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Pastor Marcos Feliciano pede a polícia para expulsar duas jovens que se beijavam no culto em que pregava.


Pastor Marcos Feliciano pede a polícia para expulsar duas jovens que se beijavam no culto em que pregava.

Duas jovens de 18 e 20 anos de idade que dizem ser namoradas foram expulsas do culto depois de se beijarem durante a pregação do pastor. 

A pregação de Marco Feliciano encerrava a 5ª edição do Glorifica Litoral, evento gospel realizado em São Sebastião, litoral norte de São Paulo.

Após acionar a segurança, Feliciano afirmou que elas 'não têm respeito ao pai, à mãe e à mulher'.

"A Polícia Militar que aqui está, dê um jeitinho naquelas duas garotas que estão se beijando. Aquelas duas meninas têm que sair daqui algemadas. Não adianta fugir, a guarda civil está indo até aí. Isso aqui não é a casa da mãe joana, é a casa de Deus", disse Feliciano para o fiéis presentes. 

Após terem sido removidas por volta das 23h, as jovens foram conduzidas para a delegacia. 

O advogado das jovens, Daniel Galani, disse que vai abrir uma ação para apurar os responsáveis pela agressão. 

“A gente vê que foi uma situação que fugiu completamente ao controle. A gente sabe que existiam dois direitos em conflito: um é a liberdade de expressão e o outro a liberdade do ato religioso. Os dois direitos são constitucionais e estão previstos para que as pessoas possam fazê-los”, disse. 

O pastor Marco Feliciano disse que a atitude das jovens é um desrespeito ao culto religioso, ministrado por ele.  

“Aquilo é desrespeito. Com isso eles me fortalecem e se enfraquecem, porque qualquer pessoa de bem sabe que em um ambiente religioso não é lugar de fazer o que aquelas pessoas fizeram. Eu lido de maneira natural e eles deveriam ter um pouquinho mais de juízo e me esquecer”, disse Feliciano após o término do culto. 

Como o deputado Feliciano tem foro privilegiado, ações desse tipo acabam sendo encaminhadas para o Supremo Tribunal Federal, para só depois chegarem ao político.

Já a Prefeitura de São Sebastião informou que abriu uma investigação para apurar se houve excessos por parte dos guardas que estavam no local de plantão. 

Segundo a prefeitura, a Guarda Civil Municipal agiu inicialmente conversando com as manifestantes na tentativa de retirá-las do local com segurança.

Fonte: G1

Opinião:
Os direitos dos homossexuais terminam onde começam os dos outros. Estas pessoas já estão passando dos limites.  Naquele espaço estava sendo realizada uma cerimônia religiosa, resguardada pela constituição. O mesmo direito de qualquer outra cerimônia religiosa ou evento como uma parada gay. O que aconteceria se fosse o contrário? Se religiosos estivessem atrapalhando um evento gay?

Em Cristo!


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Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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