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Juízes 7:16-25 - A derrota dos midianitas



A derrota dos midianitas

Vimos na postagem anterior que Gideão, voltou para o acampamento israelita todo animado e convocou rapidamente seus homens para a peleja...

Chegou o dia da grande batalha...

_ Levantem-se! O SENHOR Deus entregou o exército dos midianitas nas mãos de vocês!

_ VIVA!

_ Vou separá-los em três companhias de cem e entregarei a cada um de vocês trombetas e cântaros com tochas acesas dentro.

_ Perdão seu Gideão, mas se nos permite dizer algo?

_ Sim digam...

_ O exercito dos midianitas tem espadas, escudos, lanças e inumeráveis camelos, lembrando que o seu exercito era composto por 135.000 soldados, certo?

_ Sim, prossigam...

_ Agora você está dizendo que cada um de nossos 300 soldados vai atacá-los com 01 buzina, 01 cântaro e 01 tocha acesa? É isso?

Deus, na sua perfeita sabedoria, tinha um propósito bem definido na redução das forças militares de Israel...

Ele mandou seu exército à batalha com uma desvantagem tão grande que ninguém poderia dizer: "A minha própria mão me livrou"...

E agora usando uma estratégia que não fez nenhum sentido, em termos militares, fará a pequena banda de israelitas vencer o exército dos midianitas.

Até hoje, muitas pessoas não aprenderam esta lição...

Confiam em números, achando que grandes multidões são evidência da aprovação de Deus...

Dependem de estratégias e táticas humanas e carnais para alcançar seus milagres...

E, no fim, se gabam em seus relatórios, destacando os grandes feitos de homens.

_ Não se preocupem, confiem em Deus. Nós vamos agora para o acampamento dos midianitas.

Tem coisas que Deus faz que aos olhos do mundo parecem loucura, mas para os que crêem é poder de Deus...

_ Agora, quero que todos vocês prestem muita atenção! Quando eu chegar à extremidade do acampamento deles, quero que façam tudo o que eu fizer. Isso é muito importante, certo?

_ CERTOOOO!

_ Quando eu e o meu grupo tocarmos as cornetas, então vocês, que estarão cercando o acampamento, também tocarão as suas cornetas e gritarão bem alto a seguinte frase... "Pelo SENHOR e por Gideão!"

_ PELO SENHOR E POR GIDEÃO!

_ Isso mesmo!

_ Estão prontos?

_ ESTAMOOOOS!

Chegou a hora da Batalha, e a estratégia de Deus foi de cercar o arraial inimigo, e os 300 escondidos estavam em volta do exercito inimigo...

Mas você pode ter pensado...

E as tochas acesas?

Será que os inimigos não teriam visto?

Teriam se não fosse por um detalhe...

O cântaro vazio...

Sim, isto mesmo o cântaro vazio serviu para esconder as tochas acesas, assim eles puderam se aproximar sem serem vistos...

Deus é surpreendente!

Então as três companhias desceram silenciosamente até onde os midianitas estavam.

Cada homem levava uma trombeta numa das mãos e um cântaro na outra.

Chegaram ao acampamento inimigo pouco depois da meia-noite, logo após a troca dos guardas.

Então Gideão tocou sua trombeta e quebrou seu cântaro, descobrindo assim a luz da tocha.

Os cem homens de sua companhia o imitaram, assim como as outras duas companhias: todos tocaram suas trombetas, quebraram seus cântaros e gritaram: "Pelo SENHOR e por Gideão!"

E cada um ficou parado no seu lugar em volta do acampamento.

Agora imaginem a cena do ponto de vista dos midianitas...

Era madrugada no vale e nada se ouvia a não ser o cantos dos insetos...

Em meio ao silêncio e a paz momentânea que pairava no vale, todos dormiam apesar da preocupação advinda dos sonhos dos soldados que acabara se espalhando pelo acampamento midianita.

De repente soam trombetas, ouve-se o barulho de coisas se quebrando, e vê-se a luz de tochas surgidas fantasmagoricamente como por um milagre, ao mesmo tempo em que trezentas vozes gritam o nome do Deus e do líder de Israel.

Dá para imaginar?

Pensa... Meia-noite, todo mundo com sono, bêbados ou ambos, e não deu outra coisa...

Tumulto no acampamento, assombro generalizado...

O barulho acordou os midianitas e, vendo as luzes das tochas, o som das trombetas e os gritos, imaginaram que estavam sendo atacados por um poderoso exército e, na confusão da escuridão, passaram a se matar uns aos outros e a correr, e a gritar, e a fugir.

