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Juízes 10:6-18 - Os amonitas escravizam os israelitas

Os amonitas escravizam os israelitas

Enquanto Jair viveu, povo encontrou paz, mas os problemas vieram depois que Jair morreu...

O povo, prosperando com a paz, agora sem um juiz temente a Deus, voltou-se novamente aos ídolos e deuses da terra, e deixou o SENHOR e não O serviram.

Parece incrível que, depois de todas as experiências por que passaram os israelitas ainda não tivessem aprendido a lição.

Cada nova geração que surgia (aproximadamente cada quarenta anos) afastava-se de Deus e depois tinha que sofrer as duras consequências nas mãos dos inimigos que os rodeavam. 

É, mas não precisamos apontar o dedo para os israelitas, pois hoje vemos a apostasia varrendo as igrejas ditas cristãs.

Com medo de verem os seus números reduzidos, recorrem a práticas mundanas, ao misticismo, e relegam ao esquecimento a verdadeira mensagem, servindo aos "deuses da terra" e não mais ao verdadeiro Deus.

Naquele tempo, a maior ameaça para Israel vinha do Oriente.

Os incansáveis filisteus e os amonitas.

Os amonitas, como nação, estavam no seu auge durante o período dos juizes de Israel.

Eles eram descendentes de Amom, filho da união incestuosa de Ló, quando embriagado, com a sua filha (Gênesis 19:30-38).

Sua terra se localizava frente a Jerusalém, do outro lado do rio Jordão.

Ao sul ficava a terra dos moabitas, descendentes de Moab, o filho da outra filha de Ló também concebido incestuosamente através de Ló.

Filisteus e amonitas eram geralmente aliados, e eram inimigos poderosos dos israelitas.

Os amonitas oprimiram os israelitas ao oriente do rio Jordão por dezoito anos, e encorajados por suas vitórias sobre as tribos que vivem em Gileade, os amonitas atravessaram o rio Jordão, e começaram a atacar todo o centro Palestina, habitada por tribos de Judá, Benjamim e Efraim.

Os filisteus ficavam do outro lado, ao longo do mar Mediterrâneo.

A situação tornou-se tão angustiante que o povo novamente clamou ao SENHOR, confessando o seu pecado.

É a velha história outra vez, e eles esperavam que, uma vez tendo confessado o seu pecado, o SENHOR os livraria dos seus inimigos e tudo estaria em ordem novamente.

Mas inesperadamente, o SENHOR respondeu:

_ No passado os egípcios, os amorreus, os amonitas, os filisteus, os sidônios, os amalequitas e os maonitas escravizaram vocês, e vocês me pediram socorro. E eu os salvei deles. Mas assim mesmo vocês me abandonaram e adoraram outros deuses. Por isso eu não vou mais ajudá-los.  Agora peçam socorro aos deuses que vocês escolheram. Que eles os ajudem quando vocês estiverem em dificuldades!    

Mas o povo de Israel respondeu:

_ De fato, nós pecamos. Faça de nós o que quiseres. Mas nos salva hoje, por favor.  

Então eles jogaram fora os seus deuses estrangeiros e adoraram a Deus, o SENHOR.

Quando o povo provou o seu arrependimento, aceitando a vontade de Deus, lançando fora os deuses dos outros povos e servindo ao SENHOR, eles alcançaram a compaixão de Deus.

Os israelitas estavam sem liderança, o que é uma característica de um grupo, ou geração, que se afasta de Deus.

Então os chefes e o povo de Gileade combinaram que o homem que comandasse os israelitas na luta contra os amonitas  governaria a região.  

É aí que surge o próximo juiz...

Assunto para outra postagem.

Em Cristo!

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Juízes 10:3-5 - O juiz Jair!


O juiz Jair!

