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Números 31:1-14 - A ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!


A  ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!

Números 31:1-14

Moabe e Midiã eram países aliados, prova disso é que no capítulo em que Balaque manda chamar Balaão, vimos que antes de fazê-lo ele se consultou com os líderes midianitas, e que a caravana que foi buscar o profeta era formada por membros de ambos os povos.

Esses haviam se afastado do território ao sul de Canaã, onde vivera Jetro, o sogro de Moisés, e aliando-se aos moabitas, caído em idolatria com eles.

Moisés estava triste num canto, pensando em sua morte próxima, quando Deus veio falar com ele.

_ Moisés!

_ Sim meu senhor!

_ Você vai ordenar ao povo de Israel que se vingue do mal que os midianitas fizeram.

Os Midianitas, por sugestão de Balaão, tinham induzido a Israel a cometer um grave pecado, o que a sua vez trouxe uma praga de Deus sobre seu povo.

_ Tudo bem meu Senhor, darei a ordem!

O SENHOR deu a Moisés, como uma das suas últimas incumbências oficiais antes de morrer e passar para o além.

A ofensa dos Midianitas tinha ocorrido enquanto Moisés era chefe; agora ele foi comissionado por Deus para castigar aos ofensores antes de deixar sua autoridade.

_ É, isso. Depois da guerra, você será reunido aos seus antepassados.

Conformado com seu destino, Moisés tratou de traçar os planos para a batalha.

Convocou os líderes do povo e determinou que cada uma das tribos mandasse mil soldados para lutar.

_ Atenção soldados Israelitas... Armem alguns dos homens para irem à guerra contra os midianitas e executarem a vingança do Senhor contra eles.

_ Quantos homens devemos mandar para esta batalha, senhor?

_ Enviem à batalha mil homens de cada tribo de Israel.

Então Moisés mandou para Midiã esses doze mil homens sob o comando de Finéias, o mesmo filho de Eleazar que matara o hebreu com a midianita em sua tenda.

Para a batalha foram levados também os objetos sagrados e as trombetas para os sinais.

As forças israelitas cruzaram a fronteira e entraram em território Midianita, onde lutaram.

Os israelitas mataram todos os homens midianitas, inclusive os reis Evi, Requém, Zur, Hur e Reba. Ah, e vejam só, mataram também Balaão que ainda se encontrava por lá.

Bom, além de matarem todos os homens, os israelitas levaram as mulheres e as crianças como prisioneiras, saquearam o gado e tocaram fogo nas casas e acampamentos midianitas.

Era um costume antigo matar aos homens, mas não às mulheres nem aos meninos.

Em certos casos posteriores, veremos que Deus indicará que se matasse só aos homens; em outros casos, deveriam matar toda a população.

Voltaram vitoriosos para a planície de Moabe onde o povo de Israel estava acampado, levando os prisioneiros e o despojo de guerra para apresentarem a Moisés e Eleazar.

Deus lhes deu uma vitória perfeita, pois nenhum dos combatentes israelitas perdeu a vida, mas eles falharam por não eliminar completamente aquele povo idólatra.

O líder e o sumo-sacerdote estavam reunidos com os líderes do povo quando viram o exército se aproximando e foram ao seu encontro.

Tratava-se de uma comissão de recepção para dar as boas vindas aos vencedores e fazer os arranjos que fossem necessários para a purificação, separação ou destruição das coisas impuras.

Vendo as mulheres midianitas no meio do exército, Moisés ficou revoltadissimo, especialmente porque mulheres Midianitas inaceitáveis tinham sido trazidas como cativas, o que incluía precisamente às que tinham sido a causa da praga que tinha varrido o acampamento.

_ O que significa isso? O que vocês acham que estão fazendo?

_ ...???

Continua no ano que vem...

Em Cristo!

A seguir: A destruição completa dos Midianitas.
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Números 28,29 e 30 - A repetição de diversas leis e rituais

A repetição de diversas leis e rituais

Números 28,29 e 30

Estudamos na última postagem que Deus anunciou a Moisés que ele morreria sem entrar em Canaã e que Josué seria seu substituto.

Para não esgotar a paciência de vocês e nem a minha, resolvi fazer um resumo de três capítulos que são basicamente uma repetição de passagens que já estudamos.

