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Mateus: 14:22- 36 - Como Deus mede nossa fé – parte III

Como Deus mede nossa fé – parte III

Certa vez ouvi um pastor contar uma história. Ele disse que ganhou um computador antigo, e depois de algum tempo ao salvar um texto apareceu uma mensagem informando que o disco rígido (HD) estava cheio.

Foi então a uma loja de informática e o atendente lhe apresentou duas opções de discos rígidos aparentemente iguais. Como não entendia muito do assunto, pediu ao atendente que lhe explicasse as características de cada um. A atendente após explicar todas as características de um, explicou também tudo o que o outro oferecia e eram exatamente iguais.

Ele pensou... Vou ficar com o mais barato. Mas ao saber do valor, ficou surpreso. O valor do segundo era simplesmente o dobro do primeiro.

Mas qual a razão para um ter o dobro do preço do outro?

O atendente explicou que no primeiro, o fabricante dava uma garantia de três meses e no segundo o fabricante dava uma garantia de dois anos.

O primeiro produto, nem o fabricante garantia que poderia funcionar por mais de três meses, agora o mais caro ele poderia usar por pelo menos dois anos sem ter problemas.

Então qual a verdadeira diferença entre os dois?

A durabilidade!

O que isso tem haver com a forma como Deus mede nossa fé?

O que faltou a Pedro para que sua fé fosse reconhecida como grande?

Durabilidade!

Nossa fé é medida pela sua durabilidade, pela sua perseverança diante das tempestades.

Exatamente o que não aconteceu com Pedro neste episódio.

Sua fé é medida pela perseverança, com milagre ou sem milagre, com resposta ou sem resposta, e aí Jesus lhe dirá... Grande fé a sua!

Se eu pudesse resumir esta mensagem em uma frase eu diria...

Não desista de Jesus!

Enquanto você estiver perseverando com Jesus você estará salvo.

Sabe qual é o maior esforço diabo contra nós?

Por incrível que pareça não é nos levar ao pecado...

Sabe por que este não é o nosso maior problema? Por causa do sangue de Jesus que nos purifica de todo o pecado.

Ele usa o pecado como um meio para alcançar seu maior objetivo...

Quando pecamos, aproveitando que estamos desmotivados, ele vem e se debruça sobre e nós e diz:

Desista de Jesus! Renuncie a Cristo! Você não consegue! Esqueça esta vida!

Ele quer que desistamos da vida, de Cristo, do que estamos orando, ou de tudo aquilo que nos mantém ligado a Deus.

O vento parou quando entraram no barco. "... E logo o barco chegou a terra para onde iam." (João 6:21).

Eles haviam chegado à terra de Genesaré (jardim de riquezas): é uma planície na margem noroeste do mar da Galiléia, onde estava a cidade do mesmo nome.

Em Cristo!
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Mateus 14:22-36 - Como Deus mede nossa fé – parte II

Como Deus mede nossa fé – parte II

Quero a partir de agora, através da participação de Pedro nessa história, examinar juntamente com vocês, como Deus mede a fé de uma pessoa.

Pedro se animou tanto ao vê-lo andando sobre a água assim, que pediu permissão para fazer o mesmo, e ir até Ele.

_ Senhor, se for tu, deixa que eu ande sobre as águas também, para ir ao teu encontro!

Vemos aqui uma fé que reconhece Jesus como Senhor!

Você gostaria de ter uma fé assim?

Vemos em Pedro uma fé que crê no impossível. Pedro transforma esta fé em um pedido, em uma oração.

E o que Jesus respondeu?

_ Venha!

E o que Pedro fez?

Pedro desceu do barco e andou sobre as águas para ir até Ele.

Vemos agora uma fé sendo colocada em prática e um milagre acontecendo.

Pedro não ficou na intenção, mas demonstrou a legitimidade da sua fé. Nossa fé é muitas vezes forte na teoria, mas fraca na prática.

A fé será sempre acompanhada de passos decisivos em direção aquilo que cremos

Mas vamos continuar a história...

Pedro estava a andando sobre as águas, confiante no poder de Cristo para sustentá-lo.

Perceba que os ventos fortes ainda não haviam sido cessados por Jesus, a tempestade ainda estava ali.

Acontece que a sua presença e a atenção dos discípulos totalmente voltados para ele, os fez esquecer os problemas que havia em sua volta.

É isso que acontece com aqueles que têm comunhão diária com Cristo. Os problemas não deixam de existirem, más são totalmente abafados com a presença sobrenatural de cristo em nossas vidas.

Agora Imagine Pedro, com seu modo impetuoso e eufórico, olhando para os discípulos e gritando enquanto caminhava;

_ Ei! Vejam... Estou caminhando sobre as águas... Não é fantástico?

