisés, este fogo do altar nunca se apagará; deverá ficar sempre aceso.

Todas as manhãs o sacerdote deveria por lenha no fogo, arrumar em cima a oferta que iria ser completamente queimada.

O capítulo 9:24 nos afirma que foi o próprio Deus que acenderia a primeira oferta, portanto, um fogo em que o próprio Deus acendeu não deveria ser apagado.

Essa ação, talvez tenha sido exigida como um lembrete da contínua presença de Deus e a necessidade do povo para uma expiação contínua.

Os judeus afirmam que este fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico.

Alguns até insinuam que nunca se apagou até a destruição final do templo no ano 70 DC.

Uma tarefa um tanto complicada já que para manter este fogo aceso, seria necessária uma ampla provisão de lenha.

Esta era escolhida pelos sacerdotes que, uma vez ao ano convidavam ao povo lhes ajudar.

Em Cristo!

A seguir: Levítico 7
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Levítico 6:6 - A minha parte e a de Deus


A minha parte e a de Deus

Levítico 6:6

V:6
Agora, a pessoa deveria oferecer um carneiro sem defeito como sacrifício para tirar a sua culpa.

Sacrifício! Este era o terceiro passo.

Pecou contra o próximo? Faça a restituição.

Mas também pecou contra Deus! Então isso exigiria um sacrifício.

V:7
O sacerdote oferecerá a Deus, o SENHOR, o sacrifício para conseguir o perdão de pecados, e o homem será perdoado de qualquer pecado que tiver cometido.

O perdão é o quarto passo, era a parte de Deus e dependia dos que o antecediam.

Felizmente, em nossos dias estas posições mudaram...

Pecamos contra Deus, portanto um sacrifício é necessário para saldar esta dívida...

Mas graças ao nosso Senhor Jesus Cristo, o primeiro passo foi dado, o sacrifício já foi oferecido.

O próximo passo é com a gente...

Devemos crer neste sangue derramado que purifica, e nos arrepender de nossos pecados.

O perdão é o próximo passo, é a parte de Deus e depende apenas de uma atitude nossa;

Reconhecer que somos miseráveis pecadores e que não podemos viver sem o perdão divino.

Em Cristo!

A seguir: O fogo Divino
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Levítico 6:5 - O Pai da verdade

O Pai da verdade

Levítico 6:5

V:5
No dia em que oferecer o sacrifício para tirar a sua culpa, ele entregará ao outro o valor total daquilo que roubou quando jurou falsamente, e ainda sobre isso acrescentará um quinto.

O versículo fala novamente sobre o jurar falsamente.

Então vamos falar um pouco mais sobre este tema...

O que é a mentira?

A mentira é uma falsidade falada ou realizada com a intenção de enganar.

Ou seja, é a negação da verdade.

O pai da mentira é seu criador.

A mentira faz com que o branco pareça preto e o preto pareça branco.

É motivo de separação entre esposos e esposas, pessoas que se amam e amigos...

A mentira já criou guerras e matou milhões d e pessoas.

Ela cauteriza a consciência, destrói a confiança e a fé, é companheira dos ladrões, jogadores e prostitutas e amiga íntima das drogas.

A mentira é um dos pecados mais populares de nossos dias e gradualmente está chegando a ser considerada como digna de respeito.

Em suas diversas formas, desde a mentira descarada até a suave mentira diplomática, é pratica comum e universal.

Em suas formas mais leves é considerada como um meio necessário de suavizar as situações desagradáveis admitindo-se como uma maneira aceitável de proceder.

A habilidade de mentir em forma elegante e convincente é toda uma façanha no mundo social e político, sendo considerada como uma habilidade necessária para manter certos cargos.

Agora vamos falar um pouco sobre o adversário da mentira...

A Bíblia é clara quando o tema é a “verdade” e não tolera outra coisa.

 Deus é o "Deus de verdade" (Isa. 65: 16; Sal. 31: 5; Deut. 32: 4).
 O Filho é a verdade (João 14: 6).
 O Espírito é a verdade (1 João 5: 6).
 A Palavra é a verdade (João 17: 17).
 A lei é a verdade (Sal. 119: 142).
 Seus conselhos são verdade (Isa. 25: 1).
 Seus juízos são verdade (Rom. 2: 2).
 A igreja é coluna e baluarte da verdade (1 Tim. 3: 15).
 Os cristãos têm de chegar ao conhecimento da verdade (1 Tim. 2: 4).
 Os que não crêem na verdade serão condenados (2 Tes. 2: 12).

O cristão deve ser motivado por uma paixão pela verdade.