Nestes capítulos Deus passa a revisar várias leis, para garantir que tudo seria feito conforme as regras mesmo depois da morte de Moisés.

Deus falou das ofertas diárias, dos sábados, da Festa da Lua Nova, da Páscoa, da Festa da Colheita, do Ano Novo, do Dia do Perdão, da Festa das Barracas e das leis para regular promessas e juramentos feitos pelos israelitas, tudo isso em extenuantes detalhes.

É basicamente isso aí, mas não desanime, pois na próxima postagem tem peleja contra os midianitas.

Em Cristo!

A seguir: A  ultima postagem do ano... A guerra contra os midianitas!
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Números 27:12-23 - Josué, o novo líder do povo


Josué, o novo líder do povo

Números 27:12-23

Depois do caso das filhas de Zelofeade, disse o SENHOR a Moisés:

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Suba ao monte de Abarim...

_ E o que faremos lá?

_ Quero que você veja a terra que tenho dado aos filhos de Israel.

Do alto deste monte, Moisés teria um panorama pleno da terra de Canaán estendida a seus pés.

Moisés já sabia que não devia entrar na terra prometida, e o privilégio de ver Canaã foi uma resposta a sua oração.

_ E depois de ver toda a extensão desta terra, você será recolhido ao teu povo, assim como foi recolhido teu irmão Arão.

_ Mas porque meu Senhor?

_ Porque no deserto de Zim, na contenda da congregação, fostes rebeldes ao meu mandado de me santificar nas águas diante dos seus olhos (estas são as águas de Meribá de Cades, no deserto de Zim).

Deus manteve sua decisão e não ia mesmo deixar que Moisés pisasse em Canaã.

Mas permitiria que ele pelo menos olhasse para a Terra Prometida, antes de morrer...

_ Entendi... Meu SENHOR?

_ Sim...

_ Peço-lhe que escolha um líder para o povo em meu lugar, como um pastor, que saia antes deles, que entre antes deles, que os liderasse para fora e os traga para dentro, para que não sejam como ovelhas que não têm pastor.

A grandeza de Moisés como dirigente se vê no fato de que se esqueceu de si mesmo e começou a traçar planos para o povo de Deus.

_ Eu já escolhi...

_ E quem será?

_ Você vai chamar a Josué, filho de Num, homem em quem há o Espírito, e impõe a tua mão sobre ele.

O Senhor escolheu Josué, que já vinha há algum tempo sendo preparado para o cargo, tinha experiência e passou por todos os perrengues que Moisés passou no deserto.

_ Depois, você deve apresentá-lo ao sacerdote Eleazar e perante toda a congregação, e dar a ele as tuas ordens na presença deles.

A cerimônia devia ser tão pública como fosse possível, para que não tivesse dúvida nem incerteza quanto à autoridade de Josué.

_ Ele diariamente deverá apresentar-se ao sacerdote Eleazar, que lhe dará diretrizes perante o Senhor.

Em alguns aspectos, é evidente que a autoridade de Josué era menor do que a de Moisés.

Moisés recebia conselho diretamente de Deus, mas Josué devia ir ao sumo sacerdote como a um mediador entre ele e Deus.

Deus não conversaria com Josué como falava com Moisés, face a face!

Moisés fez como o Senhor lhe ordenou.

Chamou Josué e o apresentou ao sacerdote Eleazar e a toda a comunidade.

Impôs as mãos sobre ele e o comissionou.

Tudo conforme o Senhor tinha dito por meio de Moisés.

Moisés estava ansioso de que Josué tivesse abundantemente a mesma sabedoria e direção que tinham sido suas.

Em Cristo!

A seguir: A repetição de diversas leis e rituais

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Números 27:1-11 - As filhas de Zelofeade

As filhas de Zelofeade

Números 27:1-11

Zelofeade era um israelita da tribo de Manassés que morreu no deserto deixando cinco filhas cada uma delas com seus lindos nomes: Macla, Noa, Hogla, Milca e Tirza.

Como seu pai não havia deixado um filho homem como herdeiro, as cinco pobres irmãs foram solicitar a Moisés o direito à herança do pai.

Elas foram até Moisés, que se reunia com Eleazar, o sacerdote, os príncipes e toda a congregação, à porta da tenda da congregação, local onde ele e os líderes costumeiramente se reuniam para a administração dos assuntos públicos.

