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1 Samuel 31: 7-13 - A covardia de Saul e a coragem de Jesus!


A covardia de Saul e a coragem de Jesus!

1 Samuel 31: 7-10

Ao ver que o exército israelita fora dizimado, e que a família real não existia mais, o povo que morava além do vale de Jezreel e a leste do Jordão abandonou suas cidades, que foram imediatamente ocupadas pelos filisteus.

Esta grande perda não só reduz o tamanho do exército de Israel, que reduz o tamanho de Israel.

É importante notar aqui que Israel, assim como Saul, está sendo divinamente disciplinado.

Você pode se lembrar que Saul era o rei dos israelitas exigiram no capítulo 8, e que sua demanda de ter um rei havia provas de que eles tinham rejeitado a Deus como seu rei (1 Samuel 8:7-8 ).

Não é só pelos pecados de Saul que Israel é derrotado e muitos morrem; é para os pecados de Israel também.

No dia seguinte, voltando ao monte Gilboa para despojar os mortos, os filisteus encontraram os cadáveres de Saul e seus filhos.

Cortaram, então, a cabeça do rei e o despojaram de suas armas.

Enviaram, em seguida, mensageiros a toda a Filístia para espalharem a grande notícia.

Depois levaram as armas do rei morto e a expuseram no templo de Astarote, e seu corpo decapitado foi pregado nos muros da cidade de Bete-Sã.

Tudo isso para zombar não só de Saul. mas de seu Deus.
As indignidades que Saul sofre na morte não poderia ser pior.

UM ATO DE HEROÍSMO
(31:11-13)

Ao saberem dessa humilhação final, os habitantes da cidade de Jabes, em Gileade, ficaram muito indignados.

Os corpos de Saul e seus filhos, suspensas na parede da cidade de Bete-Sã, estavam lá para serem ridicularizados.

As pessoas desta cidade guardam boas memórias de Saul e sua contribuição para eles. 

Todos se lembravam de quando Saul, então um rei ainda relutante, os ajudara contra os amonitas que invadiram sua cidade. 

O incidente é descrito em 1 Samuel 11.

Sentiam-se em dívida para com o rei morto, e resolveram resgatar seu corpo.

Naquela mesma noite, alguns dos homens mais corajosos de Jabes-Gileade foram até Bete-Sã e tiraram de seus muros os corpos de Saul e seus filhos. 

Carregaram os cadáveres até Jabes, onde foram queimados e enterrados sob uma tamareira, um magnífico gesto de apreço e respeito por parte deles.

Em sinal de luto pela morte da família real, jejuaram por sete dias.

Infelizmente a história de Saul não é um conto de "felizes para sempre".

Mas é assim como tudo termina para Saul.

Saul morreu, como Deus disse que faria.

O momento da morte de Saul foi previsto por Deus. 1 Samuel 28.

Saul morre da maneira Deus disse que faria. 

Ele morre nas mãos dos filisteus e amalequita.

Saul morre de uma maneira inteiramente consistente com a maneira como ele viveu sua vida.

Mesmo no final de sua vida, Saul realmente não morre como um homem de coragem.

Ele não quer sofrer a dor, e por isso ele pede outros para tirar sua vida e ainda tenta matar a si mesmo.

A palavra de Deus é absolutamente confiável.

Deus fará com que suas promessas sejam cumpridas.

Mas há algo mais importante para se mencionado aqui.

Deus colocou Saul à morte não apenas para cumprir suas advertências sobre ele, mas também para cumprir Suas promessas sobre Davi.

MORTE DE SAUL X MORTE DE JESUS
É interessante notar aqui um contraste na morte de Saul e de Jesus Cristo.

O pecado de Saul e seu desejo de morrer é egoísta, seu pecado traz não só a sua própria morte, mas também a morte de seus filhos e muitos israelitas, e o sofrimento de muitos mais.

A liderança de Saul não é uma bênção, mas uma maldição para Israel.

Agora veja quão diferente foi a morte de nosso Senhor;

Não era o desejo de Jesus morrer, humanamente falando.

Ele não era um suicida.

Ele orou no Jardim do Getsêmani "Pai, se for possível, afasta de mim este cálice” (Mateus 26:39).

Ele morreu em obediência à vontade do Pai, não em desobediência (Mateus 26:39; João 6:38; Filipenses 2:3-8).

Ele não morreu para salvar-se da dor; mas de tanto suportar a dor que nós merecíamos como punição por nossos pecados (Isaías 53; 2 Coríntios 5:21; Hebreus 2:17-18).

É por isso que Ele recusou o vinho misturado com fel (Mateus 27: 33-34).

Ele não estava disposto a tomar qualquer "medicação", que aliviasse a dor.

Sua morte não é um trágico fracasso de sua parte, que nós tentamos esquecer (como com um suicídio), mas um magnífico sacrifício por nós, que celebramos a cada semana durante nossos encontros nas igrejas espalhadas pelo mundo.

