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1 Samuel 1:1-12 - O drama de Ana!



O drama de Ana!


O primeiro livro de Samuel trata da passagem entre o tempo dos Juízes e a monarquia israelita.

Começaremos, portanto, contando como foi o nascimento de Samuel.

Havia na cidade de Ramataim-Zofim (que mais tarde veio a receber o nome grego de Arimatéia) um homem chamado Elcana.

Ele tinha duas mulheres: Penina, com quem tinha filhos, e Ana, que aparentemente era estéril.

Elcana tinha o costume de ir uma vez por ano a Siló, onde então ficava o Tabernáculo, para ali oferecer sacrifícios.

Hofni e Finéias, filhos de Eli, eram sacerdotes na época.

Cada vez que Elcana oferecia sacrifícios, dividia com as duas esposas e os filhos a parte da oferta destinada aos ofertantes.

Sendo Ana a esposa que ele amava de verdade, dava a ela porção dobrada.

Penina, sua rival, provocava e humilhava Ana porque o SENHOR não permitia que ela tivesse filhos.  

Isso acontecia ano após ano.

Como vivia a apenas 19 km do tabernáculo em Siló, era natural que Elcana, sendo levita, participasse regularmente dos três festivais anuais (Levítico 23: 2).

Sempre que iam ao santuário do SENHOR, Penina irritava tanto Ana, que ela ficava só chorando e não comia nada. 

Um dia o seu marido Elcana lhe perguntou:

_ Ana meu bem, por que você está chorando? Por que não come? Por que está sempre triste? Por acaso, eu não sou melhor para você do que dez filhos?

_ ARGH!

Quando Elcana anunciava à família que chegara o tempo de ir a Siló, todos comemoravam menos Ana, que já se preparava para ser mais uma vez infernizada por sua rival.

Até que um dia ela se cansou: estando mais uma vez a família reunida em Siló, ela foi até a Tenda Sagrada logo depois da refeição.

Lá chegando, começou a chorar e orou fazendo esta promessa solene:

_ Ó SENHOR Todo-Poderoso, olha para mim, tua serva! Vê a minha aflição e lembra-se de mim! Não esqueças a tua serva! Se tu me deres um filho, prometo que o dedicarei a ti por toda a vida e que nunca ele cortará o cabelo. 

A promessa de não cortar o cabelo, como já vimos na história de Sansão, significava que a criança seria um nazireu.

Pois bem, Ana continuou sua oração.

Suplicava em silêncio, e seus lábios apenas se mexiam, sem som.

Ficou tanto tempo ali que o sacerdote Eli, que estava sentado numa cadeira junto a um pilar, notou sua presença.

Vendo aquela mulher chorando e mexendo os lábios sem dizer nada, precipitou-se em suas conclusões...

Mas isso será assunto para a próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir, Deus atende as orações de Ana!

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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