Más enquanto mexia com seus amigos, viu também ondas enormes batendo contra o barco, percebeu que ventos muito fortes esbarravam contra o seu corpo e por alguns instantes perdeu Jesus de vista.

Ao sentir o poder do vento, teve medo e começou a duvidar.

Sabia que ele próprio não tinha condições de andar sobre as águas, isso era humanamente impossível, então duvidou do poder do Senhor, e imediatamente começou a afundar.

A vida cristã é humanamente impossível, tanto quanto andar sobre a água. É somente com o poder do Espírito Santo que ela se torna possível. Devemos perseverar, nunca duvidando do Seu poder divino. Se começarmos a nos envolver somente conosco ou com nossas circunstâncias, e temer os obstáculos que se opõem, estaremos pondo em dúvida o Seu poder, começamos a afundar e todos os nossos esforços estarão destinados ao fracasso.

Pedro não procurou nadar, o que parece que ele sabia fazer, mas sabiamente recorreu logo ao Senhor Jesus.

_ Senhor, salva-me!

A resposta foi imediata:
"Jesus, estendendo a mão, salvou-o e disse-lhe;

_ Homem de pequena fé, por que duvidaste?

Jesus classificou a fé de Pedro como pequena.

Você gostaria de ter uma fé assim?

Agora que lhe fazer agora uma pergunta que nos remete ao título desta mensagem...

Como é que Deus mede a nossa fé?

O que é que faz que uma fé seja grande diante de Deus?

Qual é o tamanho de sua fé?

O que faltou a Pedro para que sua fé fosse grande diante de Deus?

Pedro reconheceu a Jesus como Senhor!

Pedro obteve resposta imediata a sua oração!

Pedro alcançou um grande milagre

Mesmo assim Jesus o classificou como homem de pequena fé?

Más então, como é que Deus mede a nossa fé?

O que é que faz que uma fé seja grande diante de Deus!

Se você entender o que eu ou lhe falar agora, você poderá mudar sua vida com Deus!

Sabe qual é o problema?

O problema é que nós medimos a fé de uma forma diferente como Deus a mede.

Nós medimos fé, pelas respostas as orações, pelos milagres e aí criamos um parâmetro de medida.

Aquele ali é homem de grande fé, porque as suas orações são sempre respondidas!

Pedro teve resposta a sua oração, mas Jesus disse que sua fé era pequena.

Pedro alcançou um milagre, mesmo assim sua fé foi pequena diante de Deus...

A nossa fé não é medida pelas respostas as orações e nem pelos milagres.

Então, o que faz com que nossa fé seja grande diante de Deus?

Na próxima postagem...

Em Cristo!

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Mateus 14:22-36 - Como Deus mede nossa fé – parte I

Como Deus mede nossa fé – parte I

Olá pessoal!

Uma vez, dirigindo meu carro, ouvi uma mensagem numa rádio que não me lembro agora mas que me marcou muito.

Neste domingo tive a oportunidade de pregar sobre este tema na igreja da qual eu congrego e como escrevi a mensagem no estilo das minhas postagens, resolvi compartilhar com vocês... Pode ser? Beleza! Então lá vai...

Já era fim de tarde, e Jesus acabara de alimentar aproximadamente 5 mil pessoas de uma maneira milagrosa durante uma concentração na qual estava pregando.

Como a multidão não se mexia para ir embora, o Senhor insistiu que seus discípulos navegassem de volta para Cafarnaum;

_ Pedro, Felipe, João?

_ Sim mestre!

_ Reúnam todos os discípulos e saiam imediatamente daqui, sigam para Cafanaum, encontro vocês daqui a pouco.

_ Más Senhor, deveríamos ficar, esta multidão ainda está sedenta da sua palavra, há uma euforia, uma alegria, pois o que aconteceu aqui foi extraordinário!

_ SSShhiiii! Façam o que eu estou pedindo.

Mas parece que eles não queriam partir sem Ele.

Aproveitando-se do sentimento da multidão, os discípulos estavam a ponto de proclamar a Jesús como rei de Israel.

Judas foi o primeiro dos doze a perceber a importância do sentimento popular, e foi ele quem iniciou o projeto de coroar a Cristo.

Esta ação precipitada poderia de uma forma prematura concluir a missão de Cristo aqui na terra.

Jesús teve então, que atuar com decisão e de forma imediata a fim de apaziguar o sentimento popular e dominar a seus próprios discípulos.

_ Vamos pessoal, saiam!

Depois de muita insistência por parte de Jesus e um pouco decepcionados, os discípulos entraram no barco e remaram rumo a Cafarnaum.