Há muitas vezes um ponto de crise para a qual Deus leva o pecador, um ponto em que o suicídio pode ser considerado como uma saída.

As pessoas vêem o pecado que cometeram e sentem-se irremediavelmente ligados no poder, na culpa e consequências destes pecados.

Eles podem pensar que a morte (a sua morte por suicídio) é a única saída.

Mas esse não é o caminho para sair dos problemas, porque a morte acaba com a nossa oportunidade de se arrepender e sermos salvos. (Hebreus 9:27)

A solução para o seu problema não é morrer em pecado; é morrer para o pecado.

A única maneira que você pode fazer isso é pela fé em Cristo, quando você reconhece o seu pecado e confiança n'Ele que morreu em seu lugar, que sofreu a dor eterna por seus pecados.

É em Cristo que você morre para o pecado e entrar na vida eterna.

Se você nunca fez isso, faça agora.

Essa é a promessa de Deus para sua salvação.

Vamos aprender com a morte de Saul.

Em Cristo!

A seguir:

A trágica morte de Saul

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1 Samuel 31: 5-6 - Saul se mata, mas não morre!


Saul se mata, mas não morre!

1 Samuel 31: 5-6

Saul desembainhou sua espada e lançou-se sobre ela, não satisfeito com a tragédia, e vendo seu senhor agonizando, o escudeiro resolveu acompanhá-lo e jogou-se contra sua própria espada, suicidando-se também.

O escudeiro morre, deixando Saul agonizando sozinho.

Como assim? Sozinho?

Saul não morreu ao se atirar sobre sua espada?

Não. Ainda não.

Esse segredo não é contado aqui, mas no primeiro capítulo de 2 Samuel.

O autor do nosso texto usa uma técnica popular muito usada por escritores de dramas de televisão.

Você se lembra de ver séries de televisão em que o herói está em uma situação muito precária e em seguida, de repente, algo terrível acontece, e o leitor é levado a pensar no pior? 

Aí vem de forma estratégica os comerciais, certo?

Mas de alguma forma, após o intervalo comercial, descobrimos que o herói realmente não morreu. 

Isto é o que nosso autor faz em 1 Samuel 31.

Somos levados a supor que Saul morreu aqui, seguido depois por seu escudeiro.

Então, de repente, no capítulo 1 de 2 de 2 Samuel, descobriremos que Saul não estava realmente morto ainda.

Bom, depois da técnica devidamente explicada, voltamos ao relato da história.

A primeira experiência de Israel com a monarquia chegava ao fim da forma mais melancólica possível: com Saul e seus filhos mortos, não havia sequer um herdeiro para o trono de uma nação dilacerada, sem exército nem moral.

É de se imaginar que alguns israelitas pensavam que o único jeito para manter a segurança de suas vidas, seria a anexação à Filistia como solução natural.

Os que mantiveram o orgulho, porém, acabaram provando ter razão: tempos de glória ainda esperavam pelo povo de Deus.

Em Cristo!

A seguir: A covardia de Saul e a coragem de Jesus!

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O terrorista mental - Cérebro Reptiliano


O terrorista mental - Cérebro Reptiliano 

Olá meu leitor;

Gravei um vídeo que faz parte de uma palestra que ministro sobre o cérebro trino.

Nessa palestra, mostro como o inimigo de Deus usa partes de nosso cérebro para 
dominar 
as pessoas.

A palavra de Deus nos aconselha a parte mais inteligente de nosso cérebro.

Não se amoldem ao padrão deste mundo, mas transformem-se pela renovação da sua 
mente, para que sejam capazes de experimentar e comprovar a boa, agradável e 
perfeita vontade de Deus. 
Romanos 12:2

Finalmente, irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for 
correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se 
houver algo de 
excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas. 
Filipenses 4:8

Sonda-me, Senhor, e prova-me, examina o meu coração e a minha mente; pois o teu 
amor está sempre diante de mim, e continuamente sigo a tua verdade. 
Salmos 26:2-3

Infelizmente, a maior parte de nossas decisões são irracionais.

O que nos torna prezas fáceis de nossos próprios pensamentos irracionais.

Assista o vídeo e compartilhe com seus amigos.

Em Cristo!

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1 Samuel 31: 1-4 - Saul pede por suicídio assistido!


Saul pede por suicídio assistido!

1 Samuel 31: 1-4 

Nos livros de 1 e 2 Samuel, o autor conta sua história de uma forma semelhante à maneira como grandes redes de televisão cobrem os Jogos Olímpicos. 

Uma vez que muitos eventos diferentes são realizados ao mesmo tempo, não há como cobrir todos os acontecimentos de forma simultânea. 

Mas as maravilhas da comunicação moderna fornecem uma solução: Na última olimpíada, no Rio de Janeiro, podemos acompanhar as disputas de várias medalhas enquanto acompanhamos um jogo da seleção brasileira. 

Isso graças a todo aparato tecnológico das emissoras que a todo instante dividiam a tela da tv para compartilhar momentos importantes de outro esporte acontecia ao mesmo tempo. 

