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Mateus 14:22-36 - Como Deus mede nossa fé – parte I

Como Deus mede nossa fé – parte I

Olá pessoal!

Uma vez, dirigindo meu carro, ouvi uma mensagem numa rádio que não me lembro agora mas que me marcou muito.

Neste domingo tive a oportunidade de pregar sobre este tema na igreja da qual eu congrego e como escrevi a mensagem no estilo das minhas postagens, resolvi compartilhar com vocês... Pode ser? Beleza! Então lá vai...

Já era fim de tarde, e Jesus acabara de alimentar aproximadamente 5 mil pessoas de uma maneira milagrosa durante uma concentração na qual estava pregando.

Como a multidão não se mexia para ir embora, o Senhor insistiu que seus discípulos navegassem de volta para Cafarnaum;

_ Pedro, Felipe, João?

_ Sim mestre!

_ Reúnam todos os discípulos e saiam imediatamente daqui, sigam para Cafanaum, encontro vocês daqui a pouco.

_ Más Senhor, deveríamos ficar, esta multidão ainda está sedenta da sua palavra, há uma euforia, uma alegria, pois o que aconteceu aqui foi extraordinário!

_ SSShhiiii! Façam o que eu estou pedindo.

Mas parece que eles não queriam partir sem Ele.

Aproveitando-se do sentimento da multidão, os discípulos estavam a ponto de proclamar a Jesús como rei de Israel.

Judas foi o primeiro dos doze a perceber a importância do sentimento popular, e foi ele quem iniciou o projeto de coroar a Cristo.

Esta ação precipitada poderia de uma forma prematura concluir a missão de Cristo aqui na terra.

Jesús teve então, que atuar com decisão e de forma imediata a fim de apaziguar o sentimento popular e dominar a seus próprios discípulos.

_ Vamos pessoal, saiam!

Depois de muita insistência por parte de Jesus e um pouco decepcionados, os discípulos entraram no barco e remaram rumo a Cafarnaum.

O Senhor despediu as multidões e subiu o monte a sós para orar.

Era uma situação difícil, e Ele tinha que se fortalecer mediante a oração, para agir sabiamente conforme a vontade do Pai.

Do alto do monte Ele via os discípulos, remando lentamente enquanto o sol se punha e a lua se preparava para iluminá-los.

Jesús passou ali, várias horas em oração, mas sem perder de vista os discípulos no lago.

Algumas horas depois, do alto do monte ainda dava para ver o barco, porém, agora enfrentando um forte vento contrário.

É uma bonita ilustração da situação dos Seus discípulos hoje, neste mundo de trevas, lutando contra os perigos que nos cercam, enquanto nosso Senhor está elevado no céu, assentado à direita do Pai, nos observando.

Por volta das 03 horas da madrugada, Jesus desceu o monte e foi ao socorro deles, pois já não tinham forças para lutar contra o que agora se tornara uma grande tempestade.

Ao chegar às margens do mar da Galiléia, Jesus percebeu que não havia nenhum tipo de barco.

O que ele fez?

Simplesmente resolveu ir caminhando sobre as águas.

Os discípulos tinham remado uns 4 a 5 km quando Jesús os alcançou.

Em circunstâncias normais, poderiam ter feito esta distância por volta de uma hora, mas nesta ocasião tinham gasto cerca de oito horas.

Isto indicava que haviam lutado contra fortes ventos contrários enquanto tentavam cruzar o mar da Galiléia.

Desde o ponto de partida até Cafarnaum precisavam remar apenas uns 5 ou 6 km, mas o vento os fez mudar um pouco a sua rota.

Se os discípulos tivessem feito a travessia do lago quando Jesús lhes mandou, poderiam ter evitado a tormenta.

Mas sua teimosia os levou a adiar a partida até que se escurecesse.

Agora, depois de quase oito horas, estavam lutando para salvar suas vidas.

Quantas vezes também passamos por tempestades nesta vida, e com perplexidade lutamos para vencer os problemas que nos parecem insolúveis.

Não devemos nos desesperar, porque sabemos que nosso Salvador sabe da nossa situação e virá nos socorrer em tempo. Quando as coisas estiverem mais negras, Ele estará ao nosso lado.

Mas de repente, um dos discípulos, enquanto lutava para deixar o barco de pé nas águas, notou alguém caminhando sobre as águas...

Ele não acredita no que vê e imagina que está ficando louco, e quando ameaça chamar os amigos, ouve todos gritando de medo e começa a gritar também.

Assustados, pensaram que fosse um fantasma!

Nunca haviam visto um fantasma, mas um homem de verdade não podia andar sobre a água assim…

O Senhor não se divertiu com a aflição deles, mas imediatamente os tranqüilizou:

_ Coragem! Sou eu. Não tenham medo

_Ufa! Que susto Senhor!

_ Será que não tinha outra forma de ele de vir até nós? Conversaram entre si.

Na próxima postagem, teremos a participação de um excêntrico personagem nesta história, e através da sua participação examinaremos a forma como Deus mede a nossa fé.

Até a próxima!

Em Cristo!

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. Palavras inspiradoras.

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  2. A radio que voce ouviu foi a novo tempo e o pastor foi o Pr. Ranieri da Igreja Adventista

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