O Senhor despediu as multidões e subiu o monte a sós para orar.

Era uma situação difícil, e Ele tinha que se fortalecer mediante a oração, para agir sabiamente conforme a vontade do Pai.

Do alto do monte Ele via os discípulos, remando lentamente enquanto o sol se punha e a lua se preparava para iluminá-los.

Jesús passou ali, várias horas em oração, mas sem perder de vista os discípulos no lago.

Algumas horas depois, do alto do monte ainda dava para ver o barco, porém, agora enfrentando um forte vento contrário.

É uma bonita ilustração da situação dos Seus discípulos hoje, neste mundo de trevas, lutando contra os perigos que nos cercam, enquanto nosso Senhor está elevado no céu, assentado à direita do Pai, nos observando.

Por volta das 03 horas da madrugada, Jesus desceu o monte e foi ao socorro deles, pois já não tinham forças para lutar contra o que agora se tornara uma grande tempestade.

Ao chegar às margens do mar da Galiléia, Jesus percebeu que não havia nenhum tipo de barco.

O que ele fez?

Simplesmente resolveu ir caminhando sobre as águas.

Os discípulos tinham remado uns 4 a 5 km quando Jesús os alcançou.

Em circunstâncias normais, poderiam ter feito esta distância por volta de uma hora, mas nesta ocasião tinham gasto cerca de oito horas.

Isto indicava que haviam lutado contra fortes ventos contrários enquanto tentavam cruzar o mar da Galiléia.

Desde o ponto de partida até Cafarnaum precisavam remar apenas uns 5 ou 6 km, mas o vento os fez mudar um pouco a sua rota.

Se os discípulos tivessem feito a travessia do lago quando Jesús lhes mandou, poderiam ter evitado a tormenta.

Mas sua teimosia os levou a adiar a partida até que se escurecesse.

Agora, depois de quase oito horas, estavam lutando para salvar suas vidas.

Quantas vezes também passamos por tempestades nesta vida, e com perplexidade lutamos para vencer os problemas que nos parecem insolúveis.

Não devemos nos desesperar, porque sabemos que nosso Salvador sabe da nossa situação e virá nos socorrer em tempo. Quando as coisas estiverem mais negras, Ele estará ao nosso lado.

Mas de repente, um dos discípulos, enquanto lutava para deixar o barco de pé nas águas, notou alguém caminhando sobre as águas...

Ele não acredita no que vê e imagina que está ficando louco, e quando ameaça chamar os amigos, ouve todos gritando de medo e começa a gritar também.

Assustados, pensaram que fosse um fantasma!

Nunca haviam visto um fantasma, mas um homem de verdade não podia andar sobre a água assim…

O Senhor não se divertiu com a aflição deles, mas imediatamente os tranqüilizou:

_ Coragem! Sou eu. Não tenham medo

_Ufa! Que susto Senhor!

_ Será que não tinha outra forma de ele de vir até nós? Conversaram entre si.

Na próxima postagem, teremos a participação de um excêntrico personagem nesta história, e através da sua participação examinaremos a forma como Deus mede a nossa fé.

Até a próxima!

Em Cristo!
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Levitico 24:10-23 - Olho por olho, dente por dente - Parte I

Olho por olho, dente por dente - Parte I

Levitico 24:10-23

Ao sair do Tabernáculo, Moises encontrou uma multidão aglomerada em torno de alguma coisa que ele ainda não sabia o que era.

À medida que se aproximava, o povo ia abrindo espaço, e o observando atentamente, ao que parece aguardando uma resolução para o problema que se instalara.

Quando chegou ao núcleo da aglomeração, viu um homem acompanhado por uns quatro seguranças, que pelo visto já havia apanhado bastante.

_ O que houve?

_ Seguinte, seu Moisés: Esse cara se envolveu em uma rixa com um Israelita.

_ Quem é ele?

_ Ele é filho de um egípcio casado com uma mulher israelita.

Por ser o filho de um egípcio com uma Israelita, indica que esse jovem não tinha acesso a algumas regalias como um Israelita possuía.

_ Quem é sua mãe?

_ Ela se chama Selomite e é filha de Dibri, da tribo de Dã.

_ Hum... E o que o póbre coitado fez?

_ Bom, hoje pela manhã ele entrou em nosso acampamento, e se envolveu numa briga com um israelita...

Esse homem blasfemou contra o nome de Deus, o SENHOR, e o amaldiçoou. O que você acha?

_ Hum... Eu acho que ainda não existe lei para julgar um caso como este.

O incidente mencionado aqui levou a necessidade de se esclarecer certas leis civis, especialmente quanto a sua aplicação ao "estrangeiro".

_ Então o que faremos?