Juízes 10:3-5
Depois de Tolá o próximo Juiz foi Jair.
Tudo o que se sabe sobre ele está nos três versículos seguintes.
Sua cidade era Gileade, região montanhosa ao oriente do rio Jordão, e somos informados que julgou a Israel vinte e dois anos...
Ele tinha trinta filhos, que montavam trinta jumentos.
Os seus filhos tinham trinta cidades na região de Gileade.
Elas são chamadas até hoje de cidades de Jair.
Jair morreu e foi sepultado em Camom.
A família de Jair era evidentemente rica e influente naquela área.
Os trinta jumentos que seus filhos tinham eram sinal de prosperidade e as trinta cidades deles confirmava isso.
Mas não aconteceu nada de notável neste período.
O povo viveu em paz.
Os problemas vieram depois que Jair morreu, mas isso é assunto para próxima postagem.
Em Cristo!
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Juízes 10:1-2 - Tolá, o sétimo juiz de Israel

Tolá, o sétimo juiz de Israel 

Depois de Abimeleque, o pseudo libertador sem autoridade divina, um novo juiz se levantou para livrar a Israel...

Chamava-se Tolá...

Tolá?

Isso mesmo, Tolá...

Não se espante com o nome deste juiz, pois o de seu pai também não foi nada convencional;

Puá...

Muito menos o de seu avô;

Dodo...

Ele era da tribo de Issacar e morava na cidade de Samir, na região montanhosa de Efraim.

Tudo o que se sabe sobre ele está nos dois primeiros versículos do capítulo 10...

Seu pai, seu avô, sua tribo e onde morava.

Foi juiz durante vinte e três anos, morreu e foi sepultado em sua cidade.

Durante esse tempo não houve nada de notável, talvez em consequência da sua sabedoria.

É isso, que sejamos sábios como Tolá, que de tolo não teve nada!

Um bom Natal a todos e até a próxima postagem!

Em Cristo!

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Juízes 9:50-57 - Abimeleque morto com um pedra na cabeça



Abimeleque morto com um pedra na cabeça

Depois Abimeleque foi a Tebes, que provavelmente ajudara em Siquém contra o ataque de Abimeleque, cercou a cidade e a conquistou.

Em Tebes também havia uma forte torre.

Todos os homens e mulheres e os líderes da cidade correram e entraram nela. Fecharam as portas e foram para o terraço.

Foram encontrados na Palestina torres como esta, cujas paredes são de até 3 metros de espessura.
Templo ou torre em Siquém
Dentro da torre tinha vários andares ou níveis e plataforma acima, a partir do qual o povo podia se defender.

Os cidadãos de Tebas fugiram como o último recurso depois de Abimeleque invadiu sua cidade.

Abimeleque avançou, atacou a torre e chegou até a porta, para pôr fogo nela.

Enfurecido e totalmente fora de controle, Abimeleque atacou a torre.

Quando os defensores resistiram a seus ataques furiosos, Abimeleque resolveu usar a mesma estratégia que usou em Siquém, por fogo na torre.

No entanto, enquanto ainda empilhava as madeira na frente da porta da torre, uma mulher o avistou e aproveitando a incrível oportunidade, jogou uma pedra de moinho que acertou em cheio a cabeça do ditador abrindo seu crânio.

Aí ele chamou depressa seu escudeiro que carregava as suas armas e disse:

Os líderes militares costumavam ter um campo de assistente ou escudeiro como um sinal da sua importância, e também para transportar o escudo pesado e lanças.

_ Rápido moleque, tire a sua espada e me mate. Não quero que digam que fui morto por uma mulher.

Então o rapaz tirou a espada e o matou.

O horror de ser morto por uma mulher não se limitava aos Hebreus...

Na literatura grega e romana se expressa o mesmo sentimento.

Mas apesar da seus esforços para acabar com a sua vida de forma diferente, Abimeleque não escapou da reprovação de ter sido morto por uma mulher, pois a história sendo divulgada a te hoje.

Em seus últimos momentos, Abimeleque pode muito bem ter pensado sobre o que o os homens pensariam de sua vida, como as pessoas julgariam sua história...