Fugiram na direção de Zererá e foram a Bete Sita e até a divisa de Abel Meolá, perto de Tabate.

Uma vitória impressionante!

Eles não tiveram que lutar, ficaram parados e o inimigo fugiu, assim Gideão prevaleceu com apenas 300 soldados e o nome do Senhor foi Glorificado.

Com isso, Gideão viu-se em condições de chamar o resto do seu povo e a tribo vizinha de Efraim para completarem a aniquilação do inimigo, impedindo que voltasse para as terras ao oriente do rio Jordão de onde havia vindo.

Os efraimitas assim fizeram e ainda prenderam os dois príncipes midianitas, Orebe e Zeebe.

Ambos foram mortos e suas cabeças levadas até Gideão.

Com essa impressionante vitória sobre os midianitas, até então tidos como invencíveis, Gideão começou a experimentar as dores de cabeça e também a glória de estar numa posição de destaque.

É o que veremos na próxima postagem.

Em Cristo!

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

Um comentário:


  1. A influência da música na saúde mental
    Ivone Boechat


    A música se destaca dentre as expressões artísticas, desde os primórdios da narrativa bíblica. No século VI a.C, Pitágoras afirmava: “A música e a dieta são os dois principais meios de limpar a alma e o corpo e manter a harmonia e a saúde de todo organismo”.
    Nada no planeta escapa aos efeitos da música. Ela interfere em tudo: na digestão, na produção de secreções, na circulação sanguínea, nas batidas cardíacas, na respiração, na nutrição e nas inteligências.
    O alemão Tartchanoff, especialista nos fenômenos cerebrais, provou que “A música exerce poderosa influência sobre a atividade muscular, que aumenta ou diminui, de acordo com o ritmo, o volume, o estilo”. Os sons são dinamogênicos, isto é, aumentam a energia muscular em função de sua intensidade e ritmo. Ou o inverso: a música pode paralisar. O uso errado da música encurta a vida e, corretamente usada, ajuda a preservá-la. As batidas cardíacas podem ser reguladas ou transtornadas pelos sons musicais. O rock, por exemplo, faz mal à saúde física e mental, e vicia tanto quanto qualquer droga química. Um rock-dependente submetido a um tratamento de desintoxicação mental demora muito para curar a desarmonia no seu metabolismo.
    Já os ritmos harmoniosos são estimulantes, sedativos, ajudam a recuperar o sono e fixam a memória. A medicina usa a música na terapia de partos, cirurgias, tratamentos dentários etc. Empresas de saúde entretêm pacientes em sala de espera com música suave, neutralizando a ansiedade.
    Médicos de Los Angeles, EUA, selecionam músicas para relaxar no tratamento de pacientes com dores. No Brasil a música é usada na assistência a doentes terminais.
    Há muito se sabe que a música estimula a produção no trabalho. Em restaurantes, se inteligentemente usada, ela estimula o apetite, o romantismo, a confraternização, as comemorações. Nos quartéis, desperta o espírito cívico. A Bíblia conta, por exemplo, que o rei Jeosafá usou um grandioso coral e uma banda de música para intimidar o inimigo (II Cr 20). Ganhou a batalha!
    Shakespeare dizia que a música: “Presta auxílio a mentes enfermas, arranca da memória uma tristeza arraigada, arrasa as ansiedades escritas no cérebro e, com seu doce e esquecedor antídoto, limpa o seio de todas as matérias perigosas que pesam sobre o coração”.
    Para cada ambiente há ritmos, sons e volumes apropriados. Porém, o volume acima de 60 decibéis, segundo órgãos internacionais de saúde, pode causar espasmos e lesões cerebrais irreversíveis. Mais de 90 decibéis, e o excesso sonoro e rítmico calcificam parcialmente o cérebro, bloqueando a memória. A mensagem externa não pode ser gravada, porque a química está alterada pelo excesso de adrenalina.
    A epilepsia musicogênica resulta do excesso de ruídos musicais, incluindo convulsões. A lesão produzida pelo mau uso do som pode até matar, se a vítima não for adequadamente tratada. Desde o quarto mês de gestação, os bebês já podem perceber a agressão externa pela inteligência corporal. A ansiedade de uma grávida onde o som ultrapassa os limites humanos de segurança é percebida e registrada pelo feto.
    Texto na íntegra: http://www.educacaopublica.rj.gov.br/biblioteca/educacao/0128.html

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