_ Vou consultar a Deus. Por hora o mantenham preso até que o Senhor me diga o que devo fazer.

Moisés foi até o Senhor e orou pedindo orientação.

Deus aproveitou para lhe dar mais algumas leis a respito de situações como esta.

_ Leve esse homem para fora do acampamento.

_ Certo, e o que faremos com ele?

_ As pessoas que o ouviram blasfemar contra mim colocarão as mãos na cabeça dele, e depois o povo todo o matará a pedradas.

_ Mas Senhor?

_ Preste atenção Moisés, minha lei é na base do olho por olho, dente por dente! Então quem matar o animal de alguém, dará outro animal de mesmo valor. Se alguém ferir outra pessoa, será ferido exatamente da mesma maneira. Quem matar será morto. Entendeu?

_ Sim…

_ E tem mais... Diga ao povo que quem amaldiçoar o seu Deus pagará por esse pecado e será morto a pedradas por todo o povo. Não importa que seja israelita ou um estrangeiro que mora no meio de vocês, quem blasfemar contra o nome do SENHOR Deus será morto.

Então Moisés disse tudo isso aos israelitas.

Aí eles pegaram o homem que havia amaldiçoado o nome de Deus e o levaram para fora do acampamento.
E ali o mataram a pedradas.

Assim, eles fizeram aquilo que o SENHOR havia ordenado a Moisés.

Bom, eu não queria levantar mais polêmicas, más fica aqui uma dúvida...

Porque Deus não perdoou este cidadão?

Vamos discutir na próxima postagem?

Combinado então!

Em Cristo!

A seguir: Olho por olho, dente por dente - Parte II
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Levítico 24:1-9 - O Candelabro e o pão sagrado!

O Candelabro e o pão sagrado!

Levítico 24:1-9

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Tenho mais instruções para lhe transmitir hoje.

_ Estou pronto.

_ Então anote aí. Diga aos israelitas que lhe tragam o melhor azeite, para manter sempre aceso o candelabro que está na Tenda Sagrada.

_ E entregam para quem?

_ Para Arão. Todas as tardes Arão acenderá o candelabro e o manterá aceso a noite toda, ali na presença de Deus, o SENHOR, do lado de fora da cortina que fica em frente da arca da aliança. Essa lei deverá ser obedecida por vocês e pelos seus descendentes para sempre.

_ Quer dizer que esta é uma responsabilidade somente de Arão?

_ Arão cuidará dos pavios das lamparinas do candelabro de ouro puro, para que fiquem sempre acesas na presença do SENHOR. No inicio ele fará isso pessoalmente, mais tarde, ele passará esta tarefas aos sacerdotes.

_ Que mais?

_ Deixa ver aqui… Ah, tem os pães também.

_ Pães?

_ Isso mesmo, pesando dois quilos cada, feitos da melhor farinha, serão colocados ali na mesa. Todo sábado o sacerdote colocará os pães arrumados em duas pilhas de seis, e queimará incenso sobre eles, que é pra todo mundo saber que os pão são dedicados a Mim.

Enquanto Moisés falava com o Senhor, Arão o chama para deliberar sobre um problema que estava ocorrendo lá fora.

_ Moisés!

_ Shhhhhhh…Fala Arão, o que ouve?

_ Há uma confusão lá fora, Moisés...

_ Mas o que é que está acontecendo para você interromper minha devocional?

_ Venha e veja...

Moisés foi ver o que estava acontecendo. E do lado de fora do Tabernáculo havia uma confusão generalizada, um monte de gente discutindo.

Uns gritos de “Pega!” daqui, “Lincha!” dali, “Apedreja!” delá.

Ao verem Moisés se aproximar, no entanto, os ânimos foram se acalmando.

Você quer saber o que aconteceu?

Leia em sua Bíblia e retorne aqui amanhã.

Em Cristo!

A seguir: Olho por olho, dente por dente 
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Levítico 23:1-44 - As festas de Israel

As festas de Israel

Levítico 23:1-44 

_ Moisés?

_ Senhor?

_ Quero falar com você sobre as leis das festas.

_ Festas?

_ Sim, Moisés das leis a respeito das festas religiosas mais importantes, quando o povo se reúne para adorar o SENHOR. Então anote aí as festas. A primeira, que vocês já conhecem bem, é o sábado: No sétimo dia da semana vocês não vão trabalhar.

_ Certo.

_ Bom, outra festa é a Páscoa, no dia catorze do primeiro mês. Pra comemorar a saída do Egito, ta anotando?

_ Sim!

_ No dia seguinte começa a Festa dos Pães Ázimos.

_ Pães Ázimos?