Ainda hoje, as questões a que os seres humanos são mais sensíveis não são o que realmente importa na vida, aqueles que só se tem orgulho e ambição, geralmente morrem como viveram, mais preocupados em preservar a sua reputação do que a salvação de sua alma.

Mais tarde, o primeiro homem que tentou a reinar sobre Israel, o rei Saul, primeiro rei de verdadede Israel, insistiu em morrer da mesma forma, triste!

Quando os israelitas viram que Abimeleque estava morto, voltaram todos para casa.

E assim Deus castigou Abimeleque pelo crime que havia cometido contra o seu pai, o crime de matar os seus setenta irmãos

E, como castigo pela maldade dos homens de Siquém, Deus fez com que eles sofressem.

E assim aconteceu o que Jotão, filho de Gideão, tinha dito que ia acontecer quando os amaldiçoou.

Estes versículos finais, dão a moral da história toda...

Deus rege os acontecimentos históricos, e que ambos os crimes são puníveis tanto individualmente como coletivamente.

Deus recompensou a cada um segundo as suas obras.

Em Cristo!
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Juízes 9:42-49 - Abimeleque ataca Siquém



Abimeleque ataca Siquém

No dia seguinte o povo de Siquém saiu para os campos a fim de trabalhar.

E Abimeleque que ainda estava receoso com o povo que havia apoiado Gaal, resolveu atacá-los quando soube que estavam desprevenidos 

Então ele dividiu os seus homens em três grupos e os deixou escondidos no campo, esperando.

Quando Abimeleque viu muitas pessoas saindo da cidade, saiu de onde estava escondido e os matou.

Depois Abimeleque e o seu grupo atacaram de surpresa e tomaram conta do portão da cidade.

Os outros dois grupos atacaram o povo que estava nos campos e mataram todos.
Siquém nos dias de hoje
Depois Abimeleque entrou na cidade e combateu o povo de Siquém o dia todo, até  tomar a cidade e matar os seus moradores.

Depois de destruir a cidade, espalhou sal no chão.

Espalhar sal nas ruínas era uma ação simbólica para expressar o desejo de que a cidade permaneceria deserta e desabitada para sempre.

Quando os chefes de Torre de Siquém souberam disso, foram todos para a fortaleza do templo de Baal-Berite para ficar em segurança.

Nos tempos antigos, os templos eram considerados lugares de abrigo.

A literatura grega clássica contém muitas referências de pessoas fugiam para templos em busca de abrigo político.

Mas Abimeleque soube que tinha mais gente escondida por lá.

Para poupar tempo e esforço e não entrar no local sagrado, resolveu não derrubar a grossa porta de madeira do templo, teve a ideia de subir o monte Salmom com os seus homens e cortar galhos de árvores  e disse aos homens para fazerem depressa a mesma coisa.

Depois eles seguiram Abimeleque e fizeram uma pilha de galhos encostados na fortaleza.

Em seguida puseram fogo nos galhos e queimaram a fortaleza com toda a gente dentro.

O intenso calor do fogo destes ramos logo pegou fogo nos revestimentos de madeira, e, como resultado morreram 1000 homens e mulheres que haviam se refugiado nos quartos cavernosos.

A profecia de Jotão foi literalmente cumprida.

Ele havia dito que o rei destruiria o povo de Siquém com fogo (v. 20).

Embriagado com o cheiro da matança, Abimeleque decidiu que ainda queria brincar de matar mais gente...

Com tão fraca resistência, seus homens pouco se cansaram, o que dava tempo ainda de se divertir atacando mais uma cidade e ainda voltar a tempo para o jantar...

O alvo escolhido foi Tebes...

Mas esse será assunto para a próxima postagem.

Em Cristo!
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Juízes 9:35-41 - Gaal enfrenta Abimeleque


Gaal enfrenta Abimeleque

Então Abimeleque e todos os seus homens saíram durante a noite e se esconderam fora de Siquém, divididos em quatro grupos.