_ O próximo?

_ Temos aqui cinco moças que se dizem órfãs de seu pai.

_ Mandem entrar...

Elas se aproximaram...

_ Então... O que ouve?

_ Bom, seu Moisés, nosso pai morreu no deserto e desde então estamos sozinhas nesse mundo...

_ Hum... Por acaso, seu pai não estava entre os que se rebelaram contra o SENHOR no grupo de Coré?

_ Não! Nosso pai não estava no grupo de Coré, ele morreu no seu próprio pecado, pela lei comum de mortalidade a que os homens, pelo pecado, estão sujeitos.

_ Entendi... Seu pai teve algum filho homem?

_ Infelizmente não. É por isso que estamos aqui. Nós descobrimos que somente as famílias que possuem homens, foram escritas inscritas no recenseamento.

_ Hum...

_ E por não haver nenhum em nossa casa, nossa família ficou fora.

Assim, elas solicitaram um pedaço de terra como herança.

Mas a decisão do tribunal foi considerada inadequada para resolver o assunto.

Já que Moisés não queria tomar a decisão sozinho, levou o assunto a Deus, que havia ordenado que fizesse isso em várias ocasiões.

Moisés falou com Deus, que decidiu que o que elas pediam era justo e que dali por diante as filhas teriam direito à herança dos pais.

Repare que esta é uma passagem que também argumenta contra o pretenso "machismo" bíblico.

Deus considerou que as mulheres tinham o mesmo direito à herança do que os homens.

Em Cristo!

A seguir: Josué, o novo líder do povo
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Números 26 - A segunda contagem do povo

A segunda contagem do povo

Números 26

O capítulo 26 marca o início de uma nova seção do livro de Números.

O resto deste livro trata da preparação para a entrada da nova geração do povo de Israel na terra de Canaã, a oeste do rio Jordão.

Deus ordenou o censo da congregação dos israelitas de todos os homens da idade de vinte anos para cima, todos os capazes de sair à guerra.

O bicho ia pegar pro lado dos midianitas...

Foi o segundo censo desde que o povo saíra do Egito, tendo o primeiro sido feito quase quarenta anos antes, diante do monte Sinai, relatado no capítulo 1 de Números, lembram?

Houve uma diferença considerável no resultado, com grandes aumentos e diminuições nos números dos componentes de algumas tribos.

601.730 homens, contra 603.550 da primeira contagem.

No total geral houve uma diminuição de 1.820 homens.

Por que?

Porque Deus cumpriu sua promessa e deixou que morressem todos aqueles que murmuraram contra Ele e que tiveram medo dos povos de Canaã.

Com exceção de Josué e Calebe.

Como diz i ditado... Aqui se faz, aqui se paga!

E Moisés?

Bom, Moisés era levita, e os levitas eram contados separadamente por serem dedicados ao serviço religioso e por não possuírem terras.

Aliás, o número de levitas contados com mais de um mês de vida foi de 23 mil.

De posse dos dados fornecidos por Moisés e Eleazar, Deus decidiu que a localização do futuro território de cada tribo em Canaã fosse determinada por sorteio, enquanto o tamanho seria proporcional ao número de habitantes.

Este é basicamente o resumo deste capítulo, até a próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: As filhas de Zelofeade
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Números 25:17-18 - O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?

O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?

Números 25:17-18

Bem, dúvidas como esta já foram respondidas em outras oportunidades neste blog. Mas vamos tentar entender este caso...

Em um tempo como aquele, em que Deus separou uma nação exclusivamente para ele, era muito importante que esta nação fosse fiel.

E por isso, em muitos momentos foi necessário tomar medidas radicais para eliminar a idolatria que por diversas vezes se espalhava como praga pelo povo e salvar uma nação que pertencia exclusivamente a Deus.

Por mais estranho que nos possa parecer, naquele contexto, a iniciativa de Finéias foi necessária, pois a idolatria poderia significar o fim de Israel.

Nós já debatemos também aqui neste blog, que o povo de Israel recebeu de Deus uma lei que servia para governá-lo, tanto na vida espiritual, como nas questões civis.

Por isso, o “governo” castigava as pessoas que desobedeciam as leis religiosas.