_ Isso mesmo, pão sem fermento. Então. Essa festa dura sete dias, durante os quais vocês comerão pão sem fermento. No primeiro dia da festa ninguém trabalha: Vão todos se reunir para adorar ao Senhor Deus de Israel. Nos outros dias o povo trará ofertas de alimento aqui pro Tabernáculo. E no último dia farão outra reunião para adorarem ao Senhor Deus.

_ Tem mais?

_ Sim. A Festa das Primícias. Quando vocês já estiverem estabelecidos em Canaã e fizerem a primeira colheita, levarão um feixe do trigo colhido ao sacerdote. Ele apresentará esse feixe a mim.

_ Certo...

_ Então. No mesmo dia em que trouxerem o feixe de trigo, vocês vão me trazer um carneirinho de um ano para ser completamente queimado. E apresentarão como oferta de alimento dois quilos de farinha com azeite e um litro de vinho. Não comam derivados do trigo enquanto não apresentarem essa oferta.

_ Entendi...

_ Muito bem. Próxima: Festa da Colheita. A festa vai ser assim: Cinqüenta dias depois da Festa das Primícias, vocês apresentarão outra oferta de cereais. Cada família vai trazer dois pães de dois quilos cada, feitos com a melhor farinha e com fermento. Junto com os pães, ofereçam sete carneirinhos de um ano, um bezerro e dois carneiros adultos. Esses animais serão completamente queimados, juntamente com as ofertas de alimento. Além disso, oferecerão um bode para tirar pecados e dois carneirinhos como oferta de paz. O sacerdote oferecerá esses dois carneirinhos junto com os pães como uma oferta especial. Essa é uma oferta sagrada que pertence aos sacerdotes.

_ Tem mais?

_ Tem. E vamos em frente. Festa do Ano Novo. O primeiro dia do sétimo mês é um dia sagrado, festejado com muita música.

_ Música?

_ Isso. Com trombetas mais especificamente. Vocês vão se reunir para adorar ao Senhor seu Deus. Não vão trabalhar, e apresentarão ofertas de alimento. Aí no dia dez desse mesmo mês é o Dia do Perdão, sobre o qual já falamos. Alguma dúvida quanto ao Dia do Perdão?

_ Não nenhuma.

_ Muito bem, vamos em frente então?

_ Vamos!

_ No dia quinze do sétimo mês começa a Festa das Barracas.

_ Barracas?

_ Haverá uma reunião sagrada no primeiro dia, ninguém trabalha. Vocês vão colher frutas das melhores árvores, e ramos de palmeiras e galhos de árvores. Aí em cada um dos sete dias vocês apresentarão ofertas de alimento. E no oitavo dia se reunirão novamente para adorar ao Senhor seu Deus.

_ Tá... Mas por que Festa das barracas?

_ Ah, é. Sabe os ramos de palmeiras e galhos de árvores que vocês colheram? Então, vocês vão montar cabanas com eles. Durante os sete dias da festa, todos os israelitas morarão em cabanas, que é para se lembrarem para sempre do tempo em que moraram em barracas no deserto, logo depois de saírem do Egito.

Foi assim que Moisés deu ao povo de Israel as leis a respeito das festas que eles deviam fazer em honra de Deus, o SENHOR.

Vemos que Deus estabeleceu festas/datas, que deveriam ser lembradas e comemoradas até vinda de Cristo.

Estas festas só tinham uma função profética, mas também memorial.

Em Cristo!

A seguir: O Candelabro e o pão sagrado!
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Levítico 22:1-33 - A santidade das ofertas

A santidade das ofertas

Levítico 22:1-33

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Tenho mais leis para lhe transmitir.

_ O Senhor vai falar sobre o que hoje?

_ Vou falar sobre as ofertas.

_ Ok, estou pronto!

_ Certo. Então diga a Arão e a seus filhos que tratem com respeito às ofertas sagradas que os israelitas me consagrarem, para que não profanem o meu santo nome, pois Eu sou o Senhor.

_ Sim.

_ Avise que se, em suas futuras gerações, algum dos seus descendentes estiver impuro quando se aproximar das ofertas sagradas que os israelitas consagrarem ao Senhor será eliminado da minha presença.

_ Sei...

_ Avise também que se acontecer de algum descendente ficar com lepra ou corrimento, ou tiver tocado num cadáver de pessoa ou animal, ou alguma coisa impura, ou tiver ejaculado, que em qualquer dessas hipóteses o sacerdote estará impuro, e não poderá comer das ofertas.

_ Certo. E depois?

_ E depois vem todo aquele ritual que você já conhece. Fica impuro até o pôr-do-sol, depois toma um banho. E só aí ele vai poder comer. E presta muita atenção nisso, Moisés... Se um sacerdote desobedecer minhas leis, morrerá.

