Juízes 4:1-8 - Débora, uma mãe para os Israelitas.




Débora, uma mãe para os Israelitas.

Para não perder o costume, pela terceira vez, depois da morte de Josué, o povo de Israel voltou a pirar o cabeção, ignorando os mandamentos de Deus... 

O Senhor então, os entregou nas mãos dos cananeus (que já não mais estariam na terra se os israelitas houvessem obedecido fielmente ao SENHOR). 

Desta vez foi o rei Jabim, de Hazor, que dominou os israelitas. 

Mais de um século antes, Josué havia derrotado outro rei Jabim de Hazor e destruído esta cidade completamente. 

Evidentemente com o tempo, os israelitas permitiram que os cananeus se reorganizassem como nação e reconstruíssem a cidade (que ficava dentro do território de tribo de Naftali), e se fortificassem. 

Com o tempo, Hazor, tornou-se na mais importante cidadela do norte de Canaã, controlando a principal rota comercial. 

Com isso cessaram as caravanas, e os viajantes tinham que tomar desvios tortuosos, ficando desertas as aldeias em Israel. 

O comandante do exército de Hazor era um tal de Sísera (Servo de Ra, um insignificante deus egípcio), esse camarada contava com novecentos carros de combate de ferro, o suficiente para maltratar violentamente seus vizinhos narigudos. 

Novamente os filhos de Israel clamaram ao SENHOR e, somente depois de um castigo de vinte anos, veio o livramento. 

É notável que desta vez o SENHOR usou duas mulheres: Débora (Abelha) e Jael (Cabra Montanhesa). 

Mas vamos falar por hora de Débora, que era casada com Lapidote (Tochas), ela era profetisa e julgava a Israel naquele tempo. 

Ela é a segunda profetisa mencionada na Bíblia até agora... 

A primeira foi Miriã, irmã de Moisés, e as outras foram Hulda (2 Reis 22:14), a falsa Noadia (Neemias 6:14), a esposa de Isaías (Isaías 8:3), Ana (Lucas 2:36) e a falsa Jezabel (Apocalipse 2:20), sete ao todo. 

Débora considerava-se como uma mãe dos israelitas e como a mãe que protege seus filhos e enfrenta corajosamente o que representa um perigo para eles, ela agiu com sangue no zóio por Israel. 

Ela foi um dos juízes mais notáveis de Israel, e a terra ficou em paz por quarenta anos. Para acabar com a raça de Sísera, Débora chamou Baraque, um líder militar da tribo de Naftali, até onde ela estava, bem mais ao sul, na região montanhosa perto de Betel. 

_ Pois não, Sra. Débora, a que devo a honra de seu chamado? 

_ Quero que em nome do SENHOR, você reúna no monte Tabor, um contingente de dez mil homens das duas tribos... 

_ Sim, e para qual motivo, com o perdão do atrevimento? 

_ O SENHOR nos prometeu que dará em suas mãos aquele incircunciso do Sísera, juntamente seu exército e suas parafernálias assassinas. 

_ Bom, eu até vou, mas... 

_ Mas o que? 

_ Eu só concordo em fazer isso se você for junto... 

_ Hum... 

Baraque sabia que Débora era conhecida e respeitada pelo povo e lhe daria a autoridade que lhe faltava no território de outra tribo. 

Como veremos na próxima postagem, Baraque não tinha fé, autoridade, condições morais ou coragem para formar um exército para a libertação de Israel. 

Em Cristo!

Sobre o Autor:
CLAILTON LUIZ Clailton Luiz - Empresário, Palestrante, Especialista em Gestão de Tempo e Produtividade, Coach, Analista Comportamental e amante da Palavra de Deus!

2 comentários:

  1. Vejo aqui que para se ter autoridade é preciso primeiro ter respeito e isso Débora tinha! Que grande exemplo de mulher para nós cristãs. Amém...

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  2. Grande mulher de Deus!!!

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