Hoje, o governo ainda castiga malfeitores para manter ordem na sociedade (Romanos 13:1-4), mas a igreja não mata as pessoas que desobedecem as instruções religiosas que Deus nos deu!

Devemos ter o mesmo zelo de Finéias, mas não o mostramos da mesma maneira.

O ato de Finéias foi visto por Deus como providencial, mas não como um modelo a ser seguido, conforme aprendemos em toda a Bíblia...

Amados, nunca procurem vingar-se, mas deixem com Deus à ira, pois está escrito: "Minha é a vingança; eu retribuirei", diz o Senhor. (Rm 12:19).

A maior lição nesta passagem é com relação AO CULTO A DEUS E NOSSAS VIDAS ÍNTIMAS.

A pureza é o caminho para a preservação da paz e da harmonia com Deus.

E para concluir este capítulo...

Os Midianitas, como os israelitas, eram descendentes de Abraão, através de Midiã, o quarto filho de sua concubina e segunda esposa Quetura, enquanto os moabitas eram descendentes de Ló.

Moisés havia se casado com uma midianita, tendo vivido entre eles por quarenta anos.

Compreende-se, então, que os israelitas e particularmente Moisés teriam simpatia por eles, embora fossem idólatras.

E ainda nesse contexto, Deus chamou Moisés e disse;

_ Moisés?

_ Sim meu Senhor!

_ Eu quero que o povo de Israel se torne inimigo dos midianitas, afligindo-os e ferindo-os...

_ Mas porque meu Senhor?

_ Por causa da conivência de Israel com os midianitas, eles foram levados à idolatria, como no caso do engano de Cosbi ("Enganadora"), a filha de seu chefe que fora executada em flagrante.

_ Entendi...

_ Então vamos botar uma pedra sobre esse assunto que eu tenho uma tarefa pra você…

Em Cristo!

A seguir: A segunda contagem do povo
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Números 25:4-16 - Casal assassinado em pleno ato sexual


Casal assassinado em pleno ato sexual

Números 25:4-16

Vimos na postagem anterior que Deus ordenou a Moisés que matasse publicamente todos os líderes do movimento de adoração a Baal.

Imediatamente Moisés convocou os setenta juízes:

_ É o seguinte; Deus falou comigo e mandou matar os responsáveis por esta baderna...

_ Como é que é?

_ É isso mesmo! Eu quero que cada um de vocês executem os homens sob sua responsabilidade que sucumbiram à idolatria.

Esta ordem causou extrema tristeza entre o povo, é claro.

O remorso tomou conta dos israelitas, e todos eles se reuniram em frente ao Tabernáculo para chorarem e implorarem perdão a Deus, com Moisés à frente de todos.

E não é que com todo esse clima pesado um tal de Zinri, cidadão influente, chefe da tribo de Simeão, num descaramento intolerável e desprezo por Deus e por Moisés, teve a petulância de levar uma mulher midianita para dentro de sua tenda, para fazer sexo com ela, justamente no momento em que Moisés e os chefes das tribos ainda choravam a morte dos desobedientes?

Muito cara-de-pau, esse Zinri...

Muita gente viu e a notícia se espalhou rapidamente e todo mundo ficou em choque com a atitude deste homem.

Só que ninguém contava com a indignação de Finéias, filho do sacerdote Eleazar e neto do nosso saudoso Arão...

Quando Finéias ficou sabendo que Zinri e Cosbi (o nome da mulher midianita) estavam no maior love dentro da tenda, saiu da reunião e foi atrás dele armado de uma lança.

O cara entrou na barraca e vejam só que loucura... Traspassou ambos com uma lança... O texto sagrado diz que foram transpassados pelas suas partes genitais, o que sugere que foram apanhados em pleno ato sexual.

Segundo o texto, havia uma doença que vinha atacando os judeus desde que a idolatria tinha se espalhado pelo povo, e que só acabou quando Finéias matou Zinri e Cosbi.

Depois de tudo o que acontecera, Moisés um tanto quanto confuso, entrou no santuário para ter comunhão com Deus.

_ Senhor?

_ Fale Moisés!

_ O Senhor viu o que aconteceu no acampamento?

_ Sim!

_ O Senhor viu o ato sanguinário e brutal de Finéias?

_ Vi e aprovo a atitude de Finéias!