_ Sim Senhor.

_ Mas vamos em frente. Nas leis sobre as ofertas, tem mais um detalhe: Só a família do sacerdote e seus escravos poderão comer das ofertas. Se alguém de fora da família sacerdotal comer uma oferta por engano, pagará ao sacerdote o valor da oferta mais vinte por cento. Anotou?

_ Sim. Terminou Senhor?

_ Não, mais um pouco. É sobre os animais sacrificados. Não podem ter defeitos. Tem que ser um bicho perfeito.

O grande número de restrições dadas aos sacerdotes tinha o propósito de mantê-los constantemente em guarda para não serem impróprios para o serviço sagrado, serviam também para preservar a integridade e exercer o sentimento de temor e submissão à autoridade do Deus.

O capítulo continua tratando de mais algumas leis para sacrifícios, mas vocês podem continuar a leitura em suas Bíblias...

Fiquei com sono...

Até a próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: As festas de Israel
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Levítico 21:1-24 - Leis para os sacerdotes

Leis para os sacerdotes

Levítico 21:1-24

Olá pessoal, chegamos ao capítulo 21, que tal darmos uma acelerada neste estudo?

Hoje eu tô a fim de ver o dia render.

A mensagem do capítulo 21 é para os sacerdotes e suas famílias.

Eles deveriam manter-se afastados de todo tipo de contaminação.

Ao povo era permitido fazer certas coisas que aos sacerdotes não eram permitidas.

Por sua vez, os simples sacerdotes tinham maiores liberdades do que o sumo sacerdote.

Havia uma norma de conduta graduada que se tornava mais estrita quanto mais elevada fosse a categoria da pessoa.

Então vamos as leis para os sacerdotes.

O SENHOR Deus mandou Moisés dizer o seguinte aos sacerdotes, que são descendentes de Arão;

_ Anota aí Moisés;

_ Sim meu Senhor!

_ Nenhum sacerdote pode se contaminar tocando num cadáver. Só se for de algum parente chegado: pai, mãe, irmão, filhos. Os sacerdotes não raparão a cabeça nem cortarão a barba, e deverão casar-se com mulheres virgens, nunca viúvas, divorciadas ou prostitutas. Isso é porque eles oferecem os sacrifícios aqui no Tabernáculo, e devem permanecer puros.

_ Hum.

_ Agora anota as leis para o Sumo-Sacerdote.

_ Não são as mesmas dos sacerdotes?

_ Não! O Sumo-Sacerdote deve vir para o tabernáculo sempre bem penteado e com suas roupas limpas e passadas.

_ Sim.

_ O Sumo-Sacerdote não poderá tocar em nenhum cadáver. Nem que seja de parente próximo, nada. E ele também só poderá se casar com uma virgem.

Ele não podia se casar com uma viúva, como podia fazer o sacerdote comum.

Também não podia casar-se com uma mulher cuja reputação tivesse sido manchada.

_ Ok.

_ Nenhum descendente de Arão que tenha algum defeito físico poderá apresentar ofertas de alimento aqui: Cego, aleijado, deformado, capenga, corcunda, anão, sarnento, verruguento, espinhento, nada! A pessoa poderá fazer outras atividades aqui, e até comer da parte dos sacerdotes…

_ Ufa!

Como os sacrifícios oferecidos deviam ser perfeitos e sem defeito, assim também deviam ser os sacerdotes que ministravam no altar.

Os que tivessem defeitos podiam servir em tarefas de menor importância, mas nunca deviam subir ao altar.

_ Enfim. Ele não poderá chegar nem perto da cortina do Tabernáculo nem do altar, para não contaminar o que é sagrado.

O que podemos aprender com este capítulo?

Podemos dizer que Deus espera que seus ministros proporcionem à igreja um exemplo de vida santificada.

O serviço de Deus exige que o homem entregue o melhor do que tem.

E neste capítulo a entrega do melhor é representada por três qualidades necessárias para o sacerdócio:

Condição física, santidade e consagração.

Em Cristo!

A seguir: A santidade das ofertas
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Levítico 20:23-27 - Porque Deus mandou matar?

Porque Deus mandou matar?

Levítico 20:23-27

Essa é uma pergunta realmente difícil de responder, tanto que em minhas pesquisas pela internet, encontrei poucos textos tratando seriamente sobre este assunto.

Essa é também uma questão que, por ignorância ou cinismo, é usada por muitos para se afastarem da Bíblia ou melhor do Deus da Bíblia.

Dizem:

Como vou crer no seu ‘deus’ se Ele mandou matar tanta gente?