É um representante do Deus da verdade, e não do pai da mentira, portanto não deve dar falso testemunho em nenhum momento.

O cristão odiará e evitará todo tipo de simulação e hipocrisia, suas atitudes nunca serão duvidosas.

Seu "sim" será "sim", e seu "não" será "não".

Terá a reputação de ser uma pessoa em cuja palavra se pode confiar.

Em Cristo!

A seguir: A minha parte e a de Deus
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Levítico 6:4 - Prevaricação

Prevaricação

Levítico 6:4

V:4
Para ficar livre da sua culpa, quem cometer um desses pecados (vimos na postagem anterior) deverá devolver aquilo que pertence ao outro, ou dar de volta o depósito, ou devolver aquilo que ganhou por meios violentos.

Veja que em primeiro lugar, a pessoa teria que se reconhecer culpada, deveria fazer uma confissão e em seguida a restituição.

E não deveria ser demorada.

A restituição é parte vital para a pessoa que deseja estar livre da culpa do pecado.

Não basta a convicção do pecado; não basta o pesar pelo pecado; não basta a confissão...

Estes são passos importantes em direção a Deus, mas não são suficientes...

Devem estar acompanhados de um arrependimento tão profundo e completo, que a alma não descanse até que se tenha feito todo o possível para retificar os erros cometidos.

Em muitos casos, isto incluirá o maior esforço possível por corrigir todos os males.

O nomezinho deste pecado é "prevaricação".

As prevaricações compreendem as transações comerciais duvidosas, a declaração fraudulenta de valores, as cobranças exorbitantes de todo tipo, o interesse excessivo nos empréstimos, o trabalho mal feito, o engano intencional e qualquer aproveitamento dos pobres ou desafortunados.

É minha gente... O pior é que muitas pessoas se gabam de sua esperteza nos negócios e ainda recebem a aprovação de outros por sua habilidade comercial.

Se você está atolado neste tipo de pecado, arrependa-se, confesse imediatamente a Deus e se possível, faça a restituição do que não lhe pertence.

O cristão tem a obrigação imposta pelo céu de considerar cuidadosamente sua responsabilidade para com aqueles que, por esta causa, podem ter sido extorquidos do que lhes pertencia.

O Cristão deve ter uma consciência delicada e acima de tudo, deve viver honradamente aos olhos de Deus e dos homens.

Em Cristo!

A seguir: O Pai da verdade
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Levítico 6:1-3 - Casos de culpa

Casos de culpa

Levítico 6:1-3

_ Olá Clailton...

_ Olá, amigo leitor!

_ Cara, este estudo está começando a ficar um pouquinho complicado e chatinho você não acha?

_ Eu entendo que Levítico não é um livro que conta uma história e não tem personagens, o que o torna uma leitura às vezes desinteressante.

_ Pois é...

_ Porém é importante lembrar que ele foi inspirado por Deus, portanto é um livro sobrenatural, e em uma simples leitura, podemos a qualquer momento, perceber Deus falando conosco.

_ É verdade!

_ Então preste atenção no que eu vou lhe dizer agora... Este blog não deve substituir a Bíblia, ele deve ser usado apenas como uma ferramenta para lhe auxiliar no entendimento de sua leitura.

_ Há é?

_ Isso mesmo! Aliás, eu já expliquei isso no manual de instrução deste blog.

_ Rapaz, eu não tinha notado!

_ Hum... Está bem, lhe explicar. Primeiramente veja quais os versículos que estão sendo proposto para o estudo do dia, na página que você abrir. Não leia a postagem. Abra a sua Bíblia e a leia com muita reverencia. Deus falará com você. Em seguida volte ao blog e leia a postagem que explica os versículos. Deus falará com você mais uma vez.

_ Gostei da sugestão.

_ pois é, e o melhor é o que acontecerá com o decorrer do tempo...

_ O que?

_ Você se habituará a buscar alimento diário direto da fonte, e com o tempo não precisará mais deste blog. Além do mais, a Bíblia é um livro milenar e sempre existirá, enquanto este blog só tem um ano e não sabemos por quanto tempo ele continuará existindo.

_ Está bem! Vou seguir sua sugestão...

_ Ok, então que tal começar agora?

_ Pode ser...

_ Então, antes continuar a leitura desta postagem, abra agora a sua Bíblia em Levítico capítulo 6, versículos de 1 a 3. Depois volte aqui, combinado?

_ Combinado, até mais...