Talvez pressentindo algo de errado, Gaal se levantou, juntou seus homens e foi para o portão da cidade.

Zebul, vendo que seu plano vendo que seu plano cooria um sério risco, foi junto para ver o que poderia fazer...

Enquanto isso, vendo que havia uma movimentação próxima ao portão da cidade em hora tão imprópria, Abimeleque e os seus homens saíram de onde estavam escondidos rastejando e fazendo o mínimo possível de barulho...

Gaal, observando do portão, viu a movimentação na montanha e em voz alta e nervoso reportou a Zebul:

_ OLHA LÁ ZEBUL! VEM GENTE DESCENDO DO ALTO DAS MONTANHAS EM NOSSA DIREÇÃO!

A fim de ganhar tempo, Zebul passou a olhar com calma e até com certa zombaria respondeu:

_ É nada! Não são homens. São apenas as sombras das montanhas.

Enquanto isso, de todos os pontos as tropas de Abimeleque avançavam para o desespero de Gaal e surpresa dos cidadãos.

_ QUE SOMBRAS O QUE! VEJA! VEM GENTE DESCENDO BEM NA NOSSA FRENTE, E UM GRUPO VEM VINDO DA ÁRVORE SAGRADA!

Então Zebul disse:

_ Ué, onde foi parar toda aquela conversa?

_ QUE CONVERSA?

_ Não foi você quem perguntou por que devíamos servir Abimeleque?

_ FOI, E DAÍ?

_ Pois então, são estes os homens de quem você estava caçoando.

_ Hã?

_ Agora mostre se você é realmente corajoso e não apenas um falastrão... Saia agora e lute contra eles.

Percebendo que responder a provocação de Zebul, só daria tempo ao inimigo, Gaal tratou logo de chamar seus homens e lutar contra Abimeleque na montanha.

No fim das contas, Gaal provou ser apenas um falastrão, pois depois de levar uma surra inesquecível e de muitos homens feridos, o que lhe restou foi fugir de volta para a cidade e fechar os portões.

Abimeleque preocupado com a quantidade de aliados que Gaal poderia ter dentro de Siquém, resolveu não entrar na cidade e então voltou para Arumá...

Zebul por sua vez, criou coragem ao saber que os aliados de Gaal não mais o apoiavam e então o expulsou de Siquém juntamente com seus irmãos.

Fim dos problemas em Siquém?

De amaneira alguma...

Na realidade experimentaram uma aparente paz, mas por pouco tempo, como veremos na próxima postagem.

Em Cristo!
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Juízes 9:32-34 - A mensagem de Zebul


A mensagem de Zebul

Vimos na postagem anterior que o governador ficou com muita raiva de Gaal e rapidinho mandou um mensageiro a Abimeleque, que morava em Arumá para informá-lo do que estava acontecendo...


Então Abimeleque, furioso, respondeu a mensagem, num tom não tão bajulador como o de seu governador:


Então Abimeleque e todos os seus homens foram para Siquém...

Mas o que aconteceu lá é assunto para a próxima postagem!

Em Cristo!
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Juízes 9:22-32 - O pileque de Gaal


O pileque de Gaal

Apesar de todas as tentativas de Jotão, o famigerado Abimeleque acabou governando o povo de Israel durante três anos.

Mas Abimeleque acabou se tornando um ditador o que veio a decepcionar em muito aos homens de Siquém  ao ponto destes o odiarem e se revoltarem contra ele.

Era natural que aqueles que foram desleais a Gideão também fossem com Abimeleque.

Deus permitiu que isso acontecesse para que Abimeleque e os homens de Siquém, que o haviam ajudado a matar os setenta filhos de Gideão, pagassem pelo seu crime.

A situação se agravou ainda mais quando os moradores de Siquém puseram homens escondidos no alto das montanhas para matar Abimeleque.

