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I Samuel 30:1-6 - O assalto em Ziclague


O assalto em Ziclague

I Samuel 30:1-6 

Mas não demora muito para que a notícia de que os filisteus estão em indo na direção norte para travar uma grande batalha contra Israel se espalhe. 

Os amalequitas, que pareciam fazer dos ataques às cidades filistéias e israelitas do sul um meio de subsistência (não muito diferente de Davi), não poderiam ter recebido notícia melhor. 

Uma vez que os homens em idade de combate tinham ido para guerra, poucos ou nenhum ficaram para defender as cidades israelitas e filistéias, incluindo Ziclague

Com a decisão de Aquis de mandar Davi de volta a Ziclague, Saul e Davi começaram a viver duas realidades bem distintas.

Saul, um rei aflito, perturbado pelas tenebrosas premonições do finado Samuel, sem nada a fazer a não ser esperar a derrota de Israel e sua própria morte;

Davi um homem feliz, livre do peso de combater os seus, sem que para isso precisasse acovardar-se, liderando seus homens leais de volta à paz de sua cidade. 

Enquanto Saul esperava em Jezreel pelo inevitável desfecho da guerra e de sua vida, Davi chegava a Ziclague pensando apenas em descansar e ficar com suas famílias.

Mas o tão esperado descanso, porém, teria que esperar: Ziclague estava em ruínas, ou melhor em chamas. 

Enquanto Davi e seus homens estavam sendo passados em revista junto com o exército filisteu (29:2), os amalequitas estavam saqueando Ziclague

Os salteadores levam todo o gado e todos os bens, raptam todas as mulheres e crianças, e queimam totalmente a cidade.

Quando Davi e seus homens se aproximam de Ziclague, ficam horrorizados ao ver que a cidade fora destruída e suas famílias levadas cativas. 

O desespero de ignorar o que acontecera a suas famílias foi demais mesmo para homens como eles, guerreiros forjados no deserto e nas montanhas de Israel.

Ninguém foi morto, mas tudo o que tinha vida foi levado. 

Era para eles de pouco conforto, que suas famílias ainda estivessem vivas. 

Cada um imaginava o que poderia estar acontecendo (ou que acontecerá em breve) com suas esposas e filhos. 

Na melhor das hipóteses eles se tornariam escravos, para um trabalho duro e algum tratamento cruel. 

Na pior... eles nem queriam nem pensar. 

As duas esposas de Davi também foram levadas.

Os seiscentos guerreiros não suportaram tamanha tragédia, caindo em prantos entre os destroços e as cinzas ainda quentes da cidade. 

A revolta era tão grande que alguns dos soldados começaram a falar em apedrejar Davi, tamanho era seu desespero. 

Naquela situação difícil, Davi precisava pensar rápido para salvar sua pele e, se possível, remediar a situação. 

Resolveu apelar para um poder superior:

Como sempre, a tragédia faz o coração de Davi se voltar para Deus. 

Este capítulo é outro de seus melhores momentos. 

Primeiro ele se fortalece no Senhor, depois recorre a Ele para uma orientação específica a respeito de suas famílias e daqueles que os raptaram. 

Davi pede ao Senhor que revele se ele deve, ou não, perseguir aqueles que levaram seus entes queridos. 

Se persegui-los, ele os alcançará? 

A resposta a estas perguntas veremos na próxima postagem…

Em Cristo!

A seguir: Um servo semimorto dá nova vida à busca de Davi 


Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Escritor, Autor do Livro “Empreendedor Gourmet”, Professional e Self Coach, Leader Coach, Analista Comportamental pela Coaching Assessment. Líder de Jovens e adolescentes, pregador, professor e amante da Palavra de Deus!

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