Esse não é o Deus de Amor que creio e Jesus não mandava matar ninguém’.

É o que dizem.

É onde se escondem.

O fato é que Deus realmente autorizou a pena de morte pela violação de muita coisa.

Neste capítulo, por exemplo, Deus deu avisos especiais contra: adoração idólatra, bruxaria, imoralidade sexual e perversões semelhantes.

E a maneira de executar a pena de morte foi pelo apedrejar.

Precisamos entender que Deus estava formando uma nação para representá-lo, povo esse que vivia rodeado de nações pagãs com seus costumes bem distantes do padrão de santidade do qual Deus queria para seu povo.

Ao decretar uma sentença de morte a determinados tipos de pecados, Deus estava dizendo a seu povo, que o salário do pecado era a morte.

Portanto todos mereceriam morrer.

No entanto, Deus freqüentemente demonstrava misericórdia quando a pena de morte era dada.

Davi por exemplo, cometeu adultério e homicídio, e mesmo assim Deus não exigiu que sua vida fosse tirada.

No fim das contas, todo e qualquer pecado que nós cometemos deveria resultar na pena de morte (Romanos 6:23).

Felizmente, Deus demonstra o Seu amor por nós não nos condenando (Romanos 5:8).

Quando os fariseus trouxeram a Jesus uma mulher que havia sido pega em adultério e perguntaram a Ele se ela deveria ser apedrejada, o que Jesus respondeu?

“Aquele que dentre vós estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire a pedra” (João 8:7).

Jesus estava simplesmente expondo a hipocrisia dos fariseus.

Ou seja, como pecadores, mereciam também ser apedrejados.

Por outro lado, os fariseus queriam fazer com que Jesus violasse a lei do Antigo Testamento...

Eles realmente não se importavam com o fato de a mulher ser apedrejada (onde estava o homem pego em adultério?

Por causa da desobediência e do pecado, todos somos réus de morte, mas Deus, no infinito amor, transferiu a nossa culpa e o nosso castigo para seu filho, o Senhor Jesus, o qual sofreu a morte em nosso lugar.

Deus instituiu a condenação a morte desde o princípio, na sua palavra, veja abaixo;

“Se alguém derramar o sangue do homem, pelo homem se derramará o seu; porque Deus fez o homem segundo a Sua imagem” (Gênesis 9:6).

Seria presunçoso da nossa parte pensar que nós podemos questionar uma lei de Deus ou instituir um padrão mais alto que o Dele ou que nós podemos ser mais bondosos do que Ele.

Deus tem um padrão mais alto do que o de qualquer outro ser, visto que Ele é perfeito.

Este padrão se aplica não apenas a nós, mas para Ele mesmo.

Portanto, Ele ama em um grau infinito, e Ele tem misericórdia em um grau infinito e sua justiça é aplicada em um grau infinito.

Nós também vemos que Ele tem ira em um grau infinito, e tudo isto se mantém em perfeito equilíbrio.

Enquanto satanás, através de falsos deuses exigia a vida muitos para sua adoração, Deus exigiu em alguns momentos, a vida apenas daqueles que desobedeciam conscientemente.

Entretanto, esse mesmo Deus que mandava matar, matou a si próprio por todos nós.

Difícil de compreender?

Pois é, isso é amor, misericórdia e justiça em graus infinitos.

Em Cristo!

A seguir: Leis para os sacerdotes
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Levítico 20:10-22 - Deus mandou matar?

Deus mandou matar?

Levítico 20:10-22

Prezados leitores, preciso informar que a leitura dos versículos 10-22 não constitui uma leitura muito agradável, aliás, nem é esse seu propósito.

É que os pecados aqui mencionados são perversos e vergonhosos.

Por isto o castigo era geralmente a pena de morte.

Então vejamos;

_ Moisés?

_ Sim Senhor?

_ Continuemos... Se um homem cometer adultério com a mulher de outro, ele e a mulher deverão ser mortos.

_ Hum...

_ Se um homem tiver relações com uma das mulheres do pai, ele estará desonrando o pai, e ele e a mulher deverão ser mortos; eles serão responsáveis pela sua própria morte.

_ Sim...

_ Se um homem tiver relações com a nora, os dois deverão ser mortos por causa desse ato imoral; eles serão responsáveis pela sua própria morte.

_ Ok.

_ Se um homem tiver relações com outro homem, os dois deverão ser mortos por causa desse ato nojento; eles serão responsáveis pela sua própria morte.

_ Hum...

_ Se um homem casar com uma mulher e também com a mãe dela, isso é uma imoralidade grave, e os três deverão ser queimados vivos; essa imoralidade precisa ser eliminada do meio do povo.

_ Hugh...