Assim os aficcionados por jogos olímpicos poderiam assistir em tempo real tudo que estava acontecendo em outras modalidades.

O autor do 1 Samuel guardadas as devidas proporções, fez algo semelhante. 

Ele foi simultaneamente cobrindo a vida de dois homens - Saul e Davi - que na maioria das vezes estavam sempre em dois lugares diferentes. 

Seu interesse principal não é deixar de fora uma sequência cronológica dos eventos na ordem exata em que ocorrem, mas sim contar a história de uma forma que contrasta Saul com Davi. 

Podemos ter a certeza há uma ligação muito clara entre a morte de Saul e a vida da pessoa que lê essa história escrita séculos atrás. 

Além disso, o nosso texto levanta uma das mais quentes questões morais e legais do nosso tempo. 

Fique comigo nas próximas postagens, à medida que tentamos compreender o significado e mensagem desta passagem para as nossas vidas.

O AMBIENTE

Davi estava muito ocupado lutando com os amalequitas quando, longe dali, os filisteus atacaram Jezreel com força total com a ordem de não deixar prisioneiros vivos. 

Os israelitas não conseguiram resistir por muito tempo: saíram em debandada e acabaram cercados no monte Gilboa, onde foram impiedosamente massacrados.

Saul pode fugia para um local mais alto, enquanto olhava em terror seus filhos tentando fornecer uma última linha de defesa para o seu pai. 

Enquanto matavam a maior parte dos soldados, os filisteus procuravam identificar aqueles que faziam parte da família real.

Primeiro mataram os três príncipes: Abinadabe, Malquisua e Jônatas, o grande amigo do exilado Davi. 

Imediatamente um pelotão de flecheiros saiu no encalço do rei. 

O ÚLTIMO PEDIDO DE SAUL

Uma série de flechas dos filisteus acertam Saul deixando-o gravemente ferido. 

De um jeito ou de outro, Saul sabe que sua morte está próxima.

Muito fraco devido a uma elevada perda de sangue e sabendo que não tinha como escapar, Saul teve mais um daqueles surtos de loucura, falando para seu escudeiro:

_ Rápido, rapaz! Tira sua espada e me atravessa com ela, para que eu não morra nas mãos destes incircuncisos.

_ Que Isso, majestade? Erguer a mão contra o ungido de Deus? Jamais! 
Saul está desesperado. 

Ele não tem forças para lutar contra os filisteus e muito menos força levantar sua pesada espada para acabar com sua própria vida. 

Esse pedido de Saul, levanta uma das mais quentes questões morais e legais do nosso tempo, suicídio assistido.

Em tribunais e órgãos legislativos do Brasil e em outras partes do mundo, os homens estão lutando com a questão do suicídio assistido.

Seria útil para a nossa consideração se fomos muito claros na nossa definição de suicídio assistido.

Suicídio assistido na TV Suíça

Eu encontrei esta definição na Internet;

O suicídio assistido ocorre quando uma pessoa, que não consegue concretizar sozinha sua intenção de morrer, e solicita o auxílio de um outro indivíduo.

O suicídio assistido não é a mesma coisa que a eutanásia

A eutanásia é tirar a vida de outra pessoa, sem o seu pedido ou consentimento. 

O suicídio assistido é iniciado e solicitado por aquele que deseja morrer. 

O suicídio assistido não está permitindo que a morte para tome seu curso natural, tomando medidas especiais.

O pedido Saul é um suicídio assistido. 

Nosso texto deixa claro que ele está errado ao fazê-lo. 

Ele está errado, porque ele está a tentando minimizar e alterar a dor do julgamento divino. 

Ele quer morrer de uma maneira que é diferente do que Deus predisse. 

Ele está errado, porque ele está tentando matar o ungido do Senhor.

Você lembra que Saul tentou matar Davi com sua lança (pelo menos duas vezes)?

Se Deus não permitiu Saul de tirar a vida de Davi, o ungido de Deus, não permitiu também a Saul  de tirar sua própria vida, pois ele também apesar de seus pecados, é o ungido de Deus. 
 
A verdadeira razão para Saul solicitar o suicídio assistido é dado no seu segundo pedido: ele não quer sofrer a dor. 

Ele quer morrer para acabar com a dor, para acabar com seu sofrimento. 

Sem rodeios, ele está mais interessado em evitar a dor do que em obedecer a Deus (não prejudicar o ungido de Deus). 

Assim como Saul estava disposto a matar Davi por causa da "dor" que causou ele, agora ele está disposto a se matar por causa da "dor" ele está sofrendo.

Depois da recusa de seu escudeiro em apoiá-lo no suicídio assistido, Saul percebe que há uma coisa que ele pode fazer; simplesmente cair sobre sua pesada espada, o que ele prontamente faz. 

E será que funciona?

É o que veremos na próxima postagem!

Em cristo!

A seguir: Saul se mata, mas não morre!