V:1,2
O SENHOR Deus, chamou a Moisés e deu a ele mais algumas instruções;

Para tirar a sua culpa, precisaria fazer uma oferta o homem que pecasse e ofendesse a Deus, nos seguintes casos:

• Seria culpado, o indivíduo que ficasse com aquilo que alguém lhe entregou para guardar ou como garantia de pagamento de uma dívida;

Perceba que a falta cometida aqui é considerada em primeiro lugar, uma ofensa contra Deus e, depois, um pecado contra o próximo.

Por isso todo o pecado contra o homem também é contra o Senhor.

Por quê?

Em um sentido especial, porque esta é uma violação da sociedade humana, da qual Deus é o autor, o presidente, e defensor.

Conhecendo muito bem o caráter do homem, o Senhor já presumiu algumas situações que certamente aconteceriam e a necessidade de corretivos.

Neste primeiro caso, seria culpada a pessoa que enganasse a seu próximo quanto a algo que lhe fosse confiado.

Mentir além de reter o que pertencia ao próximo, era uma dupla transgressão: mentira e roubo.

Essa pessoa era culpada de um pecado deliberado.

V:3

• Se jurar que não achou um objeto perdido quando, de fato, achou; ou se fizer contra alguém qualquer outra coisa parecida com estas.

Bom, este caso é mais sério do que o anterior, pois o cara de pau não só mente como também confirma sua mentira com um juramento.

Só a graça...

Em Cristo!

A segui: Prevaricação
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Levitico 5:2-15 - Ações classificadas como pecado.

Ações classificadas como pecado.

Levitico 5:2-15

V: 2
Se alguém, por descuido, tocar em qualquer coisa impura, como, por exemplo, o corpo morto de um animal impuro, seja selvagem ou doméstico, ou de um animal que se arrasta pelo chão, então essa pessoa ficará impura também e será culpada.

Apesar de este princípio estar ligado às questões espirituais, ele também ajudou como medida sanitária.
Os povos da antigüidade não tinham o conhecimento médico que hoje possuímos.

A transgressão podia levar a uma epidemia.

V:3
Se alguém, por descuido, tocar numa coisa impura que venha de uma pessoa, seja o que for, ele ficará impuro e, logo que perceber o que fez, ficará sendo culpado.

Talvez um homem sem dar conta do que tinha feito, poderia se considerar sem culpa.

No entanto, ainda que não se sentisse culpado, poderia se constituir uma ameaça para outros por ser portador de uma infecção.

Alguns espertinhos fecham os olhos diante do pecado, convencendo-se a si mesmos de que, por não ver, não serão responsáveis por tal.

Mas no juízo todos teremos que prestar conta, não só do que sabemos, mas também do que poderíamos estar sabendo se tivéssemos feito um esforço para aprender.

V:4
Se alguém, sem pensar no que está dizendo, jurar que vai fazer alguma coisa, seja boa ou má, um desses juramentos que a gente faz sem pensar, então será culpado logo que compreender o que fez.

Quando duas pessoas faziam um contrato ou um pacto, esse acordo era confirmado com um juramento.
A falta de palavra é um pecado cada vez mais evidente de nossa época.

E os cristãos devem ter um cuidado especial com isso.

Hoje em dia é muito fácil nos acomodar aos costumes de nossos tempos e se descuidar dos mandamentos de Deus.

V:5
Portanto, quando alguém for culpado de qualquer uma dessas coisas, deverá confessar o seu pecado.

Preste atenção, se você é culpado e sabe exatamente o que fez, não adianta fazer uma confissão geral.
Deve confessar exatamente “aquilo em que pecou".

V: 6-15
Após confessar seu pecado a pessoa deveria trazer a Deus, um animal como sacrifício para tirar a culpa do pecado que cometeu.

Estas eram oferecidas da maneira habitual, fazendo o sacerdote expiação pelo pecado cometido.

Uma falta, um pecado é considerado por Deus como uma dívida que tem de ser paga.

Jesus Cristo se fez pecado por nós, para pagar nossa dívida.

Seu sangue "nos purifica de todo o pecado''.

"Se alguém pecar, temos um advogado".

Em Cristo!

A seguir: Casos de culpa
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Levítico 5:1 - Como testemunhar

Como testemunhar

Levítico 5:1

V:1
Se alguém for chamado como testemunha, mas não disser aquilo que viu ou que ouviu falar, então será culpado e merecerá castigo.

Refere-se aqui ao processo judicial, no qual se convocava às testemunhas para que digam o que viram e ouviram.

E aqueles que se negassem a testemunhar, seriam declarados culpados.

Algumas vezes temos que cumprir deveres desagradáveis, deveres que desejaríamos evitar.

Ao dizer a verdade devemos cuidar de não aumentar motivos, e julgar dessa maneira o próximo.