_ Aprova?

_ Sim! Inclusive você dirá a Finéias que a partir de hoje ele pode se considerar meu amigo. E eu prometo que ele e seus descendentes sempre serão sacerdotes.

Eu estava aqui pensando com meus botões...

O que levou Deus a aprovar um assassinato grotesco como esse, diante de Moisés e de todo o povo?

Bom, isso será assunto para a próxima postagem, até lá!

Em Cristo!

A seguir: O que levou Deus a aprovar um assassinato diante de Moisés e de todo o povo?
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Números 25: 2,3 - A prostituição religiosa.

A prostituição religiosa.

Números 25: 2,3

Vimos na postagem anterior que as lindas mulheres moabitas, depois de muito freqüentarem as tendas dos israelitas, os convidaram para as festas em que eram feitos sacrifícios aos seus deuses.

Em Peor, região de Moabe, havia uma versão local de uma divindade, que era adorada conjuntamente por moabitas e midianitas.

Foi nessa localidade de Sitim, bem próximo de Jericó, que Israel rompeu a aliança com o seu Deus, pondo-se a cultuar a baal.

Sendo o deus da fertilidade, seu culto era marcado pela crueldade e por uma devassidão que envergonharia até Sodoma e Gomorra.

A coisa era feia mesmo...

Em suas cerimônias havia sacrifícios de vítimas humanas, orgias sexuais e os mais inimagináveis desregramentos e logicamente, louvores a baal.

Os israelitas com o tempo foram aceitando os convites e tomando parte nos seus banquetes e adorando os seus deuses.

Deus vendo tudo isso, ficou muito irado com o povo, é claro.

Chamou Moisés e soltou o verbo:

_ MOISÉS!

_ Sim meu Senhor...

_ REÚNA TODOS OS CHEFES DO POVO DE ISRAEL E OS ENFORQUE DIANTE DE MIM, AGORA, EM PLENA LUZ DO DIA!

_ Hught...

Continua...

Em Cristo!

A seguir: Casal assassinado em pleno ato sexual
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Números 25: 1 - Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas


Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas

Como vimos na postagem anterior, Balaão voltou pra Mesopotâmia, deixando o desesperado Balaque na mão.

Mas não totalmente, antes de ir embora o incircunciso deu um conselho a Balaque;

_ Majestade?

_ O que você quer?

_ Antes de ir embora, quero lhe dar um conselho...

_ E qual é o conselho?

_ Vossa Majestade deveria infiltrar o acampamento dos israelitas com lindas mulheres moabitas, para que se casem com israelitas e introduzam a idolatria para afastá-los do SENHOR que os protege.

O maior perigo que o povo de Israel tinha que enfrentar não eram os exércitos dos povos que habitavam a terra prometida, mas sim a tentação constante de se contaminar com as religiões e costumes dos cananeus.

_ É... Você pode ter razão...

Eles estavam acampados em Sitim, que se localizava na fronteira da terra de Canaã, um campo verdejante, alinhado a partir de um bosque de árvores de acácia que se alinhavam ao lado oriental do Jordão.

Seguindo o conselho de Balaão, lindas mulheres moabitas começaram a pipocar no acampamento de Israel.
O resultado?

Orgias sexuais no acampamento...

Baal-Peor, ou Baal de Peor era o deus mais popular de todos os deuses dos povos daquela região, representado por um touro medonho, símbolo de força e de fertilidade, considerado o deus das chuvas e das colheitas.

Por ser tão popular, o nome Baal veio a ser freqüentemente usado de maneira genérica para todos os deuses da localidade.

Quando o inimigo de Deus não pode eliminar o testemunho dos eleitos através de um conflito direto, muitas vezes, tenta neutralizá-los contaminando os eleitos com o mundo.

Sitim era a sua última estação, dali até Canaã, era um tapa... Estavam tão próximos...

Este é apontado como um grande agravamento do pecado que cometeram quando Deus estava para colocá-los na posse de suas terras há muito esperado.

Depois de tanto entrar e sair das tendas dos Israelitas, as mulheres convenceram os hebreus a ir até Moabe para acompanhá-las em festas e orgias em homenagem a seus deuses, principalmente ao tal Baal-Peor.

Mas este é assunto para a próxima postagem...

Em Cristo!

