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Rute 2:14-23 - Rute e seu primeiro dia de trabalho...


Rute e seu primeiro dia de trabalho...


Rute continuou trabalhando.

Na hora do almoço, Boaz mandou chamá-la.

_ Rute, venha aqui. Não se acanhe. Olha aí, pode comer.

Rute sentou-se entre os trabalhadores, e Boaz lhe deu cevada torrada para comer.
Apesar de todos os favores incomuns que ele recebeu, Rute manteve-se a mesma.

Ele não se esqueceu de Noemi, reservou parte de seu almoço para levar a sogra.

E quando ela se levantou para voltar ao trabalho, Boaz ordenou aos empregados:

_ Deixem a menina pegar espigas onde bem entender, e não mexam com ela. Tirem também algumas espigas dos feixes e deixem cair para que ela possa apanhar. E não briguem com ela.  

Parece que Boaz percebeu certo ciúme de seus funcionários para com Rute...

As Instruções de Boaz aos seus servos mostra a consideração especial dele para com Rute.

E assim Rute catou espigas até de tarde.

Depois debulhou os grãos das espigas e os pesou: vinte e cinco quilos, nada mal para um dia de trabalho.

Pegou a cevada, voltou para a cidade e mostrou à sua sogra o quanto havia catado.

Também lhe deu a comida que tinha sobrado do almoço.  

_ Rute do céu! Onde é que você foi catar espigas hoje? Que Deus abençoe o homem que se interessou por você!

_ Foi um homem chamado Boaz, Dona Noemi, um homem muito bondoso.

_ Que Deus abençoe Boaz, que é bondoso tanto com os vivos como com os mortos. Rute, não sei se está sabendo, mas Boaz é nosso parente próximo, e um dos responsáveis por nós.

Havia um costume em Israel...

Quando um homem morria sem deixar filhos, o homem mais próximo ligado a ele deveria se casar com a viúva. 

E quando tivessem filhos, haveria alguém para herdar os bens da família e continuar seus negócios...

_ Não sabia, Dona Noemi! Que maravilha! Além de tudo isso, ele disse que eu posso continuar trabalhando com os seus empregados até acabar a colheita.

_ É bom que você vá com as empregadas dele, minha filha. Pois, se fosse trabalhar na plantação de outro homem, você poderia ser humilhada. 

Assim Rute continuou trabalhando nas plantações de Boaz até o fim da colheita da cevada e do trigo.

Sempre que permanecesse nos campos de Boaz, Rute estaria sob a proteção de um amigo forte e confiável.

Mas o fim da colheita não seria o fim da história de Rute e Boaz, como veremos.


Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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