Aquele que testemunha deve ter cuidado de que os fatos testemunhados sejam sejam reais e não meras hipóteses.

Digo isso porque certas provas circunstanciais podem apontar o caminho para a verdade, mas também podem conduzir a conclusões errôneas.

Uma testemunha deve dizer a verdade, toda a verdade e somente a verdade.

Se evitaria muita injustiça e muito amargura se este princípio fosse seguido com maior rigor.

Em Cristo;

A seguir: Ações classificadas como pecado.
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Levítico 4:3-35 - O Pecado e o pecador

O Pecado e o pecador

Levítico 4:3-35

V:3-35
A maldade do pecado não depende necessária nem exclusivamente do pecado que se está cometendo!
Não entendi...

Vou tentar novamente... Nem sempre são igualmente culpadas duas pessoas que cometem o mesmo pecado!

Continuo não entendendo... O que você está querendo dizer?

Estou querendo dizer que a luz sempre traz consigo mais responsabilidades!

Hum... Hoje tá difícil de entender o que você está escrevendo...

Vou explicar melhor; O mesmo pecado, cometido por um selvagem ignorante e por um homem civilizado, deve ser considerado e julgado em cada caso por um ponto de vista diferente, entendeu agora?

Hum... Prossiga!

Então preste atenção que é exatamente isso que vamos aprender hoje nesta postagem.

Ao ler atentamente este capítulo de Levítico, você aprenderá que Deus leva tudo isto em consideração, e toma algumas medidas.

Deus disse a Moisés que se o Sumo Sacerdote cometesse um pecado, tornando assim o povo culpado, ele, para tirar o pecado, deveria oferecer a Deus, o SENHOR, um touro novo sem defeito (esta era uma oferta muito cara).

No entanto, se um líder cometesse um pecado este deveria oferecer um bode (uma oferta não tão cara).

Agora, se o povo pecasse, deveria oferecer cabras, cordeiros, rolas, ou pombos e no caso de alguém muito pobre, um oferecimento de grãos era aceitável só como um oferecimento de manjares.

Segundo o que está escrito, há certa graduação nas penalidades impostas por pecados cometidos por aqueles que estão em níveis diferentes de comprometimento com Deus.

Daquele que recebeu mais luz, espera-se mais do que daquele que vive na ignorância.

O pecado de uma pessoa proeminente afeta mais pessoas do que o de uma pessoa menos avistada; portanto, este deveria oferecer uma oferta diferente.

O sumo sacerdote, em quem, considerando seu caráter de mediador típico, e sua posição exaltada, tinha do povo o mais profundo interesse, e cuja transgressão de qualquer parte da lei divina era uma ofensa muito grave, principalmente se considerarmos a influência de seu exemplo.

Portanto prezado leitor, se você é um seguidor de Cristo e há pessoas ao seu redor que ainda não foram alcançadas ou que estão começando no evangelho e lhe reconhecem como um exemplo a ser seguido, entenda que Deus se entristecerá mais com seu pecado do que com o pecado daquele que ainda não foi alcançado e que em muitas vezes você é o primeiro a acusar.

"A quem muito foi dado, muito será cobrado". (Lc 12, 48)

Outra coisinha...

Já que não tinha nenhum sacerdote hierarquicamente acima do sumo sacerdote que pudesse ministrar por ele, ele mesmo tinha ministrar o sangue.

Você lembra que nas ofertas anteriores aprendemos que o sangue era borrifado no altar do holocausto que se encontrava no pátio do Tabernáculo?

Muito bem, mas quando o sacerdote ungido pecava, o sangue era levado para dentro do Tabernáculo.

Sem dúvida isto se fazia porque seu pecado era considerado mais grave do que o de qualquer outra pessoa, ou de maior importância diante de Deus.

Moral da História: O valor do sacrifício que deveria ser apresentado estava determinado pelo grau de culpa do pecador e, quanto mais comprometido com Deus maior a sua ofensa.

Em Cristo!

A seguir: Como testemunhar
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Levítico 4:1,2 - As ofertas pelo pecado

As ofertas pelo pecado

Levítico 4:1,2

V:1,2
O SENHOR Deus mandou que Moisés dissesse aos israelitas o que deveria fazer a pessoa que, sem querer, quebrasse uma das leis do SENHOR e fizesse o que é proibido.

Vamos recapitular o significado das ofertas estudadas até agora?

A oferta de Holocausto significava a consagração pessoal.

A oferta de Manjares significava a Consagração dos bens.

A oferta Pacífica significava a Comunhão com Deus.

