Êxodo 5:1-2 - Moisés e Arão diante do Faraó.


Moisés e Arão diante do Faraó.

V:1
Depois que Moisés e Arão tinham sido aceitos pelos anciãos de Israel para que fossem seus representantes escolhidos por Deus, os dois foram ao Faraó e conseguiram uma audiência com o rei.

Os registros antigos destacam que não era fácil que um plebeu obtivesse uma audiência com o rei.

Mas a experiência anterior de Moisés na corte, agora lhe foi proveitosa, pois sabia como chegar até o rei.

E na sabedoria e misericórdia de Deus, o primeiro pedido para libertar Israel é feito de forma mansa, tendo apenas como argumento a liberdade de adoração;

Então Arão, ao lado de Moisés diz;
_ Ó Faraó, soberano do Egito. Viemos aqui pra pedir uma coisa ao senhor. Javé o Deus do povo de Israel, quer o povo vá até o deserto a fim de fazer uma festa em sua honra, Ele convidou todos os hebreus para este culto, e deixou bem claro que quer todo mundo lá. Então viemos aqui pedir para o senhor deixar o povo ir à festa.

Era razoável o pedido apresentado diante de Faraó;
Os israelitas não podiam oferecer seus sacrifícios de animais na presença dos egípcios sem provocar certo rancor religioso, já que entre os animais que teriam de ser sacrificados tinha alguns que os egípcios consideravam sagrados e, portanto não deviam ser mortos por nenhum motivo.

Para evitar este perigo, a festa dos israelitas devia ser celebrada além dos limites do Egito, no deserto.

Mas este argumento não convenceu o Faraó;

V:2
_ Javé? Quem é esse tal Javé, por que devo ouvi-lo e deixar que o povo de Israel vá ao deserto? Não conheço Javé nenhum, e não vou deixar esse povo ir pra essa tal festa não. Podem esquecer.

O faraó conhecia muitos deuses, pois o Egito e os povos vizinhos estavam cheios deles, e ele próprio era reverenciado como um deus pelos egípcios.

A seu ver, este Deus dos escravos não podia ser muito poderoso, principalmente pela situação miserável em que se encontrava o povo que o adorava.

Portanto foi fácil para ele desprezar a mensagem de Moisés e Arão.

Esse faraó realmente era um mala, como alguém que acreditava em vários deuses, ele deveria mostrar pelo menos um pouco mais respeito ao Deus de Israel.

E como já é comum acontecer, o verdadeiro Deus é o único realmente desprezado.

Será que o “poderoso” Faraó deveria temer o Deus dos escravos?

Mas antes que Deus termine, esse incircunciso aprenderá a resposta a esta pergunta.

As pragas foram realmente um julgamento sobre os deuses do Egito.

E um dia o mundo irá novamente aprender a resposta para esta pergunta.

Em Cristo!

A seguir: A negociação naufraga.

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Coach, Analista Comportamental e amante da Palavra de Deus!

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