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Josué: 9:14-27 - A pegadinha dos Gibionitas


A pegadinha dos Gibionitas

Os homens de Israel acreditaram na a história deles, porém não pediram conselho a Deus, o SENHOR.

Josué fez um acordo de paz com os gibeonitas, prometendo que não seriam mortos.

E os líderes do povo de Israel juraram que cumpririam a sua palavra.

Três dias depois, os israelitas chegaram à região em que habitavam os gibeonitas (a capital, Gibeão, e as cidades de Cefira, Beerote e Quiriate-Jearim).

E é claro, Josué ficou revoltado quando descobriu que os viajantes maltrapilhos com os quais havia feito o tal acordo eram na verdade habitantes de Canaã e, portanto futuros alvos dos ataques de Israel.

_ SEUS MENTIROSOS INCIRCUNCISOS! VOCÊS NÃO FALARAM QUE VINHAM DE MUITO LONGE???

_ Fizemos isso porque ficamos sabendo que o SENHOR, seu Deus, havia ordenado ao seu servo Moisés que entregasse toda esta terra aos israelitas. E também ordenou a vocês que, conforme fossem avançando, matassem todos os seus moradores. Fizemos isso porque ficamos com muito medo de vocês, medo de sermos mortos.

_ Hum... Agora o povo tá reclamando comigo e com os outros líderes, dizendo que somos molengas e burros por termos feito um acordo com vocês. Que que eu faço?

_ Agora estamos em suas mãos, faça de nós o que achar melhor.

_ Eu sei, eu sei! Mas que BURRADA A NOSSA! Agora por causa da nossa promessa temos de deixá-los viver; se não, Deus nos castigará.

Deus tinha proibido a seu povo que fizesse aliança com os habitantes da terra, mas a razão dessa ordem bem específica: que não se vissem tentados a seguir as abominações de seus habitantes.

Se qualquer desses povos pagãos, como Rahab, tivesse abandonado suas abominações e procurassem a misericórdia divina, Deus o teria aceitado de tão boa vontade como mais tarde aceitou aos habitantes de Nínive...

Mas em cada caso a decisão final deve ficar com Deus.

O é o único que verdadeiramente pode saber o que está no coração.

Não podia confiar tais decisões aos homens.

Pelo tanto, ordenou a total aniquilação das nações cananeus, mas isto não significava que não poderia haver exceções se as circunstâncias assim o indicavam.

Teria sido perigoso confiar ao povo a autoridade de fazer paz ainda com cidades isoladas, para que os cananeus não simulassem haver-se arrependido.

Tal engano poderia estender-se rapidamente, e muitos dos habitantes da região fingiriam arrependimento embora permanecessem tão idólatras de coração como sempre.

_ Então a sua decisão é que viveremos?

_ Olha, eu jurei por Deus então vou ter que manter meu juramento.

_ Viva! Viva!

_ Mas não se alegrem muito...

_ Hught...

_ Todos vocês gibeonitas vão ser nossos escravos.

_ Escravos?

_ Isso mesmo! Carregadores de água, rachadores de lenha, essas coisas.

_ Será que não dá para negociar?

_ NEGOCIAR? SAIAM DA MINHA FRENTE ANTES QUE EU RESOLVA QUEBRAR O JURAMENTO!

Os gibeonitas acharam prudente não discutirem com Josué, mesmo porque para quem ia sumir do mapa qualquer acordo era lucro.

Assim, em troca da própria vida, os gibeonitas passaram a ser escravos em Israel.

Triste fim para um povo cujo Deus não é o SENHOR!

Fim muito mais triste, no entanto, tiveram os outros povos que ficaram no caminho de Josué…

Em Cristo!


Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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