E o significado das ofertas pelo pecado significava o recebimento do Perdão de Deus.

É por isso que neste caso as ofertas deveriam ser de sangue.

Somente o sangue de um inocente teria o valor necessário para o pagamento do pecado.

Não bastava apenas o Holocausto que consagrava a vida da pessoa, pois ela continuava pecando, portanto precisava do perdão de Deus...

Isso nos leva a Jesus, que uma única vez derramou seu sangue para o perdão de todos os pecados.

Hoje não precisamos derramar sangue nenhum, Jesus já fez isso por nós.

As ofertas de sangue têm duas classes: cheiro suave e restituição.

O Holocausto e oferta pacífica são cheiro suave para Deus.

As ofertas de pecado e de culpa (aproxima a ser estudada) não são de cheiro suave, porque aparecem quando há alguma coisa errada perante Deus.

As ofertas pelo pecado aparecem aqui pela primeira vez relacionada com o Tabernáculo e o começo do sacerdócio.

Até esse momento somente se ofereciam holocaustos.

Veja bem, todo o santuário, incluindo seus móveis, seu sacerdócio e seu ritual, tinha tudo a ver com o pecado.

Aliás, os serviços no Tabernáculo giravam em torno da desobediência do homem e da necessidade de salvação.

Se não existisse o pecado, não seria necessário ter um altar sobre o qual colocar as vítimas.

Seria desnecessário matar animais, derramar o sangue e realizar o ministério da expiação.

Sem dúvida nenhuma, Deus providenciaria um lugar especial, sem sacrifícios, onde o homem pudesse se encontrar com ELE diariamente.

Em Cristo!

A seguir: O Pecado e o pecador
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Levítico 3:1-17 - A oferta de paz

A oferta de paz

Levítico 3:1-17

V:1
À medida que vamos cuidadosamente estudando este livro, podemos perceber que antes pouco sabíamos da razão pela qual Jesus morreu crucificado.

E no livro de Levítico encontraremos cinco tipos de ofertas ordenadas para ser feitas ao Senhor que se identificam com tudo que foi realizado no Calvário.

A primeira delas já estudamos no capítulo 1, o Holocausto de animais, que representava a consagração pessoal, lembram? Faz poucos dias.

No capítulo 2 estudamos sobre a oferta de manjares que representava a consagração dos bens.

E agora no capítulo 3, estudaremos a oferta pacífica, que representava a comunhão com Deus.

Na de oferta de holocausto tudo era queimado para Deus.

Nas outras três, o sacerdote tirava uma parte para si e seus filhos.

Mas a característica chave desta oferta é que diferente de todas as outras, tanto o ofertante como o sacerdote podiam comê-la diante do Senhor.

Geralmente era precedida por uma oferta pelo pecado e por um holocausto, onde o sangue havia sido aspergido e Deus já tinha dado o perdão.

E para celebrar isto, a pessoa que tinha oferecido o sacrifício convidava a seus parentes, a seus servos e aos levitas a comer com ele.

Toda a família se reunia no átrio do Tabernáculo para festejar a paz que tinha sido efetuada entre Deus e o homem, e entre o homem e seu próximo.

Era um quadro de Deus e do pecador em paz um com o outro, com todas as questões entre eles perfeitamente resolvidas.

Era a paz na base de um sacrifício mutuamente aceito.

Era o quadro da reconciliação.

No sacrifício de holocausto, o animal oferecido era queimado inteiramente, tal como o Senhor Jesus se ofereceu por inteiro ao Pai.

No sacrifício de holocausto, o sacerdote e o ofertante não tinham parte.

Entretanto, no sacrifício de paz, todos participavam.

Assim também nós, mediante o sacrifício de Cristo na cruz, podemos desfrutar da oferta de paz.

«Tendo sido, pois, justificados pela fé, temos paz com Deus, por nosso Senhor Jesus Cristo» (Rom. 5.1).

Que coisa maravilhosa... Você consegue dimencionar a amplitude desta notícia?
Não se pode idealizar maior alegria do que a de estar em paz com Deus, não é verdade?

E foi essa paz que Jesus nos proporcionou na Cruz.

Ele mesmo disse; "A paz vos deixo, minha paz vos dou" (João 14: 27).

Ele não só nos salvou, como também nos proporcionou uma paz sobrenatural...

Ei?

Que cara de tristeza é essa?

Tá carregando este fardo por quê?

Hum...

Coloque tudo aos pés da cruz, arrependa-se de seus pecados e desfrute da paz sobrenatural que vem de Deus.

Em Cristo!

A seguir: As ofertas pelo pecado