Gênesis 31:19-22 - A fuga de Jacó – parte II


A fuga de Jacó – parte II

V-19-21.
Bom, Labão tinha saído da casa antes que Jacó chamasse a suas esposas ao campo.

Jacó sabia que seu sogro ficaria detido vários dias pela tarefa de cortar a lã das suas ovelhas e pelos festejos que a acompanhavam, aos quais com freqüência se convidavam amigos.

A tosquia das ovelhas domésticas para a extração de lã ocorre na primavera, poucas semanas antes do nascimento dos cordeiros.

Essa prática permite o crescimento do pêlo no verão, a fim de proteger os animais contra temperaturas extremas do inverno.

Os pastores levavam os animais a um lugar central onde a lã era processada, tingida e transformada em fio para confecção de roupas.

Escavações arqueológicas em Timna (a Bíblia menciona este local em Gênesis 38;12), descobriram grande quantidade de teares, um indício de que alí funcionava um centro de tosquia e de produção de lã.

Então Jacó juntou a molecada, os empregados, os rebanhos e a tralha toda para iniciar viagem.

Mas, e as mulheres? Há! As mulheres…

Lia, estava pronta para a viágem já ao lado de Jacó, más Raquel aproveitou a ausência de seu pai, para roubar dele seus ídolos do lar: estes eram pequenos ídolos, ou imagens, feitos de madeira ou metal, também chamados terafins que os povos daquele tempo (e ainda hoje!) guardavam em suas casas julgando que lhes davam proteção e orientação em tempos de necessidade.

Escondendo os ídolos em seus pertences para que seu esposo não perceba, ela volta toda esbaforida para junto de Jacó, que só esperava por ela para começar a viagem, sem que Labão soubesse de sua partida.
Sua atitude mostra que ela sabia que seu esposo jamais aprovaria sua conduta. Tanto pelo roubo como pela idolatria.

Más eles precisavam correr, pois com tantos animais e coisas para carregar a viagem seria lenta.

V-22
Quando Labão voltou e ficou sabendo que Jacó tinha ido embora sem dizer nada, ficou louco da vida.

E mais indignado ainda ficou quando percebeu que seus ídolos haviam sumido.

Estes pequeninos ídolos ou terafins como já mencionei acima, estavam associados à sorte e a prosperidade da família e eram passados de geração em geração, como parte da herança.

O desejo frenético de Labão em conseguir de volta estas imagens, permite avaliar a importância que tinham estas imagens para sua família.

Rapidinho juntou um pessoal e no dia seguinte partiu no encalço do genro.

Se ele vai conseguir alcançá-lo ou não, descobriremos amanhã.

Em Cristo;

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Coach, Analista Comportamental e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. Belo estudo! Ao ler o texto, não entendi a atitude de Raquel em roubar os ídolos de seu pai. Pensei que ela conhecesse o Deus de Israel, por influência de seu marido. Obrigada pela explicação, que o Senhor o abençoe.

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  2. Belo estudo! Lendo o texto não entendi a atitude de Raquel em roubar os ídolos de seu pai. Pensei que ela conhecia o Deus de Israel, influenciada por seu marido. Obrigada pela explicação. Que o Senhor continue lhe abençoando.

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