No entanto, enquanto estes homens esperam um momento em que Abimeleque passasse por ali, aproveitavam a oportunidade e assaltavam todos os que também passavam por aquele caminho.

Logo reinou em toda a área uma condição insegura que danificou o prestígio Abimeleque e popularidade.

É nesse ambiente de total insegurança, quase de uma guerra civil que surge a figura de Gaal...

Não se sabe muito sobre Gaal, só que era filho de Ebede, e que foi com os seus irmãos para Siquém, e acabou ficando por lá, ganhando com o tempo a simpatia dos homens dali.

Um belo dia, Gaal e seus irmãos foram até as suas plantações, apanharam uvas e prepararam vinho para uma festa na qual convidaram muitos amigos de Siquem...

Depois entraram no templo do seu deus, comeram e beberam muito e Gaal sob a influencia do vinho acabou falando mais do que devia...

_ Por que estamos sendo dominados por esse Abimeleque?

O festival da colheita era o mais feliz do ano e entre os cananeus eram geralmente acompanhados de festas com muita bebida.

_ Que tipo de homens somos nós, os homens de Siquém? Em?

Silencio total...

_ E quem é ele?

_ É o filho de Gideão!

_ Sim, eu sei. No entanto, o governador que ele escolheu para nossa cidade, o incompetente Zebul, recebe ordens dele feito um cachorrinho. Por que devemos ser dominados por ele? Sejam fiéis ao seu antepassado Hamor, pai de Siquém, pô!

As pessoas que estavam ali pararam de beber e olharam uns para os outros, já preocupados com o teor do discurso e por estarem participando do perigoso evento...

_ Ah! Se eu fosse o governador deste povo! Há! Expulsaria Abimeleque e diria: "Já que o seu exército é tão grande, então saia e lute como um homem!"

É regra bastante conhecida a que diz que em todo lugar tem um dedo duro, e a festa no templo de baal berite não seria diferente...

Um cagueta, depois de ouvir o animadinho Gaal, correu para contar a Zebul tudo o que ouvira do bebum.

O governador ficou com muita raiva de Gaal e como um perfeito covarde, mandou um mensageiro a Abimeleque, que morava em Arumá para informá-lo do que estava acontecendo...

Mas sobre isso veremos na próxima postagem.

Em Cristo!
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Juízes 9:17-21 - Jotão foge para Beer.

Jotão foge para Beer.

E Jotão continuou:

_ SERÁ QUE VOCÊS FORAM SINCEROS E HONESTOS QUANDO FIZERAM DE ABIMELEQUE UM REI? E SERÁ QUE VOCÊS TRATARAM GIDEÃO E A SUA FAMÍLIA COM DECÊNCIA E DE ACORDO COM O QUE ELE MERECIA? LEMBREM QUE O MEU PAI LUTOU POR VOCÊS. ELE ARRISCOU A VIDA PARA SALVÁ-LOS DOS MIDIANITAS.

Depois de mostrar a situação perigosa dos habitantes de Siquém, Jotão severamente repreende o povo pela ingratidão que tinha mostrado para Gideão para financiar o ataque de Abimeleque contra a casa de Gideão, durante o qual Abimeleque tinha matado 69 dos seus irmãos.

Esta foi à recompensa que Siquém, deu à família que tinha arriscado suas vidas para libertar os habitantes palestinos dos midianitas.

_ AGORA, SE O QUE VOCÊS FIZERAM HOJE COM GIDEÃO E A SUA FAMÍLIA FOI SINCERO E HONESTO, ENTÃO SEJAM FELIZES COM ABIMELEQUE, E QUE ELE SEJA FELIZ COM VOCÊS!

Foram palavras são irônicas.

_ MAS, SE NÃO, QUE DE ABIMELEQUE SAIA FOGO E QUEIME OS HOMENS DE SIQUÉM E DE BETE-MILO! E QUE SAIA FOGO DOS HOMENS DE SIQUÉM E DE BETE-MILO E QUEIME ABIMELEQUE!