_ Se um homem ou uma mulher tiverem relações com um animal, deverão ser mortos.

_ Hunhum...

_ Se um homem casar com a irmã, seja por parte só de pai ou por parte de pai e mãe, os dois deverão ser expulsos publicamente do meio do povo. É uma vergonha um homem casar com a irmã; ele merece castigo.

_ Ok...

_ Se um homem tiver relações com uma mulher durante a menstruação, os dois deverão ser expulsos do meio do povo. Os dois ficaram impuros, pois quebraram as leis da pureza a respeito da menstruação.

_ Que mais?

_ Se um homem tiver relações com a tia, os dois merecem castigo, pois são parentes.

_ Sim...

_ Se um homem tiver relações com a cunhada, ele envergonha o irmão. É uma imoralidade, e os dois morrerão sem terem filhos.

_ Hum...

_ Obedeçam às minhas leis e aos meus mandamentos a fim de que a terra para onde eu os estou levando, a terra que vai ser de vocês, não os expulse.

_ Ufa!

Diante de uma leitura tão pesada como esta, fica uma pergunta...

Porque Deus mandou matar?

Resposta na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: Porque Deus mandou matar?
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Levítico 20:9 - Castigo para os que amaldiçoavam seus pais.

Castigo para os que amaldiçoavam seus pais.

Levítico 20:9

V:9.
_ Diga ao povo que a pessoa que amaldiçoar o pai ou a mãe será morta; e ela será responsável pela sua própria morte, pois amaldiçoou o pai ou a mãe.

_ SENHOR?

_ Fale Moisés...

_ A morte não parecesse ser um castigo demasiadamente severo por meramente se amaldiçoar a alguém?

Não encontramos especificamente aqui, nada quanto ao conteúdo da maldição capaz de exigir pena de morte.

Esta ordem colocava uma grande responsabilidade sobre os pais, a fim de que ensinassem a seus filhos a respeitar toda autoridade.

Isto nos faz lembrar daqueles pais que mansamente se deixam levar por crianças malcriadas que não só se negam a obedecer, mas que também gritam, dão pontapés, rebelam-se e maltratam a seus pais.

Mais tarde tais pais poderão lamentar-se de não ter feito à criança obedecer a tempo, deixando-a passar dos limites da educação.

Terão grande arrependimento ao compreenderem que se tivessem atuado sabiamente e com prontidão, essa criança poderia ter tido um futuro diferente.

Em Cristo!

A seguir: Deus mandou matar?
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Levítico 20:1-8 - Punições para os pecados.

Punições para os pecados.

Levítico 20:1-8

V: 1-5
_ Moisés!

_ Sim Meu Senhor!

_ Tenho mais algumas instruções para meu povo.

_ Estou pronto para obedecê-lo e transmiti-las meu Senhor.

_ Então... A maioria das instruções que lhe apresentarei hoje, já lhe falei anteriormente.

_ Hum...

_ Naquele momento Eu exortei ao povo com um fundamento puramente espiritual, recorrendo a um sentido de correção, mas agora, volto a tocar em assuntos que considero como crimes contra Minha Santidade. E o castigo geralmente será a morte.

_ E quais são os pecados?

_ Se por acaso, um israelita ou qualquer estrangeiro que vive no meio de povo de Israel, separar um de seus filhos para sacrificá-lo ao deus moloque, ele deverá ser morto a pedradas pelo povo.

_ E se o povo não quiser puni-lo?

_ Eu particularmente ficarei contra esse homem e o expulsarei do meio do povo. Por haver sacrificado o seu próprio filho para o serviço de Moloque, ele tornou impura a Tenda Sagrada, o lugar onde moro, e profanou o meu santo nome. E, se o povo não puni-lo, eu mesmo ficarei contra ele e contra a sua família. Eu o expulsarei do meio do povo, junto com todos os que seguirem o exemplo dele e adorarem o deus Moloque.

V: 6.
_ O que mais?

_ Se alguém procurar a ajuda dos que invocam os espíritos dos mortos e dos que adivinham o futuro, eu ficarei contra essa pessoa por causa desse pecado e a expulsarei do meio do povo.

V:7
_ Dediquem-se completamente a mim e sejam santos, pois eu sou o SENHOR, o Deus de vocês.

Como já se mencionou, a santidade é a nota tônica do livro de Levítico.

Deus queria que seu povo sempre levasse em conta este tema.

A razão dada é singelamente: "Eu Jeová sou vosso Deus".

V:8.
_ Obedeçam às minhas leis. Eu sou o SENHOR, e eu os separei dos outros povos para que vocês sejam somente meus.

Em Cristo!

A seguir: Castigo para os que amaldiçoavam seus pais.