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Rute 4:1-6 - Boaz, as testemunhas e o tal parente mais próximo!



Boaz, as testemunhas e o tal parente mais próximo!


Como vimos na ultima postagem, Rute e Noemi ficaram num embaraço, apreensivas enquanto esperavam que Boaz resolvesse logo o assunto com o indesejado parente recém-aparecido na história.

Realmente Boaz não dormiria enquanto não resolvesse tudo.

Tanto que, logo pela manhã, foi até ao portão da cidade e sentou-se ali até encontrar o parente.

Quando o tal parente de Elimeleque ia passando, Boaz falou com ele:

_ Olá, amigo!

_ Eu?

_ Isso, chega mais!

_ E aí, Boaz? Como vai?

_ Vou bem… Aguarda só um pouquinho. Tenho um assunto muito importante para tratar com você, uma coisa séria que vai precisar de testemunhas. É rapidinho...

Ele saiu e em pouco tempo voltou acompanhado de dez homens dos mais respeitáveis de Belém Efrata.

Boaz realmente era muito sábio.

Em pouco tempo, montou um júri de anciãos da cidade, de acordo com a lei de Moisés (Deut. 16: 18).

Supõe-se que este era o número necessário para formar um júri que poderia considerar casos civis.

Os anciãos de uma cidade eram os chefes de diversas famílias importantes.

_ Negócio seguinte: Noemi voltou de Moabe e está vendendo as terras de Elimeleque, seu finado marido e nosso parente. Quando eu soube disso, achei melhor falar com você, já que é o parente mais próximo do falecido.

_ Certo e daí?

_ Daí que se você quiser comprar essas terras, assuma o compromisso aqui, na frente das autoridades. Porque se você não quiser, eu compro, já que sou o segundo parente mais próximo.

Depois de afirmar os fatos e reconhecer os direitos do parente mais próximo, Boaz revela claramente o seu interesse pessoal no assunto.

_ Hum... Tá bom... Gostei da proposta. Vou comprar as tais terras.

_ Muito bem, muito bem. É um excelente investimento. Mas tem uma condição para a compra.

_ Ah é, qual?

Como você pode notar o procedimento que se seguiu até agora foi muito democrático.

Boaz agiu de acordo com a lei de Moisés, e sem demora, uma decisão poderia ser tomada e confirmada e testemunhada por um grupo representativo de líderes reconhecidos em Belém.

Assim, atendendo questões legais, sem advogados e sem extensos argumentos legais Boaz apresentou o caso de forma clara.

_ Isso mesmo! Se você comprar a propriedade de Noemi, também deverá se casar com Rute, sua nora viúva, para que as terras permaneçam com a família do finado Elimeleque.

_ Hum... Casar, é?

_ Então, casa ou não casa?

A decisão do tal parente é o que veremos na próxima postagem.

Em Cristo!

A seguir: Boaz casa-se com Rute

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

4 comentários:

  1. Amo este livro!
    Parabéns pela inciativa de mostrar claramente como a palavra do homem tinha valor naquela época, e principalmente como Deus sempre zelou pelos seus filhos de uma maneira especial. Creio que Rute nunca imaginou que teria uma grande reviravolta em sua vida. Optar em seguir sua sogra fez uma grande diferença, sendo que nos dias de hoje, muitas noras as desprezam. Deus sempre Perfeito..

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  2. Cade a próxima postagem? Estava gostando muito,! Saudações em Cristo

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  3. Paz do Senhor Jesus!!!
    Verdade.
    Cadê a proxima postagem dessa história maravilhosa???
    Eu também posso dizer q essa postagem estava sendo benção Pura!!!

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    Respostas
    1. Olá Andrea!
      Ao final da postagem, tem um link para a próxima.

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