A maldição de Jotão foi que Abimeleque e os cidadãos de Siquém perecessem por destruição mútua.

Muitas vezes a ligação má, rapidamente se torna uma inimizade doentia e de extermínio mútuo.

Esta maldição foi cumprida exatamente como registra o restante do capítulo...

Aí Jotão fugiu e foi viver em Beer porque sabia que seu irmão Abimeleque não perderia a oportunidade de matá-lo.

Em Cristo!


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Juízes 9: 9-16 - Jotão e a parábola das arvores

Jotão e a parábola das arvores

Na ultima postagem, vimos que Jotão contou uma parábola em voz alta para o povo na ocasião em que insistiam por um rei...

_ ATENÇÃO HOMENS DE SIQUÉM, ME ESCUTEM, E DEUS ESCUTARÁ VOCÊS!

Jotão gritou tão alto que todos pararam para ouvi-lo...

_ QUERO LHES CONTAR UMA HISTÓRIA... ERA UMA VEZ, UMAS ÁRVORES RESOLVERAM PROCURAR UM REI PARA ELAS. ENTÃO DISSERAM À OLIVEIRA: "SEJA O NOSSO REI."

_ E A OLIVEIRA RESPONDEU: "PARA GOVERNAR VOCÊS, EU TERIA DE PARAR DE DAR O MEU AZEITE, USADO PARA HONRAR SEUS DEUSES E OS SERES HUMANOS."

_ ENTÃO AS ÁRVORES FORAM PEDIR DESTA VEZ À FIGUEIRA: "VENHA SER O NOSSO REI."

Esta parábola fazia uma analogia com a história de Gideão...

Ele tinha se recusado a deixar o trabalho legítimo de juiz para ser rei, apesar de que ele poderia ter sido capaz de exercê-lo...

Se ele tivesse concordado em se tornar rei, sua ação teria sido tão incongruente como a de uma árvore ter que deixar a sua própria função útil para decidir sobre outras árvores.

_ MAS A FIGUEIRA RESPONDEU: "PARA GOVERNAR VOCÊS, EU TERIA DE PARAR DE DAR OS MEUS FIGOS TÃO DOCES."

_ ENTÃO AS ÁRVORES FORAM PEDIR À PARREIRA DE UVAS: "VENHA SER O NOSSO REI."

_ MAS A PARREIRA RESPONDEU: "PARA GOVERNAR VOCÊS, EU TERIA DE PARAR DE DAR O MEU VINHO, QUE ALEGRA OS SEUS DEUSES E OS SERES HUMANOS."

Todas as três arvores deram a mesma razão do por que elas não deveriam deixar a função com que prestavam serviços inestimáveis para tomar uma posição que parecia desnecessária?

_ AÍ TODAS AS ÁRVORES FORAM PEDIR AO ESPINHEIRO: "VENHA SER O NOSSO REI."

_ E O ESPINHEIRO RESPONDEU: "HUM... ESTÁ BEM! SE VOCÊS QUEREM MESMO ME FAZER O SEU REI, VENHAM E FIQUEM DEBAIXO DA MINHA SOMBRA".

Esta era uma planta espinhosa comum nas colinas da Palestina.

Ela representava a antítese de árvores valiosas que haviam rejeitado a oferta para ser rei.

Aqui Jotão começa a fazer a aplicação da parábola.

O arbusto desavisado faz um convite impossível...

Seus galhos não podem oferecer sombra, pois estão cheios de espinhos... 

Aqui está uma ironia cortante.

Jotão descreve compara o absurdo com a situação onde foram parar os siquemitas.

Jotão quer dizer ao povo que Abimeleque não pode fornecer proteção, como o fraco espinheiro não é capaz de proporcionar sombra ou proteger as outras arvores.

Continua na próxima postagem!

Em Cristo!