A seguir: A prostituição religiosa. 
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Números 23: 14 - cap. 24 - Balaão volta pra casa

Balaão volta pra casa

Apesar nada ter dado certo até o momento, Balaque perseverou e levou Balaão para o alto da montanha de Peor, acreditando que desta vez teria mais sorte.

Novamente construíram sete altares e sacrificaram um novilho e carneiro em cada um, mas Balaão não foi procurar a palavra do SENHOR como das outras vezes, apesar de já não ter mais dúvidas de que deveria realmente abençoar a Israel.

Anteriormente Deus havia colocado uma palavra na boca de Balaão, mas desta vez o Espírito de Deus veio sobre ele.

Balaão entrou em uma espécie de transe e em seguida foi até Balaque e profetizou de olhos abertos, ou seja, com perfeita visão espiritual;

_ E então, Balaão, o que é que você tem para mim?

_ Eu tive uma visão...

_ Há é? Então me diga logo!

_ Eu vi todas as vitórias de Israel sobre os seus inimigos, sua prosperidade, seu domínio...

_ Há não! Novamente não!

_ Benditos serão os que abençoarem a Israel, e malditos os que os amaldiçoarem.

Balaque mal podia acreditar no que acabara de ouvir. Ficou vermelho de raiva e gesticulava contra Balaão.

_ BALAÃO, VOCÊ É DOIDO? PERDEU A NOÇÃO DO JUÍZO? JÁ É A TERCEIRA VEZ QUE EU TE PEÇO PARA AMALDIÇOAR ESTES MUQUIRANAS E VOCÊ SÓ LOUVA OS CARAS.

_ Não me leve a mal majestade, mas eu já havia advertido seus mensageiros que mesmo que vossa majestade me desse sua casa cheia de prata e ouro, eu somente poderia falar as palavras que me fossem dadas pelo SENHOR.

_ SUMA DA MINHA FRENTE, VÁ EMBORA!

Antes de ir embora, Balaão cai em outro transe, declarando de maneira ainda mais detalhada, sua profecia, predizendo a vinda do rei de Israel e a vitória sobre Moabe, Edom, Amaleque e os queneus, o cativeiro assírio de Israel e sua aflição por povos do Mediterrâneo.

Em seguida ele partiu de volta para sua terra, e Balaque voltou pelo seu caminho.

Nas profecias de Balaão, Deus dá testemunho a favor do Seu povo ao invés de dá-lo contra ele, como das outras vezes.

Em Cristo!

A seguir: Os Israelitas se rendem as mulheres moabitas
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Números 23: 9-13 - Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.


Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.

Números 23: 9-13 

Oi...

Vamos relembrar?

Na última postagem, Balaque levou Balaão até um lugar de onde ele poderia ver uma parte dos israelitas, para que os amaldiçoasse.

Mas tudo deu errado e Balaão acabou fazendo uma profecia muito favorável aos hebreus.

Certo de que isso acontecera porque Balaão ficara intimidado diante da quantidade de israelitas, dessa vez Balaque o levou até o alto do monte Pisga, de onde poderia ver apenas uma pequena parte do acampamento, e pediu para que os amaldiçoasse.

Novamente fizeram sete altares e ofereceram um novilho e um carneiro sobre cada um.

Pela segunda vez o SENHOR encontrou-se com Balaão e colocou a palavra na boca.

Transmitindo essa palavra, Balaão disse a Balaque;

_ É... Hrum... O SENHOR abençoou a Israel, portanto ele não pode ser amaldiçoado, pois o SENHOR cumpre as suas promessas. Pronto, falei...

_ O que?

_ É bem isso que eu disse. Deus não viu iniqüidade ou desventura naquele povo, os israelitas agem com o poder de Deus, não valendo encantamento ou adivinhação contra eles.

_ O Balaão! Assim já é demais né?

_ Eu não posso fazer nada, majestade...

_ Eu até acredito que você no momento não pode amaldiçoar essa praga de gente, mas abençoar já é demais!

_ Como eu já lhe disse, não posso fazer muita coisa.

Mas Balaque não desistiu, e num instinto de preservação falou a Balaão:

_ Tudo bem Balaão, não me leve a mal, mas me diga uma coisa, será que nós podemos tentar novamente?

