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Levítico 9: 9-24 - A inauguração e consagração do Tabernáculo.

A inauguração e consagração do Tabernáculo.

Levítico 9: 9-24

V: 9-14.
Sem mais demoras Arão ofereceu o bezerro para sua expiação, enquanto seus filhos ajudavam no ritual do sangue.

Ele fez tudo conforme o SENHOR havia ordenado a Moisés.

Todo isto foi observado com interesse por Moisés.

Afinal, foi ele quem tinha recebido as comunicações do Senhor e quem tinha instruído a Arão e a seus filhos no que deviam fazer.

Agora observava para se certificar de que tudo aconteceria segundo as instruções de Deus.

V: 15-21
Logo depois de ter concluído os sacrifícios feitos em benefício próprio, Arão prosseguiu com o ritual das ofertas do povo.

Esta era a primeira vez que Arão ministrava em favor do povo.

Arão tinha recebido instruções determinadas quanto a esta ministração às seguiu corretamente, exatamente como Moisés o tinha mandado, sem erro.

V: 22
Tudo era observado com muito interesse pelos Israelitas.

Eles já tinham visto Arão oferecer os sacrifícios por si mesmo e agora por eles.

Ao finalizar o ritual, Arão estendeu as mãos sobre o povo, e o abençoou, e então desceu os degraus do altar.

Foi um momento solene e feliz, porque Deus tinha aceitado suas oferendas.

V: 23
Em seguida, Moisés e Arão entraram juntos no santuário para ministrar o sangue, enquanto o Povo ainda os aguardava lá fora.

Lá dentro eles devem ter experimentado uma profunda reverencia ao sentir a presença de Deus naquele lugar.

E quando saíram para abençoar o povo por mais uma vez, repentinamente "a glória de Deus apareceu a todo o povo".

O texto não diz de que maneira precisa ocorreu esta demonstração sobrenatural, mas deve ter sido um testemunho notável da aprovação de Deus pelo Santuário que o povo tinha levantado para ele, e da aceitação de Moisés e Arão como seus servos.

V: 24
Para o espanto de todos, também de uma forma inesperada, saiu fogo da presença de Deus e acendeu a oferta que estava no altar.

Ao verem este espetáculo sobrenatural, os israelitas deram gritos de alegria, ajoelharam-se e encostaram o rosto no chão.

Era aquele fogo do qual falamos na postagem o Fogo Divino, lembram?

Deus havia dito a Moisés que este fogo do altar nunca se apagaria, deveria ficar sempre aceso.

Todas as manhãs o sacerdote deveria por lenha no fogo, arrumar em cima a oferta que iria ser completamente queimada.

Os judeus afirmam que este fogo queimou continuamente até o cativeiro babilônico.

Alguns até insinuam que nunca se apagou até a destruição final do templo no ano 70 DC.

Deus tinha aceitado a obra do homem.

O santuário tinha sido inaugurado e consagrado.

Toas às instruções já haviam sido dadas para esse serviço que teria de continuar durante mais de 1.400 anos, para ser então transferido ao santuário celestial.

Em Cristo!

A seguir: O fogo estranho – parte I


Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

Um comentário:

  1. Assim como esse fogo que Deus disse para eles não deixarem apagar na época, hoje também não devemos deixar o nosso fogo santo se apagar. Amém!

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