O rei pensava que Deus poderia ser persuadido a mudar sua vontade.

A chegada de Balaão fez parecer a Balaque que o mesmo profeta pensava que isso era possível.

_ Bem, já que estamos aqui... Não custa tentar.

Aqui Balaão teve a oportunidade de cair fora, mas sua ambição o deteve, em função dos ganhos materiais.

_ Então vamos!

Em Cristo!

A seguir: Balaão volta pra casa
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Números 23: 7-8 - Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado

Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado

Números 23: 7-8

Ele voltou a Balaque e o encontrou ao lado de seu holocausto, e com ele todos os líderes de Moabe.

_ E então Balaão, falou com seu Deus?

_ Falei...

_ E aí?

Balão falou em estilo oracular de um profeta, afirmando (em resumo) que Israel não podia ser amaldiçoado, pois era uma nação separada de todas as demais e um povo tão grande que mesmo a quarta parte do que ele podia ver não se podia enumerar, e que ele desejava poder morrer partilhando das bênçãos de Israel.

Não era, de forma alguma, o que Balaque queria que ele dissesse, e Balaque não gostou.

_ O que? Tá maluco? Eu o chamei para amaldiçoar meus inimigos, mas você nada fez senão abençoá-los?

_ Olha seu Balaque, foi isso que Deus colocou em minha boca. A bênção divina foi pronunciada sobre a descendência de Jacó, e, portanto, qualquer prodígio alcançado por meus encantos, todas as habilidades mágicas, todo o poder humano, é totalmente impotente para contrariar o decreto de Deus.

_ Hum... Escute aqui...

_ Pois não?

_ Será que a gente não pode tentar de novo?

_ Não sei se vai adiantar, mas por mim, tudo bem.

_ Então vamos...

Em Cristo!

A seguir: Balaão fala o que não quer falar e Balaque ouve o que não quer ouvir.
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Números 23: 1-6 - Deus coloca palavras na boca do jumento Balaão

Deus coloca palavras na boca do jumento Balaão

Números 23: 1-6

Olá pessoal, sou eu...

Andei sumido, não?

Pois é, muito trabalho... Eu sei, eu sei, isso não é desculpa...

Muito bem, onde é que estávamos?

Ah, me deixa ver... Já sei! Balaque ofereceu sacrifícios a seus deuses e aquela coisa toda...

Pois bem. Na manhã seguinte, Balaque levou Balaão até um lugar chamado Bamote-Baal, de onde se podia ver parte do acampamento dos israelitas. Balaão olhou, coçou o queixo e disse:

_ Construa para mim aqui sete altares e prepare-me sete novilhos e sete carneiros.

Balaque tratou logo de dar as ordens, e em pouco tempo os altares estavam prontos, bem como os animais solicitados.

Então Balaque e Balaão ofereceram em sacrifício um novilho e um carneiro em cada altar.

Perceba que como rei pagão, Balaque realizou funções sacerdotais ajudando a Balaão...

A paródia de tudo isto não era evidente para o profeta, um perverso profeta de Deus que cooperava com um rei pagão oficiando num sacrifício a Baal, enquanto pensava ao mesmo tempo em que seu próprio Deus poderia ser acalmado com esse sacrifício.

Depois disso, Balaão disse a Balaque:

_ Fique aqui junto ao seu holocausto, enquanto eu me retiro.

_ Mas para que?

_ Talvez o Senhor venha ao meu encontro.

_ E isso é bom?

_ O que ele me revelar eu lhe contarei. Certo?

_ Certo!

E foi para um monte. E lá, chegando, O Senhor em sua paciencia infinita, foi ao encontro de Balaão;

_ Ó Meu Senhor, vistes o que eu fiz? Preparei sete altares, e em cada altar ofereci um novilho e um carneiro.

Balaão pretendia que os sacrifícios oferecidos a Deus o fizessem concordar com seus planos.

Da mesma forma como Deus, indo na contramão da natureza, colocou palavras na boca da jumenta, também pôs palavras na boca do jumento... Quero dizer, de Balaão, contrárias à teimosa vontade desse profeta.

_ Agora volta a Balaque e entregue a ele este mensagem.

E sobre as palavras que Deus colocou na boca de Balaão, é o que veremos na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: Balaão revela que Israel não pode ser amaldiçoado